Luta por concursos de professores mais justos!

As reações à saída das listas de colocação são as esperadas. Verificou-se, mais uma vez, que a injustiça reina e as ultrapassagens se tornaram regra. O diploma dos concursos, de que muitos discordaram, é a prova que as injustiças também se legislam.

Texto retirado daqui “Luta por concursos de professores mais justos!”

De um colega…

“Listas de colocação na mobilidade interna 2017/2018 devem ser impugnadas!
Para este ano letivo 2017/2018, o ME decidiu excluir os horários incompletos já contabilizados pelas escolas / agrupamentos de escolas do concurso de mobilidade interna.
É sabido, que, na generalidade dos grupos disciplinares do 2º e 3º ciclos e sec., a norte de Lisboa, são os horários incompletos que proliferam, embora muitos sejam posteriormente aumentados e completados, ainda mais face à saída precoce das listas.
Esta alteração em relação aos anos anteriores, em que todos os horários iguais ou superiores a 8 horas letivas integravam este concurso de mobilidade não foi anunciada, para permitir aos professores tomarem uma decisão ponderada sobre os riscos de concorrerem a QZPs muito longe da sua área de residência, decisão esta que obviamente foi tomada com base na legislação (que parece ser omissa nesta questão) e nos procedimentos de colocação na Mobilidade interna até então. Passou a fase de negociação com os sindicatos, de manifestação de preferências para integrar o concurso de vinculação extraordinário, a aceitação do ingresso no quadro e a manifestação de preferências para mobilidade interna, e sexta feira, na divulgação das listas, mostrando a mais gravosa falta de responsabilidade, seriedade e consideração pelos professores e suas famílias de que há memória, surge esta alteração de utilizarem apenas horários completos.
Bastava o ME dizer atempadamente aos professores que podiam concorrer à vinculação extraordinária: “atenção, este ano as hipóteses de obterem mobilidade interna para outros QZPs vão ser significativamente inferiores, pois só serão utilizados numa 1º fase os horários completos”? Sim, porque na próxima colocação, já não será assim e os horários incompletos já serão disponibilizados!
Muitos docentes que agora vincularam, tomaram a sua decisão baseando-se nos procedimentos de colocação na mobilidade interna até então, face à inexistência de alterações a esse respeito, não obtendo colocação fora do seu QZP e nalguns casos nem no QZP de provimento. E pasme-se! Não, não é porque não houve vagas, mas porque mudaram as regras no fim do jogo: não integraram os horários incompletos.
Esta decisão do ME vai acarretar inúmeras injustiças e ilegalidades, que passo a explicitar:
– Situação 1 – Docentes de um QA/QZP foram agora colocados na mobilidade interna muito longe da sua residência, nas suas últimas opções, e, em breve, nas próximas colocações, vão ver muitos colegas menos graduados também desse QZP, obterem horários perto da sua residência, pois os horários incompletos estarão agora a concurso.
– Situação 2 – docentes que ingressaram agora num QZP longe da sua área de residência, mas com muitas vagas, vão agora ver colegas que estando em QZPs com poucas vagas, não obtiveram agora colocação, indo ser colocados em breve nos horários incompletos perto da sua residência.
– Situação 3 – muitos docentes contratados e do quadro continuam sem colocação, sendo que no caso dos contratados, decidiram as suas preferências tendo em conta que a maioria dos horários anuais incompletos iriam para mobilidade interna, sendo que muitos vão ter horários de substituição completos, quando preferiam incompletos anuais, ou alterariam a sua área geográfica em concurso.
É a subversão de tudo: os docentes do quadro vão para mais longe, ficando os horários perto para contratados. Então, para que serve ser do quadro?
É disto que muitos se têm regozijado? Destas enormes injustiças, preparadas à socapa, desta falta de consideração pelos professores e suas famílias? Estamos a falar de pessoas com 40 a 50 anos, com famílias formadas e encargos financeiros, que serão obstáculos a um bom desempenho profissional. Queremos famílias destroçadas, professores desmotivados e depressivos? É isto que os alunos do sul precisam e merecem?
Acredito que muitos professores muito dedicados e com um excelente desempenho, porque se sentiam de “bem com a vida”, vão pela primeira vez baixar os braços e deixar de o ser.
Se se sentem como eu, lutem, partilhem e divulguem esta causa aos sindicatos, grupos parlamentares, comunição social, etc
Juntemo-nos em Lisboa em manifestações e vigílias (muitos de nós é mesmo para lá que vamos), lutemos para que algo seja feito, se possível já este ano letivo, mas, pelo menos, para não mais voltar a ocorrer esta injustiça.”

