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A idade média dos professores já vai nos 50,9 anos

 

Por carreiras, o BOEP mostra que a idade média dos trabalhadores supera o valor global de 47,7 anos entre os assistentes técnicos e os assistentes operacionais (com 50,2 e 50, 4 anos, respetivamente),  professores do ensino básico e secundário (50,9 anos).

Para Miguel Lucas Pires, a questão das remunerações e da evolução na carreira poderá ser um problema no recrutamento de pessoas para as carreiras mais qualificadas, porque “no privado as condições são tendencialmente mais favoráveis”.

Junto das menos qualificadas, acredita, o problema é menos relevante devido às condições oferecidas pela administração pública como a estabilidade do vínculo ou a proteção social acrescida.

 

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Vêm aí os computadores para as secretarias das escolas

 

Autoriza a Secretaria-Geral da Educação e Ciência (SGEC) a assumir encargos plurianuais com a aquisição de computadores de secretária (desktop computers), para dotar os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas de meios de computação adequados às necessidades administrativas e de gestão.

Portaria n.º 643-A/2021

 

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Falta de professores também já afeta colégios

 

Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo pede reunião urgente ao Governo.

Falta de professores também já afeta colégios

A falta de professores também já está a pressionar os colégios, que se defendem com o aumento da carga horária dos docentes. Entre as disciplinas mais críticas estão a matemática, físico química, informática e inglês.

A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) pede, por isso, ao Governo medidas imediatas.

Neste contexto, o diretor executivo da AEEP avança à Renascença que ainda, esta segunda-feira, vai seguir para o Ministério da Educação um pedido urgente de reunião.

Rodrigo Queiroz e Melo defende que é possível avançar já com soluções e refere que foi com “alguma surpresa” que ouviu “as notícias do Governo a anunciar que qualquer resolução deste problema teria que ser na próxima legislatura”.

“Se há questões de fundo, que admitimos que não é agora o momento para as lançar, há medidas muito imediatas que não têm qualquer custo financeiro que poderiam ser resolvidas já, nomeadamente ser emitida uma portaria da habilitação própria”, defende Rodrigo Queiroz e Melo, acrescentando que “ainda hoje deve seguir o pedido de reunião urgente”.

Em causa, segundo o diretor executivo da AEEP, está “a portaria pré-Bolonha e, portanto, um licenciado em matemática, agora, não pode lecionar matemática no ensino secundário, sendo que aqui, a única questão é que se licenciou no pós-Bolonha”.

“É uma portaria muito simples e que permitiria recrutar aqui mais uns milhares de professores que não são via de ensino”, conclui Rodrigo Queiroz e Melo.

Os professores fazem greve às horas extraordinárias recentemente contratadas.

O protesto está previsto durar entre 22 e 26 de novembro.

 

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Carta aberta de um professor orgulhoso de o ser – João André Costa

Quando ando na rua, quando ando nos transportes públicos, quando vou jantar fora à Sexta e ao Sábado, quando saio da escola não posso deixar de me surpreender com as conversas alheias de quem ao meu lado se senta.

Rapidamente reconheço os temas, os alunos, os problemas com que nos deparamos no dia a dia entre conteúdos leccionados e pais em apuros mais as crianças e sempre as crianças e quase parece que pelo entusiasmo com que conversam que de facto não saí da escola, ainda lá estou ou então é a escola que sai comigo, sempre viva, sempre presente, consciente, significante, vital, viva.

E não há vergonha nenhuma, antes pelo contrário, só orgulho. Sempre que saio à rua é de todo impossível evitar este arrepio na pele que me percorre de alto a baixo quando, de repente, sinto que pertenço a algo, a um grupo, a um movimento, uma paixão, uma bandeira em riste e quem a leva somos nós, os professores.

Os professores que nunca deixam de o ser e toda as oportunidades são oportunidades para ensinar. Em troca? Em troca reconhecem-nos o mérito nas escolas, desempenhamos funções de coordenação, subimos na carreira e ao fim de 10 anos já estamos no topo. Em troca?

Em troca damos o litro, chegamos ao fim-de-semana com a língua invariavelmente de fora mas sem um livro ou caderno para corrigir ou rever em casa, o trabalho fica todo na escola, só o espírito é que não, esse está em todo o lado, o espírito de missão, e quanto às férias a mesma coisa e as férias fizeram-se para desligar e descansar. Em troca? Em troca leccionamos das 9 da manhã às 3 da tarde, às 3 da tarde os miúdos vão para casa que pouco depois os pais também e os serões, mal ou bem, ainda são em família. Do resto tratamos nós, até porque delinquência ainda há muita e famílias desestruturadas muito mais e a escola é mesmo o pilar social onde ainda tantos procuram o apoio que nunca tiveram.

E para que assim seja trabalhamos em estreita colaboração com assistentes sociais, psicólogos, terapeutas, orientadores profissionais, empresas e escolas técnicas mas também profissionais de saúde, bancos alimentares, decisores políticos entre tantos outros e entre tantos outros somos uns mas unos, parte de um movimento, com um propósito, um fim, um objectivo, que é o mesmo objectivo de todas as crianças: crescer.

Não tenho medo nem vergonha de o dizer: tenho orgulho em ser professor, em ser alguém com um papel activo, relevante. Com as nossas mãos não moldamos apenas vidas mas o nosso futuro.

E ao contrário do que em terras lusas acontece, aqui os governantes não nos atacam, a participação sindical é uma premissa básica e quando nos pisam os calos somos 500 mil nas ruas. Conclusão: não nos pisem os calos.

Quando há 20 anos abdiquei do ensino em Portugal, abdiquei também da incerteza, da precariedade, da subjugação. Abdiquei igualmente dos epítetos de inútil e incapaz com que os meus pares me classificaram: coitado, é professor, diziam. Perfeitamente incapaz em Portugal mas perfeitamente capaz de coordenar o ensino de todas as crianças hospitalizadas de um município de Londres. E de caminho dirigir uma escola. Até hoje. Ainda hoje. Sem favores. Sem conluios nem nepotismo. Sem vender a alma ao Diabo.

Ao que parece, durante os próximos 10 anos a falta de professores em Portugal promete ser uma lacuna difícil de preencher, ou não fossem necessários mais 34000 professores.

Quando há 20 anos acabei o curso havia 30000 professores no desemprego e eu era um deles. A coincidência dos números não é por acaso e se hoje estamos na situação em que estamos tal só acontece porque um país pobre de mentalidades não soube aproveitar os seus recursos. E isto, meus caros, é a verdadeira pobreza. Entretanto? Entretanto passaram 20 anos e os professores à data desempregados fizeram-se à vida, eu também, e já não voltam.

Ou voltam na premissa das mesmas condições salariais e laborais. Se assim for, já temos as malas feitas. Estamos só à espera de um telefonema.

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Pequenas Ideias para a Task Force e Não Só

Para além de todas as análises que são feita neste blog, em especial este último artigo do Davide Martins, existem pequenas medidas que se poderiam fazer para evitar que muitos horários fiquem desertos das reservas de recrutamento.

Enquanto diretor de um agrupamento nunca tive problema com a falta de colocação de professores em nenhuma circunstância, embora este ano me tenha deparado pela primeira vez com este problema. Se para um horário de 11 horas que pedi para o grupo 550 na Reserva de Recrutamento 1 não existiam candidatos, optei por na reserva seguinte fazer crescer este horário para o intervalo tipo 2 (15 a 21 horas). Perdi horas de crédito de escola arriscando que existisse alguém que tivesse concorrido a este intervalo de horário. Tive sorte e de facto consegui a colocação de um professor para este intervalo de horário.

Se não saísse do crédito da escola a aplicação desta medida, muitas das escolas conseguiriam mais facilmente ter um professor colocado. Quem neste momento está na reserva de recrutamento para horários de 8 a 14 horas? Muitos poucos, certamente.

Esta medida poderia ser aplicada de imediato a todos os horários pedidos pelas escolas e que o intervalo do horário pedido fosse sempre o imediato ao número  de horas necessárias, sem prejuízo do crédito de cada escola.

Exemplo: para um horário de 15 a 21 horas o horário deveria ser pedido como completo e para um horário entre 8 a 14 horas o horário deveria ser sempre de 15 horas (intervalo tipo 2).

Desta forma tenho a certeza que os benefícios seriam maiores que os prejuízos.

Isto é apenas uma medida urgente para colmatar algumas ausências de professores, não será para todas as escolas, ou zonas do País, porque já sabemos que os candidatos para algumas zonas já não existem, mas poderia minorizar o problema de muitas escolas.

