Governo diz que “nenhum aluno será prejudicado” pelos problemas técnicos em prova do 9º ano
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, confirmou que alguns agrupamentos de escolas reportaram “problemas técnicos” durante a realização da prova de Matemática do 9º ano

O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, confirmou que alguns agrupamentos de escolas reportaram “problemas técnicos” durante a realização da prova de Matemática do 9.º ano, sublinhando que “nenhum aluno será prejudicado na sua avaliação”.
Num comunicado enviado à agência Lusa, o ministro explicou que “alguns agrupamentos escolares reportaram ao Júri Nacional de Exames (JNE) problemas técnicos com o item 2 da prova”, embora não tenha especificado quais, adiantando apenas que foi “um problema circunscrito que não afetou os alunos de forma generalizada”.
Fernando Alexandre adianta ainda que os alunos que se depararam com este problema técnico na plataforma digital “estavam em turmas onde a grande maioria não teve problema”, acrescentando que o item da prova em questão dizia respeito a “uma associação de três elementos de uma coluna com elementos de uma segunda coluna”.
“Alguns alunos reportaram que surgia uma mensagem de erro quando estavam a fazer a segunda associação”, informa o comunicado, acrescentando que “nenhum aluno será prejudicado na sua avaliação por causa deste constrangimento na plataforma”.
Os alunos do 9.º ano realizaram hoje a primeira das duas provas finais do ensino básico, mas a avaliação foi dificultada por várias falhas na plataforma digital utilizada, segundo relatos das escolas.
“Houve bastantes problemas”, resumiu o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), em declarações à agência Lusa, relatando que as falhas estiveram, sobretudo, relacionadas com a plataforma utilizada para realizar as provas.
De acordo com Manuel Pereira, durante os dois turnos em que se realizaram hoje as provas de Matemática – o primeiro às 09:30 e o segundo às 12:00 – o programa bloqueou várias vezes, houve casos em que foi necessário reiniciar, noutros a página da prova fechava ou o menu das perguntas desaparecia.
“A minha escola tem um bom sistema informático, muito boa rede e mesmo assim foi muito trabalho para todos”, refere o diretor do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, em Cinfães, sublinhando que todo o pessoal docente foi mobilizado para apoiar durante a realização das provas finais do 3.º ciclo.
Depois de, no ano passado, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) ter decidido manter o formato em papel por considerar que a equipa ministerial anterior, liderada por João Costa, não assegurou as condições necessárias, é a primeira vez que as provas do 9.º ano são feitas em formato digital.
Em fevereiro, os alunos realizaram provas-ensaio para testar o formato digital, identificar problemas e preparar as escolas para a avaliação oficial.
Na semana passada, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, considerou que as escolas tudo fizeram para estar preparadas, mas hoje a principal falha partiu dos serviços do MECI.




30 comentários
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Escolas que não prepararam as coisas atempadamente ou que colocam aselhas em serviços de responsabilidade.
Num exame no computador, acham normal parar, chamar professores, perder tempo, mas num exame em papel, nem se pode espirrar nos corredores.
Ó Leal ganha juízo e sê inteligente
Oh, menina(?)!
Há-de sair a informação, mas acredito que esses “problemas” reportados, deverão ter sido uma infíma minoria do todo nacional.
“Num exame no computador”, numa escola normal, bem organizada, ninguém pára, não se chamam professores, não se perde tempo, corre tudo bem, como num exame em papel.
Existe o Secretariado, há os vigilantes e os suplentes, tudo normal.
O pessoal do ENEB cumpre a sua função e, no final, prepara-se tudo, vem a GNR e faz a recolha para o AJNE.
TUDO IGUAL.
Agora, nabos e nabiças, há por todo o lado.
Deixa de ser parva.
Por acaso, estiveste de serviço no exame?
Óh, Leal.
Não sei se sabe. mas numa escola normal onde os exames foram feitos no computador, a GNR não precisa de ir à escola.
Por acaso, estiveste de serviço no exame?
Já agora, na minha escola foi o delírio total com computadores, Internet e loucuras que são feitas nos exames.
Não culpo este governo. Culpo a forma de pensar de gentinha que acha que este processo pode ser feito com “uma perna às costas” e “em cima do joelho”, apenas querendo mostrar serviço, esquecendo-se que o mais importante é que os alunos possam fazer em paz o exame, sem perturbações estúpidas.
Ora, TOMA LÁ:
Norma 02/JNE/2025, página 107:
“(1) Inclui o transporte das folhas de resposta da prova final de Matemática (92) para os agrupamentos do JNE. Este transporte é realizado pelas forças de segurança.”
Como foste educadinho, acedo a informar-te devidamente, sobre aquilo que ignoras.
Acompenhei o processo de realização da prova, ontem, numa escola onde correu tudo conforme (bem ou mal) o previsto.
Se, na tua escola, acabaram a delirar, convém perceber o motivo.
Óh, Leal. Mas eu sei o motivo.
O problema é que não há organização nas escolas e há muitos e muitas que por lá andam a tentar mostrar serviço para se julgarem os melhores do mundo. Mas não passam de palhaçotes.
Claro que também há gente séria, mas esses, em geral, são “deitados fora”.
