Somos menos, a tendência continua negativa. É natural, temos menos crianças….
Somos mais velhos. O envelhecimento docente é notório. Com o crescente aumento da idade da aposentação (desta vez não vamos falar do que esta questão acarreta) a curva da idade dos docentes continua a subir.
As docentes continuam a levar um avanço considerável face aos docentes homens. Nada de novo.
Estas e outras conclusões podem ser consultadas no Perfil do Docente 2015/2016 (clique na imagem)
Quando se vê docentes, de Bragança, com mais de 60 anos, a lecionar no Peso da Régua e a deslocar-se diariamente entre estas localidades, ainda se estranha que andem cansadas, doentes e desmotivadas. Vá-se lá entender porquê!




2 comentários
Sei de um caso (menos grave em termos de kms diários, é certo) de 4 professoras que fazem Chaves-Fafe todos os dias há já 10 ou 12 anos em que pelo menos 2 delas já andam nos 50 e muitos.
Um outro caso era o de um contratado (sempre podia aguentar melhor) que chegou a fazer Famalicão-Pombal 4 vezes por semana, simplesmente porque queria estar em casa com a esposa e então sujeitava-se a andar tipo zombie durante grande parte da semana porque passava horas e horas por dia no carro.
Cegueira de quem nos governa. Bom, se me disserem que na zona de Bragança não há alunos, entendo, o problema está no facto de vários horários surgirem após a colocação destes docentes. Sendo assim, julgo que as colocações de docentes deveriam efetuar-se numa só fase, início de setembro, após apuramento de grande parte dos horários.