 

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E agora ME?

Parece que finalmente o Ministério da Educação abandonou a postura negacionista face à óbvia falta de professores. Foi necessário encomendar um estudo à NOVA SBE, para se constatar aquilo que vem sendo anunciado por aqui, há pelo menos, 3 anos. Acho ridículo, com a quantidade de dados que existem sobre questões demográficas altamente previsíveis, que só agora se “descubra” o problema.

No entanto, analisando os horários que vão saindo, percebe-se que há outras “nuances” que agravam o panorama e que não foi alvo do estudo apresentado: não é só a falta de professores que está em causa… é a inexistência de professores para horários incompletos e temporários. Este é também um padrão que vem sendo amplamente referido: alguns grupos (poucos) ainda têm professores disponíveis para preencher esses horários, mas apenas se forem completos e anuais.

Na tabela abaixo são apresentados os horários disponíveis para os contratados ao longo das reservas de recrutamento (RR’S) no QZP 7.

A inexistência de horários para alguns grupos durante as RR’s, não significa que a necessidade não exista, porque depois os horários acabam por ser disponibilizados para Contratação de Escola. Significa, isso sim, que não houve candidatos disponíveis para os preencher.
Nas colunas a amarelo estão os grupos onde ainda existem candidatos para horários completos (como acontece com alguns grupos do 2.º ciclo, na RR12), enquanto a vermelho, esses candidatos já serão residuais ou inexistentes (praticamente todos os grupos do 3.º ciclo e secundário).

Outro dado interessante a analisar na última coluna é a proporção de horários disponibilizados para Contratação de Escola em comparação com aqueles que vão saindo nas Reservas de Recrutamento: nalguns grupos, a quantidade de horários para Contratação de Escola é dez vezes superior àqueles que saíram nas reservas de recrutamento.

E agora ME?

As medidas apresentadas pelo ME para fazer face a este drama, vão no sentido de rever os mecanismos de profissionalização, escancarando as portas do ensino e não acrescentando absolutamente nada que possa tornar a profissão mais atrativa para quem já se encontra no sistema: e falo de contratados e professores do quadro.

Sejamos claros. Tornar a profissão mais atrativa significa:

  • Aumento de ordenados. Os ordenados dos professores aproximam-se assustadoramente do ordenado mínimo. No início da carreira, com renda de casa e deslocações, o professor paga para trabalhar;
  • Integrar quem está na escola pública há mais de 10 e 15 anos. São necessidades do sistema e acabarão por sair se surgir uma alternativa melhor (o que não é difícil);
  • Acabar com as vagas de acesso ao 5º e 7º escalões. Elas não melhoram a qualidade do ensino, não representam uma significativa poupança e deterioram muito o ambiente escolar.
  • Diminuir a idade da reforma. Professores desgastados, desmotivados e muitas vezes doentes, representam apenas mais baixa médicas. Uma baixa médica significa, na melhor das hipóteses, pagar a 2 professores e na pior… alunos sem aulas.
  • Melhorar as condições dos professores nos horários temporários. Prolongar, até 31 de agosto, o contrato dos professores que asseguram as aulas até ao final de maio parece-me de elementar justiça.
  • Melhorar as condições dos professores que ocupam horários incompletos. Uma das melhorias seria eliminar a vergonhosa contagem realizada para a Segurança Social.

O problema não é apenas desta equipa ministerial, porque a anterior foi ainda pior, mas anunciar que se quer tornar a carreira mais atrativa implica melhorar as condições de quem já está no sistema ou então será apenas demagogia que fragilizará a democracia e reforçará os extremismos. 

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ESCOLA – Manuel Rocha

 

Uma desgraça nunca vem só. Já há algum tempo que se tinha dado pela falta de crianças na escola. Mas a notícia, agora, é a da falta de professores. Há quem diga que são os males da modernidade: de um lado os pais que não fazem filhos, do outro o ensino superior que não anda a parir professores. Fosse coisa do destino e estaríamos conversados, já que “o que tem de ser tem muita força” e o poder da oração já não é o que era dantes. Mas não é assim. Não havendo vulcões e ciclones metidos ao barulho, o mundo é mesmo o que se quiser que seja, resultado das vontades do povo que, mesmo quando não tem juízo, é o principal condutor da História. Por isso é que faz sentido contestar a fazedura de um mundo que é chão infértil para os nascimentos e lugar de abandono profissional, por razões de vontade de quem manda.

Houve tempo em que se nascia por impulso natural. À inconveniência das bocas, e suas fomes, juntava-se a oportunidade da multiplicação das mãos na lavra do pouco ganho. Por isso é que, trabalhando, não se saia da pobreza. Enchiam-se as barrigas ao sabor das luas, nascia-se e morria-se sem que isso fosse notícia de espanto particular. Trabalhava-se sem horário nem direito, sem que a escola fosse o início das vidas inteligentes. Os professores não eram, naquele tempo, uma prioridade da Nação, pelo que poucos chegariam às folias universitárias. A generalidade dos portugueses ficava-se pelas poucas letras, e eu, em 1976, estava em Malpica do Tejo e Unhais da Serra, onde conheci alguns dos muitos que esperaram pela democracia – ainda que já em desbotamento – para aprenderem a escrever o nome com que substituiam a cruz envergonhadora que lhes fazia a vez de assinatura nas voltas da burocracia. Era um adolescente investido em alfabetizador nas brigadas do Movimento Alfa.

Os miúdos de agora não viveram esse tempo azedo. E como o que é bom nem se dá por ele, hão de pensar que a Escola que lhes é morada sempre assim existiu e existirá – tão certa como o ar que se respira, isenta de taxas, arredada das lutas que separam quem tem de quem não pode ter. Tendemos a acreditar que o que é justo é eterno. E isso também é conquista democrática, nem que seja pela criação de uma nova realidade, em que Nambuangongo já não é pesadelo juvenil.

O que é que, entretanto, nos aconteceu? O que é que fez com que a oportunidade dos nascimentos tenha perdido no confronto com os horários de trabalho desregulados, o custo da habitação, a magreza do salário? E por que é que a opção pela profissão docente traz em si males iguais ao de não poder existir, acrescentados dos males da estagnação numa carreira que é igual a um funil? Onde estarão os milhares de professores que fugiram da profissão no dia em que fizeram contas à sua vida; ou se cansaram da condição de pais-de-fim-de-semana e da renda do quarto lá longe, ao pé da escola; e da aridez da escola-empresa em laboração para o campeonato rankinguesco? Na “alternância” que nos é oferecida a escola vai passar a ser assunto local – um ministro em cada município, num mapa educativo que é uma manta de retalhos (e, no limite, uma fonte de lucro fácil).

Uma desgraça nunca vem só. Diz quem manda que, para remediar a falta de professores, há que chamar à sala de aula quem não tenha querido ser professor e esteja parado numa qualquer praça de jorna, em que os braços sobrantes se conformem com qualquer função. Como num tempo inverso daquele em que a escola quis ser prioridade da Nação.

In Diário das Beiras

 

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“Não vão ser precisos muitos anos para entrar no quadro” Inês Ramires

 

 

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UMA MÁQUINA DE MATAR PROFESSORES

 

UMA MÁQUINA DE MATAR PROFESSORES

 

