Rui Cardoso

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O Tiago quer “dançar”…

… quer dançar um Tango!

O Tiago foi à AR desmentir o que todos o ouviram dizer. Não era bem aquilo que disse, porque o que disse não era assim e o que foi dito, não foi dito como o ouviram, mas como foi dito por quem o disse… enfim…

Como dizem os brasileiros “Conversa para boi dormir”…

Ministro da Educação diz que negociar é como no tango: “são precisos dois”

Foi o “circo” de sempre. Até se descobriu que há senhores deputados que têm alguma dificuldade em interpretar textos. Há quem necessite de um sinal (tem de olhar para o céu ou para o novo sindicato). Houve que questionasse que projeto tem o PS para a educação (ou é nenhum, ou é “deseducação”). Não se entenderam quanto a quem anda a enganar, mas sabem quem anda a ser enganado. No final, fiquei com a impressão que andam a prepara alguma coisa…

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Cartoon do dia – O direito de… fazer greve… e de… obedecer! – SDPA

 

 

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Conferência de Imprensa sobre a greve a decorrer – SDPA

A desorientação, nos Açores, é tanta (tal como no continente) que a Nota Informativa até cita legislação que não se aplica na região Autónoma…

 

 

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Comunicado da Federação Portuguesa de Professores

 

 

 

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Não sejam cúmplices de ordens ilegais, recusem-nas…

 

O Alexandre Henriques publicou um artigo muito válido e de extrema importância para o que se tem andado a passar em algumas escolas.

É de LEI | Professor/Diretor deve recusar uma ordem ilegal do seu Superior Hierárquico

O artigo foca a responsabilidade e a exclusão da responsabilidade no cumprimento de ordens ilegais.

Deixamos aqui Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho, que no seu artigo 177.º  foca o problema.

Não se deixem intimidar pelas ameaças veladas de processos disciplinares se não cumprirem uma ordem ilegal. Exijam, sempre, que as ordens sejam por escrito. não acatem ordens verbais. Não sejam cúmplices.

 

 

Artigo 177.º
Exclusão da responsabilidade disciplinar
1 – É excluída a responsabilidade disciplinar do trabalhador que atue no cumprimento de ordens ou instruções emanadas de legítimo superior hierárquico e em matéria de serviço, quando previamente delas tenha reclamado ou exigido a sua transmissão ou confirmação por escrito.
2 – Considerando ilegal a ordem ou instrução recebidas, o trabalhador faz expressamente menção desse facto ao reclamar ou ao pedir a sua transmissão ou confirmação por escrito.
3 – Quando a decisão da reclamação ou a transmissão ou confirmação da ordem ou instrução por escrito não tenham lugar dentro do tempo em que, sem prejuízo, o cumprimento destas possa ser demorado, o trabalhador comunica, também por escrito, ao seu imediato superior hierárquico, os termos exatos da ordem ou instrução recebidas e da reclamação ou do pedido formulados, bem como a não satisfação destes, executando seguidamente a ordem ou instrução.
4 – Quando a ordem ou instrução sejam dadas com menção de cumprimento imediato e sem prejuízo do disposto nos n.os 1 e 2, a comunicação referida na parte final do número anterior é efetuada após a execução da ordem ou instrução.
5 – Cessa o dever de obediência sempre que o cumprimento das ordens ou instruções implique a prática de qualquer crime.

 

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Comunicado da CNIPE sobre a NI da DGEstE

 

 

 

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Diretores não acatam instruções “ilegais”…

…os que realmente sabem “dirigir”.

 

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“O tempo de carreira dos docentes deve ser respeitado” – David Justino

 

David Justino elogia sindicatos e cobra ao Governo a contagem integral do tempo de carreira congelado aos professores. PSD quer mudar estatuto da carreira docente. E admite mudar proposta sobre natalidade.
(clicar na imagem para ouvir)

David Justino, critica o Governo pela falta de cumprimento da promessa relativamente ao congelamento das carreiras dos professores.

