Sou efectiva e estou longe de casa. Há anos que tento deslocar-me e não consigo. Espero que os sindicatos se lembrem dos docenets que estão na miha situação e não permitam que este concurso seja apenas para os contratados. Nós merecemos ter a hipótese de concorrer. Não merecemos ficar com aquilo que os menos graduados não querem. A graduação deve contar para todos e não só para alguns.
Concordo contigo e estou na mesma situação. Ao fim de 16 anos de serviço faço 150 kms todos os dias e vejo colegas menos graduados (QA/QZPS) a 1 km de casa, quando estão 600 lugares atrás de mim. A este propósito, e enquanto não alterarem as prioridades da Mobilidade Interna ou não abrirem as vagas reais, não voltarei a vincular-me a algum sindicato.
Carla, o ideal seria haver um concurso nacional para todos (QE, QZP e contratados, tendo por base exclusiva a graduação. O problema é que muitos QE e QZP que estão com insuficiência letiva, com horário zero ou nas RA acabariam por ficar com as vagas que se destinam aos contratados e o problema laboral grave destes nunca mais seria resolvido como impõe a Comissão Europeia. A Comissão Europeia quer ver resolvidos os problemas dos contratados e não dos efetivos.
O que está aqui em questão é resolver, duma vez por todas, (e não sei se isso será possível) o problema criado pelo mec e, de algum modo, criado pelos sindicatos que sempre pactuaram com isto. É isso que os efetivos não estão a ver ou não querem ver.
Sim, Sandra, concordo plenamente. Defendo há muito um concurso em que a graduação seja o factor decisivo. E também uma listagem onde constem TODOS os docentes com a respectiva graduação. E esses docentes deveriam de ser incluidos nos concursos. Assim, finalmente, muitas injustiças seriam resolvidas…
Acho que a única forma justa seria as vagas estarem abertas tb para os do Quadro, que ao serem colocados abriram obrigatoriamente vaga no qzp a que estavam afetos (mesmo sendo QA/QE).. Assim, ninguém seria ultrapassado e existiriam no mesma as 2000 vagas para contratados.
ABRINDO AS DITAS VAGAS NESTE ANO LETIVO DE ACORDO COM A GRADUAÇÃO PROFISSIONAL, AS MESMAS SERÃO OCUPADAS POR PROFESSORES DAS ESCOLAS PRIVADAS QUE CONCORRERÃO COM IMENSO TEMPO DE SERVIÇO.
A ser realizado um concurso, a solução passará por permitir que a ele acedam os docentes que verdadeiramente trabalharam nas escolas públicas.
Se olharem para a lista graduada do grupo 300 por exemplo, verificarão que a grande maioria dos que se encontram no topo da lista dos externos são professores que não lecionaram em escolas públicas nos últimos anos…
Ou acreditam que professores com 38 de média não estão efetivos pq?
Se ocorrer um concurso “EXTRAORDINÁRIO” será para tapar o sol com a peneira… e ENTRARÁ NO QUADRO O PESSOAL QUE VEM DO PRIVADO!
João, essa questão tem que estar obrigatoriamente na mesa das negociações e no próprio diploma existe sempre um artigo ou ponto onde se especifica os requisitos de admissão ao concurso, onde também considero que deverá incluir “fazer prova do tempo de serviço prestado em escolas da rede pública nacional para ser considerado” e nada de paralelismo ou associações ou algo que o valha. se trabalharam no privado então reinvindiquem a efetivação lá, nessas escolas. Penso que será prof e não sei se é sindicalizado. Se é coloque a questão.
Qualquer das maneiras, CONCURSO NACIONAL PARA TODOS. Os profs têm o direito de estarem mais perto de casa e com trabalho!!!!
Muito bem oservado!
Devo dizer que nos últimos anos em vez de progredir na graduação, retrocedi 100 lugares. Esta situação deve-se principalmente ao fato de o pessoal do privado, tendo umas horitas no público e à luz da legislação em vigor, poder concorrer em iguais circunstâncias com aqueles que sempre deram aulas no público.
Na minha situação, e no meu grupo de recrutamento estarão cerca de 100 colegas.
Também concordo com a necessidade de abertura do CONCURSO NACIONAL COM VAGAS QUE EXISTEM, para todos, caso contrário será uma INJUSTIÇA. O pessoal do quadro também se está a indignar.