 

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58 comentários

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  1. Petição “Pela rectificação das Listas de CI/MI de 2017-18 publicadas a 25 de agosto”

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86691

      • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 21:09
      • Responder

      Se não está contemplado no Regulamento do Concurso o modo como este se processa em todos os detalhes, em qualquer país civilizado o Estado poderia ser posto em Tribunal se se viessem a confirmar erros grosseiros e prejuízos graves para alguns dos candidatos por alegada falta de informação disponibilizada.

      Poderia eventualmente considerar-se uma medida cautelar da suspensão da validade das listas de colocação na Mobilidade Interna para 2017/2018.

    • Sonia Russo on 28 de Agosto de 2017 at 11:29
    • Responder

    Tenham paciencia, nao queriam ficar longe, nao concorressem, ponto final

      • Débora Costa on 28 de Agosto de 2017 at 11:48
      • Responder

      Cara colega, acho que é egoísmo demais esta afirmação. É claro que os colegas concorrem para lugares longe. É melhor te colocação do que não ter. Quem se restringe a ficar perto de casa pode ficar no desemprego e ser ultrapassado nas listas dos anos seguintes. É justo? Não é. Pimenta no “olhos” dos outros é refresco!

        • Sonia Russo on 28 de Agosto de 2017 at 13:36
        • Responder

        Egoismo? tenha paciencia, durante anos também concorri para longe, durante anos nem sempre obtive colocaçoes tendo que trabalhar por vezes em call-centers para sobreviver, durante anos tive por vezes que emigrar, por isso nao fale do que nao sabe, digo e continuo a afirmar, nunca estao satisfeitos, por acaso alguém os obrigou a concorrer para longe? Nao me parece, mas olhe se quiser eu fico com o seu lugar

          • Fátima Carvalho on 28 de Agosto de 2017 at 13:58

          Concordo plenamente consigo.

          • Débora Costa on 28 de Agosto de 2017 at 17:08

          Não, cara colega. Eu considero-me com muita sorte. Sou QA /E e estou à porta de casa.

          • Sonia Russo on 28 de Agosto de 2017 at 17:32

          entao pare de reclamar e aproveite o seu lugar ao sol

          • Débora Costa on 29 de Agosto de 2017 at 12:08

          Acontece, colega, que não sou egoísta e penso que todos os nossos colegas merecem ficar perto de casa e da família. Bom ano letivo.

          • gr on 7 de Setembro de 2017 at 0:48

          Ó Senhora Débora Costa, não perca tempo a comentar críticas de gente cínica e egoísta!

          • gr on 7 de Setembro de 2017 at 0:47

          Claro que obrigou, Ó pata choca! Nem sequer sabes o que é um Quadro de Zona!
          Não queres ficar a trabalhar num call-center. Não te candidates a um call-center, ponto final! Não queres emigrar? Não emigres! Ponto final!
          Dos comentários mais cínicos e egoístas que tenho visto!!
          Não queres ser criticada? Não sejas cínica! Ponto final!

          • Sonia Russo on 7 de Setembro de 2017 at 19:25

          Cada um com as suas verdades, nao é assim? Verdades a pensar no seu umbigo, e nao venha dar uma de galo de capoeira, porque a mim nao me mete medo

          • gr on 7 de Setembro de 2017 at 0:51

          Tens é dor de cotovelo de não seres do quadro! Se fosses do quadro estavas a arremessar pedras à Mobilidade Interna! És como os outros: vestes a camisola que te dá mais jeito!
          Pode ser que a coisa te corra mal e acabes vinculada! Havemos todos de gostar de saber como mudará a tua opinião!

          • Sonia Russo on 7 de Setembro de 2017 at 9:03

          Só para que saibas, eu estou numa escola onde sou sempre reconduzida, portanto dor de cotovelo é algo que nao posso ter lololol

        • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 16:15
        • Responder

        Também já estive longe e agora mais perto vejo as regras diferentes e QZP mais recentes a ultrapassarem-me porque vêm de sei lá onde, privados, contratados que pouco arriscaram longe… sei lá!!! Também me sinto injustiçada. A Colega Sonia Russo pode ter sido demasiado direta, mas a verdade às vezes fere…

      • João Sá on 28 de Agosto de 2017 at 19:23
      • Responder

      O ódio toldou-lhe de tal forma o juízo que não há raciocínio (economicista, humano ou estrutural) que me permita dar-lhe algum pingo de razão.
      Desejo-lhe boa sorte e, sobretudo, felicidades.
      Menos rancor e mais amor, por favor!

