… da “plataforma”.
Como já disse, esta época só tem paralelo com a divisão da carreira imposta por Maria de Lurdes Rodrigues e talvez por isso seja necessário a mesma união que em 2008 para eliminar esta prova inútil e absurda.
Nove organizações sindicais unem-se contra a prova de avaliação de professores
Antes da greve, que será convocada para dia 18, uma das acções está marcada para o dia 5, junto à Assembleia da República. Os sindicatos querem ver os professores contratados e os do quadro unidos, no dia em que o decreto que regulamenta o teste é apreciado pelos deputados.
Representantes de nove organizações sindicais de professores – incluindo as duas federações mais representativas – reuniram-se esta sexta-feira, em Coimbra, para concertar posições na luta contra a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades destinada aos docentes sem vínculo. Se entretanto ela não for suspensa pelos tribunais, os professores de todo o país serão convidados a concentrarem-se no dia 5 em frente na Assembleia da República e nas galerias, para acompanhar a reapreciação do diploma que regulamenta a prova.




12 comentários
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Maria de Lurdes ficou presa aos professores. Poderia ter feito um trabalho brilhante mas ficou refém do instrumento de avaliação. Nuno Crato acompanha a mesma politica. A politica educativa não é só avaliação dos professores.
Os sindicatos têm aqui bastante culpa, na medida em que ao rejeitarem em absoluto a prova, impediram qualquer acordo com o MEC. Recordo que o MEC havia anunciado a disponibilidade para isentar da prova professores com vários anos de serviço.
Penso que o seu comentário à disponibilidade do MEC para isentar alguns professores é injusta: o MEC queria isentar os colegas com mais de 15 anos!!!!
Acha isto justo? Ou o seu caso enquadrava-se aqui?
Sim, o MEC queria isentar professores com 15 ou mais anos de serviço. Já abrangia muitíssima gente. Mas poderia ter-se evoluído para um universo maior de dispensas.
Então o ME que atuasse com bom senso de início. Não culpemos os sindicatos pelas birras do ME…
Olhe, eu sou do quadro e não concordo em absoluto consigo. É por estas e por outras que a nossa classe é pouco mais que um farrapo. O melhor para nós e os outros desgraçados que se danem. Colega, somos ou não somos todos professores, com estágio pedagógico feito???
Sinceramente…
Quem não sabe do que fala arrisca-se a escrever disparates.
Se o MEC não seguiu esse caminho foi porque nunca o pretendeu seguir.
E sim, não há justificação para que a prova fosse apenas para quem tivesse mais de 10 anos, e quem tivesse 9 fosse forçado a fazê-la.
Vá dar banho ao cão.
Tenho pena de não poder ir. Estou de licença de maternidade (tenho uma bebé de um mês) e como sou do Norte fica difícil mas agradeço a todos aqueles que irão e que também me representam. Grata.
A nossa classe é uma vergonha, cada qual pensa em si, isto so la vai com tempo indeterminado, pelos cortes, congelamento, provas, etc…! Ha falta de tomates e inteligência, o que os professores unidos conseguiriam, talvez um dia acordem quando trabalharem 50 horas se quiserem trabalho escravo dado a privatização total do ensino…e os do privado não pensem que estarão a salvo porque as suas condições vão piorar e de que forma. É a lei da oferta e da procura, somente unidos conseguiriamos algo!
Não lhes interessa que haja muitas dispensas da dita!! e a facturação como fica?? Se se apresentarem poucochinhos às portas dos locais do açougue, como é?? Não rende nada!! E a facturação???
Na ADD os que apelavam para não se entregarem os objetivos foram os primeiros a fazê-lo e a pedir, de seguida, as aulas assistidas. Curiosamente os mais ligados aos sindicatos estão nesse grupo. Deixei, portanto, de confiar nessa gente da conversa fiada!
Louvo esta iniciativa dos Sindicatos e Associações de professores.
Neste momento é preciso agregação de esforços!
E TU (COLEGA) O VAIS FAZER POR TI E PELA PROFISSÃO? (continuar a ler comentários?!…)