Ninguém pode aceitar que passem a existir concursos externos sem previamente abrirem o interno.
Assim, discordo com o que disse a Sandra S. “O problema é que muitos QE e QZP que estão com insuficiência letiva, com horário zero ou nas RA acabariam por ficar com as vagas que se destinam aos contratados e o problema laboral grave destes nunca mais seria resolvido”.
E o problema dos horários-zero quem é que os resolve? Vamos colocar mais gente no mesmo saco para passarem a ser mais os horário-zero? Ou vamos retirar o emprego a uns para dar aos outros? É que estar no quadro deixou de ser uma garantia!!!!!!!!
O problema laboral existe porque o MEC por anos a fio não abriu as vagas correspondentes às reais necessidades do sistema e agora com o conjunto de políticas que aplicou à educação está a dar cabo da escola pública pelo desemprego docente que criou com consequências no sucesso escolar dos alunos.
Portanto, quem já está no sistema tem o DIREITO a mudar de quadro ou grupo ( pois sujeitou-se a ir para onde havia vaga e também não tem culpa das condições de trabalho que este MEC está a criar), independentemente, de ser Qa, QZP, estar nas RA ou no Norte, Centro ou Sul. Quem deixar as vagas da RA, as mesmas serão recuperadas e ocupadas também por contratados. Todos anos há concursos lá e nos Açores são transparentes!
Neste momento o pessoal do quadro está a trabalhar e há milhares de contratados também, o que significa que existem vagas, só falta abri-las, mas no CONCURSO NACIONAL E INTERNO/EXTERNO.
Pois temos que lutar todos por uma estabilidade e não como alguns colegas que só falam da mobilidade interna. Também concordo com a revisão das prioridades, mas o destacamento hoje em dia é continuar com a casa às costas. Lutemos pelas vagas no interno, seguindo-se o externo com a garantia que o MEC vincule os 2000 que prometeu pelo menos.
Conclusão: estamos todos (quadro e contratados) desiludidos com este MEC, tanto em matéria de concursos como na política educativa!!!!!!!!!!
OS SINDICATOS TERÃO QUE SER COERENTES E FAZER COM QUE NO CONCURSO OS PROFESSORES QUE VERDADEIRAMENTE TRABALHARAM NA ESCOLA PÚBLICA NÃO SEJAM ULTRAPASSADOS PELOS OUTROS… NÃO QUE OS SEGUNDOS NÃO POSSAM CONCORRER… MAS QUE NÃO USUFRUAM DA LUTA DOS PRIMEIROS….
A história já não é nova e já aqui foi publicada em tempos…o problema é que, pelos vistos, vai se repetir….CONCURSO PARA TODOS JÁ!
“Era uma vez (porque todas as histórias que realmente são histórias começam desta maneira…), algures em 2013, na pacata cidade de Matosinhos, reúnem-se três colegas da faculdade à espera do resultado do concurso interno de 2013. Em comum, estes 3 colegas têm 2 coisas: são do mesmo grupo disciplinar e vivem na mesma cidade: Matosinhos. E como uma história sem personagens, não é história…os personagens desta história são:
– o Manuel, QA em Valpaços, distrito de Vila Real (QA por imposição: nos defuntos anos 90, foi obrigado a concorrer a toda a Zona 1 e a deixar o QZP do Porto);
– o Agostinho, QZP do Tâmega ( por, em sucessivos concursos, não abrirem vagas no QZP da sua residência – Porto);
– o Francelino, recém vinculado ao QZP do Porto em virtude do concurso externo extraordinário;
Após uma amena cavaqueira em que bebem umas jolas e comem uns tremoços e longas horas de espera e sucessivas atualizações ao site do DGAE, saem as listas com os resultados do tão apregoado concurso interno de 2013. A surpresa é total… afinal, nenhum conseguiu melhor sorte… A única vaga de QA disponível no qzp do Porto foi para a Joaquina. Sim, para a Joaquina que os “praxou” na faculdade; a Joaquina que é mais graduada e como estava em horário zero num agrupamento da Maia, ocupou a única vaga disponível em Matosinhos.
