… para os professores classificadores darem resposta por mail à Drª Paula Meneses para a participação no “projeto” como classificador da PACC.
Não conheço qualquer voluntário para este “projeto” e acho que o MEC vai tomar decisões em função do número de classificadores que lhe chegarem. Se o número for bastante reduzido quase aposto que dispensará os docentes com mais de 5 anos de serviço de fazerem a prova de avaliação este ano.
E amanhã é o último dia de prazo para sair o aviso de forma a que a prova se realize dia 18 de Dezembro.




20 comentários
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Mas, a esta altura do campeonato, ainda haverá ALGUM PROFESSOR DO QUADRO com coragem para corrigir esta MERDA FEDORENTA??? Só um grande FDP o poderá fazer!!!!!! Esta prova para cair, é muito simples, basta os professores (contratados e do quadro) não quererem!!!!!!! Simples!!!!!! Porra, que colegas tão tacanhos!!!!!!!! CORAGEM CARALHO!!!!!!!!!
Claro que sim. Vamos ver é se os contratados também não se inscrevem para a dita cuja…
AS ASNEIRAS eram escusadas…
São os nervos que nos levam a explodir assim!
Deus o ouça!
Infelizmente conheço voluntários…
Mantendo o assunto, mas mudando um pouco o foco: parece-vos que o atual estatuto da carreira docente é suficiente para nos obrigar a vigiar a prova? Não me parece que faça parte do conteúdo funcional dos professores vigiar provas de colegas. Eu sei que esta não é uma forma de encarar o problema de frente (não deveria haver prova, ponto final), mas a sendo complicado mudar a cabeça do Crato e estando prevista a greve, não se deveria tentar mostrar que o trabalho dos professores não pode ser vigiar provas de colegas?
Colega, há que manter o nível. Essa linguagem não vale. Mas compreendo, é a revolta. Calma. De nada serve dizer palavrões. É mau para nós. Há alunos que conhecem o blog do Arlindo.
Esta suposta Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades se fosse aplicada aos professores contratados, seria uma porta entreaberta, para ser aplicada logo a seguir aos professores do quadro!!!
Concordo que é um facto óbvio, os Colegas contratados apenas servirão de lança em África, para que tal se estenda aos reais destinatários, os Colegas de quadro… Reparem que se os Colegas do quadro não aceitarem a rescisão “amigável”, o cRato arranja uma forma de, com a aplicação de uma “prova” discriminatória, tipo tese de Doutoramento em 300 questões, pois para os Colegas do quadro terá que ser mais exigente, negociar entre rescisão por incompetência, ou processo disciplinar e despedimento, tal como está na Lei Geral dos funcionários do Estado…
Quanto à utilização de vernáculo pelo nosso Colega “Janica Barratcha”, penso que se justifica… a nossa língua á muito rica, tem quase 800 anos, pelo que não deve haver problema em a utilizar, quando se adequa, o que é claramente o caso… ele tem 101% de razão na observação óbvia que faz!!!
Na minha escola todos se disponibilizaram…enfim!
Para quê? Para corrigir? Só foram convidados, meia dúzia no máximo. Quantos foram esses “todos”?
que triste escola… felizmente existem outros onde existe pessoal com ética profissional
Alguns colegas do quadro têm a mania de superioridade, e a correção da prova é uma maneira de se autovalorizarem, de se mostrarem competentes, muitos nem sequer têm a noção e a decência de verem que estão a prejudicar os colegas contratados, colegas como eles professores. É de uma tristeza enorme quando sei que muitos destes colegas que já trabalharam comigo aceitaram esta infame tarefa……………………. ao que chegamos, devem pensar que somos alunos. Meu Deus que tristeza…………………… que incompetência …………………. que falta de caracter destes colegas ditos do quadro.
Mi, escreva aqui, em letra bem grande e espalhe no facebook, o nome dessa escola onde diz que “todos” (os possíveis) se disponibilizaram.. Cada vez as pessoas se vendem por menos!!!!!!!!!!!
Sou professora de Português e fico boquiaberta ao ler testemunhos sobre a existência de voluntários para fazer este trabalho que em tudo considero sujo. Felizmente não conheço nenhum.
Para além do mais, não deixa de ser curioso que os colegas de Português se estejam sempre a queixar, e legitimamente, que têm uma sobrecarga de trabalho imposta pelo teor e pela transversalidade da disciplina, nomeadamente por terem de corrigir inúmeros textos escritos pelos alunos ao longo do ano, se realmente quiserem ensiná-los a escrever, e depois se prestem a estes voluntariados.
Afinal, alguns colegas de Português andam muito ligeiros… tão ligeiros que ainda suportam ler textos de 350 palavras no curto período de descanso que terão pelo Natal, e ainda por cima classificá-los!
Inevitavelmente, dou comigo a pensar como será o desempenho destes colegas para com os seus alunos, que tipo de trabalho e acompanhamento lhes prestam, o que (não) levam para casa para corrigir e como (não) se dedicam ao que é realmente a sua função, para se sentirem tão capazes de corresponder voluntariamente a um convite destes. É que há muita maneira de ser professor, de Português inclusive!
Nesta altura do período, se me convidarem para corrigir 10 palavras em 100 provas, a título voluntário e a troco de vantagem nenhuma para ninguém, eu terei de contar até 10 para não mostrar o meu vasto conhecimento de calão! Ah pois é…
Se um dia impuserem aos professores do quadro a realização de uma prova desta natureza, espero que haja um número de colegas satisfeitos e conformados, no mínimo igual ao número de voluntários que agora surgirem.
Eu não conheço ninguém do quadro que tenha aceite…mas se conhecerem, passem o trator por cima pois não são gente…são ratos do esgoto!!!
tenha aceitado, colega, não “tenha aceite”…
Se for o caso, nítida falta de coluna vertebral. E excesso de presunção. Felizmente, não conheço ninguém que tenha aceite.
Deixem ficar aqui o nome das escolas ….