A Reação da ANVPC no Jornal da TVI

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14 comentários

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    • maria on 17 de Janeiro de 2014 at 23:07
    • Responder

    Demagogia barata para continuar com a mão de obra barata. Só muda o título: de contratado passa a vinculado. A precariedade salarial continua a piorar! Muda de escalão mas é roubado na taxa de retenção: fica igual ou ainda pior. Abram os olhos!

    • João Pestana on 18 de Janeiro de 2014 at 10:08
    • Responder

    Mas será que ainda não perceberam que as vagas irão quase todas para o pessoal que estava no privado???
    Se olharmos por exemplo para o grupo 300… vejam quem ficou colocado no último concurso extraordinário… e vejam a lista graduada…
    Vejam de onde provem a generalidade de professores que tem horário completo…
    Vejam os que se encontram no início da lista…
    Lindo não????
    Abraço!

    • João Pestana on 18 de Janeiro de 2014 at 10:21
    • Responder

    Só espero que os sindicatos façam força para que os QZP regressem ao tamanho anterior e reponham a legalidade.
    Anos e anos a fio sem efetivações a nível de escola e sem mobilidade de docentes dos QZP para a escola que agora verão mais uma vez as suas expetativas de décadas goradas…
    Esses professores dos Quadros de Escola irão agora cristalizar nas escolas onde ficaram efetivos pura e simplesmente porque não lhes foi dada real oportunidade de mudança.
    Façam com que as Zonas voltem a dimensões decentes do ponto de vista humano e familiar e distribuam os novos “EXTRAORDINÁRIOS” que no caso do grupo 300 andarão sempre acima dos 29,512 de média… Ou seja… tratam-se de professores que durante décadas deram aulas no privado ou que nunca quiseram leccionar fora das suas áreas de residência e que agora ultrapassarão Imensos professores que efetivamente trabalharam no ensino público.
    Meus amigos… a ver vamos… mas quase aposto que, pelo andar da carruagem… os primeiros da lista de efetivação serão provenientes de escolas privadas ou de escolas com associação…

    • Professora on 18 de Janeiro de 2014 at 12:22
    • Responder

    Então, no caso dos professores com vários anos de serviço no privado o MEC não tem qualquer responsabilidade sobre eles mas sim as escolas privadas que os contrataram. Acho bem que nas condições de oposição ao concurso extraordinário fosse tido em conta apenas os dias de serviço prestado em escolas da rede pública nacional (continente e ilhas) já que se trata de uma vinculação a uma “entidade patronal” que não tem sido a deles.

    Porém, considero que o justo seria um concurso geral para todos (quadro e contratados). É obvio que estas vagas (e mais algumas) existiam e deveriam ter ido ao concurso geral de 2013 e ficaram, mais um ano na gaveta, só para não pagarem o devido às pessoas. Assim, muitos dos profs do quadro estão longe de casa e os contratados continuam a ganhar como tal. É uma vergonha!!!!!

    Tem que haver um concurso nacional para todos, salvaguardando, no entanto, que 2000 profs contratados com serviço público fiquem vinculados. Os efetivos que mudem de quadro libertam as suas vagas. As VAGAS EXISTEM.

    Embora lá, Srs. dos sindicatos lutar pela reposição da justiça.

    • Professora on 18 de Janeiro de 2014 at 12:39
    • Responder

    Mas afinal o que é que diz a tal Diretiva Comunitária que está a obrigar o MEC a regularizar os abusos que se têm verificado com as contratações sucessivas de professores? Então o MEC só pode ter em conta os professores com quem tem celebrado por anos a fio um contrato de trabalho e não qulaquer um que tenha optado por dar aulas não sei aonde e por conta de quem entendeu, certo?

    Há que separar as águas, pois caso contrário aqueles que têm andado desde sempre a trabalhar para o Estado é que ficam no desemprego e os outros que estiveram noutras escolas que não as públicas é que ficam vinculados e se não houver um concurso nacional passam todos à frente dos que já são do quadro.

    Já agora tenham a coragem de acabar com esses finaciamentos aos colégios privados com paredes meias com as escolas públicas, que é outra vergonha nacional e está a contribuir para o desemprego de profs e para a despesa nacional desnecessariamente.

