Pró-Ordem leva reivindicações dos Professores à reunião com o Ministro da Educação
De modo a representar os interesses dos seus associados e da Profissão Docente, a Federação Portuguesa de Professores – FPP, da qual a Pró-Ordem faz parte, reúne esta sexta-feira da parte da tarde com a equipa governativa do Ministério da Educação. Nesta reunião ao mais alto nível, a Direção da FPP vai salientar as seguintes questões:
– Necessidade de uma Ordem dos Professores como forma de valorização da Profissão Docente e dos seus profissionais;
– Descongelamento da carreira/progressão nos escalões em 2018;
– Regime especial de aposentação para a carreira docente em virtude de ser uma profissão de desgaste rápido;
– Um modelo de concursos claro, objetivo e justo que transforme em vagas todas as necessidades permanentes das Escolas e Agrupamentos.
– Definição clara daquilo que é componente letiva e componente NÃO letiva.
– Redução da carga burocrática dos professores nas escolas.
Lisboa, 22 de setembro de 2017
O Presidente da Direção
Filipe do Paulo




11 comentários
2 pings
Passar directamente para o formulário dos comentários,
PQP a Pro Ordem
So vao discutir coisas do seu interesse
Coisas objetivas da vida dos docentes, nada
Vao apanhar onde apanham as galinhas
Novo modelo de gestão das escolas?????Novo modelo de gestão das escolas???Novo modelo de gestão das escolas???Que me interessa a mim uma ordem? Absolutamente nada.
Explique então porquê. Qual é a reivindicação de que discorda? Não será por acaso um dos complementados com um electrodoméstico que em educação significa não ter componente lectivo?!
A Ordem é importante, acho bem que se crie pois como está até os técnicos da câmara com o 12º ano das aecs se dizem professores.
Mas isto que aqui está é de um sindicato e são as mesmas reivindicações. Os concursos estariam claros se não fossem os sindicatos e a sua insistência nos extra;pedir reformas antecipadas não é normal, assim também os médicos, os enfermeiros (se eles têm ok, se não é pedir parvoices). Enfim mais do mesmo, uma lista infindável em vez de se concentrarem nos vencimentos como deveriam estar a fazer. Greves de professores para subir o vencimento… nada! Apenas os médicos, enfermeiros, juízes…
Há muito que um punhado de professores sonha com uma ordem. “Para ser como os médicos”, controlarmos a entrada na profissão. Sermos só metade dos professores que são precisos. Trabalhar em duas ou três escolas e com horas extraordinárias, e claro, ganhar mais dinheiro.
Mais um “fait divers” para distrair o pessoal daquilo que é essencial.
Trocatintas, diga-nos cá então o que na sua opinião é essencial. O que fica evidente é que aparecem por aqui uns trocatintas que não são professores e que querem lançar a confusão para continuarem a fazer dos professores gato-sapato. Deveriam ter a devida vergonha e perceberem quanto prejudicada tem sido a classe docente desde que Sócrates decidiu retaliar por terem sido os professores a levantarem a questão da licenciatura. Um professor que é professor a sério tem de ter as coisas no sítio certo e não se deixar ir em cantigas. Sim, precisamos de ver a profissão reconhecida como de desgaste rápido e precisamos de dividir a classe entre quem tem componente lectiva e quem anda a mamar tendo como trabalho o convívio, a intriga e a má língua.
Terá de ser por aqui, temos que aprender com os enfermeiros e os médicos. É óbvio que aos sindicatos convém ter os professores a dar aulas até aos 67 anos, são exactamente os professores mais velhos que mais pagam para os sindicatos, pois o valor da quotas está indexado ao salário. Força! vamos mostrar que não somos os tótós que eles pensam que somos.
O governo prepara-se para descongelar em janeiro……
mas apenas o 4 e 6 escalões!!!!!!!!!!!!!
Sabiam???????????????????????
Dividir para REINAR.
Tudo acordado com o Sr. Mário Nogueira e companhia.
Isso era o descalabro…
E o 1º escalão que tão desgraçadamente não passa dali…
I enjoyed your wonderful blog.
Thank you for the very hard work done.
Thank you for the article.
Great blog that I enjoyed reading.