Última lista colorida de 2017 com os colocados e retirados da RR14.
Dez 31 2017
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Dez 31 2017
Ao longo do ano 2017 foram publicados 1800 artigos, com este 1801, o que dá uma média de quase 5 artigos por dia.
No dia 18 de Julho de 2017 o blogue teve um número de visualizações que nunca mais deverá ocorrer, 364.052 visualizações.
Não sendo o ano 2017 o ano com mais visualizações, ele este muito próximo do ano 2014 onde o blogue teve 8.476.718 visualizações.
As 8.130.706 visualizações de 2017 dão uma média diária de 22.333 visualizações.
Como se devem ter apercebido, o tempo começou a faltar-me para estar mais em cima dos acontecimentos, mas não deixa de ser confortante saber que mesmo assim este espaço continua a ser um espaço da vossa preferência.
Não é fácil manter este espaço com a diminuição do tempo disponível, mas mesmo assim podem contar com a minha disponibilidade para continuar a informar e a denunciar tudo aquilo que de menos bom é feito.
O blogue no dia de hoje conta com 59.447 seguidores no Facebook, mais 10 mil seguidores que no ano passado por esta altura.
Este crescimento deve-se também aos colaboradores que participam activamente comigo no blogue, ao Rui Cardoso e ao Davide Martins agradeço imenso a forma como me têm apoiado ao longo deste ano. Assim como ao Livresco, à Diana Souza, à equipa do Cinema Sem Conflitos e ao Jorge Costa.
Um excelente 2018 para todos os leitores do Blog DeAr Lindo e espero continuar a ter tempo e vontade para manter este espaço vivo e sempre actual.
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Dez 30 2017
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Dez 29 2017
O último filme do tema Drogas chama-se “New Sensation” e foi realizado pela produtora Francesa CRCR. Em menos de 1 minuto os autores transmitem a sua visão, bastante descontraída e ao mesmo tempo elucidativa, sobre os perigos que o álcool mais o excesso de velocidade normalmente provocam. Bom filme!
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos
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Dez 29 2017
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Dez 29 2017
Para o ingresso na carreira docente aplicam-se os critérios de progressão em vigor no atual ECD, ou seja, a nova estrutura da carreira docente.
E para a Vinculação Extraordinária de 2017/2018 as vagas (incluindo as do concurso externo anual) não podem ser inferiores às do concurso de 2016/2017 (extraordinário e externo anual). Ou seja, mais de 3 mil vagas serão abertas em 2017/2018 para novos ingressos.
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Dez 29 2017
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 14ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira, dia 2 de janeiro, até às 23:59 horas de quarta-feira, dia 3 de janeiro de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Dez 29 2017
Estabelece o programa de regularização extraordinária dos vínculos precários
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/12/Lei-112.pdf”]
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Dez 29 2017
Foi, como habitualmente, publicado no último dia útil do ano.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/12/lei-114.pdf”]
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/12/Lei-113.pdf”]
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Dez 28 2017
As federações sindicais de professores pediram esta quinta-feira a negociação suplementar do diploma que definirá o acesso dos docentes aos 5.º e 7.º escalões da carreira, uma vez que terminou sem acordo o período negocial regular.

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Dez 28 2017
Acho uma delícia o texto da previsão número 3.
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Dez 27 2017
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/12/Aviso15_Educa__o_Visual_3CEB_form_2018.pdf”]
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Dez 27 2017
Na sondagem iniciada ontem votaram até ao momento 1002 leitores do blogue que darem maioritariamente uma nota negativa ao governo em matérias relacionadas com a Educação.
540 leitores deram uma nota entre o nível 1 e 2 e 462 leitores avaliaram positivamente o governo.
O estado de graça do governo no que respeita à educação não anda nos melhores dias e muito Tiago Brandão Rodrigues precisa de fazer para melhorar a sua avaliação junto dos professores.
As negociações que se avizinham sobre a recuperação do tempo de serviço congelado vai ser decisiva para que a nota suba para terreno positivo ou continue novamente entre o nível 1 e 2. Apesar de não ser exclusivamente decisão deste ministro a decisão final, lembro-me que recentemente prometeu lutar radicalmente em favor dos professores.
Aguardo por essa feroz luta radical.
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Dez 27 2017
“Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo o dia.”
