E a razão para este pagamento é porque a correção destas provas não faz parte dos conteúdos funcionais dos professores e só aliciando com esta verba o MEC pode ter os corretores estas provas de avaliação.
No entanto não se esqueçam que os 300 euros pela correção das 100 questões será feito em acumulação e como tal esse valor seja acrescido ao vencimento base desse mês. E se forem fazer bem as contas nem 100 euros vão receber pelo “frete”.
Ministério está a recrutar “classificadores” para prova de avaliação dos professores
Professores vão receber três euros pela correcção de “resposta extensa”.
Os professores de Português que fazem as correcções dos exames nacionais do ensino secundário começaram na noite desta segunda-feira a ser convidados para corrigir a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades (PACC) que os colegas, docentes sem vínculo à função pública, terão de fazer no dia 18, se se quiserem candidatar a dar aulas no próximo ano.




19 comentários
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Quero saber quem são os vendidos que vão aceitar uma coisa destas. Pior que prostituição. É baixo e muito triste.
Espero que o cratino não arranje nem um professor para corrigir essa merda.
POnham aqui os olhos!
Existem colegas com dignidade! E acredito que haja muitos mais!
Espero que nenhum se aceite prostutuir a este NOJO!
http://cronicasdocao.blogspot.pt/2013/11/posicao-publica-da-escola-secundaria.html
Existem colegas que não têm capacidade para avaliar, pois ( e por experiência própria o afirmo), cometem imensos erros de português. Tenham consciência e … RECUSEM!!!!!
Não são as competências científicas dos colegas que aqui estão em causa e nem é por aí que devemos ir. Devemos, sim, concentrar-nos no cerne da questão – esta prova é uma absoluta falta de respeito pelos professores e somos nós todos que temos de fazer parar a engrenagem. Pela minha parte, pouco posso fazer a não ser ansiar que me «convidem» para corrigir, para eu poder responder com um redundante «NÃO!»
O Relvas não precisou de prova nenhuma para ser aprovado como ministro…
É uma cópia do que se passou na 2ª Guerra Mundial nos campos de extermínio Nazi. Os guardas judeus maltratavam e até matavam outros Judeus, por ordem dos nazis… depois estes guardas, quando “já não rendiam”, eram também eles próprios exterminados pelos nazis, os quais pegavam noutros Judeus para novos guardas… “Incrível” a semelhança de métodos do cRato com os dos nazis… Será apenas coincidência?…
Quantos de nós “do quadro” irão interpretar o papel de “guardas judeus”, assassinando os seus colegas?!…
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(Esses “colegas” depois, quando forem julgados pelos seus pares, não venham dizer que são ingénuos que não sabiam o que faziam… Os colaboradores nazis, na 2ª* Guerra Mundial, não viveram muito…)
E o que dizer de Professores de Português desempregados, mas que pertencem à Bolsa de Correctores, que foram convidados a corrigirem a sua própria “prova”. O cRato atingiu o último limite da sanidade…
E o que dizer de Professores de Português desempregados, mas que pertencem à Bolsa de Correctores, que foram convidados a corrigirem a sua própria “prova”? O cRato atingiu o último limite da sanidade…
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Por isso é que ele pede para mandarem o recibo de vencimento da Escola ou do Agrupamento a que pertencem… POIS!!!…
Qdo é que temos a resposta do Tribunal C.?
Quando é que sai a resposta do Tribunal C. para terminar com esta palhaçada toda!???
isso é que é preciso saber! espero que seja antes da prova…
Arlindo, coloco-lhe uma questão que, ao que parece pelo que aqui tem sido descrito, se revela cada vez mais pertinente (no meu modesto entender): os colegas a serem convidados para correctores de exame são, na maioria dos casos, profissionais dotados exactamente das mesmas qualificações dos que irão avaliar (poderão existir alguns com qualificações inferiores ou superiores, mas partirei do princípio que no geral todos estarão em igualdade no que concerne à sua formação). Logo aqui prevejo poder existir um problema, senão legal, pelo menos moral: como poderá alguém sem formação específica para avaliar docentes com determinados graus académicos avaliar colegas? O MEC, a bem do rigor, deveria ter convidado docentes universitários da área da formação de professores para fazer esse trabalho. Mais estranho e, no meu entender digno de acção em tribunal, se torna todo este processo, quando se começa a saber que há colegas contratados que, tendo já sido correctores de exames, estão também a ser convidados a corrigir a prova que irão realizar. Será que algum tribunal aceitará esta quebra de princípio de equidade e a potencial falta de imparcialidade que poderá ocorrer? Não estou a colocar em causa ninguém em particular, questiono sim como será possível sequer equacionar-se que um jogador possa, em simultâneo, ser árbitro no próprio jogo? E isto passa-se, também e no meu entender, com os próprios colegas do quadro que, bem vistas as coisas, têm hoje os seus lugares em causa e preocupações crescentes… Sei que os sindicatos se moveram, e muito bem, contra o princípio que norteia a própria realização da prova…mas quanto mais se sabe sobre a dita, mais atentados aos princípios básicos de “moralidade” e justiça se descobrem… Será que não existirá, também aqui, matéria para avançar para tribunal?
A única coisa que poderia ser aqui alegada é conflito de interesses, que não há, porque ninguém seria juiz em causa própria. De resto, legalmente, não tem ponta por onde se lhe pegue.
Então a Maria considera que só se é juiz em causa própria se se corrigir a própria prova? Era precisamente ao conflito de interesses que me referia. E ao que sei, tem tido “ponta” por onde se tem pegado em outras situações jurídicas… Quanto às qualificações para corrector, parecer de jurista consultado, dá “pano para mangas”…
e se o ppl aceitasse e desse notas excelentes a todos, isso é que era.
Quanto ao valor a receber deve efetivamente resultar numa miséria a supervisão de classificação de exames de 4ºano são 250 ilíquidos, liquido ficou em 187,50. Mas vem do GAVE não do agrupamento. (Nem um deviam conseguir.)
«…é a pirataria da fome», Farpas.
Tenho trinta e sete anos de serviço. Não corrigirei uma única prova. Não me aposentarei antes da idade limite. Não irei rescindir. É a consciência ética que manda agir assim.
O que aqui leio é, no entanto, de uma pobreza enorme.
Cortem o mal pela raiz! Cresçam.
Cansei-me da obediência burra, do pão a qualquer preço e de gente que empurra para os outros quando não tem coragem de agir.
Congratulo-me ao constatar que profs do quadro recusam ser carrascos dos colegas .Em tempos tão
incertos é mt gratificante ver que as pessoas revelam carater nas posições assumidas! O crato revela ,claramente ,que segue as pisadas do Hitler, como disse, e muito bem, o Alberto. Depois de termos visto o que aconteceu aos judeus, vamos CONSENTIR o extermínio dos contratados para, de seguida, fazer o mesmo aos do quadro? É que vai ganhar gosto! E como está ávido por € ! TODOS CONTRA ESTA PROVA! (estou aposentada)