A Formação Contínua e a Falta de Dinheiro para a Sustentar

O adduo publicou um despacho assinado pelo Secretario de Estado do Ensino e da Administração Escolar dando conta que os docentes enquanto formadores acreditados pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores podem usufruir dos créditos das acções que promovam SEM CONTRAPARTIDAS adquire o direito a obter para efeitos de avaliação do seu desempenho docente, a creditação máxima atribuída aos formandos na respetiva ação de formação. Esta situação é possível apenas uma vez por ação e exclusivamente até ao final do ano letivo 2011/2012.

Já o Octávio levantou o véu sobre possíveis novidades em matéria de formação contínua, algumas delas não serão tão novidades assim já que o novo modelo de avaliação prevê que os créditos da formação necessários para a progressão sejam a metade do número de anos de duração do escalão e como também existiu vontade de isentar os docentes acima do 8º escalão da avaliação de desempenho esta possível isenção da obrigatoriedade da formação contínua para quem se situe acima destes escalões vem nesse seguimento.
A terceira possibilidade que o Octávio refere será se calhar a grande novidade que pode vir com o reforço da autonomia das escolas e com a falta de dinheiro para sustentar a formação obrigatória.

Entretanto lembro que para a progressão em carreira é necessário que exista uma carreira desbloqueada e isso acho que ninguém sabe ao certo quando irá acontecer.

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