José Saramago1. Passou o Natal das ocas farturas. Por comodidade e interesse, o Natal comercial tem varrido da memória dos homens o verdadeiro Natal, menos fantasioso, aquele em que Herodes, o Grande, ao saber do nascimento do Rei dos Judeus, mandou assassinar todos os recém nascidos em Belém, para varrer o alegado concorrente. Segue-se a passagem de ano e é tempo do habitual balanço.
Em 2017, Portugal tornou-se moda para os turistas. Em 2017, assegura a santa madre Estatística, cresceu a economia, cresceu o emprego e registámos o mais baixo défice desde 1974. Em 2017, saímos do procedimento por défice excessivo e recebemos bulas purificadoras das agências de rating. Em 20017, um dos diáconos do totalitarismo financeiro, mas nosso, arrebatou o ceptro do Eurogrupo.
Prestes a findar 2017, o parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado de 2016 foi claro: de 2008 a 2016, foram-nos extorquidos 14,6 mil milhões de euros para acudir aos desmandos de banqueiros e amigos, soltos e impunes. Em 2017, os incêndios florestais fizeram 111 mortos e 350 feridos.
Em 2017, um político que foi de férias quando meio Portugal ardia, considerou saboroso o ano que finda.
Imagino como seria cómoda a vida de um governante que não se importasse com nada nem ninguém. Mas será possível governar sem se importar? Será possível governar sem a capacidade de nos colocarmos na pele daqueles que não conhecemos, mas sofrem? Será possivel governar sem amar? No coração de quem ama, os êxitos efémeros não apagam o sofrimento perene nem as alegrias superficiais afastam a dor mais funda.
2. Felizmente recuperado das vertigens e falta de equilíbrio que a síndrome vestibular aguda lhe provocou, o ministro Tiago Brandão Rodrigues foi à Chamusca e caiu do cavalo da demagogia. Embalado pelo trote das referências à “metodologia expositiva” (Estado da Educação 2016, CNE, págs. 7, 27 e 28), alegadamente usada em excesso pelos professores, e instado a pronunciar-se sobre a matéria (Público, 15.12.17), passou ao galope: “… esses dados dizem respeito ao ano lectivo 2015-2016, cujo início foi ainda da responsabilidade do anterior Governo. Tivemos a oportunidade de, sabendo nós como o estado da educação se apresentava nesse ano lectivo, poder desenvolver novas políticas públicas para dar resposta à estaticidade das salas de aula …”.
Estática esteve a leitura do relatório por parte do patusco ministro. É que “esses dados” referem-se a 2012, como está no relatório que Tiago não leu. E a poderem, inquisitoriamente, ser ligados de modo isolado a algum Governo, então seria … ao do PS (Lurdes Rodrigues e Isabel Alçada).
3. A 19 deste mês, a página institucional da DGAE ofereceu-nos um texto de antologia propagandística sobre as inovações, velhas de décadas, do secretário de Estado João Costa, autor da prosa. Sob a epígrafe “Autonomia, Liderança e Participação”, disse-nos João Costa: “O insucesso não é, pois, o problema de uma taxa que queremos reduzir, mas sim o problema de qualidade das aprendizagens e de justiça social que precisamos de resolver”.
O engenho ensaísta do secretário de Estado antecipou uma probabilidade inovadora: a taxa pode aumentar mas o insucesso diminuir. É uma questão de reescrever o que entendemos por qualidade das aprendizagens. E a caneta pedagógica é ele que a tem.
4. A secretária de Estado Alexandra Leitão, em representação do Governo, assumiu o compromisso de negociar com os sindicatos o modelo da recomposição da carreira dos professores, tendo por referência o actual estatuto, por forma a ser possível a recuperação do tempo de serviço. No exercício negocial em curso, o ministério da Educação divulgou números falsos sobre as correspondentes implicações financeiras, com o óbvio intuito de iludir a opinião pública. Este procedimento é próprio de aldrabões. Apesar de deselegantes, há momentos em que determinadas palavras têm que ser usadas.
In “Público” de 27.12.17
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Dez 26 2017
Esta é a nota que Pais e Diretores dão ao atual governo nas medidas que tomou para a Educação.
Se fossem os professores a votar acho que a nota seria negativa. mas podemos testar na sondagem seguinte para tirar essa dúvida.
