Alô, Grancho!

Demora aquilo da convivência escolar?

 

CM-Aluno_de_10_anos_bate_em_docente

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11 comentários

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  1. Absurdos que se vê no Brasil.

    • Savana on 16 de Abril de 2013 at 20:38
    • Responder

    O menino não é o problemático, mas sintomático. Problemáticas são as estruturas governativas e educativas deste país que agem sem valores nem princípios pelo Humano.

    Problemático é este senhor presidente do agrupamento dizer que ainda “vai tentar arranjar uma solução”… quando já havia de existir um plano delineado posto em marcha dado o caso estar identificado há bastante tempo.

    Este, tal como muitos outros casos semelhantes, não são causas, mas efeitos, dos desajustes e da falta de responsabilidade das políticas educativas modernas e da quebra dos laços familiares, em particular, e do conceito de família, em geral.

      • josé on 16 de Abril de 2013 at 23:41
      • Responder

      Parece que o colega Savana está longe da realidade.
      As competências da direção, por força da lei, ou mesmo da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco são uma insignificância para a resolução destes problemas. É muito fácil pedir explicações aos outros! Falo numa situação em que estive 15 anos numa direção e agora estou a dar aulas, pelo que tenho conhecimento das situações.
      Lamento a situação degradante para o professor e as limitações da direção para resolver um problema que diz respeito a toda a comunidade escolar!
      E então será a Direção a responsável pelos desajustes familiares? Será esta a problemática? E então porque não os professores, principalmente no quadro dos megas ?
      Sejamos objetivos!
      Parece que problemáticas são as posturas de alguns docente que esperam que outros resolvam os problemas!

        • Maria on 17 de Abril de 2013 at 21:47
        • Responder

        Oh José, lamento dizer-lhe isto, mas os diretores das escolas têm uma responsabilidade acrescida nisso. Até porque a esmagadora maioria é branda na aplicação das sanções disciplinares. E mais lhe digo: têm a obrigação ética e moral de ajudar os colegas e de zelar pela segurança de todos dentro do estabelecimento de ensino, coisa que não fazem, nem estão para isso alguns. Além disso, há alunos que são simplesmente intratáveis, e o problema não é com o professor A ou B, é normalmente com todos. Só que muitos nem dizem, até têm vergonha, e dão-se ares de muito competentes. E quando voltam a dar aulas sabe Deus.

    • António on 16 de Abril de 2013 at 20:45
    • Responder

    O Presidente do Agrupamento vai tentar arranjar uma solução? Se tem conhecimento desta situação como refere o jornal, ele é negligente e como tal co-responsável, assim como os pais. Mas já sabemos o final da história; a professora é que não tinha nada que se meter na briga das crianças, por isso ela é que vai ser a culpada. Querem apostar?

      • Maria on 17 de Abril de 2013 at 21:50
      • Responder

      Isso e é incompetente, ou como os diretores gostam de dizer, não têm perfil, quando a maioria deles é que não tem perfil. As escolas que funcionam bem têm diretores implacáveis em matéria disciplinar e os meninos piam fininho. Suspensão não resolve? Pois, mas isso não é problema nosso. Já o que se passa com outros 20 alunos é problema nosso.


  2. Isto é triste preocupante! O pior, é que a tendência destas situações é cada vez mais frequente!
    Na minha altura não havia hiperactividade, havia sim falta de educação e mau comportamento facilmente resolvido com um “belo” par de réguadas, com o incremento da acção e apoio dos repectivos Enc. de Educação.
    Este era um caso facilmente resolvido, bastava haver vontade política e pessoas no sistema com “tomates de ferro” para legislar em função da educação!
    Mas o que temos é políticos com políticas frouxas e descabidas que incentivam o facilitismo e o alcançar fictício das metas que estipulam.
    A educação nas ruas da amargura, os professores descredibilizados perande um sistema viciado pelo jogo político, e infelizmente, muitas pessoas que vêem a classe docente como um alvo a abater!
    É o que temos e não está fácil! Daqui a 10 anos estaremos bem pior, se nada for feito!

    • Rui Santos on 17 de Abril de 2013 at 1:53
    • Responder

    Atenção que o menino é hiperactivo e por isso está desculpado! É uma patologia de carácter permanente, por isso pode bater em toda a gente. Solução: fármacos para andar todo drogado… LOLLLLL Deixem-me defender o minino.


    1. Mandem o “minino” para o gabinete do sr. ministro da educação. Cuidado sr. ministro pq o pequeno é hiperativo e assim tem justificação médica para lhe” partir a cara” e o seu gabinete.
      Na minha direção de turma com 24 alunos 3 têm NEE e 11 atestado médico a dizer que são hiperativos…

    • mais um on 17 de Abril de 2013 at 11:33
    • Responder

    A hiperactividade é uma “modernice” que as crianças portuguesas não podem ter, no contexto actual, pois “está claramente acima das nossas possibilidades”.
    Como será uma criança hiperactiva subnutrida?

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 17 de Abril de 2013 at 12:48
    • Responder

    Casos destes, infelizmente existem em muitas e muitas escolas. A resultante de todos estes casos é que não é achada e nem interessa traçar. O senhor Grancho, quando não estava investido de membro governamental, tinha ou mostrava força de vontade em tentar solucionar este problema que toma cada vez mais proporções alarmantes, agora que tem a batata quente na mão, deixa-a caír ao chão porque queima.

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