Melhores dias virão… pensaram os 3 amigos. Afinal, ainda tinham outra etapa a percorrer, um género de segundo round: a mobilidade interna de 2013. Na mobilidade interna, as suas situações são distintas:
– O Francelino, recém vinculado, só é obrigado à área geográfica do QZP do Porto e a um agrupamento de outro QZP;
– O Agostinho, QZP à uma dúzia de anos, também gostava de só colocar o QZP do Porto mas é sempre obrigado a por toda a área geográfica do QZP do Tâmega;
– Já o Manuel é QA; por isso, vai, em 2ª prioridade, tentar a sua sorte na aproximação à residência…
TCHAM, TCHAM, TCHAM…
31 de AGOSTO de 2013…saem as listas da Mobilidade Interna e…
– o Manuel não conseguiu a aproximação à residência e mentaliza-se para as deslocações diárias, em estradas sinuosas, que terá que fazer até 2017, entre Matosinhos e Valpaços ( cerca de 320 km/dia…)
– o Agostinho conseguiu colocação em Baião, a sua última opção no concurso, enfrentando deslocações diárias de 140 km…
– o Francelino não obteve colocação a 31 de agosto mas foi colocado, na primeira reserva de recrutamento, três dias depois…adivinhem onde? Num agrupamento da pacata cidade de Matosinhos!
São estes os estilhaços de uma vinculação extraordinária que deixarão esta simples história e se tornarão reais em 2013… os Manéis e os Agostinhos do sistema quando acordarem para esta realidade já será tarde de mais. As Joaquinas, em 2013, serão mais que muitas… por isso, boa sorte aos Francelinos!
Os professores do quadro atualmente no sistema jamais serão prejudicados por esta vinculação extraordinária. Não são palavras desta história; são palavras de um secretário de estado mas palavras, PALAVRAS, leva-as o vento…”
-Devemos exigir que o concurso extraordinário seja para os colegas que lecionaram no ensino público;
-Devemos exigir que a regra de vinculação seja o tempo de serviço;
-Devemos exigir que se cumpra a lei europeia: vinculação automática com três anos de contratos!
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Sou efectiva e estou longe de casa. Há anos que tento deslocar-me e não consigo. Espero que os sindicatos se lembrem dos docenets que estão na miha situação e não permitam que este concurso seja apenas para os contratados. Nós merecemos ter a hipótese de concorrer. Não merecemos ficar com aquilo que os menos graduados não querem. A graduação deve contar para todos e não só para alguns.
Concordo contigo e estou na mesma situação. Ao fim de 16 anos de serviço faço 150 kms todos os dias e vejo colegas menos graduados (QA/QZPS) a 1 km de casa, quando estão 600 lugares atrás de mim. A este propósito, e enquanto não alterarem as prioridades da Mobilidade Interna ou não abrirem as vagas reais, não voltarei a vincular-me a algum sindicato.
Carla, o ideal seria haver um concurso nacional para todos (QE, QZP e contratados, tendo por base exclusiva a graduação. O problema é que muitos QE e QZP que estão com insuficiência letiva, com horário zero ou nas RA acabariam por ficar com as vagas que se destinam aos contratados e o problema laboral grave destes nunca mais seria resolvido como impõe a Comissão Europeia. A Comissão Europeia quer ver resolvidos os problemas dos contratados e não dos efetivos.
O que está aqui em questão é resolver, duma vez por todas, (e não sei se isso será possível) o problema criado pelo mec e, de algum modo, criado pelos sindicatos que sempre pactuaram com isto. É isso que os efetivos não estão a ver ou não querem ver.
Sim, Sandra, concordo plenamente. Defendo há muito um concurso em que a graduação seja o factor decisivo. E também uma listagem onde constem TODOS os docentes com a respectiva graduação. E esses docentes deveriam de ser incluidos nos concursos. Assim, finalmente, muitas injustiças seriam resolvidas…
Acho que a única forma justa seria as vagas estarem abertas tb para os do Quadro, que ao serem colocados abriram obrigatoriamente vaga no qzp a que estavam afetos (mesmo sendo QA/QE).. Assim, ninguém seria ultrapassado e existiriam no mesma as 2000 vagas para contratados.