Um ano depois do discurso do primeiro-ministro a prometer aposta na educação das crianças, diretores escolares e associações de pais dizem que resultados ficaram longe das expectativas.
As associações de diretores e de pais dão um “satisfaz” à atuação do governo em 2017, depois de uma mensagem de Natal do primeiro-ministro em 2016 onde prometeu apostar ainda mais na Educação, num vídeo gravado, na altura, num jardim-de-infância de Lisboa para “sublinhar” a aposta do governo nas crianças.
Um ano depois, o presidente das Confederação das Associações de Pais defende que notou esforço do executivo numa área que é “complexa”, mas destaca os limites financeiros que travaram o “investimento que a educação merece como pilar da sociedade e da economia”.
Do lado dos diretores, Manuel Pereira destaca que a mensagem do primeiro-ministro teve o efeito de “centrar os portugueses naquilo que é importante, a Educação”. No entanto, o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares admite que “as coisas não mudaram muito nas escolas, apesar de se notar um esforço do país, do governo e do Ministério da Educação para promover a Educação, apesar de existirem problemas que não se conseguem ultrapassar”.
O dirigente escolar está a pensar, sobretudo, em limitações financeiras e na falta de motivação dos professores com poucas perspetivas de carreira.
Manuel Pereira defende que as coisas não pioraram, mas é preciso mudanças que já se perspetivam para que de facto a Educação “seja mais do que uma paixão e também uma realidade”.
Noutra associação de diretores, Filinto Lima também admite alguns avanços, mas poucos. “Não podemos dizer que foi um ano negativo na Educação, mas as expectativas estiveram ao rubro quando o primeiro-ministro e o Presidente da República falaram do assunto nas suas mensagens de há um ano.
O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas defende que os avanços foram, na prática, poucos, mesmo que a culpa seja do Ministério das Finanças e não do Ministério da Educação.
A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas dá nota 3, um satisfaz, ao desempenho do governo na Educação em 2017, mas admite que é um 3 baixo, em perigo de passar para negativa.
Recorde-se que na mensagem de Natal de 2016 António Costa afirmou que “as crianças têm de estar todos os dias no centro das nossas preocupações e que a sua educação tem de ser a primeira das nossas prioridades, enquanto famílias e enquanto sociedade”, sustentando que o conhecimento “é a chave do futuro”.
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Dez 23 2017
As consequências das politicas educativas dos últimos anos começam a ter consequências que já foram vistas noutros países. Um destes dias vão andar a mendigar professores.
A motivação para o ingresso numa profissão que, à partida, se sabe ter um futuro incerto, de ter de se andar de casa às costas, instável a todos os níveis, em que a entidade patronal não respeita e não defende os seus trabalhadores, não pode trazer os números de outrora.
Baixa natalidade, turmas enormes, más condições de trabalho, entraves na entrada na carreira, a degradação da imagem da profissão (por parte de quem a mais devia respeitar), décadas de desinvestimento na educação., tudo isto e mais alguma coisa não atrai os jovens à profissão.
Juntemos os poucos que querem entrar aos muitos que querem sair e teremos um futuro ainda mais negro…
A sociedade só irá entender quando nada mais houver a fazer?
Nunca houve tão poucos a estudar para serem professores
Especialistas defendem que não se está a formar docentes a mais, apesar da quebra da natalidade, pois é crucial renovar quadros e qualificar adultos.
No início do século, mais de 51 mil estudantes do ensino superior estavam em cursos de Educação para se tornarem professores. No ano passado, eram 13 603 – o número mais baixo dos últimos 20 anos. A quebra traduz o desencanto com uma profissão cada vez mais fechada, em virtude da diminuição da natalidade. “É o sistema a autorregular-se”, resume o presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), Alberto Amaral.
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Dez 22 2017
Este é a frase que o autor, Vitaly Gariev, pretende sublinhar no quarto filme do tema Drogas que apresentamos. “Choose Real Life” expõe a realidade das drogas. As escolhas e as consequências. E, por fim, o drama de não se conseguir escolher nunca mais.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos
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Dez 22 2017
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/12/proclamacao_dos_membros_eleitos_-_conselho_das_escolas.pdf”]
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Dez 22 2017
Diretores das escolas já não sabem o que dizer às papelarias e livrarias para onde encaminharam os pais para recolherem os livros. Algumas estão em pré-falência.
