Olhá Prova a 20 Euros!

E já no dia 18 de Dezembro é realizada a componente comum.

 

Foi publicado agora ao final da tarde o Despacho nº 14293-A/2013  que define o calendário de realização da prova de conhecimentos e capacidades, as condições de aprovação e os valores a pagar pela inscrição, consulta e pedido de reapreciação da mesma

 

 

Despacho 14293-A-2013

 

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/11/olha-prova-a-20-euros/

91 comentários

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    • Incognita on 5 de Novembro de 2013 at 20:29
    • Responder

    E as Específicas? Quem faz 2, são 15€ cada uma. O MEC, vai arrecadar 50€. Lindo!!!

      • claudio silva on 9 de Novembro de 2013 at 11:26
      • Responder

      Pagava 10 vezes mais a um advogado para condenar semelhante humilhação… e para receber todo o dinheiro roubado pela universidade na alimentação duma mentira…

    • maria on 5 de Novembro de 2013 at 20:38
    • Responder

    porcos.

    • JP on 5 de Novembro de 2013 at 20:45
    • Responder

    Eu não faço.
    Gostava que todos tivéssemos essa força, mas a esperança nisso já morreu…

      • maria on 6 de Novembro de 2013 at 16:59
      • Responder

      NÃO PAGO por uma coisa que não quero fazer e não concordo… é injusto, é uma injustiça… nenhum professor devia pagar, nem comparecer à prova.
      O Crato e seus assessores que a realizem.. temos que nos juntar e dar um basta a esta aberração…

    • sandra s. on 5 de Novembro de 2013 at 20:46
    • Responder

    Grandes Fanáticos Dos Popós!!!!!!! O contratado que pague a crise e fiquem um ano sem comer.

  1. Quem faz duas paga 20€ (componente comum + 1 específica) + 15€ (outra específica) = 35€

  2. Era um cenário verdadeiramente ideal que ninguém fizesse a prova… mas é pura utopia… A insurreição não nos está no sangue. No entanto, irira ser fantástico ver a deceção geral advinda dos bolsos vazios (que julgavam ir encher) e da necessidade de professores contratados que, fruto de uma casualidade qualquer, não estavam legalmente apros para dar aulas…

    • mpinheiro on 5 de Novembro de 2013 at 21:08
    • Responder

    boa noite!
    gostaria que me esclarecessem uma dúvida se for possivel! Uma professora, que esteja em licença de maternidade na data da prova, será penalizada por não realizar a prova?

      • Maria on 5 de Novembro de 2013 at 21:13
      • Responder

      Essa é uma questão que também gostava que fosse esclarecida!

      • LS on 6 de Novembro de 2013 at 11:39
      • Responder

      Aproveito a questão para acrescentar uma outra, dentro do tema da maternidade: e uma professora que, à data de 18 de dezembro, esteja com 39 semanas de gravidez ou, quem sabe, na própria maternidade acabadinha de ter a criança? Como fica essa situação?

    • FarinhaDoMesmoSaco on 5 de Novembro de 2013 at 21:09
    • Responder

    Só dá para rir!

    • mari on 5 de Novembro de 2013 at 21:12
    • Responder

    Já pararam para pensar? As aulas terminam no dia 17 dezembro. No dia 18 começariam as reuniões de avaliação dos alunos, correto?! Então, pergunto: estamos dispensados das reuniões de avaliação para realizar “a prova”? Termos o direito de ser dispensados no dia d’ “a prova” e nos anteriores para “estudar” p “a prova”? E o que iremos estudar ? Onde se realiza? Já nem se fala na questão dos direitos e das desigualdades! Isto é o querer fazer, custe o que custar!E custa sempre aos mesmos, literalmente!!!! É completamente absurdo! A insurreição não nos está no sangue, mas deveria!!!

      • Maria on 5 de Novembro de 2013 at 21:19
      • Responder

      Exactamente as minhas questões…tantas questões ainda por responder e já temos um dia fixado de prova, que não tarda está aí…

      • sandra s. on 6 de Novembro de 2013 at 10:03
      • Responder

      Que tristeza de raciocínio. Continua-se a discutir o acessório em vez de se atacar o PROBLEMA. Infelizmente são estas as preocupações dos contrados… Depois queixem-se de vos dizerem que “cada uma tem o que merece”.

      Já que é tão importante para a sua existência, EU VOU RESPONDER ÀS SUAS DÚVIDAS: se a prova é no dia 18/12, é evidente que nesse dia N HÁ REUNIÕES. O mec, como é nosso amigo, vai dar-nos o dia e avaliações começarão no dia 19/12.

      Acha que esse é o problema com que se devem preocupar os contratados neste momento? Acha???????????????
      Desculpem, mas já não tenho paciência para gente que foge sempre às questões com “probleminhas” de m…

    • Maria on 5 de Novembro de 2013 at 21:16
    • Responder

    A prova vai calhar num dia de reuniões de avaliação. Serão desmarcadas? Ou seremos dispensados? Como é possível isto ir para a frente? Devíamos boicotar a prova mas isso é utópico, haverá sempre alguém a fazê-la…

    • sofi on 5 de Novembro de 2013 at 21:17
    • Responder

    Pois gostaria saber o que vai sair na prova? essa estupidez sempre vai p frente? ridiculo!!!!