        • Sonia Russo on 28 de Agosto de 2017 at 19:45
        • Responder

        What? Ódio? Mas acha mesmo que se trata disso, nao me julgue por si, nao lhe dei esse direito.

      • Sem palavras on 28 de Agosto de 2017 at 23:39
      • Responder

      Como é possível haver pessoas da sua natureza? Como é possível ter vistas tão curtas? Como é possível não compreender os motivos dos outros? Como é possível não aceitar que a alteração das regras depois do concurso produz injustiças enormes? Se é professora, o que duvido, tenho pena dos seus alunos e da educação que lhe transmite. A sua sorte é que a falta de visibilidade permite-lhe ser feliz. Aproveite-a.

        • Sonia Russo on 29 de Agosto de 2017 at 9:07
        • Responder

        Que eu saiba este ano tiveram a opçao de colocarem só escolas, só conselhos etc, se nao o fizeram o problema é vosso, certo?Se nao fosse professora nao estaria aqui a aturar as palermices de quem julga as coisas só pelo seu próprio umbigo, de qualquer forma podem chorar e espernear à vontade porque as colocaçoes estao feitas, foram justas, ponto final

          • Sem palavras on 29 de Agosto de 2017 at 14:21

          A Sónia percebeu que as regras foram alteradas sem que os professores tivessem conhecimento delas? Consegue perceber que as escolhas são feitas tendo em conta as regras estabelecidas? A Sra se tiver de alimentar a sua filha precisa de adquirir comida, vai ao supermercado e compra o pão que entender. Se o supermercado altera as regras e a obriga a comprar algo diferente (digamos, uns patins) que não lhe interessam a senhora vai-se embora comprar noutro lugar ou fica imperturbada e aceita as regras novas e compra também uns patins azuis às riscas? Percebeu?
          Para concluir, e associando ao exemplo, só há um concurso e não há alternativas.

          • Sem palavras on 29 de Agosto de 2017 at 14:26

          “Só conSelhos” Enfim, está tudo dito sobre a Sra. professora.
          “de quem julga as coisas só pelo seu próprio umbigo” Para sua informação, entrei na minha primeira opção.
          “foram justas”, infelizmente só consegue olhar para o seu umbigo, espero que nunca passe pela situação inversa.

          • Sonia Russo on 30 de Agosto de 2017 at 18:47

          OK escrevi conselho e nao concelho, mas quer saber uma coisa, quem lhe dera a si vir de um país estrangeiro e conseguir integrar-se tao bem na língua portuguesa, como eu. Ficamos pela minha parte mais do que entendidos

          • gr on 7 de Setembro de 2017 at 21:55

          “Foram justas”… porque o modelo lhe serviu… se não lhe tivesse servido estava à porta do Ministério a protestar!
          Que petulância e que cinismo… deve ser o mau hábito de ter padrinhos que lhe aprovam as “reconduções”.
          No dia em que a casa lhe cair em cima do “umbigo próprio”, também há de vir para aqui a gritar “alvíssaras”.
          Não tem medo de nada nem de ninguém mas é porque tem as costas quentes.
          Nem passo mais por aqui… que não merece a perda de tempo!

    • Rui Augusto on 28 de Agosto de 2017 at 11:47
    • Responder

    Não é normal que os professores do quadro ocupem os horários completos e os incompletos sejam para os contratados? É uma regra essencial na gestão de recursos! Ah e tal fiquei longe… mas as pessoas não sabem que se vinculam num QZP, podem mesmo ter de trabalhar lá?

