Diretores sentem-se abandonados e sem interlocutores na tutela, depois da extinção de DGAE e IGEFE, enquanto os novos organismos não funcionam e os vice-presidentes das CCDR não são nomeados.
Escolasw “sem bússola” com reforma do Ministério da Educação
A reforma em curso no Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), com extinção de organismos e criação de outros, está a deixar as escolas entregues a si próprias devido à falta de interlocutores. “Os diretores sentem-se como capitães de um navio a quem roubaram as bússolas em plena tempestade. Não há a quem recorrer e o auxílio na gestão transformou-se num exercício de adivinhação”, defendeu Rui Cardoso, diretor do Agrupamento de Viso, em Viseu, que lamenta o “deserto de respostas” da parte da tutela.




1 comentário
Acham que isto é por acaso? É o desligar da máquina para ver se o moribundo serviço nacional de Educação ainda consegue cambalear. Vale tudo, completamente tudo! Mas enquanto ninguém puser o dedo na ferida tudo seguirá alegremente, com os miúdos ocupados com pretensos professores a ter pretensas aulas e muitas fotos catitas para as redes sociais. Começa a ficar tarde para dar um murro na mesa e já todos percebemos que não vamos lá com um Filinto paninhos quentes nem com representantes dos pais choninhas. Haja um grupo de diretores sensatos a apresentar a demissão porque razões não faltam e talvez o país acorde e deixe de ver a escola como um mero depósito.