Que tem de dar para pagar o jantar de dia 25, pelo menos.
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Abr 17 2015
No dia 6 de Abril, por comparação com os concursos interno de 2009 e 2013, apontei um intervalo de datas para a publicação das listas provisórias de ordenação.
Apontei que pudessem ser publicadas entre o dia 17 de Abril e o dia 4 de Maio.
Assim, entramos hoje naquela fase que em qualquer dia elas poderão ser publicadas não havendo qualquer aviso prévio da sua publicação.
Este ano não deverá ser muito fácil fazer previsões muito fiáveis se o número de excluídos for muito elevado, contudo, logo que elas sejam publicadas já se podem fazer algumas previsões.
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Abr 17 2015
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Abr 16 2015
… mas a curiosidade é do camandro.
Foi assim: estava sossegado – como é meu costume – e apareceu-me a uma das portas um vaso com coisas que pareciam espargos.
Não liguei, nem vos passa pela caixa dos pirolitos as cenas que aparecem às minhas portas quando chego de ir às gatas assanhadas, já cheguei a pensar brevemente que seria o destino ou visões etílicas. Os arranhões, acredito que terão sido daquelas aulas dos vocacionais, ainda não percebi porque é que os heróis dos filmes têm duas plaquitas ao pescoço e dão tiros e nós não somos fotogénicos e nos dão tiros, era meter cartuchos com sal grosso e já vínhamos temperados… .
Pois aquilo dos espargos, tive que ir verificar na wikipédia – mas não na escola; eu tentei, mas aparecia como pornográfico.
Foi só, enquanto fazia os sumários em casa, antes de estacar este poste, depois de recolher os espargos para não tropeçar neles daqui a nada numa das portas, quando percebi a metáfora.
Moral da estória: se te oferecerem espargos – fá-los com ovos mexidos, não há curiosidade nenhuma nisso e é do melhor que há depois de uma açorda de alho.
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Abr 16 2015
Aceitação de Colocação pelo Candidato – 21ª Reserva de Recrutamento 2014/2015
Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 20 de abril de 2015 (Hora de Portugal Continental)
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Abr 16 2015
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Abr 15 2015
Estão confirmados os Tarecos e os Bobbys
O Alibaba e o Miguel
A Caloira
Me, myself and I
O Animajar
O César Paulo
O Prof Infinito apenas no fim da festa
Aguardava-se que o Kratov conseguisse trazer o Nuno Coelho ao Porto no seu Corsa de dois milhões de quilómetros, mas nem um nem outro podem vir.
Se esta gente se juntar toda não vai haver noite no Porto que resista a tanto(a) charme faísca.
Os que quiserem lançar mais achas para a fogueira têm até esta 6ª feira para me dizer.
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Abr 15 2015
Aplicação disponível até às 23:59h do dia 21 de abril
Manual de Registo de novas entidades:
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/Manual-de-Registo-_-Inscrição-de-novas-entidades-proponentes.pdf”]
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Abr 15 2015
Na sequência do texto Viver o Cerco, o ComRegras publica uma entrevista exclusiva com o Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco, Manuel António Oliveira.
É inevitável começar pelo que aconteceu no dia 22 de Outubro (agressão a professora). Tratou-se de um ato isolado ou este tipo de situações é recorrente no agrupamento?
Tratou-se de um ato isolado.
A aluna ainda se encontra a ter aulas com a mesma professora?
Não.
Sobre a agressão, o caso foi comunicado ao Ministério Público?
Sim, mas ainda não houve uma conclusão.
A professora já voltou a exercer ou continua de baixa médica?
A professora exerceu sempre as suas funções docentes.
O facto de ter sido feita uma manifestação à porta da escola com a presença da comunicação social, leva a concluir que a comunidade educativa está apreensiva e sem saber o que fazer. É esse o sentimento atual?
Não foi pelo facto de se ter realizado uma manifestação que a comunidade escolar e educativa não sabe o que deve fazer. A comunidade sabe o que deve fazer não deixando, no entanto, à altura dos acontecimentos de manifestar a sua indignação e a sua inquietude.
Como classifica a indisciplina no seu agrupamento a nível quantitativo e qualitativo?
