Fevereiro 2012 archive

Tenho Isto Como Uma Certeza Absoluta

Que será devido mais cedo ou mais tarde.

Também será bom lembrar que caso estas alterações curriculares possam entrar em vigor dia 1 de Setembro as indemnizações por caducidade de contrato poderão ser bastante elevadas pois os valores de indemnização poderão chegar aos 3 anos e o efeito da redução curricular em termos financeiros poderá vir a ser todo anulado.

Estado já perdeu cinco ações movidas por professores. Em consequência, poderá ter de indemnizar mais de 20 mil docentes.

Ministério condenado a indemnizar professores sem contrato

Com a sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, agora divulgada, já são cinco as decisões a condenar o Ministério da Educação. E as sentenças não abrangem apenas professores no desemprego mas também docentes que voltaram a ser recrutados pelas escolas depois do final dos seus contratos, o que eleva o potencial de indemnizações, a rondar os mil euros por caso, de alguns milhares para mais de 20 mil.

Em declarações ao DN, o especialista em direito do trabalho Garcia Pereira defendeu que os factos apreciados são os mesmos, o que significa que a partir de agora bastará aos docentes em situação igual dirigirem-se à tutela para reclamar a compensação. Outros juristas admitem, no entanto, que os processos não serão idênticos, até por estarem em causa valores diferentes. No entanto, atendendo a que prosseguem nos tribunais dezenas de processos, parece cada vez mais inevitável o fim deste braço de ferro com uma vitória do lado dos precários.

 

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Nuno Crato em Entrevista à RR

Matemática e Português mudam no próximo ano

 

Ministro da Educação, em entrevista à Renascença, acredita que vai conseguir cumprir as metas orçamentais.

O ministro da Educação anuncia, em entrevista ao programa “Terça à Noite” da Renascença, que está a trabalhar para que “já no próximo ano lectivo haja metas curriculares mais bem organizadas a Português e a Matemática”.

Segundo Nuno Crato, num futuro próximo o mesmo deverá ser feito com os programas das outras disciplinas.

“Estamos a constituir um grupo que vai fazer uma depuração dos programas. Vai olhar para o que é essencial dos programas, vai organizar o que é essencial dos programas de forma hierarquizada expressando ano a ano o que os alunos devem saber e em que níveis devem dominar as matérias.”

No dia em que terminou a discussão pública sobre o projecto de revisão curricular, Nuno Crato mostrou-se muito satisfeito com as mais de mil propostas recebidas e manifestou-se convicto de que “vamos caminhar para algo que é uma espécie da nossa proposta inicial melhorada”, mas garantiu no entanto não estar neste debate “numa posição de finca-pé”.

Já quanto ao suporte científico que está a conduzir as mudanças propostas, o ministro da Educação frisou que “é preciso distinguir o que são estudos com motivação ideológica e o que são estudos científicos que nada têm de ideológico”.

Sobre a possibilidade de o Ministério da Educação poder contribuir para uma derrapagem orçamental em 2012, Nuno Crato garantiu que “essa é uma preocupação comum a todo o Governo”, mas mostrou-se certo de que o Executivo vai conseguir cumprir as metas.

Com Video

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