Novas Esperanças

A primeira:

 

Crato admite vincular mais professores aos quadros

 

O ministro da Educação, Nuno Crato, admitiu hoje vincular aos quadros mais professores contratados com vários anos de serviço, embora sem avançar datas para um novo procedimento de admissão de docentes.

 

A segunda:

 

Durante a tarde, os conselheiros reúnem-se e elegem entre si o novo presidente

 

O Conselho das Escolas tem agora uma estrutura mais reduzida, tendo passado de uma composição de 60 conselheiros para um máximo de 30 previsto na lei.

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5 comentários

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    • Carla on 15 de Janeiro de 2014 at 13:45
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    Não estou a perceber é onde entram os professores do quadro com horário zero. O que se está a passar aqui, que não estou a entender nada.

    • 123plim on 15 de Janeiro de 2014 at 19:30
    • Responder

    Os professoresdo quadro vão para a rua e já vão tarde demais. A FENPROF e a FNE estão a lutar para vincular mais gente, custe aquem custar, temos pena.

    • Carla on 15 de Janeiro de 2014 at 20:30
    • Responder

    Quer dizer, meu amigo, que saem os do quadro e entram em glória os contratados. não querias mais nada, não.

    • Catarina on 15 de Janeiro de 2014 at 20:34
    • Responder

    O que me espanta é que ninguém sabe de nada. Está tudo a ser feito sem dar cavaco a ninguém. ninguém sabe de nada e vão mandando uma para entreter o pessoal.
    os sindicatos não servem de nada
    Eles fazem o que querem e ainda lhes sobra tempo.

    • Raquel on 16 de Janeiro de 2014 at 14:29
    • Responder

    Colegas, na minha opinião, se neste país as politicas fossem tomadas de forma consciente e com caráter duradouro, havia lugar para os colegas do quadro e havia ainda lugar para vincular uns quantos colegas contratados. O grande problema é que em tempos de cortes e mais cortes, como o atual, a Educação sofre muito. Reparem, onde andam as aulas de Estudo Acompanhado (nas escolas por onde passei eram divididas entre Matemática e Língua Portuguesa), onde andam as aulas de Área de Projeto (com o seu desaparecimento como ficou o PES, por exemplo??), 2 horas para tratar de assunto da direção de turma (que já não entram na CL) são suficientes?? Parecem-me pouco, principalmente com o número de alunos que as turmas têm nos dias de hoje. O número de alunos de cada turma?! Eu classifico-o como ridículo. Como se aprende numa turma com 30/30 e tal alunos? Turmas com um máximo de 25 alunos chegam e se se tratar de alunos com dificuldades/ lacunas acentuadas já é demais. Por onde andam os EFA’s, o ensino secundário recorrente e outros projetos de integração dos adolescentes e jovens na vida escolar? Os alunos com NEE têm o apoio necessário? Por onde andam as turmas reduzidas para estes alunos? Há horas (na CL) para desenvolvimento de clubes de dança, natação, jornalismo, entre outros (sim, sim, para os colégios com contrato de associação há!!!) na escola pública? E o par pedagógico em EVT? Uma disciplina prática, que requer trabalho com tesouras, x-ato, serras e outros materiais que considero perigosos. Se fosse mãe de um aluno a frequentar estas aulas não andava descansada. E as turmas de 1º ciclo com vários níveis dentro da mesma sala de aula? Como é que a professora ensina os alunos do 1º ano a escrever, a estar corretamente numa sala de aula e prepara ao mesmo tempo alunos do 4º ano para irem a exame nacional? Como se gere o tempo? Como se explica uma matéria a metade da turma sem que a outra metade se distraia e disperse os pensamentos?? Questiono ainda…no meu grupo de recrutamento apareceram só esta semana mais horários a concurso do que nos meses de Novembro e Dezembro juntos e alguns referem como motivo “aumento de turmas”…Não sei o que pensar!!!
    E no meio de tudo isto, sem querer ferir suscetibilidades, pergunto por onde andam muitos e muitos pais deste país. Muitos casos foram falados e chegaram aos meios de comunicação, mas julgo terem sido poucos quando comparados com as situações vergonhosas que os nossos alunos, filhos de contribuintes (que pagam impostos), passam nas escolas deste país.

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