    • 123plim on 18 de Janeiro de 2014 at 12:47
    • Responder

    Os sindicatos, tal como no anterior concurso extraordinário, estão-se marimbando para os seu associados, ficam anos e anossem dar aulas e só interessa que o MEC nao toque nas supostas leis da negociação, eles só precisam manter a classe calma e ganham um biscoitinho todos os anos.
    Ex: a avaliação, grande vitória… so MEC. O concurso externo, grande vitória… do MEC.
    Os professores em horário zero e os que pretendem mudar de grupo ou de zona são esquecidos. As vagas (que não existiam em agosto, data das mobilidades e mudanças de grupo, porque tinham sido ocupadas, no caso das mudanças de grupo, por muitos docentes do ensino privado no concurso externo) foram vedadas, a meu ver ilegalmente, aos docentes de carreira, tudo com o consentimento de Mário Nogueira e João Dias da Silva. AINDA NINGUÉM OUVIU ESTA GENTE MANIFESTAR ESTRANHEZA POR HAVER TANTA VINCULAÇÃO E NÃO SEREM REZOLVIDOS DEFINITIVAMENTE (sem ser por afetação temporária ou trabalho da treta, por despacho anual revogavel) OS PROBLEMAS DE MOBILIDADE E HORÁRIO ZERO DOS DOCENTES DE QUADRO. TRAIDORES.

    • João Pestana on 18 de Janeiro de 2014 at 13:09
    • Responder

    Ou seja…
    Vamos ser comidos por lorpas como sempre…
    Vejam mas é o tempo de serviço em função DO TRABALHO NA ESCOLA PÚBLICA para efeitos de efetivação.
    Não permitam que os EXTRAORDINÁRIOS se juntem aos desgraçados de QZP atuais que não tiveram hipótese de efetivar em escola nem nunca o terão…
    REDUZAM as Zonas pedagógicas para as dimensões que existiam no passado ou … para um âmbito Distrital reposicionando os QZP existentes nas Zonas que eram SUAS!
    O ME não quer resolver o problema… quer aumentar o problema… e quem se vai LIXAR vão ser os professores que deram aulas no público pois vão ser COMIDOS pelo pessoal do Privado…
    Os professores de Quadro de Escola que ficarão para sempre (enquanto vaga houver) nas escolas onde estão efetivos… e os professores de QZP que têm um âmbito territorial que não lembra ao DIABO!

      • João Pestana on 18 de Janeiro de 2014 at 13:17
      • Responder

      Apenas mais uma ACHEGA…
      Comprovem o que digo,,… o 300 é exemplar….
      vejam a lista de ordenação e reparem no que é indicado…
      Prestou serviço na alínea A) escolas públicas.. (resposta da maioria colocado no topo da lista…) NÃO! esses são os mais graduados… esses serão os que ficarão EFETIVAMENTE EFETIVOS DE FORMA EXTRAORDINARIA…

        • Sofia on 18 de Janeiro de 2014 at 15:53
        • Responder

        concordo, este ano os primeiros horários anuais completos do 300 e 320 foram para gente que há anos estava no privado!!!!

      1. João Pestana, o facto dos profs dos colégios passarem a integrar a 1.ª prioridade foi o resultado da acção da FNE. Na página da FNE tentam esconder a vergonha desta negociação, eliminando os vestígios da reunião em que isto foi cozinhado (http://www.fne.pt/content/item/show/id/4358). Os gajos da APEPCCA também escondem esse assunto precisamente nos “outros assuntos” da Ordem de Trabalhos dessa reunião, em que se sacrificaram os professores do público em detrimento dos do privado (http://apepcca.wordpress.com/2011/09/11/apepcca-vai-reunir-com-o-secretario-geral-da-fne/). Responsabilize-se a FNE por esse facto.

          • 123plim on 19 de Janeiro de 2014 at 1:28

          Mas e qual o motivo de os professores do privado não poderem concorrer? Será o mesmo que os professores de quadro apresentam para impugnar o concurso? Todos devem ter direito ao acesso a todas as vagas a concurso, sem discriminação. Os docentes a contrato tem direito a concorrer a todas as vagas disponibilizadas (do público ou do privado, desde que tenham lecionado em paralelismo pedagógico) e os docentes do quadro deveriam ter oportunidade a mudar de zona, escola ou grupo, em recurso a ficarem involuntariamente em horário zero, antes do concurso externo extraordinário.

    • Professora on 18 de Janeiro de 2014 at 14:07
    • Responder

    Mas então expliquem-me como se eu fosse muito burra……..

