Presidente da Associação dos Professores de Português não vai corrigir provas dos docentes sem vínculo
A título individual, Edviges Ferreira já rejeitou o convite que lhe foi feito, alegando que a proposta de pagamento de três euros por prova “é ridícula”.




18 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Mas a proposta é ridícula por ser três euros ou por existência da prova? E se fosse 10 euros por prova, será que já aceitava?
Catalogar este post como “Um Bom Exemplo” ????????????
… não corrige porque só lhe pagam 3 euros!!! Mercenário é o que ele é.
No entanto quem é que o corrige a ele? Pois teria que ser a mãe de pequenino mas … agora já é tarde para este e para outros que vão ter essa ousadia!!!
Não é “ele” é “ela”.
Ou argumentava principalmente com o ridículo e a nojeira que é a prova e depois acrescentava o preço ou era melhor estar calado.
Peca e muito……perde toda a razão!
Bom exemplo?????? Onde??????
Arlindo, desculpe! Acho este um péssimo exemplo! A questão, para muitos, é mesmo ir receber menos que uma mulher a dias!
Author
Um bom exemplo a recusa, ridícula a argumentação.
Sei que sim! 🙂
Por isso mesmo, o título poderia ser “Um exemplo assim-assim”! 😉
Ridículo! Deveriam sublinhar apenas o facto de lhes estar a ser pedido uma atrocidade. Vamos ter colegas menos qualificados que os avaliados a avaliar o conhecimento de muitos que até doutorados são. Mas a grande questão é: por que razão as UNIVERSIDADES, que nos certificaram, se mantêm mudas sobre este assunto??? Devíamos todos exigir uma tomada de posição da universidade que nos formou.
….mas afinal o que leva à recusa do convite não é a decência?…Pensava que sim!!!!!
Que eu saiba, para ele(a) corrigir, alguém terá que fazer o exame. Parece que aqui todos pretendem fazê-lo!!!
Penso que, a senhora presidente ainda não percebeu que o “montante pago por prova” provem do bolso dos seus colegas!
Só uma pessoa muito idiota baseava a sua crítica e a recusa a corrigir no baixo valor pago.
A parvalhona não acha que deve classificar este.exame como uma total cratinice.
Daquela cara feia só poderia vir asneira. Vejam bem: http://3.bp.blogspot.com/-phcuPRPNhlQ/T0_xrVee12I/AAAAAAAAHq0/nAq8lx10AO0/s1600/Edviges+Ferreira.jpg
Provavelmente se fossem três euros e 5 cêntimos, a senhora já pensava duas vezes. Assim é pouco pilim. Haja vergonha para uma argumentação destas.
A senhora esclareceu que falava em nome individual e acho bem que assim seja, pois acredito que nem todos os colegas chamados a corrigir (ou, como se diz agora eufemisticamente, classificar) as provas se reveem na argumentação usada. Só tenho pena que a dra. Edviges não tenha aproveitado para divulgar uma posição pública em nome da associação a que preside sobre a “justiça da prova, do ponto de vista de quem a faz”, porque esse “quem a faz” também integra professores “conscientes e competentes, com experiência”, tão ou mais válida do que a que têm os colegas dos quadros. Mas creio que o sublime nestas declarações da presidente da APP está na afirmação “Quase mais valia não terem oferecido nada”… Concordo; não “ofereciam” a prova aos contratados e, assim, não tinham de “oferecer” trabalho, dinheiro e exigência de valores morais aos docentes de carreira.
E Lamentável a postura da Dra.Edviges. Esta é mais uma oportunidade perdida. Aqui não pode estar em causa, apenas, o dinheiro. Lamento informa-la que em última análise até deveria corrigir gratuitamente as provas nos períodos de pausa dos aulas. Dado que não dá aulas pode ficar a corrigir gratuitamente provas dos seus colegas. Se os seus colegas podem pagar 20 euros (e estes estão desempregados) os colegas de Português podem corrigir gratuitamente em tempo de pausa lectiva. Entende, agora, o argumento. O Ministro pode pensar da mesma forma.
A questão é outra: as condições da prova, a legalidade da mesma…
Utilizou uma argumentação muita fraca e , até, desonesta. Em última análise se fosse 20 euros já concordava !!?…. Lamentável. penso que deveria de pedir desculpas a todos os professores do quadro e contratados … aguardo.
Realmente Edviges, se o que está em causa é o valor simbólico, devia ter vergonha. Não classificar é uma opção ideológica, não pode resumir-se a dinheiro. Que tristeza!