      • esclarecimento on 28 de Agosto de 2017 at 14:47
      • Responder

      O único problema aqui é que ficaram milhares de QZP por colocar e como tal o que diz não se aplica na maioria dos grupos. O que vai acontecer é que colegas QZP com menor graduação vão ficar mais perto de casa, enquanto os mais graduados foram colocados longe de casa, porque os horários que saíram na Mobilidade Interna foram poucos. E falo de QZP do próprio QZP também que ficaram por colocar, devido aos horários incompletos anuais, pela primeira vez, não terem sido lançados na Mobilidade Interna. Será que é justo que um professor do quadro mais graduado seja obrigado a ficar 4 anos no limite do seu QZP quando a sua graduação lhe permitia ficar ao pé de casa e, colegas QZP menos graduados o vão ficar?

        • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 15:59
        • Responder

        Então é só agora que notam isso???
        Em anos anteriores, nos próprios boletins de candidatura à MI havia a opção de seleccionar o tipo de horários, completos e incompletos.

        Tenham paciência, mas há muita falta de literacia na classe docente!
        E muita dose de comodismo, também!

      • Luis on 28 de Agosto de 2017 at 17:52
      • Responder

      Não se esqueça que há professores do quadro com redução de componente lectiva, 14, 16, 18 e 20 horas e poderiam ocupar esses horários.

    • sputland on 28 de Agosto de 2017 at 12:34
    • Responder

    Àqueles que falam sem saber o que dizem, por serem tolos e aos que dizem, sabendo o que afirmam, regozijando-se com o mal alheio, julgando daí advir alguma vantagem para si, ora pensem: Quem efetiva, efetiva para poder ser integrado na carreira e por causa das vantagens que isso dá, nomeadamente, segurança no emprego, melhor remuneração e prioridade mais acima nas colocações. Quem efetiva, não efetiva longe porque quer ou por uma questão de “faça turismo cá dentro”, mas porque o ME a isso empurra, de há uns anos a esta parte, ao não abrir vagas reais, mas sempre abaixo disso, com o objetivo único de dificultar a integração nos quadros dos professores que efetivariam se essas vagas fossem publicadas. Como tal, esta luta não é a de alguns, mas de todos.
    Li algures que esta foi uma estratégia de diminuir o número de professores que terão condições de acesso aos lugares de vinculação extraordinária no próximo ano. Pensem um pouco mais a jusante e não se limitem ao imediato.
    Com esta manipulação manhosa das colocações, vão começar a chover horários completos por todo o lado… para substituir os agora colocados. Talvez isto tenha sido uma jogada política ou uma decisão da DGAE (em nome da tal gestão de recursos eficiente), mas parece-me mais um tiro no pé do ME, pois vai incentivar o absentismo (atestados médicos, 102ª, consultas médicas e baixas)…
    É este o superior interesse da educação em Portugal?

      • Fátima Carvalho on 28 de Agosto de 2017 at 14:00
      • Responder

      Uma inspeção mais moderna e célere resolveria esta questão.

        • Elisabete Mateus on 28 de Agosto de 2017 at 15:15
        • Responder

        Concordo inteiramente!

      • Regabofe on 28 de Agosto de 2017 at 16:34
      • Responder

      .
      Já entendi…..esta malta quer um Horário Incompleto (de preferência sem aulas para dar) e de preferência à porta de casa.

      Querem também o ordenado ao dia 23 de cada mês….

      Não está mal pensado!
      .

    • Marmelo on 28 de Agosto de 2017 at 12:41
    • Responder

    Não percebo… Então toda a gente vinculou no QZP7 mas queria era trabalhar no QZP1? Então porque concorreram a uma vinculação num QZP longe se não pretendiam ir para lá? Quer dizer, como contratados não “alargavam” horizontes e concorriam só para perto… ficaram com 12 anos de serviço e escolheram vincular longe e agora querem impugnação do concurso?

    Para o ano vão ser pedidos de Mobilidade por Doença aos milhares!

      • Elisabete Mateus on 28 de Agosto de 2017 at 15:28
      • Responder

      Porque os senhores professores estão habituados a que, em Portugal, o ME seja APENAS uma entidade empregadora e não uma entidade reguladora do ensino!!
      É verdade que ninguém sabia que o ME optaria por não colocar, sem avisar, HI na MI e deveria tê-lo feito.É verdade que os QZP são enormes, o que obriga os professores a fazer, no limite, centenas de KM.Mas, também é verdade que TODA a gente devia saber que vincular num QZP poderá ou deverá implicar trabalhar nesse QZP.
      Para além disso,cabe ao ME acautelar uma correta gestão dos recursos e, independentemente das situações complicadas que essa gestão possa vir a causar, do ponto de vista da entidade empregadora,parece-me que foi isso que aconteceu.

        • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 17:03
        • Responder

        “ninguém sabia que o ME optaria por não colocar, sem avisar, HI na MI e deveria tê-lo feito”? Qualquer docente minimamente atento, ao preencher o boletim da Mobilidade Interna, iria deduzir obviamente que os horários postos a concurso eram completos.
        Se houvesse horários incompletos a concurso, como já ocorreu em anos anteriores, havia a opção do candidato escolher a prioridade por HC ou HI.
        Não foi feita essa denúncia no início do concurso porquê?

          • Está confuso! on 28 de Agosto de 2017 at 17:12

          Está enganado. Nos anos anteriores (aos quais eu concorri) nunca houve a discriminação de horários por completos ou incompletos na mobilidade interna à qual são opositores apenas pessoal dos quadros. Apenas os contratados manifestam preferência por intervalos de horas dos horários.

          • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 17:57

          Estranho… Sou professor QE/QA e de há 3 anos para trás tenho concorrido regularmente à mobilidade e vi essa opção nos boletins.
          Está-me a dizer que, na Mobilidade Interna os contratados também concorriam?
          Não será algo estranho, uma vez que os contratados nem fazem parte do Sistema?

          Olhe que não estou a falar de concursos externos, o que é completamente diferente!

          • Ni Sampaio on 29 de Agosto de 2017 at 0:08

          O colega está enganado. Realmente isso acontece no concurso de contratação, nunca no concurso de mobilidade interna! Agora, não sei como isso lhe passou pelas mãos…

          • Paulo Pereira on 30 de Agosto de 2017 at 0:50

          Sem querer ferir susceptibilidades, há sempre gente que fala com muitas certezas.
          Ainda assim pergunto: Há quantos anos é que os/as colegas andam nessas andanças das Mobilidades Internas?
          Eu tenho aqui à mão os boletins em papel que comprovam o que estou a dizer.
          Nem seria para a minha prioridade de concurso, pois sou de QE, mas para os QZP.

    • Realidade on 28 de Agosto de 2017 at 15:20
    • Responder

    O ministério não pode ter professores efetivos nos quadros de Lisboa onde há horários completos e depois contratar outros professores para esses horários enquanto os que aí ficaram efetivos vêm para o norte com 8 horas. Se não querem demitam-se e voltem à contratação. mas aí também não querem pois sabem que o ministério aos professores contratados com 8 horas paga apenas 8 horas mas aos efetivos com 8 horas paga salários completos. Se fez este tipo de colocação um ano ou outro fez mal.

      • Elisabete Mateus on 28 de Agosto de 2017 at 15:58
      • Responder

      Concordo inteiramente!

      • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 16:09
      • Responder

      A grande jogada é vincular longe e depois passar à frente dos que estão na sua zona! É por isso que Qzp antigos ficam agora sem colocação. Os antigos estão cada vez em situação pior, por causa destas jogadas ridículas e permitidas pela tutela.

      • Contribuinte Indignado on 28 de Agosto de 2017 at 16:31
      • Responder

      .
      “…aos efetivos com 8 horas paga salários completos….”

      Mas não devia pagar. O Ministério se tem gente a mais deve é mandar esta maralha para o QUADRO DE DISPONÍVEIS.

      Isto é delapidar DINHEIRO PÚBLICO.

      Os CONTRIBUINTES não devem pagar para gerar EMPREGO FICTÍCIO.

      • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 16:38
      • Responder

      desde quando um prof do quadro com 8h apenas trabalha 8h!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      Sabe diferenciar os diferentes tipos de trabalho feito nas escolas. Esses horar´rios acabam sempre mais do que completos…..! Não lance boatos que depois o zé povinho que acha saber tudo sobre educação, começa a comentar….

        • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 16:53
        • Responder

        Pois, bem lembrado!
        E se falarmos da componente não lectiva associada a 11 horas de componente lectiva isso é muita areia…
        São assuntos do foro da classe docente.
        Convém elevar a dignidade da classe.

    • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 16:05
    • Responder

    Caros colegas, sou QZP antigo e devo dizer que não faz nenhum sentido outros Qzp concorrerem à frente dos que pertencem ao seu QZP. A graduação existe mas dentro de cada prioridade. Eu quando vinculei foi porque queria aquela zona do país (agora 4 em 1), o ME disse que precisava de mim nessa zona e agora mete dezenas de prof de outros QZP à minha frente porque sim… Também foram alteradas regras no fim do jogo, certo? Quando efetivei não eram estas regras…
    Portanto, 1º seriam colocados os que estão lá vinculados e têm por isso obrigação de suprir necessidades do seu QzP, depois os que querem vir de outros QZP por opção, a seguir destacamentos e depois contratos..
    Isto é JUSTIÇA nestas questões todas de QZP…
    Não faço referência a injustiças QA e Contratrados neste comentário. Já fiz parte das duas situações.

      • discordo on 28 de Agosto de 2017 at 17:05
      • Responder

      Se outros colegas vinculados noutros QZP´s concorrem à sua frente para o QZP em que está vinculado é porque têm maior graduação e é justo que consigam aí um horário. Pois repare quem está vinculado ao qzp da sua residência apenas concorre às escolas desse qzp. Se ficar colocado ótimo, Se não ficar, não faz mal pois fica a aguardar pelas RR até que apareça uma colocação. Quem pertence a um QZP longe da sua residência o que faz? Coloca nos primeiros lugares as escolas mais próximas da sua residência e depois aquelas em que está obrigado a concorrer. Que mal Há nisto? Cumpre a lei e se conseguir colocação é porque tem maior graduação. Quem está no seu Qzp também pode alargar o seu leque de escolas. E quem vive no limite de dois qzp´s? Interessam-lhe umas quantas escolas de um qzp e umas quantas escolas de outro qzp, por isso coloca primeiro o que lhe interessa e depois o que está obrigado. A mim parece-me bem. A verdade é que as vagas são poucas e nem todos têm a sorte de vincularem no seu qzp de residência. Outra injustiça é não permitirem aos QZP´s antigos a possibilidade de concorrerem às vagas da VE, pois assim caso obtivessem colocação no qzp de residência deixavam livre a vaga antiga de vinculação. Quem vinculou em 2013 e 2014 as suas vagas são negativas e fecham ao serem libertadas.

        • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 19:16
        • Responder

        Compreendo a sua posição. No entanto os colegas QZP 7(por ex.) foram para lá e não querem lá ficar… ora diga-me essas vagas só abriram porque são lá necessários e não no QZP2! Porque razão os do QZP2 ficam sem horário, a aguardar… ou longe, se sempre pertenceram a esse QZP!!!! Os do QZP7 podem vir sim, mas após os do próprio terem o seu horário de DIREITO. Isso era o mesmo que um QA dizer a outro QA “olha tenho mais graduação que tu, somos do mesmo tipo de quadro e eu quero o teu lugar, tu aguardas colocação uns dias… ” Isto não faz sentido nenhum.
        Quer queiram ou não o QZP também é um quadro e tem uma zona definida que lhe pertence por direito, tal como os do QA têm um agrupamento definido onde têm direito de estar e de onde ninguém os tira! O ME não devia deixar outros QZP entrarem noutros sem que esgotassem os professores desse QZp…

          • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 20:32

          O assunto é complexo pois em conclusão todos têm razão.

          No entanto, continuo a achar que a situação podia e devia ter sido denunciada logo no início do concurso à Mobilidade Interna.
          Perante um novo paradigma de concurso para este ano lectivo, as regras dos concursos para a MI não foram escrutinados atempadamente porquê?
          O que falhou ANTES do processo ter sido iniciado?

          Mais importante que andar cada um a tentar desenrascar uma solução para a sua situação, seria exigir uma averiguação das RESPONSABILIDADES de quem optou por esta decisão no concurso.

          Se não está contemplado no Regulamento do Concurso o modo como ele se processa, EM QUALQUER PAÍS CIVILIZADO É POSSÍVEL ALEGAR FRAUDE OU ARBITRARIEDADE.

          Dito isto, considero o abaixo-assinado uma idiotice. Os cidadãos devem conhecer os seus Direitos!
          Mais uma vez, os professores vão fazer figuras de papalvos. Os sindicatos, esses, vão assobiar para o lado, não estivéssemos na Era do Progressismo PS/PC/PEV/BE.

    • Contribuinte Indignado on 28 de Agosto de 2017 at 16:26
    • Responder


    Esta malta está muito mal habituada e não tem hábitos de trabalho.

    Não querem fazer nada. Queriam que o Ministério os colocasse em Horários Incompletos para que a DESPESA PÚBLICA fosse DUPLICADA.