Existe um projeto de combate à indisciplina que está a ser aplicado e monitorizado e que teve início este ano letivo. A indisciplina ainda se encontra num patamar elevado, quer se fale do ponto de vista quantitativo quer do qualitativo.
Quais as suas causas?
A não valorização da escola, contexto sócio-cultural-económico difícil, frequência da escola por questão de cumprimento das regras do RSI, baixo nível de escolarização dos pais e encarregados de educação, etc.
Recentemente, o ComRegras publicou um texto elaborado por um grupo de ex-professoras da escola eb 2/3 do Cerco do Porto. Que diferenças e semelhanças encontra com o atual Agrupamento?
A diferença reside essencialmente na dimensão do Agrupamento que passou a ser um mega agrupamento incorporando escolas que pertenciam a um outro Agrupamento. Neste sentido aumentaram por razões óbvias as problemáticas. Relativamente às semelhanças o contexto social e cultural permanece acrescido da integração da comunidade cigana.
Então é da opinião que a criação do Agrupamento de Escolas do Cerco, trouxe mais prejuízos que benefícios a nível disciplinar?
Sim. Quanto maior for a organização maior também, à partida, as problemáticas.
Quanto às novas infraestruturas, acha que estas contribuíram para um melhor ambiente escolar e conservação do material?
Acho que sim. A comunidade revê-se nas condições físicas e materiais da escola.
A sua escola estabeleceu um contrato de autonomia com o MEC. Dentro dessa autonomia foi-lhe possível implementar projetos que visam combater a indisciplina no agrupamento?
Sim, através do Plano Plurianual de Melhoria TEIP.
O Gabinete de Intervenção Social, Técnico de Intervenção Local, o Projeto CerCool, o Gabinete Disciplinar do Aluno, a Provedoria do Aluno.
Na generalidade, acha que a comunidade educativa gosta de frequentar o Agrupamento de Escolas do Cerco?
Penso que sim.
Quais são os pontos fortes do Agrupamento?
O reconhecimento da comunidade pelo trabalho educativo e formativo desenvolvido pelo Agrupamento.
A sequencialidade educativa entre a educação pré-escolar e o 1.º ciclo e entre este e o 2.º ciclo, facilitando a transição dos alunos entre estas etapas do seu percurso escolar.
As práticas colaborativas das equipas de docentes que lecionam as turmas ninho e das turmas rede com reflexos na planificação articulada do processo de ensinoaprendizagem e partilha de experiências pedagógicas.
O trabalho desenvolvido nas áreas da música, da pintura de cerâmica e do desporto pelos bons resultados alcançados interna e/ou externamente, contribuindo para a valorização do sucesso e a afirmação do Agrupamento no exterior.
A liderança consistente e partilhada do diretor e da sua equipa, potenciadora do empenho dos profissionais e do envolvimento de entidades públicas e privadas.
A gestão criteriosa dos recursos humanos, com enfoque nas pessoas, que contribui para o bom ambiente educativo.
Criação de grelhas de avaliação comuns.
Diversidade de atividades dinamizadas no âmbito do PA.
Desenvolvimento de projetos próprios e /ou resultantes de adesão a programas e iniciativas locais, nacionais e internacionais.
Visitas de estudo que contribuem para o reforço das aprendizagens.
Participação e dinamização de iniciativas que visam a promoção de comportamentos saudáveis e a erradicação de comportamentos de risco.
Página eletrónica do Agrupamento/ Facebook do Agrupamento utilizado para divulgação de informação relevante para a comunidade educativa e disseminação de atividades e projetos do Agrupamento.
Iniciativas de angariação de bens que promovem o espírito de solidariedade e permitem dar apoio às famílias mais carenciadas.
E os pontos fracos?
A identificação dos fatores internos, designadamente ao nível das práticas de ensino, que ajudem a explicar a persistência de atitudes inadequadas na sala de aula e o insucesso escolar dos alunos
Ausência de recolha de informação concreta sobre o percurso escolar ou profissional dos alunos, após a escolaridade no Agrupamento
O desenvolvimento mais aprofundado das orientações curriculares na educação pré-escolar, de modo a assegurar condições de maior sucesso na etapa educativa seguinte
O aprofundamento da reflexão sobre as respostas no âmbito dos apoios educativos, com vista à sua melhor adequação ao pleno desenvolvimento das capacidades dos alunos
O acompanhamento e supervisão da prática letiva em sala de aula, numa perspetiva de melhoria do desenvolvimento profissional dos docentes
A definição de planos de ação estratégicos, com metas claras e exequíveis, com vista à melhoria do desempenho do Agrupamento
O alargamento e a consolidação do processo de autoavaliação com vista à melhoria organizacional e das práticas profissionais
Ausência de espaços interiores suficientes comuns para convívio dos alunos.
Tem conhecimento de ex-alunos do Agrupamento que agora são casos de sucesso?
Sim. Ex-alunos que se encontram a trabalhar nos media, em medicina, engenharia, etc.
Um estudo recente da Universidade do Minho, revelou que 80% dos professores inquiridos no inquérito, afirmam que a indisciplina aumentou nos últimos 5 anos. Que alterações propunha no sentido de diminuir os índices de indisciplina em Portugal?
Um quadro normativo que repusesse a autoridade dos professores e a comunidade educativa (vulgo sociedade) reconhecesse os professores como atores imprescindíveis na formação dos cidadãos.
Para finalizar, já visitou o ComRegras?
Já visitei.
Qual a sua opinião?
Aborda temas diversificados de interesse para a educação e não só. Apesar de tudo tem um espaço enorme e potencial intrínseco para crescer.
Obrigado Sr. Diretor pela sua disponibilidade.
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Abr 15 2015
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Abr 15 2015
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Abr 14 2015
O problema
O desafio passa por descobrir, entre dez datas qual o aniversário de Cheryl:
15, 16 e 19 de maio;
17 e 18 de junho;
14 e 16 de julho; e
14, 15 e 17 de agosto
Cheryl contou aos dois amigos – Albert e Bernard -, respetivamente, o mês e o dia em que nasceu.
A Albert revelou o mês e a Bernard o dia.
Albert diz: “Eu não sei quando é o aniversário da Cheryl, mas sei que o Bernard também não sabe.”
Bernard responde: “No início, eu não sabia qual o aniversário da Cheryl, mas agora já sei.”
E Albert conclui: “Então eu também já sei quando é o aniversário.”
Não coloco por enquanto o link desta notícia porque tem a solução, mas podem ir dando palpites.
Qualquer dia o IAVE lembra-se de perguntas deste género para uma PACC.
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Abr 14 2015
A 29 de Janeiro o Assistente Técnico colocou um post com o título
e que tinha este conteúdo:
Várias escolas estão a receber notificações de tribunais com sentenças a favor dos docentes contratados, em virtude dos mesmos terem sido dispensados, antes do retorno do docente que estava a ser substituído!Logo, os docentes contratados não devem em junho serem dispensados, devem ficar até 31 de agosto, segundo consta na sentença. Os Agrupamentos têm de fazer contas e retificar contas e tempo de serviço…Mais uma vez o MEC condenado tal como nas indemnizações/caducidades de contrato, mas será que desta vez vai emitir uma nota informativa ou ofício circular ? Ou fecha-se em copas ?Se receberem alguma coisa avisem.
Eu ainda não tive conhecimento de nenhuma sentença que indique o que o Assistente Técnico colocou nesse post, mas acredito que tal possa existir.
Se porventura algum de vós tiver uma sentença nesse sentido agradeço que me enviem para o meu e-mail, pois começa a chegar o final do ano letivo e muitos docentes contratados que deveriam ficar até 31 de Agosto pelo não regresso do titular do lugar acabam por se vir embora no final das avaliações.
Entretanto também me chegou um e-mail sobre as alterações repentinas aos avisos de abertura dos concursos em que passam um contrato a termo certo até 31 de Agosto de 2015 para um horário de duração temporária depois do docente já ter aceite a colocação.
Olá Arlindo,
Quero pedir-lhe opinião sobre o seguinte assunto:Num aviso de abertura de uma escola estava:
No entanto, na plataforma estava selecionado Horário temporário.Quando confrontei, antecipadamente, a escola com esta questão, a mesma informou-me que o contrato era até 31 de agosto e que a seleção de Horário Temporário devia-se ao facto desta disciplina (apoios e professor coadjuvante) não permanecer para o ano seguinte.Como fui a selecionada, e tendo em conta a informação dada, aceitei.Hoje, passado uma semana, a secretaria da escola informou-me que o horário era até a necessidade persistir.
E alterou o aviso de abertura paraDe realçar que, a data do 1º aviso e a deste é do mesmo dia. Apenas alteraram o ponto III.Como já não é o 1.º contrato que tive este ano, não posso/devo denunciar, pois ficaria sem poder concorrer a qualquer outro.
Posso fazer alguma coisa legalmente?
Desde já agradeço a atenção,
Cumprimentos
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Abr 14 2015
O chat do blogue tem quase 6 anos e ao longo destes anos já foram colocadas mais de 2 milhões e 300 mil mensagens o que dá uma média de 1113 mensagens por dia.
Esta é a primeira vez que analisei os números do chat porque nunca tinha reparado que existiam estes dados estatísticos.
Existem mais de 1500 utilizadores registados com um nick próprio.
Já por algumas vezes pensei encerrar este chat, principalmente quando a linguagem não era a mais adequada, mas sempre fui resistindo a essa vontade.
Se em tempos o chat servia essencialmente para partilha de informação, neste momento para além dessa função que continua a ter, tem uma muito importante, que são os laços de amizade que se criaram neste espaço e que ainda perduram.
E é nesse espírito de amizade que alguns membros se irão juntar no próximo dia 25 de Abril no Porto.
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Abr 14 2015
Este ano está bastante mais antecipado o pedido de mobilidade estatutária do que em anos anteriores o que é bom que esteja a acontecer.
Mas desde que não sejam publicadas as autorizações por Agosto e Setembro fora, obviamente.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/NOTA-INFORMATIVA-MOBILIDADE-ESTATUTÁRIA_2015-2016.pdf”]
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Abr 14 2015
Boa tardeO meu nome é CXXXX SXXXX e ou professora do Ensino Básico variante Educação Visual e Tecnológica, tendo acabado a minha licenciatura na Escola Superior de Educação de XXXXXXX em 2008.Assim que saí da Faculdade tive logo colocação no anos a seguir e nos dois anos seguintes avizinhando-se ao contrário do que era expectante já na altura, uma vida profissional “dentro dos moldes” tranquila.No entanto, o horror chegou quando realmente percebi em 2012 com a eliminação do par pedagógico nas escolas que havendo lugar só para um professor, e fazendo as contas muito globalmente, onde havia lugar para dois, passava a haver um, logo cerca de “metade” ficaria sem trabalho, e claro está, os contratados (grupo ao qual pertenço) seriam os primeiros a ficar de fora.Globalmente, poder-se-ia dizer que esta medida iria afetar os contratados e poucos efetivos, mas a verdade é que também devido a esta medida ficaram muitos professores de Educação Visual e Tecnológica com horário zero.Desnecessário será dizer que, fiquei sem trabalho na escola até aos dias de hoje.O que me leva então aqui a fazer esta exposição trata-se de recentemente ter sido criado o grupo 120 (Inglês para o 1º Ciclo do Ensino Básico) sob a manutenção da lógica pedagógica do professor titular como responsável pelo processo de ensino de forma global, mas sendo o Inglês dado por um docente especializado para o efeito.Ora, não me espanta nada que a longo prazo o mesmo se aplique a outras áreas e agora aqui defendo então que tal seja aplicado à Expressão Plástica.Com a criação de um grupo especializado para o Ensino da Expressão Plástica no 1º ciclo poder-se-ia eliminar as AECS desta área (que são tão mal pagas e que de uma forma global apresentam problemas de várias ordens, como é do conhecimento geral) e dar-se-ia lugar a mais uma série de professores que estão neste momento ou com horários zero ou no desemprego.Neste caso, há ainda a vantagem, que se relativamente ao grupo 120 foram necessárias ações de formação para qualificar este grupo, no caso de um grupo de recrutamento para a Expressão Plástica, tal não seria necessário, pois os indivíduos que tiraram cursos para leccionar Educação Visual e Tecnológica são portadores de habilitação profissional tanto para o grupo de recrutamento 110 como para o 240 simultaneamente.Numa altura de mudança politica e de novos horizontes fica a proposta para ser levada à assembleia, não resolverá, mas minimizará o problema de alguns docentes do grupo 240 e por outros lado, trará aos alunos do 1º Ciclo um ensino especializado na área artística, tão importante para o seu desenvolvimento e tão relevada para 2º plano no nosso país.Com os melhores cumprimentos
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Abr 14 2015
Despacho n.º 3687-B/2015 – Diário da República n.º 71/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-04-13
Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro
Prorroga o prazo estabelecido no nº.1 do Despacho nº. 3353, de 17 de março para as escolas públicas e privadas interessadas na candidatura a oferta formativa de cursos vocacionais no ensino básico e secundário, a iniciar no ano letivo 2015-2016, submetam o projeto no Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO)
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Abr 13 2015
Artigo do ComRegras que conta parte da história da EB 2/3 do Cerco do Porto (décadas de 80/90) e que antecede a publicação de uma entrevista ao Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco.
Todos nos lembramos de casos de violência em determinadas escolas. Ainda este ano aconteceu um caso lamentável que levou a uma manifestação à porta da escola secundária do Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto. Mas o Cerco não é apenas isso… Há muito trabalho dentro daqueles portões, trabalho de qualidade! O texto que se segue é da autoria de ex-professoras da antiga escola eb 2/3 do Cerco do Porto. Professoras que dedicaram grande parte da sua vida a essa escola, lutando contra a adversidade, fazendo das fraquezas força. Este especial inclui também uma entrevista ao atual diretor do Agrupamento, professor Manuel António Oliveira, a publicar durante a semana.
O ComRegras dedica este especial a todos os que lidam com a dificuldade e a todos os que não se resignam, apesar das “austeridades” da vida. Sois uns heróis “carago”!
Clicar para continuar a ler o artigo.
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Abr 13 2015
Está a ser agendado para o próximo dia 25 de Abril, dia da Liberdade, um jantar “cumbibio” na cidade do Porto bem junto da “movida” nocturna da cidade. Está previsto que seja na Adega do Carregal que tem um espaço reduzido de mesas e portanto tem de ser reservado lugar o mais rapidamente possível.

Quem se mostrar interessado em participar nesse encontro pode enviar-me mail até ao final do dia 17 de Abril.
A regra número um e única do encontro é: quem falar de educação paga o jantar!
É a comemoração da liberdade, mas limitada, ok?
Sejamos livres para pelo menos um dia esquecer o tema Educação.
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Abr 13 2015
Agora que a porta se encontra quase escancarada para entrar um governo PS em acção.

Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, lembrou a ex-ministra.
A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues defendeu hoje a reativação de um programa como o Novas Oportunidades, e alertou para os perigos de enviar demasiado cedo as crianças para o ensino vocacional.
O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues a debater hoje, em Lisboa, a situação atual e os desafios com que se debatem as escolas.
Saudando o momento em que passou a ser obrigatório que todos os alunos concluíssem o 12.º ano, Maria de Lurdes Rodrigues lembrou que muitos estudantes ficaram de fora porque já eram maiores de idade: “Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, disse durante a sua apresentação no auditório do CNE, em Lisboa.
Em declarações aos jornalistas, a ex-ministra defendeu a importância de retomar o programa Novas Oportunidades para que estes jovens, com menos de 24 anos, terminem os estudos: “Sim, eu falo no regresso de um programa das Novas Oportunidades”, disse, criticando a atual “escassez de oferta” formativa nas escolas para os jovens adultos.
Outro dos assuntos abordados foi o ensino vocacional, que levou a ex-ministra a criticar a política do atual governo que entende que vai contra a lei de bases, que determina um ensino obrigatório e unificado até aos 15 anos.
Para Maria de Lurdes Rodrigues, enviar crianças mais pequenas para o ensino vocacional poderá trazer problemas no futuro para as famílias e para o país: “Não é indiferente o encaminhamento para vias vocacionais aos 12 anos ou apenas aos 15”, alertou.
“Em nenhum outro país da Europa, a não ser os países com modelo germânico, encaminham precocemente as crianças”, disse a ex-ministra, referindo-se aos modelos existentes na Alemanha, Luxemburgo e Áustria, onde as escolas enviam os alunos com mais dificuldades para o ensino vocacional.
A ex-ministra lembrou que é consensual, nos países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a ideia de que só aos 14 ou 15 anos devem ser encaminhados os alunos, como se fazia antes em Portugal, para que se possa “respeitar a fase de crescimento das crianças”.
“É muito difícil responsabilizarmo-nos pelo encaminhamento de uma criança com 12 anos, que ainda está em processo de crescimento, além de ser um risco enorme”, alertou, dando o caso alemão, onde “faltam engenheiros” e outros quadros superiores, porque “deixam as crianças ficar para trás, mandando-as para cursos vocacionais, dos quais não podem sair nem sequer transitar para a universidade”.
Em declarações aos jornalistas à margem do seminário, David Justino lembrou que o ensino vocacional “nunca pode ser irreversível” e que os alunos podem sempre regressar ao ensino recorrente.
Para a ex-ministra, a medida do atual executivo é um “retrocesso anterior ao 25 de Abril”, enquanto para o presidente do CNE o ensino vocacional pode ser uma solução para reduzir as elevadas taxas de insucesso escolar, em especial no caso dos jovens que têm dificuldades no ensino recorrente.
“Muitas vezes, muitos jovens e muitas crianças têm dificuldades naquilo a que são chamadas as disciplinas académicas, mais teóricas e mais abstratas, mas têm mais sucesso quando têm um tipo de ensino mais ligado ao saber fazer. O que temos de fazer é encontrar alternativas para que os miúdos possam ter sucesso, independentemente de ser mais profissionalizante, teórico ou abstrato”, defendeu David Justino
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Abr 13 2015
… é muito mau sinal.
Se bem que eu até concorde que o 2º ciclo é uma pequena coisa de nada no meio dos 12 anos de escolaridade.
Mas volta Maria de Lurdes Rodrigues à sua velha questão da quantidade de professores do 2º ciclo (não conheço turma do 2º ciclo onde existam 14 professores, nem nenhuma turma do 1º ciclo que só tenha um professor) e de David Justino que teve uma lei de bases do sistema educativo pronta com veto presidencial de Jorge Sampaio, onde separava o 1º ciclo de estudos até ao 6º ano e um segundo ciclo até ao 12º ano.
Já em Julho de 2013 coloquei artigo com o grande objetivo de David Justino para os tempos próximos, que parecem aproximar-se.
A necessidade de reorganizar os ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases, foi esta segunda-feira defendida pelos ex-ministros da Educação David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, de governos social-democrata e socialista.
O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues e o atual presidente do CNE, David Justino, a debater a situação atual e os desafios do ensino.
Para os ex-ministros, é preciso discutir uma nova fórmula de ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases: 1.º ciclo, a antiga primária, que vai do 1.º ao 4.ºano; 2.º ciclo (o antigo ciclo preparatório); 3.º ciclo, que vai do 7.º ao 9.º ano; e o secundário, do 10.º ao 12.º.
“Fomos construindo o ensino por camadas”, explicou Maria de Lurdes Rodrigues, sublinhando que “este é o momento de debater qual o melhor modelo” de organização de ciclos. “Muitos pedagogos identificaram um bloqueio na forma de organização que faz com que as crianças com dez anos passem de um único professor para 14. É muito desestabilizador para o desenvolvimento da criança”, disse Maria de Lurdes Rodrigues, lembrando ainda que com a mudança de ciclo as crianças tinham problemas de concentração e capacidade de relacionamento de matérias.
“É uma oportunidade de discutir isso e de propor para as legislativas seguintes um novo quadro de organização que ajude a combater o insucesso escolar”, defendeu Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas à margem do seminário, que hoje decorre na sede do CNE, em Lisboa.
Também David Justino entende que este é um dos temas onde será possível conseguir um acordo partidário, uma vez que está provado que existe um elevado insucesso no 2.º ciclo devido “à falta de articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo”.
“É preciso eliminar obstáculos”, disse David Justino, classificando o atual modelo como “uma espécie de bolo de noiva, que é feito às camadas”.
Ambos saudaram a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, as melhorias registadas nas taxas de escolarização, abandono e insucesso, mas reconheceram que ainda existem problemas para resolver: “Ainda estamos muito longe de uma escola de sucesso”, defendeu o ex-ministro David Justino.
“Durante muito tempo, a preocupação era a igualdade de oportunidades no acesso à escola, mas agora é a equidade no sucesso”, disse por seu turno Maria de Lurdes Rodrigues.
As elevadas taxas de insucesso escolar, em especial quando os alunos mudam de ciclo de ensino, foi apontado como um dos problemas a resolver.
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Abr 13 2015
Reencaminhado para mim, bem como para toda a comunicação social, organizações sindicais e grupos parlamentares.
Pelos vistos apenas eu e o Ramos Horta temos ligado alguma coisa a isto, porque o que se vai passando em Timor com o PCAFE está a passar bastante ao lado dos problemas que são as condições de trabalho dos docentes portugueses nesse País.
Muito se tem falado sobre a situação dos docentes destacados em Timor-Leste (https://www.arlindovsky.net/?
s=timor), no agora denominado de Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (PCAFE), anterior Projeto Escolas de Referência de Timor-Leste (PERTL). A mais recente manifestação pública de repúdio ao que no referido projeto se passa (uma parte muito pequena é tornada pública, relativamente ao muito que havia para dizer…), feita pelo Dr. José Ramos Horta, no dia 23 do passado mês, na sua página de facebook (https://www.facebook.com/
officialramoshorta?fref=ts), agitou um pouco a situação, especialmente porque em tudo ia ao encontro do que a Lusa tinha noticiado dias antes, ao ponto de, poucos dias passados, se ter noticiado que o Ministro da Educação de Timor-Leste, “desconhecedor” da situação constrangedora, iria rapidamente tomar as medidas necessárias para a rápida resolução desta questão. A verdade é que nada foi feito, a não ser uma movimentação muito grande para se saber quem tinham sido os docentes responsáveis pelas notícias!
A verdade é que os docentes deste projeto não recebem, desde janeiro, o complemento a que têm direito, encontrando-se, por isso, alguns em situações muito complicadas de vida, em situações limite. E não fosse a ajuda de colegas que os vão socorrendo estariam mesmo a passar fome!
Se esta situação fosse nova aceitar-se-iam as pretensas justificações feitas, contudo, a realidade revela algo bem diferente: desde o início do funcionamento deste projeto que os docentes vivem esta e outras situações vergonhosas (por exemplo, seguros que não existem ou se existem nada “seguram” e substituições que demoram anos a fazer-se)! Independentemente da altura do ano, da aprovação do orçamento, da mudança governamental, a situação tem sido sempre vergonhosa! Haja vergonha! Haja quem se importe!
A embaixada de Portugal “olha para o lado e assobia”; a coordenadora portuguesa é da opinião que os docentes não têm que lamentar-se, pois até recebem vencimento em Portugal; a coordenadora timorense apenas quer o seu lugar salvaguardado, nem que para isso tenha que mudar de opinião a toda a hora; o ME de Timor-Leste “nada sabia”, mas “se soubesse” já tinha resolvido o assunto; O ME de Portugal ainda existe? A avaliar pelo silêncio conivente que sempre demonstrou, desconfia-se que realmente já implodiu!
Haja coragem para deter esta vergonha. A verdade é que este é um falso projeto que apenas serve os interesses privados de alguns.
O receio de represálias, com fundamentos provados (veja-se o caso dos juízes portugueses), faz com que por aqui nos fiquemos, apenas identificados, por agora, como: um grupo de docentes completamente abandonados à sua sorte e que deseja ver a sua situação resolvida. Investiguem. Há muito por onde o fazer.
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Abr 13 2015
São 3 páginas de uma longa entrevista que o jornal i fez ao Paulo Guinote.
Entrevista completa aqui.
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Abr 12 2015
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Abr 11 2015
A comissão de acompanhamento aos lesados pela Bolsa de Contratação de Escola (BCE) analisou 86 requerimentos, 63 dos quais foram aceites, 20 não tiveram direito a receber qualquer compensação e dois dos lesados não aceitaram os valores propostos.
A comissão de acompanhamento foi criada na sequência dos erros com a primeira BCE, que acabou por ser anulada, depois de terem sido detetados erros nas colocações de docentes, numa altura em que estes já estavam em serviço nas escolas, e em que já tinham assumido despesas de contratos de arrendamento e deslocação para ocuparem o lugar que lhes tinha sido atribuído no concurso.
Segundo dados do Ministério da Educação e Ciência dos 86 requerimentos apresentados, 63 tiveram como desfecho a aceitação dos montantes de compensação apresentados, “bem como com a renúncia ao direito ao recurso judicial”.
O MEC adiantou ainda que “20 docentes não discordaram, face à fundamentação apresentada pela comissão, com o facto de não lhes ser devida qualquer compensação” e “apenas dois docentes não concordaram com o montante da compensação financeira proposto”.
Tendo a comissão de acompanhamento encerrado os seus trabalhos com a entrega do relatório, caberá aos docentes que não concordaram com a proposta de compensação apresentada por este grupo de trabalho decidir se pretendem dar continuidade ao processo, recorrendo aos tribunais.
O ministro Nuno Crato assumiu no parlamento, em setembro de 2014, que o processo de colocações de professores nas escolas pela 1.ª BCE tinha erros matemáticos na fórmula de cálculo das listas ordenadas, tendo pedido desculpas a pais, alunos, deputados e ao país pelos erros que redundariam na demissão do Diretor-Geral da Administração Escolar, nesse mesmo dia, depois de ter afirmado que os problemas eram da exclusiva responsabilidade dos serviços do Ministério da Educação.
Os erros acabariam por obrigar a anular este concurso, a refazer a lista e corrigir colocações, que deixaram muitos professores inicialmente colocados sem um lugar nas escolas, em alguns casos a centenas de quilómetros das suas residências, o que implicou investimentos como arrendamentos de casas.
A 08 de outubro o ministro disse no parlamento que o Governo pediu ao Conselho Superior da Magistratura a designação de um representante para uma comissão avaliar junto das partes eventuais compensações a professores lesados com erros nas colocações, tendo nomeado o juiz conselheiro jubilado Soreto de Barros para presidir à comissão.
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Abr 11 2015
A colega Emília Pereira pediu-me para abrir um debate exclusivo às respostas dos recursos hierárquicos.
Porque constata-se que para casos semelhantes tem havido respostas diferentes, o que não é de estranhar, porque cada jurista interpreta de forma diferente casos idênticos (algo que não devia acontecer).
Ainda ontem me contaram uma história de dois casos exatamente iguais em que a única coisa que mudou nos dois recursos foi o nome do docente, um deles veio deferido e outro indeferido.
Fica aqui o tema para debate na caixa de comentários, agradeço que indiquem a resposta dada pela DGAE no caso de deferimento/Indeferimento e a situação que originou o recurso.
Bom dia, Arlindo.Tenho lido no seu fórum que muitos colegas têm recebido deferimento relativamente aos recursos apresentados pela não renovação. Sinto-me desesperada, pois não sei o que fazer. Também apresentei recurso porque não consegui a renovação, apesar de a escola me ter garantido que a tinha pedido, O meu recurso veio indeferido com base no seguinte: ”Contudo, compulsada a declaração de necessidades temporárias efetuada pelo Agrupamento …constata-se a inexistência de qualquer requisição de número de horas e horários para o referido grupo de recrutamento…”; ´´Desta forma, inexistindo qualquer horário naquele Agrupamento e no grupo de recrutamento da Recorrente, não se verifica o requisito constante na alínea b) do n.º 3, do artigo 42.º do DL n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83.º-A/2014, de 23 de maio: Manutenção do horário letivo anual e completo, apurado à data em que a necessidade é declarada.”Mas para meu espanto parece-me, aparentemente, que para situações iguais os serviços do MEC estão a dar respostas diferentes. Esta questão é vital para mim pois fico impossibilitada de aceder a uma vaga para QZP ( já tenho mais de 15 anos de serviço…).
Estarei eternamente grata se me puder ajudar a perceber esta questão e a agir na justiça se o meu caso foi mal indeferido.Obrigada
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Abr 10 2015
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