Seja como for, este processo iniciado pelo desgoverno anterior é um bocado kafkiano. Os sistemas devem ser melhorados e deve haver apoio técnico a sério.
As normas para os exames são cada vez mais intrincadas e exageradas.
E com certa gente que anda pelas escolas a “passear a beleza” ou a “mostrar a suposta masculinidade”, não há alunos que aprendam.
Quanto mais simples, melhor. e o que se tem passado nos exames é que, de ano para ano, as coisas ficam muito mais complexas, mas com os mesmos meios. Assim não dá.
Não seria melhor simplificar de vez estes meandros dos exames? É que já nem os alunos, os pais e os professores aguentam tanta norma.
Mascarilha patife sempre em ação!
Antes patife do que palhaço!
Sinceramente, acho o Leal um autêntico troll. Mas usar o meu nick indevidamente também é de troll.
Eu não uso o nn de ninguém.
Agora vejo que o focinho não é igual.
Vai descobrir quem foi.
Assim, seja(m) quem for:
– Vai chamar troll ao teu pai!
Absolutamente troll. 😉
Absolutamente troll. 😉
De resto, nunca terias categoria para lamber o chão que o meu saudoso pai pisou. Por essas e por outras é que não uso essas expressões coloquiais que envolvem familiares. Mas nem todos temos berço, é um facto.
Estás mesmo a inventar, meu “santinho” aberrante, que anda aqui, dia e noite, a dar marradas em quase toda a GENTE que comenta.
Eu falei para a Katia, às 14:51.
O que é que a Manada, teve que vir logo cheirar?!
Se não gostaste, agora digo-te, doutra forma:
– Vai chamer troll ao crl!
Troll e porquinho.
Ainda tinha dúvidas, mas agora, ao ver que insistes em não reconhecer o espécime reles em que te tornaste, aqui no Arlindo, ao não conseguires interiorizar que as PESSOAS estão fartas de te suportar, ao meteres o bedelho em todo o lado, muitas vezes sem saberes nada dos assuntos, que até já te clonam o nn, só para gozarem contigo e te fazerem ver a realidade… digo-te:
– Abstém-te de investir contra mim.
Abster-me-ei? Hmm, não creio. Que medo! Troll.
sEMPRE A CONVERSA DA TRETA DOS POLITICOS DO 25 de Abril ( tacho pra nós-incompetentes e ladrões ) A mentir Á POPULAÇÃO, SEM NEHUNM PUDOR.
Ehh pah o chat xpx nao corrigiu os erros da dislexia, cousa-se
o Filinto devia era estar a lavar escadas…
Corre tudo pelo melhor, no melhor dos mundos possíveis
A maioria dos elementos que compõem as equipas dos Exames são os primeiros a prevaricar: os vigilantes têm de ter os telemóveis desligados, mas eles andam sempre com ele na mão (quando não toca em situação de realização das provas); passeiam-se pelos corredores como emproados (apenas 1 trabalha à sério e os restantes é que se pavoneiam); falam com altivez como se fossem importantes quando, na verdade, estão naquele lugar por “CUNHA CHEIA DE GRAXA”; livram-se do serviço de vigilância (olha que tacho!) que é a pior função desta fase; COMANDAR, QUALQUER BURRO O FAZ!
Uma vergonha o que se verifica nesta fase DAÍ A IMPORTÂNCIA DE SER ALTERNAR AS EQUIPAS DE 3 EM 3 ANOS… São uns lambões (comem, bebem, conversam, sentam-se, acedem aos telemóveis em plenas funções de organização, criticam os seus pares quando os próprios carecem de caráter e de profissionalismo): CAMBADA DE VENDIDOS!
Vigilâncias são realmente chatíssimas. Mas não tenho vontade de estar no Secretariado de Exames. Tu tens? Mesmo?
A mim disseram-me que eu não podia estar sentado nas vigilãncias, ora bem,
ainda dizem mal do Chega.
jejejejeje
Mandar todos mandam, gerir nem todos o sabem fazer.
Porque é que te queixas das vigilâncias , é uma coisa que eu gosto muito de fazer.
Mainada, essa é a filosofia dos “Stores”: os alunos são indisciplinados, não há consequências efetivas; os alunos não estudam, transitam na mesma, Os Diretores queixam-se do trabalho, mas mantém o seu posto, receando perdê-los, o secretariado de exame diz ser um cargo de responsabilidade, todavia são sempre os mesmos e não largam a “mama”, etc…
Só o cargo de Diretor de turma e o serviço de vigilância é que as pessoas dispensam… Por que será?!
Há quem esteja mortinho por ser diretor de curso, nos cursos profissionais.
Andam para aí uns, andam.
Já trabalhar e deixarem de ser pavões, isso já não.
Há muitos por aí?
Tens de te queixar aos partidos do 25 de Abril, não são os “stores” que fazem as leis.
FILOSOFIA DOS PAIS NOS EXAMES:https://www.publico.pt/2006/06/09/jornal/todos-absolvidos-no-caso-dos-alegados-atestados-falsos-em-escolas-de-guimaraes-83310
Já nos magistrados:https://www.publico.pt/2025/06/20/sociedade/noticia/cej-anula-exame-futuros-magistrados-acesso-indevido-enunciado-2137362