Aquela tarde foi crucial. Há anos que os sinais se vinham avolumando. Tudo se tornara, todavia, mais doloroso naquelas semanas, com consequências mais acentuadas, quase irremediáveis. Ao longo do dia, fora oscilando entre a tranquilidade dentro da sala de aula, na presença gratificante dos alunos, e uma perturbação interior sempre que saía desse lugar protegido e acolhedor para outros espaços escolares, onde era obrigado a desenvolver tarefas insanas, de burocrata. Findo o dia, decidi não ir de imediato para casa. Virei à direita, estacionei o carro e entrei no banco do hospital. Fui atendido prontamente por uma médica cujo nome esqueci, mas a quem ficarei eternamente grato. Aplicada uma bateria de exames, tal era o meu estado de saúde, obrigou-me (é esse o termo) a ficar de baixa. Tive de reconhecer. A “escola” estava a dar cabo de mim, ao fim de 25 anos inteiramente dedicados a ela.
Foi muitíssimo difícil assumir a derrota. Ao longo de meses em casa, com tratamento médico e consultas frequentes, tive de reconhecer a minha fragilidade, como vítima de “burnout”, cujas causas conhecia. Vi-me, sobretudo, obrigado a sublinhar que a satisfação e alegria sentida diariamente na sala de aula como professor já não era suficiente para abafar todo o resto. Esse resto não era, aliás, um “resto”. Era, sim, uma avalanche que de súbito caíra sobre mim – e, creio, tem caído sobre centenas ou milhares de docentes cujo brio profissional os tem posto em confronto com um “sistema” que visa destruir o cerne da escola portuguesa, da liberdade de ensino e da aprendizagem sólida e consequente.
Não sei se vale a pena listar as flechas, os tiros e os bombardeamentos que têm sido lançados dos vários organismos do Ministério da Educação contra a dignidade dos professores, contra a solidez e qualidade do conhecimento a construir nos alunos, contra a democracia nas escolas, contra a privacidade, a dignidade e a liberdade das famílias, contra a manutenção de um clima de paz intergeracional nas instituições de ensino, contra os alunos que esperam das salas de aula uma prática consequente, criativa e exigente, contra uma sociedade que deveria ter nas escolas viveiros de cidadãos conhecedores, conscientes e críticos. Tantas têm sido (no último quarto de século) essas munições que seria fastidioso apresentar o seu rol. As consequências estão, todavia, à vista. Três décadas ou quatro depois, voltámos a ter uma grave falta de professores nas escolas portuguesas. E só não há uma debandada geral dos alunos em direcção aos colégios privados que ainda conseguem levar o processo de ensino-aprendizagem a sério porque a generalidade da população portuguesa – mesmo da classe média – não tem dinheiro para pagar as mensalidades exigidas pelas instituições que não recebem apoio do Estado.
A escola pública portuguesa tem sofrido assaltos sucessivos de grupos de pressão que, directa ou indirectamente, se têm instalado nos feios prédios do Aterro lisboeta, à Avenida 24 de Julho. Quem conheça o meio, sabe bem quem o povoa e quem por lá tem influência e é ouvido. As políticas educativas que conseguem impor, graças a eficazes manobras de propaganda, de pressão ou de manipulação, não visam nem alguma vez visaram a qualidade da escola e das aprendizagens. Não querem saber dos alunos nem das famílias nem dos professores. Servem interesses académicos e pessoais, agendas políticas e sociais, estratégias económicas. Pretendem usar a escola como palco, como ferramenta de manipulação ideológica, como caixa multibanco. As técnicas de sedução são exímias. Chegam a cativar muitos docentes, aliciando-os, ludibriando-os, estimulando os seus instintos mais escusos. Sabem recompensá-los. Usam-nos, depois, como armas de arremesso contra os seus colegas que têm a ousadia de pensar pela sua própria cabeça e de afirmar, sem medo, que o rei vai nu, que as “maravilhas fatais” apresentadas em formações e deformações não passam de quinquilharia velha ou sem valor, destinada a enganar meio mundo e a outra metade. A maioria dos professores não é, todavia, parva. Percebe o que está a suceder. Tem percebido. Tem resistido como pode. Essa resistência é conhecida. E detestada por muitos directores, por demasiados colegas, por muitos pais inconscientes e, obviamente, pela tutela do Ministério. Há mais de duas décadas que o assalto vem crescendo.
Ninguém ignora que o assédio moral dentro das escolas é uma realidade constante e reiterada. Quase sempre, subtil. A definição, pescada na Wikipédia (não é preciso ir mais longe), assenta como uma luva no que se passa com muitos docentes portugueses: “a exposição […] a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas […] actos ocorridos durante a jornada de trabalho e no exercício das suas funções […] desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização […] ameaçando o seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho […]”. Com maior ou menor intensidade, é este o dia a dia de muitos professores. Pais envenenados, colegas manipulados ou interesseiros, hierarquias picadas pelo Ministério sujeitam quem quer fazer o seu trabalho honestamente a pressões inimagináveis, a humilhações de que poucos suspeitam. Visam destruir a sua autonomia científica, técnica e pedagógica que, apesar de garantida pelo Estatuto da Carreira Docente, vem sendo dinamitada há muito tempo, com especial intensidade nos últimos seis anos (nos quais têm pontificado os fiéis continuadores da guerrilha promovida com eficácia, entre 2005 e 2009, por uma senhora chamada Maria de Lurdes Rodrigues e seus comparsas). Junte-se a isto a subversão das regras de avaliação do trabalho dos docentes (alvo de um constante tráfico de influências e das mais mirabolantes manobras), o congelamento da sua progressão na carreira, a desconsideração do seu mérito efectivo (em benefício de um lambe-botismo atávico), a intromissão nas suas aulas (que chega ao ponto de impor “coadjuvantes” dentro das salas que, na prática, são muitas vezes vigilantes e bufos), o apagamento ou manipulação do rigor na avaliação e na disciplina – e não serão muitos os resistentes. Quem está perto da reforma, aposenta-se o mais depressa que pode, mesmo com prejuízo na carteira. Quem consegue encontrar uma porta aberta por onde possa fugir, muda de emprego, definitivamente ou durante algum tempo. Outros, infelizmente, não resistem e sofrem graves consequências na sua saúde, nem sempre remediáveis.
Alguém se admira de que os professores escasseiem com este sistemático mecanismo de “assassinato”? Quem se espanta quando, hoje em dia, poucos jovens querem formar-se para exercer a docência nas escolas públicas portuguesas? Só os parvos ou os interesseiros podem mostrar espanto. Só os incautos podem acreditar na hipocrisia daqueles que surgem, agora, muito preocupados (propondo medidas de papelão) quando, na realidade, são eles os responsáveis pela grave situação em que estamos mergulhados. Quem, como eu, se confronta directamente com o nefasto purgatório que é, hoje, a escola pública portuguesa já está à espera de tudo. Como pai e professor, sei do que falo e dolorosamente o escrevo, pois é preciso dar testemunho público, agora mais do que nunca. Seria bom que muitos outros o fizessem, saindo do seu silêncio angustiado ou do alívio das redes sociais e das salas de professores.
Tirei consequências daquele dia em que me vi obrigado a ir ao hospital, aceitando o que os vários médicos me impuseram durante meses e meses. Vi-me obrigado a assumir uma derrota que pôs em causa 25 anos de dedicação aos alunos. Hoje tenho saudades deles. Deles só. Muitos, como eu, voltariam de bom grado ao ensino se a escola voltasse a ser uma escola, deixando de ser um soez campo de batalha ideológico onde só os heróis resistem à estratégia de estupidificação geral que há muito está montada. Não sei o que o futuro nos trará. Não sei o que o futuro me trará quando e se um dia para lá voltar. Só um movimento de 180 graus poderá arrepiar o perigoso caminho que trilhamos. Só assim serão vencidos os “snipers” que vão eliminando os professores, substituindo-os por simulacros baratos sem autonomia, sem ética, sem exigência e sem pensamento próprio.

RUY VENTURA
(escritor e investigador)

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“Vai haver falta de professores num futuro próximo”

 

“Durante a pandemia, a sociedade percebeu o quanto é importante a função docente, porém, logo a seguir esqueceu. Foi preciso o Ministro da Educação, a destempo, vir dizer que dentro em breve vão faltar professores nas escolas. O alarme tocou!

“Vai haver falta de professores num futuro próximo”

Andaram durante anos e anos a maltratar esta classe que sempre foi mal vista, sendo um fardo para qualquer Orçamento do Estado, pois são muitos: já foram 150.000 e atualmente andam à volta de 120.000 professores. São muito mais do que médicos e nem se fala comparado com juízes.

O ministro Tiago Brandão Rodrigues foi o ministro que mais tempo esteve à frente da pasta da Educação, mas o que menos fez pelos professores, contudo, deveria ter sido o contrário.

Todos os obstáculos que se puseram aos professores: desde concursos em que tinham de ir para longe de casa, poderem efetivar-se, não saberem se no ano seguinte teriam emprego, não terem acesso a um horário completo, exercerem no meio de papéis e normas, em vez, de ensinarem, bloqueio da carreira para ganharem um pouco melhor, a não contagem do tempo de serviço, entre outros. Tudo isto levou a que ninguém quisesse ser professor.

Vai haver falta de professores num futuro próximo e não se tratou deste assunto com tempo nem se delineou uma estratégia.

Afinal, os professores são importantes numa democracia adulta e na edificação de uma educação para todos!

A imagem dos professores também passa por quem os representa. Mário Nogueira da FENPROF, toda a gente sabe que é comunista, mas defendeu sempre em primeiro lugar os professores e é das pessoas em Portugal que mais sabe da problemática docente. João Dias da Silva da FNE é social-democrata, sereno e comedido, mas sempre defendeu os professores.