A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) diz que as papelarias e livrarias que entregaram aos pais os livros oferecidos pelo Estado para os alunos do 1º ciclo ainda não foram pagas.
O alerta é do presidente da associação, Filinto Lima, que à TSF explica que têm acompanhado o tema com preocupação mas que agora foram informados que o pagamento, afinal, já não será neste ano civil
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Dez 21 2017
Publicita-se as listas provisórias dos candidatos selecionados e excluídos para o preenchimento de necessidades e bolsa de reserva – Projeto C.A.F.E., em Timor-Leste.
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Dez 21 2017
Desde há muito que ouço falar em desburocratização da escola e do trabalho dos professores, mas ficamos por aí. Falamos…
A diversidade de burocracia que se encontra nas nossas escolas é algo de monstruoso. Qualquer gato pingado inventa mais uma grelha e um documento para preencher. Correndo alguns agrupamentos, vemos que os procedimentos para a mesma ação são tão diversos como a vontade de quem lidera e de quem, não liderando, quer agradar a quem o faz.
Embora ouça, de tempos a tempos, alguém dizer que vai acabar com o nível burocrático existente nas escolas portuguesas e que vai libertar os professores desse trabalho que em nada beneficia a sua prática, esse trabalho tem vindo a aumentar.
Para compreendermos até que ponto isto chegou, basta olhar para a ordem de trabalho de uma qualquer reunião de avaliação. As diferenças são abismais. Enquanto num agrupamento a ordem de trabalhos pode conter apenas dois pontos de discussão; Ponto um: Avaliação dos alunos do 1º período; Ponto dois: Outros Assuntos; no Agrupamento ao lado pode conter mais de dez pontos para informação e discussão de temas da dita avaliação. É um regabofe de informação, maior parte dela inútil, que se transcreve para uma ata. Não há um consenso do que deve e não deve constar de uma ata de avaliação. As orientações são escassas ou inexistentes e a coberto de uma pseudo-autonomia, criam-se pequenas enciclopédias de dados inúteis que em nada melhoram as práticas dentro das escolas.
No 1º ciclo até a forma como se reúne o C.D. diferencia de um agrupamento para outro. Uns reúnem com a totalidade de docentes que lecionam no 1º ciclo (docentes do Grupo110, titulares de turma e de apoio educativo, docentes do Grupo 120, Inglês e Docentes do Grupo 910, Ed. Especial), outros reúnem por grupos de ano (os docentes do apoio educativo, Inglês e Ed. Especial andam a saltar de sala em sala) e ainda há quem reúna por escola (fazem os docentes do 120 e 910 andarem na estrada sem necessidade nenhuma…).
As folhas de excel também vieram para ficar. Ganharam uma importância tal que nenhum professor se pode dar ao luxo de não ser “letrado” nesta ferramenta. Há até quem diga que não pode trabalhar sem ela. De facto pode ser uma ferramenta importante para a obtenção e tratamento de dados, mas daí a ser método único, vai um caminho muito longo. É importante saber para que servem as ditas grelhas e o que se pode obter com as mesmas. A maioria dos agrupamentos institucionaliza grelhas para depois analisar dados. Muito bem. Mas o que é que faz com esses dados? Como é que esses dados contribuem para a melhoria das práticas letivas e não letivas? Ou será só para constatar factos? Factos que serão registados numa daquelas atas com muitos pontos de discussão, que de seguida é arquivada, ninguém a lê ou dela tira conclusões, só saindo do ficheiro quando por lá aparece a inspeção. A inspeção, por sua vez, concorda na integra com os dados que lhe apresentam, não tem como discordar, parabeniza o ato e essa parabenização faz com que o ato, para alguns, se torne sagrado. (esquecem-se depressa da tal da autonomia)
É de extrema urgência, a elaboração de um documento com orientações, claras e concisas, para acabar com estas discrepâncias e trabalho inútil que em nada melhora a prática dentro e fora da sala de aula. Não quer dizer que esse documento venha atentar contra a desejada autonomia, mas que venha por ordem em atos administrativos que ninguém entende e nada têm de útil. Os agrupamentos podem ficar com margem de manobra de como elaborar certos e determinados documentos, mas que em todos eles se possa ver o mesmo conteúdo de agrupamento para agrupamento.
Talvez assim isto se tornasse menos burrocrático …
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Dez 20 2017
…empurrar para as vésperas da eleição de 2019 por algumas mudanças positivas.