VEJAM SE COMPREENDEM…
ABRINDO AS DITAS VAGAS NESTE ANO LETIVO DE ACORDO COM A GRADUAÇÃO PROFISSIONAL, AS MESMAS SERÃO OCUPADAS POR PROFESSORES DAS ESCOLAS PRIVADAS QUE CONCORRERÃO COM IMENSO TEMPO DE SERVIÇO.
A ser realizado um concurso, a solução passará por permitir que a ele acedam os docentes que verdadeiramente trabalharam nas escolas públicas.
Se olharem para a lista graduada do grupo 300 por exemplo, verificarão que a grande maioria dos que se encontram no topo da lista dos externos são professores que não lecionaram em escolas públicas nos últimos anos…
Ou acreditam que professores com 38 de média não estão efetivos pq?
Se ocorrer um concurso “EXTRAORDINÁRIO” será para tapar o sol com a peneira… e ENTRARÁ NO QUADRO O PESSOAL QUE VEM DO PRIVADO!
João, essa questão tem que estar obrigatoriamente na mesa das negociações e no próprio diploma existe sempre um artigo ou ponto onde se especifica os requisitos de admissão ao concurso, onde também considero que deverá incluir “fazer prova do tempo de serviço prestado em escolas da rede pública nacional para ser considerado” e nada de paralelismo ou associações ou algo que o valha. se trabalharam no privado então reinvindiquem a efetivação lá, nessas escolas. Penso que será prof e não sei se é sindicalizado. Se é coloque a questão.
Qualquer das maneiras, CONCURSO NACIONAL PARA TODOS. Os profs têm o direito de estarem mais perto de casa e com trabalho!!!!
Não sou professor… Apenas estou atento a estas questões pois a minha esposa é professora!
Muito bem oservado!
Devo dizer que nos últimos anos em vez de progredir na graduação, retrocedi 100 lugares. Esta situação deve-se principalmente ao fato de o pessoal do privado, tendo umas horitas no público e à luz da legislação em vigor, poder concorrer em iguais circunstâncias com aqueles que sempre deram aulas no público.
Na minha situação, e no meu grupo de recrutamento estarão cerca de 100 colegas.
Também concordo com a necessidade de abertura do CONCURSO NACIONAL COM VAGAS QUE EXISTEM, para todos, caso contrário será uma INJUSTIÇA. O pessoal do quadro também se está a indignar.
Ninguém pode aceitar que passem a existir concursos externos sem previamente abrirem o interno.
Assim, discordo com o que disse a Sandra S. “O problema é que muitos QE e QZP que estão com insuficiência letiva, com horário zero ou nas RA acabariam por ficar com as vagas que se destinam aos contratados e o problema laboral grave destes nunca mais seria resolvido”.
E o problema dos horários-zero quem é que os resolve? Vamos colocar mais gente no mesmo saco para passarem a ser mais os horário-zero? Ou vamos retirar o emprego a uns para dar aos outros? É que estar no quadro deixou de ser uma garantia!!!!!!!!
O problema laboral existe porque o MEC por anos a fio não abriu as vagas correspondentes às reais necessidades do sistema e agora com o conjunto de políticas que aplicou à educação está a dar cabo da escola pública pelo desemprego docente que criou com consequências no sucesso escolar dos alunos.
Portanto, quem já está no sistema tem o DIREITO a mudar de quadro ou grupo ( pois sujeitou-se a ir para onde havia vaga e também não tem culpa das condições de trabalho que este MEC está a criar), independentemente, de ser Qa, QZP, estar nas RA ou no Norte, Centro ou Sul. Quem deixar as vagas da RA, as mesmas serão recuperadas e ocupadas também por contratados. Todos anos há concursos lá e nos Açores são transparentes!
Neste momento o pessoal do quadro está a trabalhar e há milhares de contratados também, o que significa que existem vagas, só falta abri-las, mas no CONCURSO NACIONAL E INTERNO/EXTERNO.
Pois temos que lutar todos por uma estabilidade e não como alguns colegas que só falam da mobilidade interna. Também concordo com a revisão das prioridades, mas o destacamento hoje em dia é continuar com a casa às costas. Lutemos pelas vagas no interno, seguindo-se o externo com a garantia que o MEC vincule os 2000 que prometeu pelo menos.
Conclusão: estamos todos (quadro e contratados) desiludidos com este MEC, tanto em matéria de concursos como na política educativa!!!!!!!!!!
