l Promover práticas de orientação vocacional desde os primeiros anos de escolaridade, permitindo aos alunos fazer escolhas informadas sobre o seu percurso educativo e profissional; (este ponto deve-se interligar com outro, se é que me estão a entender…)
l Fortalecer a rede de escolas de ensino artístico especializado de música, dança e teatro;
l Implementar um programa de sensibilização para o valor do ensino profissional;
l No âmbito das parcerias com o Ensino Particular e Cooperativo, revisitar e atualizar os modelos dos contratos de associação; contratos de patrocínio; contratos de cooperação e dos contratos simples e de desenvolvimento de apoio à família;
l Otimizar a rede de oferta de ensino profissional, alinhando-a com as estratégias de desenvolvimento das regiões e com as necessidades do tecido empresarial, consolidando a implementação do novo Catálogo Nacional de Qualificações e o investimento nos Centros Tecnológicos Especializados (CTE), e melhorar o seu modelo de financiamento




3 comentários
Muito bom
E as escolas que não são CTE?
Há muitas escolas que deveriam ser CTE mas que não o são porque as direções assim não o quiseram.
Ora, basta uma direção de treta não querer para uma comunidade ficar prejudicada.
Não faz sentido.
Quem deveria decidir quem é CTE ou não deveria ser o próprio ministério com base nos indicadores que forem necessários a nível económico.
Veja-se o caso de Lisboa.
Há dois CTE de Informática. Nada mais.
Como é que a capital tem apenas 2 escolas CTE de Informática e 1 de Multimédia?! É inaceitável e absurdo que a cidade capital apenas tenha 2 escolas com condições para a lecionação de cursos de âmbito tecnológico que, por acaso, até são dos mais necessários no que respeita a serviços na capital e arredores.
Acham que isto faz sentido?!
Às escolas do Interior Norte de Porugal ainda mal chegou sequer o sabor a LIBERDADE!