Questionado pelo PSD, ministro das Finanças lembrou que análise dos pedidos tem de ser tratada com cautela para evitar processos de litigância.
O ministro das Finanças não se comprometeu com uma data para o arranque dos concursos de integração de precários no Estado, afirmando que o Programa de Regularização dos Vínculos Precários da Administração Pública (PREVPAP) decorre até ao final de 2018 e terá de garantir condições idênticas a estes trabalhadores.
Durante uma audição parlamentar, que decorreu nesta quarta-feira de manhã, a secretária de Estado da Administração Pública disse que algumas das Comissões de Avaliação Bipartidas (CAB) devem terminar a análise dos requerimentos ainda este ano, mas que algumas devem concluí-la “nos próximos dois meses”. Ou seja, em alguma situações o trabalho sói estará concluído no final de Fevereiro.
Depois desta afirmação da secretária de Estado, a deputada do PSD Carla Barros questionou o ministro das Finanças sobre se tinha condições para garantir que os concursos podem avançar já em Janeiro.
Na resposta, o ministro das Finanças, Mário Centeno, disse apenas que a conclusão do PREVPAP deverá ocorrer até 31 de Dezembro de 2018.
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Dez 20 2017
Aquele que eu queria neste momento é que o Ministério da Educação assumisse o compromisso assumido, que eu também assumi depois, para o pagamento dos fornecedores dos manuais escolares até 31 de Dezembro…
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Dez 20 2017
No mínimo uma situação caricata numa resposta a um pedido de RH. A politica do “copy/paste” tem meandros que ninguém entende.
A história resume-se basicamente a isto: no final da semana passada, a docente recebeu uma notificação do ME a informar que já estava disponibilizado na sua página da plataforma a resposta ao seu RH. Eis que ao lê-lo se apercebe que no ponto 13 (III do Direito) o Agrupamento de Escolas referido (Agrupamento de Escolas de Arronches) não corresponde àquele onde está colocada (Agrupamento de Escolas de Almeida) e que, aliás, é citado corretamente no ponto 4 (II dos Factos). Por aqui se atesta a falta de profissionalismo e de responsabilidade não só de quem elaborou a análise, como também de quem deu o parecer, juntamente com quem procedeu ao Despacho do mesmo, por não terem verificado o que estavam a assinar.
Infelizmente, situações destas repetem-se e, embora a maioria das pessoas não veja dano numa situação como esta, para quem está a viver uma situação destas não é nada agradável.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/12/RH.pdf”]
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Dez 20 2017
Foi publicado em D.R. a criação do o Programa Formar+, o objetivo deste programa é de promover e apoiar as atividades formativas junto da população jovem, das entidades e dos profissionais com intervenção na área da juventude.
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Dez 20 2017
Já houve quem se pronunciasse, durante o dia de ontem, sobre o dito documento, até quem já tinha conhecimento desde o dia 15.
Quem está “por dentro” destes números estranha-os num primeiro olhar e num segundo olhar desmancha-os.
O ME manipulou informação de forma a demonstrar que a classe docente não tem de que se queixar e até são uns beneficiados. De uma forma “subtil” passou informações irreais (eles sabem bem o que fizeram e porque o fizeram) à sociedade para mais uma vez denegrir os professores.
Como pode o ME afirmar números de progressão aos 5.º e 7.º escalões quando ainda não estão fixadas vagas, nunca estiveram, e a forma como serão calculadas ainda está em negociação?
Não pode. Mas fê-lo… escondendo-se atrás de uma nota de rodapé: “Apenas considerado o requisito de tempo previsto no ECD”, quando sabe muito bem que o tempo não é o único requisito. Para a progressão ao 3.º, 5.º e 7.º escalões os requisitos não são apenas o tempo de permanência no escalão. Para o 5.º e 7.º escalões existe o requisito de obtenção de vaga, o que pode atrasar a progressão por tempo indeterminado.
A única coisa que pode afirmar é o número de docentes que reúnem as condições para o fazer, nada mais. Logo os números do impacto financeiro nunca podem estar corretos.
As progressões ao 10.º escalão (aquele que está deserto desde que foi criado) estão encapotadas por um pré-requisito que transferirá essa despesa de Ministério. Ao acontecer, o impacto dessa despesa no Orçamento de Estado, será substancialmente reduzida, uma vez que os cortes na aposentação a isso obrigarão.
