Não mexam no Estatuto do Aluno que não vale a pena…
Um aluno, com seis anos, levou um revólver para a escola na manhã desta terça-feira. A arma seria encontrada por um professor do Centro Escolar de Atouguia da Baleia, em Peniche, e apreendida pela GNR. Os pais da criança foram identificados.




5 comentários
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Lá vem a retórica do Estatuto do Aluno!!!!
Não é preciso mudar, basta aplicar o que existe, pois a grande parte das direções fogem “como o diabo da cruz” em aplicarem o atual estatuto!!!!!
Processo disciplinar ao aluno e informação aos serviços sociais para corte de apoios aos EE, CPCJ e tribunal.
Qual é a dúvida?
Ou em vez de “Não mexam no Estatuto do Aluno que não vale a pena…”, talvez passar a “Não mexam nas direções que não vale a pena…”.
Muitos casos de incumprimento nas escolas são claramente omissão ou inação das direções!!!
O que é que o Estatuto tem a ver com isto? Nada.
As direções têm é que cumprir o atual, processo disciplinar e comunicação aos serviços sociais para corte de subsídios aos EE.
Em vez de se mexer no Estatuto, talvez mexer nalgumas direções que fecham os olhos a estas situações.
Não queiram mexer no E Aluno quando o fizerem já é tarde. Qualquer dia os pais vão dar aulas e os professores para p desemprego. Alunos e pais vão tomando conta da escola pública. Nas privadas não piam. Dar mais força aos professores e diretores para resolverem os problemas da escola e não as PSP ou GNR.
Nem mais Zé Amaro.
Nas privadas, quando muito podem dar uma oportunidade.
Na segunda canalhice, rua e pais nem piam.
Isto nada tem a ver com o Estatuto do Aluno, é uma criança de 6 anos que achou que um revolver é um brinquedo para levar para a escola.
A escola agiu bem e informou as autoridades e estas encaminharão a situação para as instâncias devidas.
É claro que a escola abrirá um processo disciplinar, mas isto ultrapassa em muito uma mera infração disciplinar é concerteza uma situação criminal como posse de arma de fogo, colocar em perigo a vida de crianças muito pequenas e de adultos.
Agora a criança em si, com 6 anos de idade, não tem capacidade para perceber a gravidade desta situação.