Porém, existe a ANDAEP (Associação Nacional de Diretores de Agrupamento e Escolas Públicas). O seu diretor é diretor de uma escola e acumula com presidente de junta eleito nas listas do PS.

José Manuel Ascenção, presidente da CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais), foi candidato do PSD à Câmara de Gondomar.

Um dos graves problemas dos professores, e o que a eles diz respeito, é a falta de independência de quem os representa, outra é haver entidades a mais a começar por haver sindicatos a mais.

Uma forma, no futuro, de dignificar e fazer respeitar os professores seria criar uma Ordem de Professores. Um professor primário é licenciado como qualquer professor da universidade, que pode ter um mestrado ou um doutoramento. A terminologia há só uma e o seu grau de importância não depende onde exerce. Um pediatra por tratar crianças não deixa de ser médico.

Espero, um dia, ver reconhecida a profissão docente, como algo importante para termos uma sociedade melhor, mais educada e com saber.”

 

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“Sem professores, os alunos não aprendem e o currículo pode não ser cumprido”

 

“Sem professores, os alunos não aprendem e o currículo pode não ser cumprido”

A greve às horas extraordinárias convocada pela Federação Nacional de Professores (Fenprof) a partir de segunda-feira pode, de facto, agravar o problema de falta de professores nas escolas?
Essa [as horas extraordinárias] é uma das formas que os directores de escolas têm para resolver o problema de escassez de docentes. Propomos aos professores efectivos, que já têm horário completo, fazerem horas extraordinárias. A lei permite que se obrigue a isso, mas nós não obrigamos ninguém. O que fazemos é propor aos professores que façam mais algumas horas, para acudir a este problema.

Uma greve a estas horas extraordinárias pode, com certeza, piorar o cenário, mas tudo vai depender do grau de adesão. É bom que se diga que os professores, que não são os sindicatos, querem fazer parte da solução. Por este motivo, estou convencido que a adesão à greve acabará por ser baixa.

A estimativa da Fenprof aponta para 20 a 30 mil alunos que ainda não têm pelo menos um professor. É um número semelhante ao que foi divulgado há um ano e há dois, mais ou menos na mesma altura do ano lectivo. Por que persiste este problema?
O único indício de vontade de resolver o problema que vi até agora foi o estudo das necessidades [de recrutamento] apresentado esta semana pelo Ministério da Educação (ME). Mas as soluções apontadas são para o médio e longo prazo e nós precisamos de soluções a curto prazo também. Os directores têm tentado resolver através da atribuição de horas extraordinárias.

Outra solução seria completar os horários de professores que têm horários incompletos.

Além disso, gostávamos que, a partir do próximo ano, este deixasse de ser um problema das escolas e, para isso, devia ser aberto um concurso extraordinário para vincular professores contratados, que são docentes habilitados e muito experientes, que são precisos no sistema educativo. Penso que é uma solução que depende mais do Ministério das Finanças do que do ME.

O Governo também anunciou a criação de uma task-force que vai trabalhar directamente com as escolas para resolver situações de carência de professores. Ainda não sabemos como é que isto vai funcionar. Este é um problema estrutural e temos que apelar a soluções estruturais, que não passam pela acção de uma task-force, que terá uma acção muito específica, numa dada escola.

Que impacto é que esta ausência, já estrutural, de professores tem junto dos alunos, ainda mais num ano que se anunciava de recuperação das aprendizagens afectadas pela pandemia?
Sem professores, os alunos não aprendem e o currículo pode não ser cumprido. O impacto de tudo isto depende muito do momento em que os professores vão começar a leccionar as aulas.

Alguns docentes ainda estão a chegar às escolas nesta altura e há outros que não sabemos quando virão. Esse prazo vai fazer diferença. As escolas têm estratégias de apoio a estes alunos, atribuindo-lhes mais horas de aprendizagem quando o professor for encontrado, mas está longe de ser a situação ideal. O que devia acontecer era que os alunos tivessem o seu professor no início do ano lectivo a dar a matéria que os currículos prevêem.

Público

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ESTA FOI EM UMA SEMANA EM CHEIO

 

Esta foi mesmo uma semana em cheio.
Na terça-feira, dia 16, tiveram início as celebrações do centenário de José Saramago, que só acontecerá em 2022, com um programa cultural internacional em torno do Nobel da Literatura.
Estas celebrações consolidarão a presença do escritor na história cultural e literária, em Portugal e no estrangeiro, assim como prestarão homenagem à sua figura como cidadão. Amado por uns, odiado por outros, o certo é que Saramago nunca morrerá.
Na mesma terça-feira, reuniu a Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, para discutir aquela medida imoral e puramente economicista, vulgarmente conhecida como “quotas e vagas para acesso aos 5 e 7 escalões”. Sim, aquela que que leva a critérios pouco ou nada claros relativamente à atribuição das notas de muito bom e excelente.
O PAN, o BE e o PCP apresentaram as suas recomendações no sentido de se acabarem com estas injustiças.
Recomendações estas que, sem surpresa, foram rejeitas, com o voto contra do PS e a abstenção do PSD nas iniciativas do PAN e do BE. A iniciativa do PCP foi rejeitada com os votos contra do PS e do PSD.
O costume.
Podem consultar toda a documentação em https://snpl.pt/Discussao-vagas-acesso-5-7escaloes.pdf
Voltando a José Saramago, “O grande problema do nosso sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas democraticamente.”
Na quarta-feira, acordámos com a notícia que o Governo irá criar uma task-force para ajudar escolas com falta de professores.

A criação desta “task-force” será constituída por elementos da DGEE e da DGAE, para ajudar aquelas escolas que ainda têm falta de professores, ou seja, todas ou quase todas de Portugal Continental.
Vamos lá ver se o Ministério da Educação se vai dignar em criar uma “task-force” para negociar com os sindicatos, algo que já devia de ter acontecido há meses.
Na quinta-feira, somos presenteados na SIC Notícias com a entrevista ao ex-Senhor Ministro Nuno Crato, na qual este afirma que a “falta de professores é um “drama anunciado há muito tempo”. Certamente que já se esqueceu de uma entrevista dada ao Semanário Sol, onde defendia que havia profissionais a mais e que a “redução de professores seria inevitável nos próximos anos.
Mudam-se os tempos…
E agora, resta-me desejar-vos um Bom fim-de-semana, pois a semana não foi em cheio por causa do que foi mencionado até agora, mas sim pelas infindáveis reuniões intercalares que tivemos esta semana.

Com os melhores cumprimentos,
Lisboa, 20 de novembro de 2021
A Presidente da Direção Nacional,
Grasiela Rodrigue

 

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O aumento salarial médio por ano adicional de escolaridade tem vindo a descer significativamente

 

A geração da década de 40 tinha menos de 6 anos de escolaridade, em média, quando atingiram os 30 anos de idade. A geração nascida meio século depois (1990-99) duplicou o número de anos de escolaridade. No entanto, a recompensa salarial por cada ano adicional de escolaridade nesta geração mais nova é metade do que se verificava na geração de 1940-49.
Apesar da tendência verificada, a educação continua a ser um catalisador do crescimento económico de cada cidadão e, consequentemente, um forte estímulo à mobilidade social, ainda que esse contributo seja menor para as gerações mais jovens.

 

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Ministro Brandão Rodrigues corre atrás do prejuízo

Ministro Brandão Rodrigues corre atrás do prejuízo

Agora que está de abalada, à última hora e após seis anos de inércia e adormecimento, ministro dá-se conta daquilo que o SPZC tem chamado a atenção há anos. A falta de professores é um problema gigantesco que só pode ser ultrapassado com um investimento sério na Educação. Para já, é fundamental a revalorização da carreira e o rejuvenescimento da classe 

A questão da falta de professores é candente e, como o SPZC e a FNE vêm alertando há anos, não é de agora. Para espanto de todos, até dos mais incautos, Brandão Rodrigues só agora em final de mandato é que se dá conta que o país atravessa este enormíssimo problema. Sendo o político que mais anos passou à frente da pasta da Educação é uma atitude, no mínimo, deplorável e irresponsável. Foram seis anos de inércia e falta de competência para resolver este e outros assuntos que exigiam ações concretas e medidas de fundo. Foi um longo período de hibernação.

Os educadores e professores portugueses são profissionais altamente certificados e qualificados. Desde que o Processo Bolonha foi implementado no Ensino Superior português que só entram nos quadros das escolas quem possuir o grau de mestre (2.º ciclo) e for profissionalizado. Brandão Rodrigues não soube estar à altura da excelência dos docentes que (não) liderou.

Um problema desta magnitude, estrutural, exige medidas de fundo. Esta grave situação não é ultrapassável com medidas de cosmética ou com o aumento do número de horas aos professores, já de si sobrecarregados, nem facilitando o recrutamento de candidatos a docentes sem as necessárias habilitações profissionais.

Desde logo, há que investir fortemente no sector da Educação. E não é isso que tem acontecido. Repare-se, por exemplo, nos valores de referência em relação ao PIB ao longo das últimas décadas: até 2002 houve um aumento, atingindo os 5,1%; a partir daí, regista-se uma descida para os 3,9%.

O SPZC estará atento às propostas que, nesta como noutras matérias, serão apresentadas pelo Executivo que resultar das eleições legislativas de 30 de janeiro próximo.

Uma nota digna de registo respeita à reunião que ocorreu recentemente no âmbito do Ensino Superior que deixou alguns sinais positivos para o sector em termos de progressão nas carreiras. O MCTES mostrou abertura para incluir as propostas do SPZC e da FNE no documento final sobre a progressão nas carreiras dos Politécnicos e das Universidades. O SPZC e a FNE demostraram, uma vez mais, a total disponibilidade para a negociação com o Governo, nesta e noutras matérias, e a defesa intransigente dos docentes.

Entretanto, enquanto não for definido o novo quadro governativo, o SPZC e a FNE estão empenhados na elaboração do caderno reivindicativo, a ser apresentado a todos os partidos com assento parlamentar, e de forma particular o roteiro do ensino e educação para a nova legislatura.

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Quero ouvir o Costa e o Tiago dizer que as escolas são lugares…

 

Na região Norte, relativamente aos surtos detetados nesta região, 69% deles ocorrem em contexto escolar ou universitário.

Na região Centro, no que toca aos surtos identificados, 40% ocorreram em escolas e universidades.

Em Lisboa e Vale do Tejo,  dos surtos registados 39% foram detetados em ambiente escolar e universitário.

região do Alentejo, em relação aos surtos registados, 59% ocorre em escolas e universidades.

região do Algarve, o maior palco de surtos continuam a ser as escolas e universidades, que reúnem 38% deles.

 

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Esta notícia deixa-me preocupado…

O Tiago não é mencionado…

As mexidas no Governo caso o PS ganhe as eleições

 

 

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Lista Colorida – RR12

Lista colorida atualizada com colocados e retirados da RR12.

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325 contratados na RR12

Foram colocados 325 contratados na reserva de recrutamento 12, distribuídos da seguinte forma:

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Projetos de Resolução sobre as quotas do 5.º e 7.º escalões REJEITADOS

Para memória futura. É assim que se torna uma profissão atrativa…

 

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A Excelência do Comentário em Educação…Como Sempre

Ontem, Pela RTP3 | O Meu Quintal

 

Ontem, Na Antena 1 | O Meu Quintal

 

PS:

E já agora boas leituras:

6ª Feira | O Meu Quintal

 

Adoro Embirrar Com Minudências | O Meu Quintal

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Grande campanha para a Força-Tasca

 

 

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O Paulo Guinote explicou problemática da falta de professores

O Paulo Guinote ontem na RTP3 a falar sobre a problemática da falta de professores.

 

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NOESIS – Notícias da Educação

Já está disponível o Boletim mensal NOESIS – Notícias da Educação – do mês de novembro.

Com o objetivo de partilhar e valorizar o que acontece na área da educação em Portugal, este Boletim oferece, mensalmente, uma seleção de notícias sobre eventos, iniciativas e projetos, legislação, publicações e estudos do que de mais relevante se faz neste domínio.

Para este 43.º número, a Direção-Geral da Educação teve a honra de poder contar com um artigo do Professor João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.

O boletim poderá ser subscrito através de mensagem de correio eletrónico enviada para [email protected].

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professora demitida pelo ministério vai “impugnar” decisão em tribunal | Educação | PÚBLICO

Mais investimento e fim dos exames nacionais. Por que razão estão os estudantes nas ruas?

SIC Notícias | Estudantes em protesto exigem obras nas escolas degradadas

Estudantes manifestam-se pelo fim dos exames nacionais e falta de condições | TVI24

Alunos da Escola Artística Soares do Reis no Porto querem mais apoio do Estado | Educação | PÚBLICO

Alunos querem educação sexual menos vaga e mais interessante | Escolas | PÚBLICO

LGBTI nas escolas? Quem está no terreno dispensa discursos apaixonados | Educação | PÚBLICO

Também na educação sexual a participação de pais e alunos pode fazer a diferença | Educação | PÚBLICO

Serviço de Psicologia e Orientação da Escola do Campanário ganha prémio nacional

Alunos da Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve conquistam o 1º lugar do Concurso Goût de France

Escola D. Duarte vai ser o “quartel-general” do Europeu de Kayak Polo

Cabeço Santo: Um projeto único em Portugal – Notícias de Aveiro

Alunos da EB2,3 do Maxial realizaram ação de Reflorestação do Pinhal de Leiria

Mais de 850 crianças participam na 3.ª edição das Olimpíadas de Educação Financeira » Educare – O Portal de Educação

Antena Livre | Vila de Rei: Crianças do pré-escolar com tablets à disposição

Escolas da Região estudam o uso de tablets em aula a partir do 5.º ano

Alunos da EPATV plantaram castanheiro e assistiram a palestra sobre a importância da água – O Vilaverdense

Universidade do Algarve ensina alunos de Lagos a serem empreendedores

UAlg leva “Lagos Empreendedor” à Escola Secundária Júlio Dantas

“É fundamental que haja educação e cultura ambiental”, defendeu Ministro em Lousada | Verdadeiro Olhar

‘Flexibilidade Curricular’ fechou inscrições com 422 participantes

Câmara de Torres Vedras lança concurso de 2,3ME para centro Escolar do Turcifal

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professora Fátima Pinto desvaloriza resultados do ranking das escolas – Linhas de Elvas

 

VN Barquinha | Agrupamento de Escolas inaugura Sala de “Ambientes Educativos Inovadores” | Médio Tejo

 

Projeto “Mais Atitude Positiva” aprovado no progrma 7ª Geração do Programa Escolhas

 

Estudantes de Celorico de Basto recebem instrução sobre o mercado de trabalho – Jornal A VERDADE

 

Vanessa Sofia ficou em segundo lugar em concurso – Gazeta Das Caldas

 

Grupo de alunos da Secundária promove Passeio Solidário de BTT – O Amarense

 

Antena Livre | Constância: Dezenas de crianças e jovens no 26º Olímpico Jovem e Megas do Desporto Escolar

 

Alunas de Turismo levaram cães da GNR à escola – O Amarense

 

Vereação aprova 50 mil euros para as escolas do concelho | Diário da Região Setubalense

 

No Rómulo há uma escola que cria pequenos cientistas

 

Paredes de Coura: Crianças e jovens já preparam a Feira da Troca de Sementes do próximo sábado

 

Agrupamento de Escolas Figueira Mar implementa projecto «Biblioteca Sempre Presente» – Educação – Figueira na Hora

 

“Existe um projeto da CIMAC para resolver o problema do amianto nas escolas de Vila Viçosa”, diz Rui Sá (c/som) – Rádio Campanário

 

AEFN esquia na Serra da Estrela ~ Foz ao Minuto

 

Abrantes | Alunas do Agrupamento de Escolas nº2 apuradas no Concurso Municipal de Leitura | Médio Tejo

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Abandono escolar precoce atinge mínimos históricos

 

Portugal e Alemanha reforçam cooperação no ensino e na formação profissional

 

Livro de crónicas de aluna da Secundária Gil Eanes lançado em Lagos

 

Águas de Portugal lança jogo online para comunidade escolar e população | Diário da Região Setubalense

 

Escola de Martim Longo ganha nova sala de expressão artística

 

“Creactivity” estaciona em Amarante de 11 a 14 de fevereiro – Paivense

 

Professores universitários vão processar o governo

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Música – Professores de música preocupados com falta de vigilantes para provas de aferição – AVE admite falta de docentes com formação para a vigilância mas promete recorrer a docentes do 1.º ciclo, secundário e conservatórios. Associação de Educação Musical defende que não existem em número suficiente
Nacional – Quatro organizações rejeitam ″processo de municipalização da Educação″ – Organizações representativas de pais, professores, dirigentes escolares e trabalhadores não docentes rejeitaram hoje, em Viseu, o que chamam de “processo de municipalização da Educação”, por considerarem que será “muito negativo” para a escola pública.
Trás-os-Montes vai investir seis milhões na área da educação para fixar população | Desertificação | PÚBLICO – Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes vai investir cerca de seis milhões de euros na educação, num território onde o insucesso e o abandono escolar ainda apresentam números acima da média nacional, anunciou nesta segunda-feira aquela entidade.
Atividades de enriquecimento escolar. Escolas “não estão preparadas” – Renascença – Os pais e encarregados de educação que formam a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) consideram que a maioria das escolas não tem condições para dar mais horas de expressões física e artísticas aos alunos. “A intenção [do Governo] é boa, mas haverá muito a fazer nas escolas para garantir estas aprendizagens”, afirma Rui Martins, dirigente daquela confederação.
Parada no tempo e cheia de problemas, Escola Secundária do Lumiar está em “situação limite” • O Corvo – Na única escola secundária da freguesia do Lumiar, a mais populosa de Lisboa, há água a cair do tecto na cozinha e nas salas de aula. Numa delas, até chove “como na rua”. Os chafarizes não funcionam, o mobiliário exterior está partido e, por vezes, vêem-se ratos. A maioria dos estores não fecha e as janelas estão pregadas, dificultando a entrada de luz. No Inverno, há alunos com mantas e cobertores, para suportarem o frio que se sente no equipamento escolar. À semelhança de outras escolas da cidade, esta, com 900 alunos, também tem amianto nos revestimentos. A comissão instaladora da Associação de Pais da Escola Secundária do Lumiar lançou, por isso, uma petição a exigir obras urgentes.
Autarquia requalificou Escola de S. Bento da Batalha (c/vídeo) – Jornal do Ave – Aos problemas de infiltração e pontos de luz necessários, a Câmara Municipal de Santo Tirso respondeu com obras de requalificação. Nove anos depois da última beneficiação, a escola de S. Bento da Batalha foi alvo de nova intervenção, num investimento que rondou os 75 mil euros e que visou a substituição de clarabóias, reabilitação das fachadas do edifício, pintura das paredes exteriores, trabalhos de melhoramento e conservação do interior das salas de aula e biblioteca e reabilitação do campo de jogos.
Acordo desbloqueia obras na escola com piores condições do concelho de Vila Franca de Xira | Educação | PÚBLICO – Câmara e Ministério projectam investimento de 4 milhões. Pais e Junta de Vialonga acham “pouco”

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Docentes pedem à AR que reconheça mestrados e doutoramentos dos contratados » Educare – O Portal de Educação – O Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) quer que os graus obtidos antes da integração na carreira passem a contar para a progressão de escalões, tendo pedido a intervenção dos grupos parlamentares.

Todas as vagas abertas para os concursos de professores terão de ser preenchidas | Educação | PÚBLICO – Ministério da Educação não pode voltar a anular vagas sob pena de ir contra a Lei do Orçamento de Estado. Tutela esclarece que os docentes do ensino particular não poderão concorrer ao concurso para a vinculação extraordinária de professores a contrato.

Educação – Ministério garante que professores de colégios não ocuparão lugares do público – Sindicatos receavam que centenas de docentes do privado entrassem nos concursos, mas o ministro Tiago Brandão Rodrigues garantiu ontem ao DN que estes lugares estão reservados aos professores das escolas do Estado

Ministro da Educação desvaloriza polémica em torno do concurso de professores – Arrancou na passada segunda-feira o concurso de professores para entrar nos quadros e já está envolto uma polémica por causa das regras que os sindicatos consideram ser ilegais. O Ministro da Educação desvaloriza o assunto.

Concurso extraordinário de professores suscita polémica | TVI24

Professores concentram-se na Assembleia Regional contra alterações ao decreto dos concursos esta quarta-feira – O Jornal Económico – A concentração é promovida pelo Sindicato dos Professores da Madeira que teme que estas alterações levem a uma redução drásticas de docentes contratados e à sobrecarga de trabalho dos professores do quadro.

“Políticas educativas da Região promovem emprego docente” – Secretário diz que vai haver 2 zonas, correspondentes à Madeira e Porto SAnto

Expresso | Controlo de moradas nas matrículas escolares vai ser mais apertado

Portugal reduz taxa de abandono escolar e aumenta a de licenciados mas continua aquém das metas para 2020 | Educação | PÚBLICO – No ano passado 12,6% dos jovens entre os 18 e os 24 anos saíram demasiado cedo do sistema de educação e formação. A média da União Europeia foi de 10,6%.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Diretores das escolas públicas queixam-se de computadores ultrapassados e Internet lenta – Computadores ultrapassados e Internet lenta. São queixas dos diretores e professores das escolas públicas, que acusam o governo de não renovar o equipamento informático das instituições de ensino há 10 anos. Os profissionais da educação garantem que com a atual infraestrutura não é possível implementar a literacia digital.

 

A educação de infância merece toda a nossa atenção – Observador – Atendendo ao impacto de políticas e práticas de Primeira Infância, é um imperativo nacional que todos os intervenientes se foquem em implementar o que funciona e produz resultados desejáveis.

 

Nacional – PEV acusa Governo de fazer ″apagão″ na carreira dos professores e exige ″justiça″ – A deputada do PEV Heloísa Apolónia acusou hoje o Governo de se preparar para fazer “um apagão” na contagem do tempo de serviço para a progressão das carreiras dos professores, com o primeiro-ministro a lamentar a posição dos sindicatos.

 

“Não podemos pôr em risco o descongelamento de todos os funcionários públicos” > TVI24 – Ministro diz que proposta apresentada aos professores é a única “possível”. Docentes cumpriram nesta quarta-feira o segundo dia de greves regionais

 

Educação | Greve de professores fecha mais de 100 escolas na região Centro | PÚBLICO – Mário Nogueira acusa ministro da Educação de ter “discurso chantagista” e aconselha-o a não ir por aí.

 

Adesão à greve dos professores na região Centro “na ordem dos 75%” – Observador – O terceiro de quatro dias de greve dos professores, na região Centro, registou uma adesão “na ordem dos 75%”, anunciou Mário Nogueira.

 

Fenprof avança com “grande manifestação” se Governo mantiver posição > TVI24 – O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirmou esta quinta-feira que, a manter-se a posição do Governo relativamente ao descongelamento das carreiras dos docentes, os professores vão avançar com uma grande manifestação no início do terceiro período. A manter-se tudo aquilo que até agora temos vindo a observar, que é uma inflexibilidade total do Governo, pois claro que o terceiro período vai começar com uma grande manifestação”, disse Mário Nogueira, que falava junto à Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, quando decorre o terceiro de quatro dias de greve dos docentes, cuja principal motivação é a falta de consenso sobre a contagem de todo o tempo de serviço, no processo de descongelamento das carreiras da Função Pública.

 

Nacional – Greve/Professores: Em Viseu, pais pediram compreensão ao patrão e ajuda aos avós – O apelo à compreensão do patrão e o recurso aos avós foram estratégias delineadas antecipadamente por pais para enfrentarem a greve dos professores que, de acordo com o sindicato, está hoje a contar com uma grande adesão em Viseu.

 

Alunos apanhados de surpresa com “furos” em escola de Coimbra > TVI24 – Os “furos” motivados pela greve dos professores apanharam esta quinta-feira de surpresa os alunos da Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, concelho onde vários estabelecimentos tiveram de encerrar.

 

Greve dos Professores: Duas adesões em Pedrógão Grande num universo de 43 docentes – Atualidade – SAPO 24

 

Greve dos professores com adesão de 40% em Aveiro

 

Escolas de Viseu afetadas em 60% pela greve dos professores

 

Melhores alunos de Aljezur vão receber “prenda” de 500 euros no final do ano | Sul Informação

 

Crianças de Viana do Alentejo celebram Dia da Árvore – Jornal diariOnline – Região Sul

 

Alcains: Agrupamento recebe 2.ª concentração de xadrez | Reconquista

 

Rádio Condestável – SERTÃ – Aluna do AES vence concurso nacional de vídeo – Alertando para mudança de comportamentos a favor do ambiente… Maria Nunes frequenta o terceiro ano do Curso Profissional de Técnico de Multimédia na Escola Secundária da Sertã e venceu o concurso nacional de vídeo da QUALIFICA 2018, a Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego.

 

Diário As Beiras – Alunos de Poiares lançam sugestões sobre cuidar da floresta

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Monção: Alunos do 12º ensinam crianças do 4º ano a fazer experiências de Química e Física – O Banco Local de Voluntariado de Monção lançou o desafio e sete alunos do 12.º ano do Agrupamento de Escolas de Monção responderam afirmativamente ao repto. Desta forma, nasceu a Fábrica de Experiências, programa de voluntariado que tem como objetivo fazer crescer o bichinho da química e física junto das crianças monçanenses.

 

Não há ajuda para famílias com problemas? Guia para “fugir” à SuperNanny – Observador – Nas redes pública e privada há várias respostas para pais em apuros, desde consultas a acompanhamento familiar gratuito. De norte a sul do país, este é um guia para “fugir” à SuperNanny.

 

Educação. Já há guiões sobre questões de género nas aulas de todos os ciclos – CIG publica quinto Guião de Educação, dirigido ao ensino secundário, para ajudar os professores a ensinar com uma perspectiva de género. Aos docentes de oito disciplinas pede-se que sublinhem o contributo de mulheres para cada uma das áreas.

 

Educação. Escolas sem pessoal qualificado para aplicar novo plano contabilístico – Auditoria do Tribunal de Contas dá conta de erros na contabilização de receitas e despesas e diz que mais de 90% das escolas ainda optam pelo regime simplificado.

 

Tribunal de Contas quer contabilistas nas escolas

 

Educação. Governo afasta delegados do Alentejo e Algarve – Processos disciplinares por comportamento indevido e por uso indevido de viatura vão levar à saída do dirigente do Algarve. Atraso na contratação de auxiliares dita a exoneração do delegado do Alentejo

 

Eles hoje aprendem de maneira diferente… Ah é?! – Observador – Os estudos mostram que “a presença ubíqua da tecnologia entre os jovens não lhes traz como resultado uma melhoria na coleta de informação, na procura de informação nem nas capacidades de avaliação”.

 

TIC: mitos, desafios, passado e futuro » Educare – O Portal de Educação – António Dias de Figueiredo, professor catedrático, investigador na área das TIC na aprendizagem, avisa que as escolas estão a produzir mais seguidores do que líderes, mais imitadores do que criadores, mais ouvintes do que concretizadores. E que há ideias feitas e metodologias que chocam com o mundo de hoje.

 

Ministro da Educação diz que foram lançados os alicerces para um espaço europeu de educação » Educare – O Portal de Educação

 

Município promove a prática de minigolfe na educação pré-escolar

 

Município de Penacova faz Gala de Mérito Escolar – Notícias de Coimbra

 

CDS pede explicações sobre falta de professor de Inglês na Secundária Manuel Cargaleiro, no Seixal

 

Lisboa: Escola fechada devido a praga de ratos reavaliada segunda-feira – Atualidade – SAPO 24 – A situação da Escola Secundária do Restelo, fechada desde quinta-feira devido a uma praga de ratos, vai ser reavaliada na segunda-feira, depois de uma desratização que ainda decorre hoje, disse o vereador da Educação da Câmara de Lisboa.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

SuperNanny, uma boa desculpa para falarmos de educação parental? – A polémica gerada pelo novo programa da SIC pôs o país a discutir o interesse supremo da criança e os limites da exposição pública dos menores. E porque não falar abertamente sobre o árduo trabalho emocional que a parentalidade exige?

 

Bloco quer que o Governo faça “pressão” para tirar “Supernanny” do ar – ZAP – A SIC finca o pé e pretende manter “Supernanny” no ar, apesar da onda de críticas em torno do programa. O caso já chegou à política com o Bloco de Esquerda a pedir ao Governo para fazer “pressão” para a suspensão do formato.

 

Expresso | Incentivos monetários podem estimular a prestação escolar de alunos americanos – O que pode influenciar os resultados de testes realizados por estudantes de 15 anos na área da ciência, da matemática e na compreensão escrita e de leitura? Ao contrário do que se pode pensar, a resposta pode não estar tanto nas capacidades dos alunos mas sim na motivação

 

Educação. Sindicatos de professores de novo unidos em protesto contra o Governo – Dez estruturas sindicais, entre as quais se contam a Fenprof e a FNE, exortaram o Governo a cumprir compromissos. Lusa 17 de Janeiro de 2018, 20:51

 

Sindicatos de professores exigem respeito | AbrilAbril – Da reunião dos sindicatos da Educação, realizada esta quarta-feira, saiu o aviso ao Governo de que «ou honra os compromissos» assinados em Novembro, ou os professores entram em luta. Ainda esta semana será solicitada audiência ao primeiro-ministro.

 

Segurança. Especialista desmente efeitos cancerígenos de novo material usado nas escolas – Poliuretano não é considerado cancerígeno pela Organização Mundial de Saúde, apesar dos alertas que são feitos pela Quercus, afirma responsável pelo Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da Direcção-Geral da Saúde.

 

Governo desbloqueia 70 mil euros para escola secundária de Évora – País – RTP Notícias – O Governo vai disponibilizar uma verba de 70 mil euros para “resolver os problemas que existem na Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, que esta quarta-feira não abriu por falta de condições, anunciou o ministro da Educação.

 

Diário As Beiras – Opinião: Para quando a reabilitação da Escola Secundária José Falcão? – Vai longa a luta, muito justa, de professores, pais, alunos e cidadãos de Coimbra pela urgente requalificação da “José Falcão”. Um passo importante foi dado no Parlamento com a aprovação unânime de projectos de resolução, apresentados por vários partidos, instando o governo a proceder à urgente requalificação do edifício do antigo Liceu D. João III, actual Escola Secundária José Falcão.

 

CDS-PP acusa Governo de “estalinização da comunicação”, ministro desvaloriza “ruído” – Atualidade – SAPO 24 – A deputada do CDS-PP Cecília Meireles acusou hoje o Governo de “estalinização da comunicação” quanto aos dados disponíveis sobre os ‘rankings’ das escolas, enquanto o ministro da Educação desvalorizou aquele “ruído”.

 

Economia – Deputado do PSD pede ao Governo início das obras em escola de Marco de Canaveses – O deputado do PSD Luís Vales entregou hoje no parlamento um projeto de resolução a recomendar ao Governo o início das obras de reparação na Escola Secundária de Alpendurada, Marco de Canaveses.

 

Solidariedade escolar ajuda 12 famílias – Durante o mês de Dezembro, a Escola Básica e Secundária da Calheta levou a cabo diversas actividades solidárias, nomeadamente a promoção de uma feira solidária realizada por ocasião do dia do 36.º aniversário da instituição, promoveu também uma campanha de solidariedade, que vai já na sua oitava edição, e organizou a IV Caminhada Solidária. Associou-se ainda à campanha do Banco Alimentar Contra a Fome – Madeira.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Os mitos educativos que estão a deixar as crianças viciadas em tecnologia – Observador – Há mitos na educação que a ciência rejeita e que ajudam a propagar o vício precoce nas tecnologias digitais. Não, a criança não precisa de smartphones para estimular a sua “inteligência ilimitada”.

 

Autonomia das escolas: ficção ou realidade? » Educare – O Portal de Educação – Em Portugal, as escolas não têm autonomia para gerir professores, os currículos estão essencialmente nas mãos do poder central, os resultados dos testes comandam a organização escolar. Mas não é nas escolas com mais autonomia que as notas dos alunos são melhores.

 

Material que substitui amianto nas escolas “é tóxico e altamente inflamável” – País – RTP Notícias – Materiais mais económicos, muitas vezes inflamáveis e menos duráveis estão a comprometer a segurança dos edifícios, nomeadamente das escolas. O alerta é da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, que diz que as coberturas de amianto existentes nos estabelecimentos de ensino estão a ser substituídas por material “altamente inflamável” e até cancerígeno. O ministro da Educação já veio dizer que os regulamentos em vigor estão a ser respeitados.

 

Material substituto de amianto nas escolas é inflamável e cancerígeno > TVI24

 

CDS denuncia “publicidade enganosa”, ministro diz que educação está “bem melhor” – Atualidade – SAPO 24 – A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa confrontou hoje o Ministro da Educação com problemas quotidianos de falta de condições nas escolas e acusou o Governo do PS de “publicidade enganosa” quanto ao sucesso escolar.

 

Educação. CNE vai estudar escolas resilientes para recolher exemplos de boas práticas – Estudo deverá estar pronto dentro de dois anos, disse a presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Emília Brederode Santos.

 

Educação. “Os alunos têm mais a dizer do que as pessoas pensam” – No “Dia do Perfil do Aluno”, o Agrupamento de Escolas de Caneças vai pôr os estudantes mais velhos a falar com os mais novos sobre estratégias para melhorar as aprendizagens. Uma iniciativa para se juntar às que rompem a rotina, numa das escolas que está a testar a flexibilidade curricular.

 

Uma escola que quebrou as rotinas – No Agrupamento de Escolas de Rio Tinto, no Porto, há já algum tempo que as rotinas foram alteradas. Os alunos são motivados a procurar conhecimento além do científico e a trabalhar em grupo.

 

Cantanhede: ″Dia do Perfil″ responde a uma necessidade social – No Agrupamento de Escolas de Cantanhede, o dia do perfil vai estender-se por duas semanas.

 

Câmara de Évora culpa Governo de protelar solução para escola que fechou > TVI24 – Autarquia diz-se disponível para encontrar solução “equilibrada entre aquilo que são as responsabilidades do Governo e as da câmara”. Secundária André de Gouveia está fechada, sem aulas

 

Câmara de Évora disponível para solução que permita obras em escola hoje sem aulas – País – RTP Notícias – O autarca de Évora, Carlos Pinto de Sá, manifestou disponibilidade para encontrar soluções com o Governo que permitam a realização de obras na Escola Secundária André de Gouveia (ESAG), hoje sem aulas por inexistência de “condições mínimas”.

 

Refeições escolares: “As crianças passam fome” – Portugal – SÁBADO – A Associação de Pais da Escola Básica do Parque das Nações apresentou um relatório sobre a má qualidade das refeições à Câmara de Lisboa. A autarquia reconhece o problema

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professores de Língua Gestual recusam tempo de serviço a zeros

Professores lesados em concurso montam vigília em frente a Belém – Observador

Fenprof chama todos os sindicatos a discutir luta conjunta – Atualidade – SAPO 24

Educação. Fenprof apela a todos os sindicatos de professores para luta conjunta

Nacional – SIPE disponível para luta conjunta com restantes sindicatos de professores

Não há renovação à vista, profissão continuará envelhecida » Educare – O Portal de Educação

O mapa educativo do país não é todo igual » Educare – O Portal de Educação

Opinião. Mais respeito pela Educação!

Educação. ASAE instaura processos a 23 escolas por falta de condições nas cantinas

Educação – Nova prova de Matemática do 12.º ano é uma das incógnitas de 2018 na Educação

Sindicato dos Jornalistas quer alunos mais conscientes do que é Informação

Educação. Pais saúdam cheque-livro e liberdade de escolha na compra de manuais

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Aprendizagem ao longo da vida abrange mais 1 milhão de adultos do que há 10 anos » Educare – O Portal de Educação
Portugal é país da UE com maior aumento de adultos a falar línguas estrangeiras » Educare – O Portal de Educação
Madeira conta tempo congelado a docentes – Correio da Manhã
Será dada “alguma relevância” ao tempo de serviço congelado dos professores – Correio da Manhã
Professores: tempo de serviço congelado terá “alguma relevância” > TVI24
Ministro envia carta aos professores antecipando negociações – ECO
Educação. Concursos de professores: mudanças em análise na comissão parlamentar de educação
Educação. Flexibilidade curricular: os maiores receios estão no 10.º ano
Educação. A flexibilidade curricular “está só a começar”. Mas já se lhe começam a conhecer méritos e defeitos
Educação – Auxiliares prometidos pelo governo chegam a conta-gotas
Tiago Brandão Rodrigues: Governo tem políticas para contrariar problemas na educação

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Duolingo – A aplicação que já pôs quase um milhão de portugueses a aprender línguas

Sampaio da Nóvoa: “Portugal não tem universidades a mais, mas tem universidades demasiadamente iguais” – SAPO 24

Educação. Concurso de delegados não ata nem desata

Formação para professores vai ajudar a melhorar educação ambiental dos alunos | Sul Informação

Estudantes do Secundário exigem escola a que têm direito | AbrilAbril

Catarina Martins ouviu queixas de alunos e defende educação como prioridade – Correio da Manhã

Escolas, hospitais e ginásios sem auditorias obrigatórias à qualidade do ar há quatro anos

Câmara de Ourique encerra balneário do Pavilhão da Escola EB 2,3 e Secundária após deteção de legionella | Sul Informação

Ourique. PSD exige ao Governo esclarecimentos sobre caso de “Legionella” em escola

Braga vai apoiar percurso escolar de jovens com dificuldades económicas – O MINHO

Projeto para combater abandono e violência escolar arranca em Vila Franca de Xira – SAPO 24

Comemorações: Dia Internacional das Cidades Educadoras

Vila de Rei: Agrupamento de Escolas desenvolve projeto “Indiferença” com a Casa dos Avós

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Educação – Duas medalhas de bronze para Portugal nas Olimpíadas da Matemática

EPIS financia com 120 mil euros investigação no combate ao insucesso escolar – Atualidade – SAPO 24

Nacional – Fenprof acusa Governo de recusar turmas legais de pré-escolar, tutela nega

Fenprof quer que CE obrigue Portugal a agir contra abuso nos contratos a termo – Portugal – Correio da Manhã

Conselho Nacional de Educação contra ano escolar com dois semestres – Renascença

Directores das escolas defendem ano dividido em dois semestres – Educação – Jornal de Negócios

 

Polícia foi chamada ao Liceu Pedro Nunes para acalmar pais revoltados com matrículas – Observador

Os pais do Filipa de Lencastre que dão luta aos «falsos encarregados de educação»

Moradas falsas: “As escolas públicas não são todas iguais” > TVI24

Provedor de Justiça recebeu 36 queixas relacionadas com matrículas escolares em 2016 – Observador

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Menos de dois meses para avaliar precários – Política – Correio da Manhã

Jovens vivem ligados à net e muitos deixam a escola antes de tempo

Visão | Qual a idade ideal para entrar para a Escola Primária?

Reforçar o ensino do português no Luxemburgo – PÚBLICO

Pela primeira vez em oito anos, as aulas em Camarate já não são em contentores – PÚBLICO

Golfe “aumenta os níveis de concentração” e “desperta o interesse pela escola”

Ciência Viva – Satélites do tamanho de latas feitos por alunos do secundário voam nos Açores

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Pais contra missa pascal na escola em horário letivo

Pais contra 1º ciclo sem Educação Física – Sociedade – Correio da Manhã

Bruxelas escolhe projeto “Náutica nas Escolas” como “exemplo de boas práticas desportivas” | Rádio Alto Minho

“Hole in 1 Challenge 2017” chega a mais duas escolas

Expresso | Ser gordo é a principal causa de discriminação nas escolas

Estudo da UMinho conclui que aspeto físico é a principal causa de agressão nas escolas | Braga TV

Reforçar a autoestima para diminuir chumbos » Educare – O Portal de Educação

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Como chegar a alunos que muitos deram como perdidos? Mais perguntas do que respostas – PÚBLICO

Novos professores tutores querem mudar comportamentos – PÚBLICO

As escolas dos nossos filhos são saudáveis? – Francisco Rodrigues – SÁBADO

Tem filhos no 1.º Ciclo? Estas são as novas disciplinas que poderá aprender – O Jornal Económico

Novo perfil do aluno implicará revisão curricular, diz projecto de parecer do CNE – PÚBLICO

Conselho Nacional de Educação adia votação de parecer em que dizia que novo Perfil do Aluno implica revisão curricular – Observador

Perfil do aluno deve incluir cultura científica e matemática – Açoriano Oriental

Projeto de parecer sobre perfil do aluno foi retirado – Conselho Nacional de Educação

David Justino defende “cuidado” na questão dos ‘numerus clausus’ – Observador

Correcção de notas inflacionadas à entrada das universidades merece reservas – PÚBLICO

Exames nacionais devem ter menos peso na entrada para o Superior

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

SIC Notícias | Psicólogos querem contribuir para prevenir indisciplina e violência escolar

Proposto código de boas práticas para afastar a publicidade das escolas – PÚBLICO

Pais querem mais ação na luta contra a indisciplina nas escolas » Educare – O Portal de Educação

Indisciplina nas escolas: é urgente tomar medidas, dizem pais. Governo desdramatiza – Atualidade – SAPO 24

Indisciplina incluiu Madeira

‘Nós, Cidadãos!’ questiona Secretaria da Educação

Conhecer Portugal através da Ciência e da Cultura com a Ciência Viva e a Vodafone

CENTRO GIS: O COMBATE À EXCLUSÃO PASSA PELA EDUCAÇÃO – Jornal Universitário do Porto

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