“Estar a limitar o tempo de carreira é algo que não tem sentido, é mutilar algo que é real” e, caso o PSD chegue ao Governo, admite que contar esse tempo de carreira dos docentes é um “direito básico”, que custaria cerca de 400 milhões de euros.

Será que estão dispostos a votar favoravelmente a ILC ou apresentar uma alternativa?

É que como este assunto não é uma questão de consciência individual, aguardamos que o grupo parlamentar do PSD siga o pensamento do vice presidente e, ou apoie ou crie, uma alternativa ao que o governo defende.

 

 

 

 

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Divulgação – No dia 15 de junho a greve às reuniões de avaliação é legal – S.TO.P

 

ATENÇÃO colegas, alguns media e alguns diretores andam a tentar (conscientemente ou não) difundir contra-informação contra a greve de dia 15 de junho.

PARTILHEM ao máximo este post para que todos os professores saibam a verdade!

A resposta do S.TO.P. a um dos diretores que tentou lançar contra-informação via email a todos os docentes do seu agrupamento:

Excelentíssimo Senhor
Professor Domingos Augusto R. Mendes,

O S.TO.P. – Sindicato de Todos os Professores, tomou conhecimento do mail que V.Exa. enviou hoje, quarta-feira, 13 de Junho de 2018, pelas 18h34m para os professores da escola que V.Exa. dirige.

Não nos vamos pronunciar nesta comunicação sobre a ‘Nota Informativa’ pois já divulgámos os pareceres dos nossos advogados e correm providências cautelares em Tribunais.

Pronunciamo-nos sim sobre a legalidade da greve convocada pelo S.TO.P: para as reuniões dos CT’s de Avaliação Final que decorre de 4 a 15 de Junho (inclusivé).

A greve às Reuniões dos CT’s de Avaliação Final mantêm toda a sua legalidade até dia 15 de Junho (inclusivé). A greve em curso, decorre de um pré-aviso enviado pelo S.TO.P. no dia 25 de Maio de 2018 e é uma greve independente de qualquer outra convocatória de greve, tal como previsto pela lei.

Os pré-avisos relativos a outra greve de conteúdo distinto (greve geral a todas as actividades lectivas) que foram efectuados para dias 15 e 16 de Junho é que não vão ser realizados para o caso do dia 15 de Junho.

É apenas ao pré-aviso enviado pelo S.TO.P: no dia 8 de Junho de 2018 que se refere o Ofício nº 709.2018 que V.Exa. tem em seu poder mas que não deve ter tido oportunidade de verificar atentamente o ponto 4 – Conclusões onde está expresso claramente que apenas o pré-aviso do S.TO.P. datado de 8 de Junho de 2018 que é considerado irregular. Ou seja, nesse dia 15 não haverá greve às aulas nem às provas de exame que se realizam.

Após este esclarecimento, e ao enviarmos em anexo o Ofício nº709.2018, solicitamos a V.Exa. que corrija o que informou no seu mail que hoje enviou pelas 18h34m a todos os professores dessa escola.
Alertamos que os impedimentos ao livre exercício do direito à greve são puníveis por lei.

Cumprimentos,

Comissão Instaladora do S.TO.P.

 

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A repetição da famigerada NI, desta vez nos Açores…

Será que se repetirmos, muitas vezes e em diferentes lugares, a mesma coisa ela se torna mais legal?

 

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“Ao cuidado dos diretores que violam o direito à greve” – ComRegras

 

Ao cuidado dos diretores que violam o direito à greve

A carta que se segue será enviada para todas as escolas. Aproveito para informar que todos os professores poderão denunciar ilegalidades numa plataforma que hoje foi anunciada pela FENPROF.

 

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Opinião – Mude de oráculos, dr. António Costa! – Santana Castilho

 

Mude de oráculos, dr. António Costa!

O pão que sobra à riqueza, distribuído pela razão, matava a fome à pobreza e ainda sobrava pão.
António Aleixo
Não tenho pejo em assumir que a relação que mantenho com os problemas da minha profissão de professor ganha muitas vezes prevalências sentimentais, porque esta actividade profissional não se resume a um emprego como tantos outros. O seu exercício afirma uma identidade e expõe obrigatoriamente quem somos. Em milhares de colegas, com quem tive e tenho a honra de trabalhar, sempre vi dedicação para dar o que de melhor tinham e têm. Quando os maltratam, só posso estar, incondicionalmente, do lado deles.
1. Quando António Costa, qual discípulo de Vítor Gaspar, disse aos professores que “não há dinheiro”, fê-lo porque o Governo a que pertenceu e o seu senhor de outros tempos contraíram uma dívida, vendendo o país e a sua autonomia para enriquecimento de uns tantos, a quem ele, António Costa, não disse, nem diz: não há dinheiro! Se isto já é suficientemente escandaloso, mais escandaloso ainda é que haja quem faça coro com a narrativa, quando todos sabemos que as ajudas do Estado aos bancos somam 17,5 mil milhões de euros.
Em retórica política e ideológica, o desconstrucionismo é um método que permite substituir o significado de um texto ou de uma realidade por uma narrativa falsa, convenientemente urdida. António Costa é um exímio desconstrutivista que, apesar de já ter tropeçado muitas vezes na verdade, logo prossegue o caminho como se nada tivesse acontecido. Não me surpreende, por isso, que tenha instruído o pequeno ministro da Educação para entortar a Lei do Orçamento de Estado para 2018, a Resolução nº1/2018 da AR e o compromisso de 18 de Novembro de 2017. Quem lhe siga o jogo de cintura já viu como lida com as leis: para os adversários, aplica-as; quando são os amigos ou os seus interesses que as infringem, “melhora-as”, “aperfeiçoa-as” ou manda “interpretá-las”.
Era bom que Costa pensasse no que aconteceu a Sócrates quando os professores se cansaram, substituísse as banalidades que diz pelo estudo do problema que tem a rebentar-lhe nas mãos e mudasse de oráculos.
2. As greves dos professores são sempre acompanhadas por homilias pseudo-moralistas sobre os seus “interesses corporativos”. À posição do Governo neste psicodrama, que tem por fim a ideia inverosímil de destruir a carreira dos docentes, recuperando os caminhos do ódio do tempo de Maria de Lurdes Rodrigues, podia dar uma arrogante resposta, tipo serem precisos três Costas e dois Tiagos encavalitados para chegarem aos calcanhares dos professores. Mas vale mais ser pedagógico e explicar do que falamos.
Tomemos por exemplo a situação de um professor que entrou na carreira em 2005. Quando assinou o contrato com o Estado foi-lhe dito que, se cumprisse o que a lei estabelece, estaria hoje no 7º escalão. Ele cumpriu mas o Estado não. Está no 2º escalão e, contas por alto e tudo somado, o Estado ter-lhe á ficado com cerca de 50.000 euros, pagando-lhe hoje, com mestrado ou doutoramento por habilitação, 1.200 euros mensais por semanas de trabalho real que se aproximam das 50 horas. Este professor não está a pedir que o Estado lhe devolva o que unilateralmente lhe retirou. Está a exigir, apenas, em conformidade com a lei vigente, os efeitos futuros de um tempo que foi trabalhado, ainda assim repartidos por vários anos vindouros.
3. A narrativa contabilística do Governo sobre a repercussão da contagem de todo o tempo de serviço nas contas públicas é enganadora. Começa por escamotear que boa parte dos salários nominais corrigidos pelo descongelamento volta de imediato aos cofres do Estado, via IRS e contribuições obrigatórias para a CGA e ADSE. Estaremos a falar, como é sabido, de uma percentagem variável, mas que nunca é inferior a 30%. Estivessem certos os propalados 600 milhões e mirrariam para, pelo menos, 420. Mas não estão. Com efeito, quando o Governo compara os dois anos e nove meses que propôs (e agora retirou em cavernícola chantagem) com os nove anos e quatro meses que os sindicatos reclamam, estabelece um raciocínio que multiplica o número a que chegou por um factor tempo, proporcional. Ora tal proporcionalidade não existe; o custo não quintuplica porque o tempo quintuplica. Tão-pouco podem as contas ser feitas como o Governo as faz, isto é, partindo do princípio que toda a gente muda imediatamente de escalão. Obviamente que não muda, já porque há ciclos em curso, longe do fim, já porque na passagem do 4º para o 5º escalão e do 7º para o 8º existem garrotes limitativos que só o Governo controla, arbitrariamente. E como se o anterior não bastasse, aos vácuos bestuntos dos contabilistas de serviço assomou ainda a ideia de apresentar, como sendo de hoje, números que, se estivessem certos, só se verificariam em 2023. Como se o impacto médio, que a dinâmica do crescimento dita, não fosse muito menor!
Dr. António Costa, permita-me um conselho, porque a realidade da vida dos portugueses é muito menos cheia de prosápia do que o seu discurso irritante: não volte ao palanque do Parlamento para nos dar lições de contabilidade criativa. A sua responsabilidade política na produção destas aleivosias foi uma aula prática mais que bastante!
4. Sobre o anterior, comentadores e cronistas, vindos da idade do gelo de Sócrates e Passos Coelho, dizem e escrevem vulgatas que tilintam como ouro aos ouvidos dos prosélitos. Eles torturam a verdade e põem a mensagem a dizer o que lhes interessa. Eles sabem que a sequência das mentiras gera na comunicação social desistente a tendência para as repetir, não sendo sinal de saúde ver boa parte dos jornalistas adaptados a esta prática doentia. Por outro lado, é doloroso constatar como na nossa sociedade há audição para comentadores e cronistas intelectualmente desonestos, peritos em transformar simples bullying político e ideológico em manifestações de consciências bem pensantes. Um Trump qualquer apreciaria muito a cruzada sectária e enviesada desta gente, que toma os professores por sacos de boxe. Mas as pessoas sérias só têm que a denunciar e combatê-la como praga infestante da opinião pública.
Ouvir (SIC) Miguel Sousa Tavares dizer que os professores querem subir três vezes mais rápido que os restantes funcionários públicos, enquanto as operárias de uma fábrica de Rabo de Peixe estão como estavam há 46 anos, espelha a eloquência e o rigor dos analistas que se acomodam com um país rico em pobreza.
Ler (Notícias Magazine), que o ministro da Educação fundamenta a sua competência no facto de ter passado toda a vida rodeado de professores, alguns dos seus melhores amigos e a maioria dos amigos dos seus pais serem professores, no ativo ou já aposentados, para concluir que, por isso, o mundo das escolas e o mundo vivido pelos docentes não lhe é estranho, esclarece, de modo cartesiano, a quem Costa entregou a pasta da Educação.
Abençoado país que tem governantes com tais créditos e é informado por um jornalismo tão exigente!
5. Deixo vénia ao STOP e à sua greve rebelde, que fugiu ao controlo dos sindicatos do sistema. Toco a reunir as assinaturas que faltam para obrigar o Parlamento a votar a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para Recuperar todo o Tempo de Serviço Docente. Juntos, talvez tenham posto fim à luta mansa dos professores.
In “Público” de 13.6.18

 

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Tiago, Centeno e Costa, na Madeira a Greve já era…

… por cá continua devido à vossa INTRANSIGÊNCIA.

 

Sindicato Democrático dos Professores levanta a greve às actividades de avaliação

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Cartoon do dia – Na exigência do que nos pertence… seremos intransigentes! – SPDA

 

 

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PARECER FNE Relativamente à Nota Informativa da DGEstE

 

PARECER FNE

 

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DLR de recuperação de tempo de serviço – Madeira

Isto não é em Portugal, é num país distante…

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Nova Proposta de OAL

Nova Proposta de Despacho Normativo de Organização do ano Letivo.

 

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Procedimentos concursais para o provimento dos cargos de subdiretor da Escola Portuguesa de Cabo Verde – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPCV/CELP) e da Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe

 

Procedimentos concursais para o provimento dos cargos de subdiretor da Escola Portuguesa de Cabo Verde – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPCV/CELP) e da Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe

 

Aviso n.º 7839/2018 – Diário da República n.º 111/2018, Série II de 2018-06-11

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Na Madeira já há acordo escrito para…

Na Ilha da Madeira, aquele “país” no meio do mar, os professores já conseguiram um acordo para recuperarem O tempo de serviço.

Há coisas difíceis de engolir… Como é que um “país” tão pequeno, vindo de uma crise, consegue e Portugal continua a demonstrar uma falta de respeito, tão grande, pelos professores.

 

Governo quer recuperar em 6 anos o tempo de serviço dos professores na Madeira

É finalmente a formalização, por escrito, da proposta da Secretaria Regional de Educação para a recuperação do tempo de serviço prestado pelos professores em funções na Madeira, ou seja, mais de nove anos ‘congelados’. O documento, sob a forma de decreto legislativo regional, foi enviado esta segunda-feira aos vários sindicatos de professores e na prática define os termos e a forma como o Governo Regional propõe que se processe a recuperação do tempo de serviço prestado em funções docentes.

 

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GOVERNO COMETE ILEGALIDADE AO LIMITAR O DIREITO À GREVE – FNE

 

GOVERNO COMETE ILEGALIDADE AO LIMITAR O DIREITO À GREVE

GOVERNO COMETE ILEGALIDADE AO LIMITAR O DIREITO À GREVE
A nota informativa da DGEstE de ontem constitui um atentado inadmissível ao direito à greve dos docentes portugueses e por essa via um atentado ao Estado de direito. Constitui uma tentativa atabalhoada de defraudar o direito à greve dos professores.
Confrontado com o anúncio de uma greve que vai ter vastas repercussões na conclusão do presente ano letivo e na preparação do próximo, o Ministério da Educação recorre a legislação estabelecida para responder de modo pontual e esporádico a situações de impasse no funcionamento regular das escolas, para a querer fazer aplicar ilegalmente de uma forma generalizada e para tentar contrariar o legítimo exercício do direito à greve.
Do mesmo passo, o Ministério da Educação impõe a despromoção total dos conselhos de turma que, até agora, tinham a função de determinar a avaliação dos alunos e a sua progressão escolar, realizando-a de uma forma colegial, transformando-os agora em meros notários de descarga das informações avaliativas que cada professor transmite.
A recolha de elementos relativos à avaliação de cada aluno e feita individualmente junto de cada professor, nos termos previstos na nota informativa da DGEstE, constitui uma mera preparação da reunião do conselho de turma, não a podendo substituir, sob pena de se estarem a pôr em causa os princípios fundadores da avaliação dos alunos das nossas escolas.
Considera-se igualmente ilegal que nesta nota informativa se determine que, em situação de greve, o diretor de turma seja substituído por um outro professor do conselho de turma, já que a previsão legal de substituição existente não pode ser invocada quando se trata de situação de greve, para além de esta nota informativa não cumprir o enquadramento que a legislação existente prevê para esta situação.
Esta é, assim, uma opção do Governo que é totalmente ilegal e que só pode merecer o repúdio e a ação concreta no sentido de a evitar.
O Governo cai, deste modo, na tentação fácil de limitar o pleno exercício do direito à greve por parte dos docentes portugueses, para os quais se pretenderia que ficassem confinados a fazerem greve aos Sábados, Domingos e Feriados.
É por isso que a FNE está a preparar os instrumentos legais que venham a permitir que a greve que vai começar no dia 18 de junho possa realizar-se plenamente, possibilitando que todos os docentes a ela adiram, demonstrando desta forma o seu enorme descontentamento.

