De Novo a 1ª Prioridade no Concurso Externo

Alguma confusão pode ser criada com a determinação no artigo 10º do que possa ser um horário “anual”. A definição de horário anual é confusa e a identificação nas listas da Bolsa de Recrutamento desse termo para os contratos a celebrar durante o 1.º período lectivo, com termo a 31 de Agosto, podem criar dúvidas se quem ficou colocado em horário “anual”, desde que completo, na Bolsa de Recrutamento veja esse ano incluído nos critérios para a 1ª prioridade.
Venha a ser considerado ou não esse contrato como anual quero aqui dizer que só faz sentido haver alguma alteração às prioridades do concurso externo quando mais nenhum candidato por força da lei atual estiver na 1ª prioridade. Ou seja, qualquer alteração a estas prioridades só devem ocorrer para um concurso de 2014/2015 quando mais ninguém puder usar a prioridade que obteve neste ano por estar a trabalhar no ensino público muitas vezes a custo, por estar longe de casa e com horário reduzido, apenas para garantir esta prioridade no concurso seguinte.

Porque todos estão fartos de as regras mudarem sempre a meio do jogo e neste caso específico será uma mudança de regras já no período de descontos.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2012/02/de-novo-a-1a-prioridade-no-concurso-externo/

5 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Girassol on 24 de Fevereiro de 2012 at 14:50
    • Responder

    Esta situação é bastante preocupante para todos os Docentes contratados, visto que a maioria só consegue horários temporários, só quem esta exercer funções no ensino particular é que possui uma colocação anual. Desta forma, mais vale ir para o ensino particular e sempre que ingressarmos no ensino público solicitamos licença sem vencimento, é o que acontece na maioria dos casos. Atualmente nas ofertas de escola já se verifica várias injustiças, não se respeita a prioridade, critérios muito limitados destinados para determinada pessoa. Tudo seria muito mais simples se a bolsa de recrutamento se mantivesse como está, e as ofertas de escola tivessem como critérios a prioridade, graduação, e data de nascimento, ou tivesse como critério o número de ordem da lista de graduação. Saliento ainda, que os critérios propostos pelo ME só vem ampliar o factor “C”.

      • Ana Guedes on 24 de Fevereiro de 2012 at 15:25
      • Responder

      Sem dúvida! O critério mais justo para as OE seria o n.º de ordem nas listasde ordenação e ponto final! Agora cá entrevistas e ponderações curriculares… está-se mesmo a ver o filme todo!

      Lutemos por isso: CRITÉRIO PARA AS OE: N.º DE ORDEM NA LISTA DE ORDENAÇÃO!!!

      Arlindo, não quer colocar um post sobre o assunto? Sei que o lêem e pode ser que as suas letras cheguem longe! Obrigada

    • sofia on 26 de Fevereiro de 2012 at 12:32
    • Responder

    concordo plenamente com esse critério, o nº de ordem na lista de ordenação, pois se elas existem no ínico de cada ano letivo porque não aproveitá-las até ao fim do mesmo. A entrevista é o critério mais absurdo que pode existr, não tem lógica um candidato deslocar-se 300km para ir a uma entrevista, ou várias, no caso de ser solicitado para algumas. E quem paga estas despesas de deslocação???? Isto vai de mal a pior ;(!! Parabéns pelo Blog!!!

      • Rodolfo on 26 de Fevereiro de 2012 at 15:44
      • Responder

      Concordo com o aqui foi dito com uma pequena “excepção”. O número de ordem das listas pode excluir pessoas, por exemplo quem terminou o curso num ano (que assim teria de esperar 1 ano para poder ter hipóteses de colocação, assim como os docentes que não concorreram ou que foram excluidos do concurso por algum motivo.
      Na minha opinião uma oferta de escola deveria de ter apenas dois critérios: a graduação e a data de nascimento (este apenas para efeitos de desempate).
      Desta forma haveria justiça e igualdade para todos.

    • Já andam a festejar on 26 de Fevereiro de 2012 at 21:12
    • Responder

    http://apepcca.wordpress.com/

    Caros associados, Caros professores

    É com sentido de trabalho realizado que hoje sentimos e partilhamos ânimo ao comunicar a todos que um grande passo foi dado no reconhecimento do serviço público de educação realizado por nós e pelas escolas onde trabalhamos.

    A direção da APEPCCA, como é do vosso conhecimento, dedicou este último ano a fazer voz pública da injustiça cometida para com os professores que representa. Reuniu, debateu, apresentou propostas, esclareceu, participou e manifestou aquela que é, para nós, uma ação de elementar justiça, a permissão a conceder aos professores das escolas com contrato de associação para que possam concorrer em primeira prioridade.

    Este foi o fim-de-semana em que recebemos a notícia da intenção do Governo em garantir este acesso aos professores que representamos. Brevemente seremos recebidos no MEC (Ministérios da Educação e Ciência) onde reafirmaremos que o reconhecimento agora iniciado seja concretizado com sucesso.

    Caros associados, caros professores, esta é a prova e a certeza, de que o nosso trabalho pode dar frutos, que só podem ser garantidos com o vosso apoio, com a convicção firme de que trabalhamos em nome de todos. É por isso que voltamos a lembrar a importância da atualização das vossas cotas e/ou da vossa inscrição como associados, para que a APEPCCA continue a ser uma associação forte na ação e na representação de todos nós.

    Obrigado pelo vosso apoio.

    Juntos podemos vencer!

    A Direção da APEPCCA

    Nota: Abaixo transcrevemos o número 2, artigo 10º, da proposta do MEC para os concursos, salientando a parte que nos diz respeito:

    “2 — Os candidatos ao concurso externo são ordenados, na sequência da última prioridade referente ao concurso interno, de acordo com as seguintes prioridades:

    a) 1.ª Prioridade — indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes, em horário anual e completo, em quatro dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas integrados na rede de estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação e Ciência ou em estabelecimentos com contrato de associação;”

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: