O objetivo é que a t-shirt fique como recordação histórica de algo que não chegou a acontecer. Serão impressas e enviadas as t-shirts logo que chegue ao objetivo inicial de 30 pedidos, sendo que a data limite para a reserva é o dia 8 de Dezembro de forma que todas as t-shirts cheguem a tempo do dia 18.
Podem juntar várias t-shirts numa única encomenda, assim acabam por poupar nos portes do correio e fica também uma boa solução para quem não tem a forma de pagamento que esta empresa pede na reserva.
Pixies – 11.10.2013 – Great Hall Lucerna, Prague, Czech Republic (Full Concert)
Setlist:
01. In Heaven (Lady In The Radiator Song)
02. Andro Queen
03. Mr. Grieves
04. Crackity Jones
05. River Euphrates
06. Allison
07. Velouria
08. Bagboy
09. Indie Cindy
10. Something Against You
11. Isla de Encanta
12. Tame
13. What Goes Boom
14. La La Love You
15. Here Comes Your Man
16. Nimrod’s Son
17. The Holiday Song
18. Magdalena 318
19. Hey
20. I’ve Been Tired
21. Debaser
22. Motorway To Roswell
23. Ed Is Dead
24. Gouge Away
25. Monkey Gone to Heaven
26. Vamos
Encore:
27. Bone Machine
28. Where Is My Mind?
29. Heroes (David Bowie’s Song Playing In the Background)
Como digo na entrevista ao DN, é mais fácil haver uma manifestação pública para a recusa da correção da prova do que essa manifestação pela aceitação da correção. Na próxima segunda-feira, último dia para os professores manifestarem a vontade de corrigir a questão “extensa”, será também decisivo para sabermos até que ponto o MEC vai avançar com procedimentos para o dia 18 ou não.
O ping pong das providências cautelares já beneficiou o MEC no concurso extraordinário, apesar do TC mais tarde ter declarado algumas normas desse concurso inconstitucionais. Tenho receio que o mesmo aconteça agora e que só depois da prova ser realizada o mesmo tribunal constitucional venha anular os efeitos da prova de dia 18.
Se há dúvidas que isso aconteça? Eu não tenho muitas. E mais uma vez o MEC vai provar que foi incompetente a conduzir este processo.
O Programa abrange os trabalhadores docentes a que se refere o artigo 1.º do Estatuto dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, dos estabelecimentos de educação ou de ensino dependentes do Ministério da Educação e Ciência que reúnam cumulativamente as seguintes condições:
Tenham idade inferior a 60 anos;
Sejam detentores de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado;
Estejam inseridos na carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, dos estabelecimentos de educação ou de ensino dependentes do Ministério da Educação e Ciência.
Não são abrangidos pelo Programa os docentes que, à data da entrada em vigor da presente portaria, se encontrem a aguardar decisão de pedido de aposentação ou de reforma antecipada
A adesão ao Programa tem por princípio a manifestação da vontade expressa do trabalhador docente.
O simulador basta certo com as tabelas que publiquei aqui para docentes dos grupos 100, 110, 240 e 530 e aqui para os restantes docentes, sempre que os dados inseridos digam respeito a anos completos e sem os suplementos remuneratórios.
A título individual, Edviges Ferreira já rejeitou o convite que lhe foi feito, alegando que a proposta de pagamento de três euros por prova “é ridícula”.
1 – O calendário de realização das componentes comum e específica da prova é fixado por despacho do membro do Governo responsável pela área da educação.
1 – A realização da prova é publicitada pelo IAVE, I.P., mediante aviso publicado na 2.ª série do Diário da República e na respetiva página eletrónica.
2 – Entre a data da publicitação da realização da prova e a data da realização da sua primeira componente deve mediar um mínimo de 20 dias úteis.
Artigo 14.º
Guia da prova
1 – Até cinco dias úteis, após a publicação do aviso a que se refere o artigo 12.º, é divulgado na página eletrónica do IAVE, I.P., um «Guia da Prova», que contém as normas práticas do seu processo de realização.
Assim, a data que conhecemos para a realização da prova de avaliação é o dia 18 de Dezembro e existe apenas a obrigação da publicação do aviso para a realização da prova com o mínimo de 20 dias úteis de antecedência.
As contas devem ser feitas do dia 18 de Dezembro para trás e a data limite para a publicação do aviso da prova é o dia 19 de Novembro de 2013.
Por isso não iludam os professores a dizer que as providências cautelares estão a causar atraso neste processo.
São 1275 os professores e educadores que se encontram na lista de aposentados com efeitos ao dia 1 de Dezembro de 2013.
Já é possível fechar o número de docentes aposentados que trabalharam para o MEC, no continente (os dados dos docentes das ilhas não estão aqui incluídos)
… os deputados do PS bem podiam enviar a Prova de Avaliação para o Tribunal Constitucional pela forma como se encontra legislada.
É claro que politicamente não se podem opor a um princípio que eles próprios passaram a incluir no ECD. Mas podiam usar o pretexto, que todos os docentes concordam, sobre a eliminação das dispensas aprovadas no tempo de Isabel Alçada.
Em reunião hoje realizada entre uma delegação da FNE que integrava o secretário geral, Cristina Ferreira e António Sota Martins, e uma delegação do Grupo Parlamentar do Partido Socialista que integrava os Deputados Acácio Pinto e Odete João, foi verificada uma forte convergência em relação à contestação à realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências, considerada por ambos como uma inutilidade, para além de representar uma desconsideração em relação a milhares de docentes que têm servido o sistema educativo, alguns com mais de 30 anos de serviço.
A delegação do PS, admitindo que a existência da prova constasse do articulado do ECD, entendeu que a sua concretização eventual teria de depender de circunstâncias específicas que a justificassem, o que entende que não acontece atualmente.
Ambas as delegações verificaram que coincidem na apreciação de que a realização da prova não dá mais qualidade ao sistema educativo, nem às pessoas que venham a realizá-la.
Que revelam uma natural preocupação com a novidade da prova e com a completa falta de informação.
Informação colocada no chat, pela Felismina Roque:
Sou professora contratada na Região Autónoma dos Açores, mais precisamente na ilha das Flores e gostaria de divulgar o que nos foi dito relativamente à realização da prova: temos de nos ausentar da ilha a fim de realizar a prova numa das ilhas com ligação aérea direta ao continente… Ora isto implica que nos tenhamos que deslocar de véspera, pagar estadia, pagar voo e regressar de novo à ilha para realizarmos as avaliações! Não ganhamos para isto!!
Por uma colega:
Tenho cesariana marcada para essa semana, será que o ministro da educação terá a gentileza de levar-me a prova ao hospital para a fazer?
Alguns contratados que seguiram o conselho do atual primeiro ministro para emigrarem.
Estou em Moçambique, Timor, Angola, Cabo Verde ou S. Tomé e Príncipe a trabalhar como professor, não sei onde terei de fazer a prova e quero marcar a minha viagem de regresso para passar o Natal com a família.
Hoje são os professores contratados (alguns com mestrados e doutoramentos) que o Governo pretende obrigar a fazer (mais uma) prova de conhecimentos e capacidades (e pagar 20 euros).
Amanhã poderão ser os professores efetivos, os enfermeiros, os médicos, etc. APELAMOS A QUE TOD@S AS PESSOAS SOLIDÁRIAS COM ESTE PROTESTO SE JUNTEM ESTE SÁBADO, 16 novembro, ÀS 15H, PRAÇA DA REPÚBLICA EM COIMBRA.
Considerando que a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades estabelece a introdução de alterações significativas no acesso e exercício da profissão docente, a Direcção da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre tomou uma posição em relação a este assunto.
De acordo com a ESEP, “o processo de estabelecimento de uma Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, matéria de relevância fundamental para as Instituições de Ensino Superior (IES) e para os seus diplomados, foi iniciado e concluído sem a auscultação das instituições formadoras, facto que reputamos de profunda gravidade, pois não favorece as coordenadas de relacionamento institucional que devem reger a tutela e as IES, nem possibilitou que os principais responsáveis pela formação dos professores pudessem contribuir para o debate desta questão”. Em comunicado assinado pelo director da Escola Superior de Educação, Luís Miguel Cardoso, e pelo presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, Joaquim Mourato, os responsáveis referem que “a introdução desta prova não surgiu, até à presente data, consubstanciada ou justificada em evidências, estudos ou pareceres que indicassem, de forma explícita, a necessidade de criação de um mecanismo de aferição da qualidade do processo formativo que é da responsabilidade das Instituições de Ensino Superior”. No documento pode ainda ler-se que “a prova em questão suscita também uma reflexão que se prende com a sua natureza retroactiva“, uma vez que, “de facto, este mecanismo não só se aplica a todos os que, a partir do momento presente, têm conhecimento de que existe esta condição para acesso à profissão docente, como a todos os professores que iniciaram o seu percurso profissional sem terem conhecimento, à partida, deste requisito, o que constitui uma quebra dos procedimentos, regras e expectativas iniciais dos diplomados e se traduz, na prática, no rompimento do princípio da confiança jurídica“.
Em pouco mais de 24 horas já aderiram a esta página mais de 11 mil docentes e a tendência tem sido de crescimento contínuo.
Na página estão a ser colocados relatos de professores que apresentam os motivos para a recusa da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades que estão a ser recolhidos neste e-mail.
Já não são apenas professores contratados que se manifestam contra esta prova, os professores dos quadros já começam a mobilizar-se também para esta recusa.
A semelhança que vejo nesta movimentação só tem paralelo com a recusa da divisão da carreira em duas categorias do tempo de Maria de Lurdes Rodrigues e nessa altura todos os professores se mobilizaram contra a divisão artificial da carreira. Agora também é importante que todos se mobilizem contra a prova, porque fiou provado que foi essa mobilização geral que travou a divisão da carreira.
E a prova será travada também.
Na página também está a ser pedido o preenchimento deste formulário até ao dia 16 de Novembro que serão utilizados para reforçar a justiça dos argumentos da FNE.
Respondendo a dúvidas de Luís Fazenda, Nuno Crato admitiu que as «contas são falíveis», mas assegurou que os serviços do ministério «estão em cima do problema das aposentações».
O ministro da Educação acredita que cerca de seis mil professores vão estar aposentados em 2014, 4500 dos quais já em janeiro, declaração que fez durante a discussão na especialidade do Orçamento para a Educação.
Respondendo às dúvidas do deputado Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, Nuno Crato admitiu que «todas as contas são falíveis, nomedamente aquelas que têm a ver com decisões humanas e com a máquina administrativa».
«Agora, elas estão tão bem feitas como conseguimos. Posso garantir que os nossos serviços estudaram e estão em cima do problema das aposentações para saber exatamente quantas elas são e para poder ter aqui uma tradução da previsão o mais fiel possível aquilo que os dados nos indicam», sublinhou.
Os dados de 2013 são os que se encontram no quadro em baixo, faltando apenas as aposentações referentes ao mês de Dezembro. O quadro já compara as aposentações de 2013 com os mesmos meses de 2012.
Mesmo faltando as aposentações de Dezembro este ano já existem mais 317 aposentações do que em 2012.
Tendo em conta o elevado número de despachos publicados em Diário da República no mês de Outubro, com efeitos ao dia 1 de Novembro (caso único desde que me lembro destes dados), até dou benefício de dúvida à palavra de Nuno Crato, até ver os próximos dois Diários da República com os números das aposentações.
Esta carta é um grito, é uma expressão de um cidadão que possivelmente representará um vasto conjunto de cidadãos que também são professores e que estão ligados ao ensino público português. Termino esta carta mencionando que subscrevo tudo o que foi referido, com a consciência de que usei a arma mais poderosa em tempos de liberdade: a palavra.
E a razão para este pagamento é porque a correção destas provas não faz parte dos conteúdos funcionais dos professores e só aliciando com esta verba o MEC pode ter os corretores estas provas de avaliação.
No entanto não se esqueçam que os 300 euros pela correção das 100 questões será feito em acumulação e como tal esse valor seja acrescido ao vencimento base desse mês. E se forem fazer bem as contas nem 100 euros vão receber pelo “frete”.
Professores vão receber três euros pela correcção de “resposta extensa”.
Os professores de Português que fazem as correcções dos exames nacionais do ensino secundário começaram na noite desta segunda-feira a ser convidados para corrigir a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades (PACC) que os colegas, docentes sem vínculo à função pública, terão de fazer no dia 18, se se quiserem candidatar a dar aulas no próximo ano.