Porto, 12 de junho de 2018

 

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Opinião – Vamos trazer os telemóveis para a sala de aula – João André

 

Vamos trazer os telemóveis para a sala de aula

As crianças, os jovens e os professores franceses vão ser obrigados a ficar sem telemóvel nas escolas e universidades e nada, mas mesmo nada, poderia ser mais contraproducente, como se os telemóveis não fizessem parte do dia-a-dia de milhares de milhões de pessoas, num claro retrocesso civilizacional capaz de colocar a França, e consigo os franceses, de volta ao século XX, no máximo nos anos 80.

Reconheçamos: todos temos um telemóvel, às vezes temos dois, eu tenho três, dois são espertos, o outro nem por isso e o dono também não.

E se interromper uma conversa ou uma aula porque se recebeu uma mensagem ou um telefonema é uma falta de respeito, e se através de um telemóvel as crianças estão sujeitas a cyberbullying, à pornografia, sem esquecer a predação e a pedofilia, porque não educar em vez de proibir, a começar desde logo pelos pais, fonte inesgotável de telemóveis e acesso à internet, e, já agora, porque não virar o feitiço contra o feiticeiro e usar os telemóveis em contexto de sala de aula?

Afinal, a ciência e a tecnologia permitem a cada um de nós um computador de bolso em cada bolso.

Este texto, por exemplo, foi escrito num telemóvel, inglês por sinal, mas onde cabem todos os acentos e cedilhas do mundo, e na ponta dos dedos estou de volta a casa.

Os telemóveis são processadores de texto, os telemóveis são calculadoras, auto-estradas de informação, televisores, uma janela para o mundo na palma da mão e, ao mesmo tempo, magia, mas verdadeira, e quem poderia imaginar há 30 anos ser possível manipular um ecrã com os dedos?

Há coisa de 10 anos, e no seguimento dos telemóveis espertos, surgiram os quadros interactivos. Ao mesmo tempo, introduziam-se os portáteis nas salas de aula, seguidos, vários anos mais tarde, pelos tablets.

Hoje temos telemóveis e, mais recentemente, óculos de realidade virtual, óculos esses dependentes de telemóveis, do YouTube e de uma infinidade de aplicações de realidade virtual para nos fazer viajar do centro de uma célula até Plutão, sem esquecer como é viver num quadro de Dali. Arte, Ciências, História, Matemática, vida.

Basta-nos um bom professor, curioso, bem pago, com a carreira descongelada e estável, para poder usar, em proveito de todos, dos alunos, dos pais, da escola e sociedade em redor, todos os telemóveis do mundo numa sala de aula.

Proibir os telemóveis? Assim que os nossos alunos puderem ter mão neles, hão-de fazer tudo quanto lhes der na real gana. E nessa altura não terão ninguém, nenhum professor, nenhum pai ou mãe ao pé para os ajudar, para os educar.

In P3

 

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Onde está a indignação dos outros que muito falam?

 

Onde estão as declarações de repudio por parte daqueles que se dizem defensores dos trabalhadores?

Onde estão aqueles que batem no peito ao afirmarem que lutaram pelo direito à Greve?

Estarão atordoados com este ataque?

 

 

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Reação da Fenprof à Nota (des)Informativa da DEGEstE

 

Ministério da Educação tenta impor práticas ilegais; FENPROF apela aos professores para não se atemorizarem e às direções das escolas para não assumirem a ilegalidade

 

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Salários dos professores portugueses caíram 10% entre 2005 e 2015

Para aqueles que andam por aí a dizer, à boca cheia, que os professores são uns lambões do sistema e que nada fazem…

OCDE: Salários dos professores portugueses caíram 10% entre 2005 e 2015

Os professores portugueses estão entre os que mais salário perderam entre 2005 e 2015, dentro dos países da OCDE. Por outro lado, o desempenho dos alunos portugueses foi dos que mais melhorou.

 

 

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Divulgação – ASSP Seguros de Saúde

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Sobre a Nota Informativa da DGEstE… reuniões de avaliação

 

A Nota Informativa tem muito que se lhe diga, mas os sindicatos estão, a esta hora, a analisar para “responder” ao ME.

O que se pode dizer de imediato é que a legislação sobre a avaliação dos alunos não sofre qualquer alteração e que, ainda, é necessária uma reunião para validar as avaliações dos alunos. Logo, podemos concluir que, a Nota Informativa não obriga à realização da reunião, mas sim à recolha dos elementos, o que não valida, só por si, os mesmos.

Uma nota informativa não altera um despacho normativo ou uma portaria.

 

 

 

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Comunicado do Governo sobre as avaliações finais ano letivo 2017/2018

 

 

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Publicação de lista – Equiparação a bolseiro – Ano letivo de 2018-2019

 

Listagem dos docentes a quem foi autorizada Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2018/2019.

 

Lista Nominal de Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2018/2019

 

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Concurso de docentes das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado

 

Aplicação disponível para as escolas de 11 a 15 de junho (18:00 horas de Portugal continental)

 

SIGRHE
Manual de utilizador

 

 

Aplicação disponível para as escolas de 11 a 15 de junho (18:00 horas de Portugal continental)

 

SIGRHE

 

 

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Aberto concurso de Afetação – Açores

 

Aberto o concurso de afetação – formulário de candidatura ao Concurso Interno de Afetação 2018/2019, entre 11 e 15 de junho, acrescido de dilação de 2 dias úteis..

 

Bem-vindo ao Concurso Pessoal Docente 2018/2019

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Galamba versus Adolfo

 

 

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Termina hoje a formalização do pedido de Mobilidade por doença 2018/2019

Para os mais esquecidos ou distraídos…

 

Aplicação disponível entre o dia 5 de junho e as 18:00 horas de 11 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).

 

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Nota informativa

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Divulgação – Parecer sobre a legalidade da Greve no dia 15 de junho – S.TO.P

 

 

 

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Pré-Avisos Diários de 8 a 29 de junho

PRÉ-AVISOS DIÁRIOS

 

♦ Pré-Aviso para 18 de junho

♦ Pré-Aviso para 19 de junho

♦ Pré-Aviso para 20 de junho

♦ Pré-Aviso para 21 de junho

♦ Pré-Aviso para 22 de junho

♦ Pré-Aviso para 25 de junho

♦ Pré-Aviso para 26 de junho

♦ Pré-Aviso para 27 de junho

♦ Pré-Aviso para 28 de junho

♦ Pré-Aviso para 29 de junho

 

 

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Opinião – Pai, como é que salto à corda? – Domingos de Andrade

 

Pai, como é que salto à corda?

Às vezes ficamos muito adultos, muito sérios. Muito cheios de nós próprios. O azedume, o olhar baço, nasce assim. Dos dias repetitivos de perda. Dos filhos que entregamos à escola e às redes sociais. Que corremos o risco de ir perdendo com a desculpa do tempo. E há uma vergonha mal dissimulada sempre que damos por nós a achar que somos ridículos quando eles nos pedem coisas simples que vamos deixando para trás. Saltar à corda.

– Papá (o mais novo trata-me sempre assim quando fica sem jeito, quando não é bem um pedido, é um apelo desesperado, e dá um estalido com a língua como fazemos quando tentamos falar castelhano),…tenho provas de aferição e não sei saltar à corda.

A inquietação do pedido não tem culpa direta na escola, onde os resultados da Educação Física no 1.0 Ciclo deviam deixar os pais corar de vergonha. A maioria das crianças não só não sabem fazer uma coisa tão simples quanto saltar à corda, como 40% se mostram incapazes de dar uma cambalhota para a frente mantendo a direção e levantando-se com os pés juntos. E 31% não conseguem sequer participar num jogo infantil de grupo.