  3. meus caros companheiros. parece-me óbvio que o grau de indignidade chegou a um ponto sem retorno. o sr. nuno crato é ideologicamente perigoso. o caminho tem de ser o de insurreição. e a única forma de insurreição que me ocorre, neste momento, é o da não realização da prova. ou pelo encerramento das escolas com cadeados, ou, simplesmente, pela recusa da a fazer. do mesmo modo, será importante – sem equívocos – a participação solidária dos professores do quadro. eu, se fosse do quadro, pura e simplesmente recusava vigiar qualquer prova deste tipo. nunca na minha vida vi tamanha insensibilidade social e profissional. este governo é pura e simplesmente incapaz de olhar o outro, a linha onde começa a desumanização, a indignidade, a humilhação. será que o sr. carto não vê que a profissão tem especificidades que não se coadunam, de momento, com este tipo de prova? quem nos vai vigiar? colegas? quem nos vai corrigir? colegas? quem vai ler o meu texto da componente geral? colegas? vai ver o quê? a minha maturidade?

    abraço

    • Eva on 5 de Novembro de 2013 at 21:28
    • Responder

    45000 docentes X 20€ = 900 000 € para o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE I.P.)… e não há nenhuma razão económica nisto, é tudo pela melhoria do ensino em PT.

    • maria on 5 de Novembro de 2013 at 21:33
    • Responder

    uma enorme injustiça

    • Alberto João on 5 de Novembro de 2013 at 21:37
    • Responder

    Boa Noite!!
    Desculpem a minha ignorância, mas afinal como ficou decidido sobre quem em que fazer a prova??
    Com tantas voltas eu já me perdi!!!
    Por mim, acho que não deveria ninguém faze-la, ainda por cima pagar por ela!!!
    Enfim..
    Insurreição é a solução!!

    • EU NÃO FAÇO on 5 de Novembro de 2013 at 21:42
    • Responder

    Deixemos o teor da prova de lado… Não me interessa o que querem avaliar. Já fui avaliado muitas vezes. Essas avaliações foram homologadas pelo agora MEC. Estou no ensino à quase 20 anos.
    Ao Sr. ministro Crato… Vai lamber sabão, pá.
    NÃO ESTOU PARA ME SUBMETER A ESTA ESTUPIDEZ…
    NÃO VOU FAZER ESTA PROVA RIDÍCULA!

      • Savana on 5 de Novembro de 2013 at 22:21
      • Responder

      Só faz a prova quem não tem brio profissional.

      1. Escrever é lindo mas vão quarenta e tal mil fazer a prova!!!”!!!!

    • antonio salgueiro on 5 de Novembro de 2013 at 21:58
    • Responder

    levantamento POPULAR

    • FarinhaDoMesmoSaco on 5 de Novembro de 2013 at 21:59
    • Responder

    Acaba o 1º período e no dia seguinte… PROVA!!! Esta malvadez do sr. ministro é…
    Ainda está a vingar-se por causa da greve às avaliações ou não quer dar tempo ao TC para decidir?!

    Esta gente só merece desprezo…

      • Eva on 5 de Novembro de 2013 at 22:07
      • Responder

      Isso é só para alguns… Os colegas do pré-escolar ainda estão em atividade letiva. No meu Agrupamento, o calendário do 1º período vai até ao dia 23.
      Aqui se vê como estão dentro do assunto e também o valor que é atribuído à educação pré-escolar.

    • Carlos Plágio on 5 de Novembro de 2013 at 22:06
    • Responder

    Como sempre, e como apanágio deste ministro e respetiva equipa, mais um retalho… Esta técnica de tortura lembra as práticas das gotas de água nos tempos do Estado Novo… Vão vencer-nos pelo cansaço, pelo desespero, pela vergonha…
    Atempadamente – se se considerar atempado qualquer prazo que já será sempre inferior a dois meses – serão divulgados os conteúdos? Indicar-se-á bibliografia? Informar-se-á sobre a estrutura da prova e respetivos critérios de correção? Saberemos apenas que vamos, sem saber ao que vamos? Sinto-me um verdadeiro asno dos do provérbio: vozes de burro não chegam ao céu… E para isto estudámos anos e anos, ensinámos anos e anos e fomos/somos humilhados anos e anos. Não acredito numa saída que não passe pela nossa iniciativa; infelizmente, reconhecemos a toda a hora que não somos (con)fiáveis, não estamos cá uns para os outros… Se todos assumirmos na teoria que boicotamos a prova – com ausências ou manifestações escritas, por exemplo – a prática encarregar-se-á de mostrar que há sempre quem se renda/venda ao sistema. Mas desejo ardentemente que se delineie uma estratégia – concertada com os colegas (ou senhores professores, não candidatos a) de quadro – para manifestar publicamente a indignação.

      • Ana on 5 de Novembro de 2013 at 22:23
      • Responder

      Também desejo que se arranje uma estratégia. Quanto a mim, das três uma, ou não apareço na dita; ou vou lá, assino a prova e deixo-a em branco; ou escrevo tudo aquilo que me vai na alma… que por sinal está parva!

        • Cumba on 6 de Novembro de 2013 at 17:29
        • Responder

        Ana mas dessa forma entrega os 20 euros nas mãos desses chulos!

    • mari on 5 de Novembro de 2013 at 22:13
    • Responder

    Pergunto pq será q os comentários do económico estão a ser bloqueados… TODOS?!!

    • Fernando on 5 de Novembro de 2013 at 22:28
    • Responder

    Onde é que um casal de professores desempregados vai buscar dinheiro para fazerem os dois a prova?
    Se um docente estiver doente e não puder comparecer, não há 2.ª chamada?
    Como é possível fazer uma prova daqui a 1 mês sem ter acesso à sua estrutura?
    Quem está a dar aulas como se prepara?
    Onde e como vai ser realizada? Todos os contratados ao mesmo tempo?
    Para quê tanta pressa? Se passar na prova, mesmo com 100% continuarei desempregado!
    São uns porcos e é triste que esse Crato, sendo professor, esteja a “cortar as pernas” a quem serviu o ensino durante anos!
    Sinto revolta e nojo de viver neste país de corruptos e interesses instalados!

      • Carlos Plágio on 5 de Novembro de 2013 at 22:36
      • Responder

      É essa a palavra: nojo.

      • 007 on 5 de Novembro de 2013 at 22:48
      • Responder

      Quero de volta todo o dinheiro das propinas – foram anos a fio no ensino superior.

      • Cumba on 6 de Novembro de 2013 at 17:41
      • Responder

      Esta prova é ilegal, não nos garante nada, nem colocação e muito menos a entrada para os quadros. Professores desempregados a sofrerem cortes, nos seus subsídios de desemprego, de 6% e, posteriormente, de 10% após 180 dias e mesmo assim terem de pagar 20 euros + 15€ por cada grupo de recrutamento?!?…Assim, estes queridos metem ao bolso mais de um milhão e meio por ano… Bela forma de ajudar a tapar os buracos na educação… se compactuarmos com esta prova continuaremos a ser fantoches submissos sem garantia de emprego. Não se esqueçam que para o ano continuará a haver reconduções, critérios manhosos nas TEIP. Ou seja, continuaremos desempregados, com menos 20€ ou 35€ e humilhados! NÃO FAÇO A PROVA!

    • Savana on 5 de Novembro de 2013 at 22:35
    • Responder

    Para além de inconstitucional, essa prova é ilegal por contrapôr à sua realização uma perda financeira.

    • mari on 5 de Novembro de 2013 at 22:41
    • Responder

    Mas se é ilegal, porque estão a avançar? O que há a fazer? Os sindicatos entregaram petição e providência cautelar… Não têm consequências?

    • Rita on 5 de Novembro de 2013 at 22:46
    • Responder

    Teoria da conspiração: “vamos marcar a prova o mais rápido possível, para estes ‘bananas dos contratados’ nem terem tempo de se organizar e boicota-la!

      • Cumba on 6 de Novembro de 2013 at 17:45
      • Responder

      Ahahah! Os contratados nunca se organizam por causa alguma, por isso, seremos sempre o elo mais fraco!

    • Savana on 5 de Novembro de 2013 at 22:46
    • Responder

    Devemos aguardar e não compactuar com este chulos hipócritas não fazendo a “prova”.

    • Nuno on 5 de Novembro de 2013 at 22:47
    • Responder

    Além de tudo o que foi dito (o que acontece a quem não puder estar presente na prova, etc), falta outra questão para o ex.mo senhor ministro Cratino: os encarregados de educação que vão utilizar os famosos cheques-ensino nos colégios privados que quiserem (se eles os aceitarem…), vão colocar os filhinhos nas “mãos” de professores que não têm que fazer esta prova, ou seja, só o coitado do professor do ensino público é que não tem competências…

  4. quem tem que fazer a prova? eu nao estou a dar aulas, nunca dei no ensino publico sem ser nas AEC’S, tenho que faze-la?

  5. Não estou no ativo .Não posso deixar de me manifestar contra esta humilhação publica dos “pobres ” contratados. Entendo o vosso receio. Eu também o teria. Um objetivo da dita é para sacar uns milhares de euros a quem vão torturar,o outro é provarem que não estão aptos para lecionar e então , penso, só terá rasteiras. Uma forma de porem a opinião publica contra vocês e vos fragilizar. Um horror! Só uma mente perversa poderia pensar em tal . Unam-se TODOS e boicotem a prova! Ninguém se arme em esperto. Sejam unidos. Quando a manada se une,o leão vai dormir com fome! Viram a reportagem da TVI ontem? Que autoridade tem o Crato perante tanto compadrio? Ninguém se submeta à prova!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      • sandra s. on 6 de Novembro de 2013 at 10:13
      • Responder

      Acho bem que sejas contra, mas será que a tua opinião é só solidariedade para com os contratados? Essa história de “colocar a opinião pública contra vocês” dita por um efetivo, exigia aqui maior reflexão, enfim….Se os efetivos OUSAREM dizer que são a favor, ainda sobra para eles. Já que TODOS os contratados têm de fazer, porque não TODOS os professores?????

        • Ana on 6 de Novembro de 2013 at 17:32
        • Responder

        “colocar a opinião pública contra vocês” foi dito por uma professora que não se encontra no ativo. O “vocês” não é para os professores contratados… é para os professores que exercem atualmente. Esquisito, ter de explicar o óbvio…

  6. Quem ia fazer a prova, não eram só aqueles que não estavam colocados até 31 de dezembro? cada vez entendo menos este governo. Se eu não receber nenhum comunicado ou e-mail a informar sobre a prova ou a convocar-me para a prova, eu não vou. Pois, os docentes não são obrigados em estar inscritos nas redes sociais (ex. facebook), só está quem quer. E se a prova for para a frente e já que temos de pagar, o mínimo que eles têm de fazer é comunicar-nos.

    • Ana on 5 de Novembro de 2013 at 23:08
    • Responder

    Colega Licínia, nem mais! Está tudo dito… eu não diria melhor! Colegas, não podemos deixar que nos humilhem desta forma! Já disse e repito, comigo NÃO!

    • Nuno on 5 de Novembro de 2013 at 23:09
    • Responder

    A propósito, se quem ficar colocado até dia 31 de dezembro fica dispensado, então desde o dia 18 até ao 31 ainda pode ser dispensado posteriormente da prova? Rasgam a prova, é?…

    Fizeram este decreto em cima do joelho, e nem previram nada de importante…

      • Ana on 6 de Novembro de 2013 at 17:33
      • Responder

      Nenhum professor contratado está dispensado.

  7. Andam a dar as lei para os macacos fazerem? Os famosos assessores que recebem fortunas são orangotangos? Mas que alminha se iria lembrar de dia 18 de dezembro, em que todos temos reuniões marcadas????? Estão a brincar com as pessoas.
    Se cada porcaria que saísse pela boca desta gente pagasse os 20€ que eles tanto precisam de tirar do nosso bolso, já não havia défice. Ou isto é álcool ou o sr. ministro já deixou de comer para pagar a dívida e já não está a raciocinar….

    MP

      • Manuel Afonso on 6 de Novembro de 2013 at 15:43
      • Responder

      Se a mentira e a incompetência dos nossos governantes pagasse imposto já teríamos pago a dívida e teríamos um bom saldo em carteira!

    • zaratrusta on 5 de Novembro de 2013 at 23:23
    • Responder

    Em pouco mais de 24 horas, o crato:
    Recusou responder à jornalista sobre a falcatrua do ensino particular e cooperativo;
    Humilhou os portugueses com o comentário nojento sobre os sacrifícios necessários para se pagar a divida;
    Implementou alterações aberrantes aos programas de matemática e português no secundário;
    Vai obrigar 40 000 professores com 5, 10, 20 anos de serviço, a fazer uma prova, para que 90% deles nunca mais venham a dar aulas e ainda lhes cobra 20 euros.

    E não se ouve uma palavra por parte dos políticos. Ninguém se insurge contra este lunático que deveria estar internado num manicómio?
    Juro que vou fazer tudo para me cruzar com ele e, quando isso acontecer, enfio-lhe um balázio nos c*****.

  8. Expliquem-me a razão de só 12 000 terem assinado a petição entregue pela FENPRO; é que quando se vem ao blog toda a gente está contra e diz que não vai fazer a prova mas quando se trata de assinar a petição aparece mais ou menos 1/4 dos contratados …. acho que isto quer dizer muito!!!

      • Cumba on 6 de Novembro de 2013 at 17:55
      • Responder

      Exatamente Isa, “palavras leva-as o vento”. eu assinei a petição, mas infelizmente muitos dos contratados andam nas nuvens porque não se informam de nada, outros não assinam porque acham que não vale a pena e ainda outros que são a favor da prova! Rica vidinha!

  9. Inês Isidora , acho-a muito resignada! Claro que eles vão informá-la! Põe, tão resignada, o pescoço na guilhotina que eles têm pronta!? Já pensou que a dita prova será para eliminar quase todos os contratados e a Inês pode estar nesse grupo? Ainda paga para passar pela vergonha, pela humilhação ,e algum dia lhe passará o trauma? É uma aberração! Só o Nero poderia ter pensado em tal! LUTEM, LUTEM, LUTEM !!!!!!!!!!!