    Somos (entre profs do quadro e contratados) “muitos cães a um osso” e não há ossos para todos, certo? Atendendo, sobretudo, à política que este governo tem levado a cabo na educação.

    Suponhamos que uma empresa era obrigada pelo tribunal a regularizar a situação laboral de um seu colaborador. Estava em causa a situação laboral daquele trabalhador com quem teve vários contratos de trabalho e não os outros que estavam contratados sabe-se lá onde. Caso necessite de mais recursos humanos poderá sempre avaliar as competências profissionais e académicas dos seus atuais trabalhadores e eventualmente promover ou transferir para outra seção/cargo um dos seus trabalhadores ao invés de empregar mais um e o que já lá estava fica esquecido ou ultrapassado. É o que faz o privado.

    Então mandam as regras de bom senso e da boa gestão que haja justiça no público. Ora vejamos:

    Os sindicatos vão ser chamados a estar presentes, a curto prazo, na revisão da legislação, não é?

    Assim, penso que o melhor é ao invés de criar um diploma à pressa para calar a boca à Comissão europeia e contratados (colocando mais gente num saco que não tem qualquer arrumação), pegar no DL 132 que regula o concurso geral e pensar:

    1º Existem milhares de profs que são do quadro e que efetivaram em QA ou QZP de acordo com as regras existentes nas últimas décadas, sem se atropelarem mutuamente (com excepção do externo extraordinario de 2013). De entre estes, existe gente que está onde pretende e portanto está satisfeita. Mas, existem outros que estão com horário-zero, desterrados, destacados e são semi-desterrados, impossibilitados de serem opositores à mobilidade interna (ilhas), gente com habilitação profissional para outros grupos além daquele no qual está vinculada, etc.. Só havia vantagens em arrumar a casa de modo a identificar as vagas correspondentes às necessidades permanentes (que são + do que 2000, mas, vá lá até se engolem apenas as 2000) e quem pretender concorre, no INTERNO, para onde achar por bem, permitindo a mudança de quadro ou grupo. Posteriormente, concorriam os contratados, no EXTERNO, com o tempo de serviço apenas no Estado (já que o concurso é extaordinário e para vincular de forma “coerciva” 2000 daqueles que têm prestado serviço apenas no Estado). Potanto não há necessidade de legislar sobre concursos externos extraordinários!!!!

    2º Revisão das prioridades da mobilidade interna permitindo a mobilidade de QA e qzp (continente e ilhas, independentemente de terem ou não componente letiva) para mais próximo de casa ordenados por graduação profissional. Penso que numa segunda prioridade poderia dar-se a possibilidade do pessoal do QA ou QZP prestar serviço num grupo que possua habilitação profissional diferente daquele onde está vinculado. Também me parece bem rever a área geográfica dos QZP´s.

    3º Vagas remanescentes para a contratação.

    4º Acabar com a contratação de escola e com as entrevistas. Manter as listas de reservas de recrutamento até final do ano.

    Acho que se os sindicatos representam os profs, então têm que os ouvir e lutar pelos direitos dos mesmos sem atropelos e que a legislação a rever reflita isso mesmo (ainda estamos a tempo de fazer bem). Os colegas contratados só querem ouvir falar de vincluar (que compreendo que é uma aspiração legítima) mas não pode ser a qualquer preço e de qualquer maneira e passarem à frente dos que já lá estão livrando-se do desemprego e empurrando estes para a mobilidade especial.

    Se O PESSOAL DO QUADRO É MAIS NOVO QUE OS CONTRATADOS É PORQUE SE SUJEITOU A IR PARA ONDE EXISTIA VAGA NA EXPETATIVA DE SE APROXIMAR, POIS ERAM ESTAS AS REGRAS E AGORA NÃO PODE SER ULTRAPASSADO POR QUEM POR QUALQUER MOTIVO FICOU QUE NEM UMA RAPOSA À ESPERA DE UMA OPORTUNIDADE DE RECLAMAR PARA “ATACAR E FICAR COM EMPREGO E COM ESCOLA QUE QUER”.

    • 123plim on 18 de Janeiro de 2014 at 14:30
    • Responder

    Concordo inteiramente com todas as considerações e propostas feitas pela Professora, é a única forma de satisfazer Gregos e Troianos.

    • Castle on 19 de Janeiro de 2014 at 21:25
    • Responder

    Reitero o referido pela “Professora”.
    Só assim é que haveria justiça… e sem atropelos.

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