Frases que Não Fazem Títulos de Jornais

E que têm todas um sentido comum: continuar a luta contra a prova.

De Mário Nogueira

 

Nenhum protesto é de mais. Mas temos de ser sequentes e consequentes – estamos a falar de um grupo de profissionais muito fragilizados, de pessoas licenciadas que trabalham em centros comerciais e em hipermercados para sobreviver, que se encontram esgotadas, desanimadas e que só vão para a rua se sentirem que isso pode ser decisivo.”

De João Dias da Silva

 

A situação é tão dramática que, francamente, não consigo colocar-me na pele dos meus colegas. Não dou qualquer conselho, mas quero dizer-lhes que compreendo em absoluto que se inscrevam e, depois, que venham para a luta. O objectivo é que, no dia 18, não tenham de realizar a prova.”

 

De César Israel Paulo

 

Vamos lutar para que a prova não se realize, mas temos de ser realistas – não nos inscrevermos significa abdicarmos de exercer a nossa profissão

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8 comentários

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    • Carlos on 27 de Novembro de 2013 at 21:45
    • Responder

    com estes sindicatos eu entrego o meu cartão!! Vão dar banho ao cão!

  1. Eu gostei mais da afirmação do Mário Nogueira na conferência de professores aposentados:
    “Nunca baixaremos os braços! Nunca nos vergarão!”…
    Sem comentários!
    Estou farto de negociações por baixo da mesa, de sindicatos que não defendem os interesses daqueles que são o «mexilhão» num oceano de oportunistas!
    O MEC (mar) bate na rocha e quem se … é o …

    • Verónica Bastos on 27 de Novembro de 2013 at 21:57
    • Responder

    Liderar é inspirar outras pessoas. Quem não tem a grandeza necessária para ser líder, deve deixar de sê-lo.

    Estes senhores têm demonstrado (uns nos últimos dias, outros há já mais tempo) que não inspiram ninguém, pelo contrário: a mim dão-me pena. Pena porque não conseguem (nem sabem) ser melhores.

    Mas ainda há muitos professores que têm a grandeza necessária para inspirar outros, como os seus alunos. A esses me dirijo: não deixem que esmoreçam a vossa coragem e dignidade. Juntos podemos mostrar a estes senhores que não merecem ser “nossos líderes”.

    • pin on 27 de Novembro de 2013 at 22:26
    • Responder

    Acho que aqui anda muita confusão.
    Quem é o líder dos sindicatos que decidiria levar os professores a não se inscreverem para a prova (que na minha opinião é absurda e ilegal em qualquer país civilizado)?
    1- Se a maior parte dos contratados aparecessem, que diria o nogueira aos que seguissem o seu apelo?
    2- Com a justiça que temos, alguém pode assegurar, em Portugal!, que a justiça decide de acordo com a verdade e honra?
    3- Na minha escola, quando da greve aos exames, em cujas queixas estavam muitas coisas q ue interessavam aos contratados, só 2 professores do quadro vigiaram exames, os restante 18 a 20 eram contratados.

    Eu desde já prometo duas coisas:
    – Não vigiarei provas de exame no dia 18/12 ou outro.
    E aqui, embora vá reclamar no caso de me descontarem dinheiro por faltar, agradeço aos sindicatos marcarem a greve. Num país civilizado não posso ser obrigado a executar tarefas que não fazem parte das minhas funções, mas em Portugal… aguardemos a resposta da justiça de casino.

    – Agirei com violência verbal contra qualquer colega que saiba ter aceite as moedas de judas para corrigir os ditos exames (habitualmente respeito as decisões de cada um no que diz respeito a fazer greve, mas aqui vou abrir uma excepção, tal a indignidade que acho que faz qualquer professor do quadro que aceite corrigi-las)

      • Sílvia on 27 de Novembro de 2013 at 23:17
      • Responder

      pin. Obrigado colega. Só mesmo os colegas dos quadros e as escolas podem deitar esta prova abaixo. Isto é que é ser profissional e humano.

    • Carlos on 28 de Novembro de 2013 at 0:56
    • Responder

    Encontrei este comentário, que me parece muito interessante! Na verdade, responde objetivamente à reles prova. Peço desculpa ao seu autor por a «colar» aqui, mas serve as intenções:

    «muitos profissionais não precisam de se sujeitar a uma avaliação como a que está a ser feita aos professores, porque têm a sua Ordem, que é a entidade máxima responsável pelos seus actos no exercício da sua profissão. O facto de não existir ainda uma Ordem dos Professores, permite a este governo manipular a classe, com a finalidade apenas de lhes retirar direitos, eliminando por vezes de uma forma ilegal a sua possibilidade de continuar a lecionar no ensino público e assim reduzir os custos a prever no OE. Encontra-se em estudo a formação de uma Ordem dos Professores, a qual estranhamente não é apoiada pelo PS, BE e PCP. Se os professores tivessem uma Ordem o Nuno Crato não os poderia humilhar da forma ignóbil que tem feito.»

    1. Em vez de ser o MEC a fazer a prova seria a ordem.

    • Carlos on 28 de Novembro de 2013 at 0:59
    • Responder

    deixo aqui a fonte do comentário anterior: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/o-que-revela-esta-prova-sobre-o-estar-em-sala-de-aula-1613645

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