    1. Licinia, eu não estou resignada. Simplesmente, primeiro dizem uma coisa e depois dizem outra. Fiquei espantada por eles terem mudado de opinião, só isso. Eu não julgo que sou mais dos que os outros, pelo contrario, eu sei perfeitamente que estou no mesmo saco, esteja descansada.

      E em relação em Lutar, eu luto e muito. E peço desculpa por não assinar a petição por online, eu não assinei nem vou assinar, simplesmente porque já assinei muitos e parece que delas não surgem nada, ou seja, parece que elas nunca mostrem qualquer efeito. O que eu tenho feito até à data, é ir diretamente a um posto dos sindicatos (que por acaso vivo perto de um deles) e assinar diretamente na folha. E até à data, senão estiver em erro, não houve nenhuma que esteve online que eu não assinasse em papel. Pode ser que assim faça algum efeito. Eu posso estar errada, mas se os ministros têm direito às suas pancadas, porquê é que eu não posso ter também?

    • Hugo Santos on 5 de Novembro de 2013 at 23:31
    • Responder

    Temos de ser unidos. Estive desempregado o ano passado todo e este ano vai pelo mesmo caminho… E ainda me obrigam a fazer esta pouca vergonha? EU NÃO FAÇO A PROVA

    • zaratrusta on 5 de Novembro de 2013 at 23:46
    • Responder

    É agora que se vai ver a força da Associação de Professores Contratados ( ou a falta dela )

  10. É uma vergonha…

    Não deixa de ser curioso, o ministro diz que defende um ensino melhor, então para dar aulas no público é necessário fazer exame.

    Só quem quiser trabalhar para o ensino público é que terá de realizar esta prova, para o ensino cooperativo ou privado já não é preciso…

    Ao mesmo tempo diminuem o número de alunos no público para aumentar nas escolas com contrato de associação… Onde o dito exame não é obrigatório….

    Então, uns fazem exame, serão aprovados e vão para o desemprego, outros sem exame vão trabalhar porque arranjaram trabalho numa escola com contrato de associação.

    Se juntarmos a isto outro facto curioso, a maioria dos professores que trabalham nestas escolas são aqueles que não conseguiram lugar nas públicas porque não tinham graduação suficientes ou porque tinham factor C….

    É uma triste ironia…..

    • Margarida on 6 de Novembro de 2013 at 0:26
    • Responder

    Só uma pergunta: Os professores do particular também têm que fazer a prova?

    1. :-)…a prova deles é a C…de cunha

    • Freitas on 6 de Novembro de 2013 at 0:38
    • Responder

    Que políticas são as destes políticos? Eu respondo em duas linhas:

    São as de um genocídio arquitetado, em torno de uma classe profissional, que só contribuirá para a debanda de mais uns milhares de cidadãos honestos; que se irão embora de bolsos vazios.

    Maldita política! Títeres, pulhas, causadores de distúrbios psicológicos e físicos; e danos morais no seio de uma das mais nobres e dignas profissões de sempre: A de Ser Professor.
    Isto é uma afronta a todo o nosso percurso académico; onde estão as “vozes” de defesa; as nossas universidades, politécnicos; os nossos professores. Vergonha, tristeza, desprezo, humilhação, frustração, raiva; são estes alguns dos sentimentos que sinto e que me farão explodir e tomar uma decisão em torno da minha vida profissional.

    • Miguel Castro on 6 de Novembro de 2013 at 3:05
    • Responder

    Eu não faço a prova e enoja-me se vir colegas a ir fazê-la.

    • Rafael Santos on 6 de Novembro de 2013 at 5:05
    • Responder

    Quero de volta todo o dinheiro das propinas…eu entrego a minha Licenciatura e o meu Mestrado – foram anos a fio no ensino superior. Estou decidido a abdicar do que tanto trabalho me deu

  11. São um bando de chulos

    • Liliana on 6 de Novembro de 2013 at 10:15
    • Responder

    Sendo eu de 1º ciclo e sendo obrigatório fazer a prova específica de Português nível I e Matemática nível I vou ter que pagar duas específicas? mas só concorro a um grupo de recrutamento!

    • ana on 6 de Novembro de 2013 at 10:38
    • Responder

    Eu também não vou…mal me chega o dinheiro para alimentar os filhos…trabalho há 12 anos e estou na rua e ainda ía pagar para ser mais humilhada?!Também quero de volta todo o dinheiro das propinas e entrego o meu diploma…senão pode ser que venha a faltar o papel higiénico cá em casa….não vou gastar dinheiro em inscrições,provas, apreciações, deslocações, refeições…e o resto do mês como merda!(E para continuar na rua!)Há muitas pontes e muitos 6ºs andares…quando não der mais soluciona-se!ESTOU FARTA!!!!

    • Patrícia on 6 de Novembro de 2013 at 10:39
    • Responder

    Neste momento estou numa empresa a trabalhar!Como raio vou fazer? Quem me paga o dia?Quem me justifica a falta??????????????????

    • Mariana on 6 de Novembro de 2013 at 11:03
    • Responder

    E os formadores do IEFP que foram colocados através do concurso do MEC?
    Estão dispensados ou nem por isso?

      • Isa on 6 de Novembro de 2013 at 18:51
      • Responder

      não me parece, no IEFP não estão a exercer função de docentes propriamente, mas sim de formadores, nem sequer têm vínculo com o MEC.

    • Crato és um Fanático Dos Popós on 6 de Novembro de 2013 at 11:53
    • Responder

    Já começamos aqui a ver a mentalidade de alguns professores!!! Em vez de começarem a pensar em formas de boicotar esta prova estão a pensar no que vai sair e em quem está dispensado. É sempre o mesmo com esta classe “desde que não me toque a mim está tudo bem”. Estou para ver a atitude dos colegas que forem destacados para vigiar as provas, que só podem ser do quadro, já que os contratados têm de a fazer. Esses sim, podem boicotar a prova fazendo greve, não vigiando exames. Claro que já sabemos no que vai terminar, todos vão fazer a prova muito caladinhos, rezando para não pertencer aos que vão reprovar e que darão um motivo para o Crato dizer: “Estão a ver a razão da prova, é que estes profs são mesmo incompetentes”. Continuamos a aceitar a humilhação feita por esta gentinha, que ao contrário de muitos professores, só sabe subir na vida com cunhas, compadrios e coisas que tais.

      • Ana on 6 de Novembro de 2013 at 17:41
      • Responder

      Eu, com greve convocada ou sem greve, não vigio essa prova. Há muitas formas de o fazer… e não acredito que a grande maioria dos colegas o faça. Só se for a meia dúzia tradicional que permitiram que os exames nacionais se realizassem, em algumas escolas, em julho e que se fizessem algumas de reuniões de avaliação. O problema é que meia dúzia de vigilantes pode chegar…esperemos que não.

        • Carlos Plágio on 7 de Novembro de 2013 at 9:48
        • Responder

        Ana, a sua intenção é a melhor, percebo, mas repare que não deve ter sido por acaso que nos mesmos dias em que tudo isto se legislou se alterou igualmente a lei dos serviços mínimos, agora aplicada à educação. Não acredito que, por muito boa vontade que haja da parte dos colegas de quadro (alguns), não sejam literalmente obrigados a estarem lá para nos supervisionarem (eufemismo…). Neste caso, nem aos bichos estamos entregues, como se costuma dizer; dependemos apenas de nós mesmos e, uma vez mais, é triste que assim seja. Facilitou-se com a ideia de que esta ideia peregrina da prova não vingaria, que seria travada e blá blá blá. Está visto. E dia 18 de dezembro está aí.

          • Ana on 7 de Novembro de 2013 at 14:52

          A prova põe-me doente. Quando estou doente tenho de ir ao médico… Provavelmente vou ter vómitos e quiçá mais qualquer coisinha. Com atestado médico podemos todos faltar. Acho que nesse dia os hospitais estarão muito cheios…

    • eternamentecontratada on 6 de Novembro de 2013 at 12:28
    • Responder

    Concordo! Devíamos estar a unir forças para não comparecermos à dita «prova». É humilhante! O gozo é tal, que ainda nos impõem pagar 20 euros. Nem de graça, quanto mais a pagar! Ao longo destes anos, sentimos na pele, que enquanto uns lutavam, outros entregavam-se de bandeja, mas também reconheço que valeram a pena os esforços. Irei, uma vez mais, seguir os meus princípios e não comparecer. Sabemos que juntos conseguimos tudo, mas se nos dispersarmos corremos o risco de perdermos tudo. Aproveito para dizer ( embora não tenha a ver com este assunto) que quando consultei as listas desta última RR, constatei que há um agrupamento (que eu conheço) que continua a guardar horários incompletos, que depois se tornam completos (até final do ano! Sim, é verdade!) para os mesmos professores. Não denunciarei o nome aqui, mas farei chegar a denúncia a sítio certo (muito embora, desconfie que esse agrupamento tem as «costas» protegidas). É inaceitável essa situação. O caso, não implica o meu grupo, mas é uma injustiça e como tal devemos agir para que acabe. Senhores Diretores acabem lá com isso! Algumas regras dos concursos são, já por si, tão injustas, como é o caso das ofertas de escola, portanto, não tornem o processo ainda mais injusto. Basta!

    • Ana on 6 de Novembro de 2013 at 13:52
    • Responder

    Gostava de perceber como é que reitores de Universidades públicas prestigiadas, como a do Porto, não se insurgem. Estão a denegrir e a questionar a qualidade do ensino ministrado por estas entidades, como se de institutos de vão de escada se tratassem e estes senhores contiuam impávidos e serenos.
    Será para não lhes cortarem nas verbas, como castigo?

      • Ana on 6 de Novembro de 2013 at 17:49
      • Responder

      Ana, em Agosto enviei uma carta à Universidade de Aveiro a exigir uma tomada de posição relativamente a este assunto. Responderam-me dizendo para aguardar, a carta seria objeto de estudo por parte do Sr. Reitor. E nada mais me disseram até hoje.

    1. E o que aconteceria a essas universidades se os alunos chumbassem na sua maioria (digamos 50%),, elas teriam de fechas os cursos de educação pois a sua formação seria obviamente fraca.

      E por sua vez, fechava-se o ministério pois ele homologou o curso.

      É surreal…

    • Sandra Vasconcelos on 6 de Novembro de 2013 at 14:29
    • Responder

    sou de opinião, que isto é para gozar com os professores, a ver até que ponto nos deixamos “comer”… Sou a favor de não realizar a prova!!! lancem um apelo a todos os vossos amigos professores, para que eles também não se inscrevem!!

    • PL on 6 de Novembro de 2013 at 17:23
    • Responder

    ISTO É UM ROUBO!

    É só fazer as contas:

    Mais de 50 mil docentes.

    – O valor a pagar pela inscrição na prova é € 20,00.

    – O valor a pagar pela inscrição em cada componente específica da prova (mais do que um grupo de recrutamento) é mais € 15,00.

    – O valor a pagar pela consulta de cada uma das componentes da prova é mais € 15,00.

    – O valor a pagar pelo pedido de reapreciação de cada uma das componentes da prova é mais € 20,00.

    TOTAL: CERCA DE 1,5 MILHÕES DE EUROS NOS COFRES DO ESTADO! TODOS OS ANOS, PORQUE A PROVA É ANUAL!!!

    • Maria Ana on 6 de Novembro de 2013 at 17:38
    • Responder

    Inaceitável! Inacreditável!
    É para lá de abuso aquilo que este ministro tem feito aos professores contratados. Trata-os abaixo de escravos. Impõe-lhes obrigações desmedidas e não lhes reconhece qualquer direito.

    Não sou contratada e já trabalho há mais de vinte anos. Mas há contratados que ainda o fazem há mais tempo do que eu (e nem que seja menos). Vão ter de provar o quê?

    Alguém me pode explicar qual é o interesse da prova? O professor acede à carreira?E se o Ministério continuar a precisar dele, mesmo que reprove na prova, não o irá buscar?

    Penso que ninguém deveria comparecer. Queria ver se os despediam a todos no dia seguinte.
    Colegas, unam-se nesta afronta. Juntos podemos mais!
    Boa sorte a todos e um abraço solidário.

    • Cumba on 6 de Novembro de 2013 at 18:13
    • Responder

    Pensem colegas: os que têm 5 ou mais anos de serviço não precisam da aprovação desta prova, os que estão nas privadas são fantasmas e os que conseguirem colocação até dezembro deste ano também não precisam da aprovação desta prova. No entanto, têm todos que a fazer porque o que eles querem é dinheiro. Há uma notável desigualdade e discriminação para os que têm, por exemplo, 4 anos e 9 meses de tempo de serviço e para os que não arranjaram colocação devido aos critérios manhosos colocados pelos sacanas dos diretores (colegas) das escolas TEIP. Conclusão: o objetivo não é de facto fazer uma avaliação de toda a classe docente, mas tirar dinheiro do bolso dos que estão mais fragilizados. Mesmo que se inscrevam e não façam nada na prova estão na mesma a encher os bolsos destes corruptos. Eu não faço a prova e ponto final. Só preciso é de saber se haverá ajuntamento no dia 18 de dezembro para ver as renas do pai natal.

    • António on 6 de Novembro de 2013 at 18:20
    • Responder

    Colegas!!!!
    VAMOS UNIR-NOS E NINGUÉM SE INSCREVE NEM REALIZA A PROVA.
    NINGUÉM SE INSCREVE NA PROVA!!!
    NINGUÉM REALIZA A PROVA.
    A UNIÃO FAZ A FORÇA!!!

      • Maria Ana on 6 de Novembro de 2013 at 20:58
      • Responder

      Subscrevo.

      Se ninguém aparecer, que vai o NC fazer, despedir os professores no dia seguinte, com justa causa? Bem ele o fazia, se pudesse… mas precisa, e muito, dos professores. Vejamos a jogada que fez para não contratar ninguém e só em Setembro foram logo umas largas centenas. Muitos mais fazem falta.

    • PL on 6 de Novembro de 2013 at 18:30
    • Responder

    Essa música pode ajudar-te a acordar para a realidade.

    • Valentim on 6 de Novembro de 2013 at 19:06
    • Responder

    Paguem e não bufem!
    Nós aqui no ME precisamos de dinheirinho para as prendas de Natal.
    Além do mais, vocês falam, falam, mas quando chegar o dia, vai tudo fazer a prova, na expectativa de que muitos faltem e assim deixem a costa livre para uma eventual colocação.
    Por mais manifestações que façam e boicotes e tal, o resultado será sempre o mesmo: só quem for fazer a prova terá uma hipótese de colocação, só quem souber o conteúdo da prova antecipadamente conseguirá ficar aprovado (dado que nem vos passa pela cabeça qual o conteúdo e estrutura!) e, por isso, nada como criar alguma entropia para eliminar candidatos eficazmente!
    Boa sorte para a prova e aproveitem as taxas de juro reduzidas dos bancos para pedir um empréstimo…!

