No Jornal i de Hoje

Guerra judicial

 

Guerra judicial. Exames de professores nunca antes do final deste ano

 
 

Três rounds  Antes de subir ao Supremo, as providências cautelares têm de terminar o round inicial nos tribunais de primeira instância e seguir depois para os centrais administrativos do Norte e do Sul – instâncias de recurso semelhantes aos tribunais de relação no judicial. Poder-se-ia pensar que o percurso ficaria concluído se os dois tribunais centrais – que vão avaliar os recursos de ambas as partes – decidissem no mesmo sentido. No entanto, qualquer que venha a ser a decisão nessa instância, será mais que provável que a parte insatisfeita recorra para o Supremo: “Em abstracto, os recursos no Supremo podem dar origem a decisões diferentes. Mas, se os fundamentos usados forem os mesmos, a tendência será para haver uniformização”, explica o advogado especialista em direito administrativo. Mesmo depois da decisão, a parte vencedora não poderá cantar vitória. Pelo menos vitória final.

 

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1 comentário

    • sandra s. on 21 de Janeiro de 2014 at 11:04
    • Responder

    Claro que a prova NÃO VAI PARA A FRENTE.
    Tudo isto é lamentável. Já não basta o que têm feito aos contratados ao ponto de serem repreendidos e condenados externamente????? Só peço a esta gente ( e muitos são ou foram professores) deixem os contratados em paz e paguem-lhes as indemnizações a que têm direito pelos abusos, exploração e desrespeito ao longo de anos..

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