    Os CONTRIBUINTES já não vão aturar isto muito mais tempo.

    Se não estão bem no Ensino que optem por outras profissões. Que vão trabalhar para as caixas dos Hipermercados, para balconistas, para Callcenters…..

    Malandros… querem é delapidar DINHEIRO PÚBLICO.

    • Do Contra on 28 de Agosto de 2017 at 16:44
    • Responder

    Concursos justos são aqueles em que EU sou colocado/a… de preferência à portinha de casa!! Cresçam!
    Que classe de m****!

    • geobik on 28 de Agosto de 2017 at 17:50
    • Responder

    Independentemente do resto, não se deve concorrer para um quadro para o qual não se está disposto a ir. As regras de atribuição de horarios na mobilidade interna sempre foram irregulares. Lembro-me há uns 15 anos, darem todos os destacamentos aos QE e não sobrar nada para QZPs, fomos todos chamados aos CAES para escolher horario. Mais antigos que eu todos correram seca e meca. As condições de concurso hoje são um luxo comparadas com há 25 30 anos. Tinha quadro de escola a 40km de casa, mas não quis ir pra lá – não concorri, o meu esforço está nos 20km. A minha opção é o QZP onde vivo.

    No entanto, apesar de saber que o ME por vezes muda as condições de atribuição de horarios (não é novo e não é de todo claro) reitero o que já disse: não se concorre para onde não se quer ir.

    Como agora acontece e bem, um professor de um QE que fica numa escola para a qual concorreu, não pode ir à MI e ficar à frente de um QZP que lá está por opção tambem. Isto aconteceu para estabilizar as escolas.

    Andam aqui uns patos bravos a causar ruido, que deveriam ser corridos a pedrada e irem destilar veneno para o OBSERVADOR e outros pasquins de extrema direita.

    Colegas, abstenham-se de lavar roupa suja, e baseem-se em factos.

      • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 18:46
      • Responder

      Perfeito. Concordo plenamente.

    • Maria Zita on 28 de Agosto de 2017 at 19:27
    • Responder

    Pasmo ao ler, neste espaço, tretas e mais tretas para colocar mal a classe docente. Alguns chegam a ser mal educados, mal intencionados e mal ….O Blog do Arlindo é excelente mas sinceramente parece precisar de um moderador que faça triagem a alguns comentários. Não se espinhem já!!! Eu defendo o direito à opinião de qualquer um, entenda-se. Denegrir propositadamente e mal educadamente a classe só porque não se concorda com a opinião expressa por outros, não merece estar neste espaço!!!!!!!

      • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 20:01
      • Responder

      Cara colega, este espaço é público.
      O que quero dizer com isto é que vem aqui muita gente que não é professor, que se nota bem que não o é.

      Há também questões políticas que não vou aqui expor, mas que acabam por fragilizar o Blog do Arlindo e sujeitá-lo a algum ataque por parte de alguns agentes.

      Se estiver atenta há-de perceber isso.
      Eu simplesmente alerto-a para os factos.
      Julgue por si.

    • concursos on 29 de Agosto de 2017 at 20:23
    • Responder

    1º Não podemos criticar colegas por tomarem determinadas opções que estão em conformidade com a lei, independentemente de serem contra ou a favor dos nossos interesses ( ex.: docentes que eram QA e passaram para QZP…)
    2º Existem grandes injustiças, mas nunca as devemos personalizar, mas sim identificar e questionar os responsáveis…
    3º As regras dos concursos não podem estar sempre a mudar (exemplos: em concursos anteriores os docentes de qzp só podiam concorrer na afetação ao seu qzp; este ano pela primeira vez, desde que concorro, criaram-se duas prioridades no concurso interno; os docentes do concurso externo (extraordinário…) tem primazia por vagas de qzps em relação aos docentes que já estão no quadro (noutros qzps ou QA) com muito mais tempo de serviço; etc, etc.
    Deve haver um compromissos de honra por parte da tutela em manter as regras dos concursos por um determinado período de tempo (mínimo 12 anos…).

      • Paulo Pereira on 30 de Agosto de 2017 at 1:24
      • Responder

      Pergunto-me onde está a honra hoje em dia…
      Correndo o risco de ser sectário, a honra é um atributo mais escasso nas hostes da esquerda e da extrema esquerda.

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