Não. A culpa não é dos professores assoberbados de programas exigentes para cumprir, embora muitos exerçam a profissão porque sim. Experimentem, pais, dar uma aula na turma dos vossos filhos para perceberem o desespero de quem ensina. Nem é só da falta de condições de muitas escolas, dos horários letivos por preencher, ou dos tablets e telemóveis e jogos de consolas com que encharcamos o tempo dos nossos filhos. A culpa é da culpa da falta de tempo. Estendam agora os resultados da corda à Matemática, ao Português, à História. Ou a áreas que descuramos, no vício das metas curriculares e da pressa, como a Música e a Expressão Plástica. É pobre a nossa herança.

IN JN

 

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Como leem a Greve dos professores portugueses pela Gália… Courrier international – Paris

 

Portugal. La grève des professeurs, dernier test pour l’exécutif

Mobilisés depuis plusieurs mois, les enseignants portugais réclament le rattrapage de leurs salaires, gelés durant neuf ans. “Nous n’avons pas l’argent”, leur a répondu le Premier ministre, dont la majorité se retrouve menacée à un an des élections législatives.

 

 

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Nem todos “desinformam” sobre a luta dos professores…

 

Merece ser ouvido…

 

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Cartoon do dia – Oh! Olha só… fez birra!!! – SDPA

 

 

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Intervenção do 1.º ministro há um ano na Assembleia da República

 

Intervenção do 1.º ministro há um ano na Assembleia da República

Só para recordar. Faz hoje, dia 8 de junho, precisamente um ano que o 1.º ministro teve esta intervenção na A. R. quanto à aposentação:

“…relativamente à idade de reforma, como sabe, aquilo que é entendimento pacífico é que não deve haver alterações nessa idade, deve haver sim, uma alteração e criar condições, para que possa haver um conteúdo funcional distinto, em particular, relativamente àquelas situações onde há efectivamente discriminação, que tem a ver com situações de monodocência que não beneficiam de redução de horário.”

Assistimos, pela 1.ª vez, se a memória não me atraiçoa, a um 1.º ministro a reconhecer que há discriminação com os monodocentes. Senti um enorme gáudio quando ouvi em direto o 1.º ministro a proferir estas palavras. Pus muitas reticências se estas palavras iriam contribuir para um tratamento de equidade para com os professores do 1.º ciclo e educadores de infância que há muito anseiam e merecem.

A 14 de junho, na senda dessa lógica, nas reuniões do ME com os sindicatos foi assumido pela tutela o compromisso relativamente à aposentação de assegurar para os trabalhadores docentes, o paralelismo de eventual tratamento diferenciado.

E de então para cá o que fizeram os sindicatos. Que eu tenha conhecimento remeteram-se ao silêncio sobre esta intervenção, com honrosa exceção de dois sindicatos que defenderam um regime especial de aposentação para os monodocentes.

Sinceramente é manifestamente pouco, no universo de sindicatos de professores, só dois pugnarem pela concretização deste parecer de António Costa. Em meu entender, caso os professores do 1.º ciclo e educadores de infância merecessem o devido respeito da maioria dos sindicatos, todos eles não mais se calariam enquanto a promessa do 1.º ministro não fosse realizada. Se já vimos compromissos assinados e o governo a não cumprir, veja-se o caso recente da contagem integral do tempo de serviço, então se a maioria dos nossos representantes continuarem calados sobre este assunto, é óbvio que estas palavras cairão em saco roto. Não se esqueçam, os professores do 1.º ciclo e educadores de infância precisam dos sindicatos, que são os seus representantes legais, mas os sindicatos também precisam destes profissionais da educação.

Seria bom se passassem a ter outra postura e defender todos os professores no sentido de se gerar uma opinião consensual por um regime especial de aposentação para os docentes e de um regime específico para os professores do 1º ciclo e educadores de infância ou por outras medidas similares.

José Carlos Campos

 

 

 

 

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A luta dos docentes lesados nos descontos da segurança social começa a ser notória

 

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