    • ginbras on 6 de Novembro de 2013 at 20:50
    • Responder

    Eu não faço…quero que eles se F.O.D.A.M. Vou deixar o ensino de vez

    • Miguel on 6 de Novembro de 2013 at 21:59
    • Responder

    O pessoal! Vamos lá acordar…. eu explico o que vai acontecer nas próximas semanas:

    1- Após muita contestação(via comunicação social, blogs e afins), vai-se a ver que afinal a prova passa a ser facultativa
    2- Mas como é cotada de 0 a 100, isso irá entrar para a graduação profissional
    3-Assim sendo, o que será facultativo, passa automaticamente a obrigatório.
    4- Muitos irão fazer e exigir fazer a prova.
    5- Muitas escolas e direcções de escolas serão a favor da prova, e exigirão fazer a prova nas suas instalações (porque de certeza que serão aliciadas com coisas, quanto mais não seja credito horário)
    6 – Em caso de boicote, as provas terão lugar em estabelecimentos privados.

    E no fim, os sindicatos, não vão fazer nada (nem greves, nem manifs)..porque afinal, são os contratados, certo?

    • Mário on 7 de Novembro de 2013 at 9:55
    • Responder

    Trata-se da maior injustiça sobre os professores contratados. Basta ver a última lista da mobilidade e dos concursos para ver quanta gente dos quadros de professores concorrem com a letra “O” de outras formações nem bacharéis são. Atente-se aos números de bacharéis nas mesmas listas: Veja-se o panorama neste universo e tirem-se conclusões. E só querem provas aos contratados muitos deles com pós graduações e mestrados ou a terminarem os mesmos. Será que estes professores do quadro estão mais capazes que os contratados? Tanto tempo ao serviço e não conseguiram acabar o curso ou não quiseram- Por aqui se vê a dedicação à profissão. A verdade dos factos é que também ganham mais que qualquer contratado com mestrado ou doutoramento. Parabéns srs. ministros e secretários de estado pela injustiça engendrada para proteger uns e lixar os outros. Ficou patente a vossa seriedade intelectual. Sr. Nuno Crato onde está a sua meritocracia tão bem explanada no programa televisivo Plano Inclinado..

      • Ana on 7 de Novembro de 2013 at 15:01
      • Responder

      Ainda não percebeu que nada disto tem a ver com competência???? Ou com serem mais ou menos capazes? Só não fazem aos quadros porque não os podem despedir. Ainda…. Fazem aos contratados para “chatear”. Para desmoralizar. Pela mesma razão que vão colocando mais e mais coisas no horário, mais e mais papelada, mais horas não letivas da treta, ao mesmo tempo que se diminui o ordenado. Mudam-se os programas AGORA para quê? Só para chatear. A altura é a mais propícia… durante o tempo em que decorrem as rescisões amigáveis. Com os contratados não podem rescindir por isso vão tentar diminuir o número dos que podem concorrer. A ideia é só esta: diminui a carga que o sistema tem com tanta gente. Tornar tudo mais leve, mais operacional.

    • Natália Gonçalves Mota on 7 de Novembro de 2013 at 22:55
    • Responder

    Tenho tanta pena de pertencer à classe dos professores. Quando leio perguntas como as do género: se estiver colocado até 31 de dezembro ou se estiver grávida ou se….. fico dispensado da prova? Dá-me vómitos. Tenho a sorte (talvez não) de estar colocada mas também porque nunca fui de estar quieta à espera. Sempre lutei, burra! fiz várias licenciaturas, pós-graduações e mestrado… gastei tanto dinheiro, tantos neurónios e perdi tanto tempo nos estudos e nas escolas em vez de tomar conta dos meus filhos…. BURRA!
    Não faço a prova e se me retirarem da lista porque não me inscrevi, será um favor que me vão fazer!
    Estou farta de ser professora neste país de ser tão mal tratada e de ver o meu trabalho tão pouco reconhecido. ESTOU FARTA!
    Sei que nem toda a gente vai ter a coragem de dizer NÃO à prova e que o que se escreve nem sempre se pratica mas eu garanto que a mim, não me tiram 20 euros e o resto e não me tiram o resto da minha dignidade. Não tenho nada contra os colegas do quadro mas já ouvi uma dizer-me na cara que era bem feito fazermos a prova porque havia muitos colegas incompetentes…
    Quem é incompetente? para mim, o incompetente é aquele que tem aulas preparadas de 10 anos, aquele que não atualiza os seus conhecimentos, aquele que só quer brincar ao “professor”… DE VÓMITOS
    Fico doente!
    Desculpem o desabafo mas sei que, infelizmente, muitos dos meus colegas se vão aproveitar daqueles que vão lutar contra a prova, para terem uma hipótese de conseguir passar à frente dos outros.

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