COMUNICADO PROGRESSÃO E REPOSICIONAMENTO NA CARREIRA – SPNL

 

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5 comentários

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  1. Querem ver que vem lá mais uma greve. É triste ver este tipo de farsas, “o MEC não nos liga”, é coisa que já sabiam que iriam ocorrer quando propositadamente passaram as negociações para depois do orçamento de estado estar aprovado.
    A melhor maneira de recuperar o dinheiro perdido na greve (quem a fez, claro) é entregar o cartão e deixar de pagar aos sindicatos o belo e lindo serviço que prestam a toda a classe docente. Não se preocupem que o orçamento de estado continua a pagar aos sindicatos a sua quota, servem bem para amparar os golpes que poderiam vir de uma ordem que defendesse o interesse de todos e não só dos que entram com concursos de legalidade duvidosa e que vão beneficiar de reposicionamento com regras diferentes da dos que estão no quadro e do longe de casa sem subir faz anos.
    Os sindicatos tratam-nos como trabalhadores de segunda, concordaram que a contagem do tempo congelado dos professores fosse faseado num período de tempo mais longo que o de qualquer outro trabalhador (3 vezes mais longo), em vez de exigirem o mesmo tempo para todos (se não podiam contar o tempo de todos em 2 anos, contavam em 4), era mais lento para os outros e mais rápido para nós, mas era justo e idêntico. Um quadro superior do estado que não seja professor, ganhando o mesmo ou maior vencimento verá o seu tempo contado no imediato e com menos faseamento que o nosso, isto tem alguma lógica? Só para a FNE, FENPROF e para os outros pequenotes.
    Deviam ter vergonha!

      • JI Vila Nova on 14 de Janeiro de 2018 at 19:52
      • Responder

      As greves dos sindicatos é só fachada. Têm de iludir de vez em quando os professores para que estes continuem a pagar as quotas. Fiz greve e mais uma vez senti que fui enganada pelos sindicatos.

    • Carlos on 13 de Janeiro de 2018 at 20:17
    • Responder

    Mas esqueceram-se de negociar a progressão. O ME que diga o que propôs, quantos anos se recuperam e quando especificamente, já que os sindicatos nem falam disso

      • Carlos on 13 de Janeiro de 2018 at 20:55
      • Responder

      Os tipos nem fizeram uma grelhazita explicativa que mostre os número de anos necessários para um professor reposicionado passar do 1º para o 2º, do 1º para o 3º, etc. Já devem saber dos professores que estão no 1º escalão e que ainda não passaram porque só lhes conta o tempo com o índice 167 e que vão pedir retroativos à data em que faziam 4 anos de efetivos assim que o MEC subir o 1º reposicionado. Os correios do MEC estão bem pagos.

    • João Leão on 14 de Janeiro de 2018 at 11:02
    • Responder

    Pela minha parte não mexo mais uma palha, não faço nem mais uma ação de formação, só o estritamente necessário para poder sobreviver ao fim do mês. Tenho 32 anos de serviço, comecei a trabalhar em 1989, 4º escalão. Vou morrer no 4ºescalão porque nem à reforma chego. Somos gozados e ainda baixamos a cabeça.

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