Há outra situação que não me parece estar prevista no impacto financeiro apresentado, o faseamento. Um docente que progrida em 2018 fá-lo-á de forma faseada, em tranches de 25%, até ao final de 2019. Como podem apresentar aqueles números? Deve ser o que esta, “subtil”, nota quererá explicar de uma forma pouco clara “Nota: Há progressões que, reportando-se a um ano, só produzem impacto financeiro no ano subsequente”. Digo eu…
As informações prestadas pelo ME não são claras e induzem em erro. É sempre mais fácil negociar com base em informações que transformem a outra parte nos “maus da fita”…
A forma como o ME tratou os docentes ao apresentar este documento, faz-me “adivinhar” caminhos tortuosos de imposição de pontos de vista nas negociações em curso.
(deixei de entender o entusiasmo de alguns, no dia 15 de dezembro, à saída da reunião)
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Dez 20 2017
Coordenador/a Científico-Pedagógico/a da Unidade de Implementação do Camões, I.P. do Programa da UE de Parceria para a Melhoria da Prestação de Serviços através do Reforço da Gestão e da Supervisão das Finanças Públicas em Timor-Leste (PFMO) . Candidaturas até 7 de dezembro.
| Projeto | Programa da UE de Parceria para a Melhoria da Prestação de Serviços através do Reforço da Gestão e da Supervisão das Finanças Públicas em Timor-Leste (PFMO) |
| País | Timor-Leste |
| Cargo | Coordenador/a Científico-Pedagógico/a da Unidade de Implementação do Camões, IP |
| Vínculo | Contrato de cooperação, ao abrigo da Lei n.º 13/2004, de 14 de abril |
| Prazo de candidaturas | Até 07/12/2017 |
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Dez 19 2017
… disse Júlia Azevedo, do SIPE.
Segundo Júlia Azevedo, o ME quer que a progressão para estes escalões aconteça sempre em Janeiro de cada ano, e não no momento em que os professores reúnem todas as condições para aceder.
O Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) vai pedir uma reunião de negociação suplementar para discutir o acesso ao 5.º e 7.º escalões da carreira, defendendo que a proposta do Ministério da Educação (ME) nesta matéria “é intragável”.
De acordo com a presidente do SIPE, Júlia Azevedo, a reunião deverá acontecer na primeira semana de 2018, a 3 ou 4 de Janeiro, depois de o sindicato e o Governo não terem conseguido na reunião desta terça-feira desfazer o impasse relativo à negociação das condições de acesso ao 5.º e 7.º escalões da carreira e os concursos de professores do próximo ano.
“Consideramos que esta portaria é intragável. O Ministério da Educação (ME) recusou-se a estabelecer um regime transitório para os docentes que já cumpriam os requisitos de acesso a estes escalões em 2010 e que apenas não progrediram por inércia do Governo, que não publicou a portaria de vagas”, criticou Júlia Azevedo.
A presidente do SIPE disse também que o sindicato não está disposto a aceitar que o Governo não determine um número de vagas anuais para aceder a estes escalões: “Sem este número estar quantificado não nos é possível chegar a acordo nenhum.”
Segundo Júlia Azevedo o ME quer que a progressão para estes escalões aconteça sempre em Janeiro de cada ano, e não no momento em que os professores reúnem todas as condições para aceder, nomeadamente o tempo de serviço, o que, disse a sindicalista, levará a que um professor que atinja as condições em Fevereiro passe quase um ano com uma perda salarial referente à progressão a que tem direito.
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Dez 19 2017
Cargo de Docente para a Unidade de Implementação do Camões, I.P. do Programa da U.E. “Parceria para a Melhoria da Prestação de Serviços através do Reforço da Gestão e da Supervisão das Finanças Públicas em Timor-Leste”.
| Projeto | Programa da UE de Parceria para a Melhoria da Prestação de Serviços através do Reforço da Gestão e da Supervisão das Finanças Públicas em Timor-Leste (PFMO) |
| País | Timor-Leste |
| Cargo | Docentes da Unidade de Implementação do Camões, IP |
| Vínculo | Contrato de cooperação, ao abrigo da Lei n.º 13/2004, de 14 de abril |
| Prazo de candidaturas | Até 04/01/2018 |
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