OS SINDICATOS TERÃO QUE SER COERENTES E FAZER COM QUE NO CONCURSO OS PROFESSORES QUE VERDADEIRAMENTE TRABALHARAM NA ESCOLA PÚBLICA NÃO SEJAM ULTRAPASSADOS PELOS OUTROS… NÃO QUE OS SEGUNDOS NÃO POSSAM CONCORRER… MAS QUE NÃO USUFRUAM DA LUTA DOS PRIMEIROS….
A história já não é nova e já aqui foi publicada em tempos…o problema é que, pelos vistos, vai se repetir….CONCURSO PARA TODOS JÁ!
“Era uma vez (porque todas as histórias que realmente são histórias começam desta maneira…), algures em 2013, na pacata cidade de Matosinhos, reúnem-se três colegas da faculdade à espera do resultado do concurso interno de 2013. Em comum, estes 3 colegas têm 2 coisas: são do mesmo grupo disciplinar e vivem na mesma cidade: Matosinhos. E como uma história sem personagens, não é história…os personagens desta história são:
– o Manuel, QA em Valpaços, distrito de Vila Real (QA por imposição: nos defuntos anos 90, foi obrigado a concorrer a toda a Zona 1 e a deixar o QZP do Porto);
– o Agostinho, QZP do Tâmega ( por, em sucessivos concursos, não abrirem vagas no QZP da sua residência – Porto);
– o Francelino, recém vinculado ao QZP do Porto em virtude do concurso externo extraordinário;
Após uma amena cavaqueira em que bebem umas jolas e comem uns tremoços e longas horas de espera e sucessivas atualizações ao site do DGAE, saem as listas com os resultados do tão apregoado concurso interno de 2013. A surpresa é total… afinal, nenhum conseguiu melhor sorte… A única vaga de QA disponível no qzp do Porto foi para a Joaquina. Sim, para a Joaquina que os “praxou” na faculdade; a Joaquina que é mais graduada e como estava em horário zero num agrupamento da Maia, ocupou a única vaga disponível em Matosinhos.
Melhores dias virão… pensaram os 3 amigos. Afinal, ainda tinham outra etapa a percorrer, um género de segundo round: a mobilidade interna de 2013. Na mobilidade interna, as suas situações são distintas:
– O Francelino, recém vinculado, só é obrigado à área geográfica do QZP do Porto e a um agrupamento de outro QZP;
– O Agostinho, QZP à uma dúzia de anos, também gostava de só colocar o QZP do Porto mas é sempre obrigado a por toda a área geográfica do QZP do Tâmega;
– Já o Manuel é QA; por isso, vai, em 2ª prioridade, tentar a sua sorte na aproximação à residência…
TCHAM, TCHAM, TCHAM…
31 de AGOSTO de 2013…saem as listas da Mobilidade Interna e…
– o Manuel não conseguiu a aproximação à residência e mentaliza-se para as deslocações diárias, em estradas sinuosas, que terá que fazer até 2017, entre Matosinhos e Valpaços ( cerca de 320 km/dia…)
– o Agostinho conseguiu colocação em Baião, a sua última opção no concurso, enfrentando deslocações diárias de 140 km…
– o Francelino não obteve colocação a 31 de agosto mas foi colocado, na primeira reserva de recrutamento, três dias depois…adivinhem onde? Num agrupamento da pacata cidade de Matosinhos!
São estes os estilhaços de uma vinculação extraordinária que deixarão esta simples história e se tornarão reais em 2013… os Manéis e os Agostinhos do sistema quando acordarem para esta realidade já será tarde de mais. As Joaquinas, em 2013, serão mais que muitas… por isso, boa sorte aos Francelinos!
Os professores do quadro atualmente no sistema jamais serão prejudicados por esta vinculação extraordinária. Não são palavras desta história; são palavras de um secretário de estado mas palavras, PALAVRAS, leva-as o vento…”
-Devemos exigir que o concurso extraordinário seja para os colegas que lecionaram no ensino público;
-Devemos exigir que a regra de vinculação seja o tempo de serviço;
-Devemos exigir que se cumpra a lei europeia: vinculação automática com três anos de contratos!
Tecas, sem sombra de dúvidas que sdeveria ser dessa forma, embora não acredite que a última premissa seja concretizada. Vamos lutar por isso 🙂