Este processo eleitoral contou com a participação de 18.421 votantes, tendo-se obtido 18.067 votos válidos, depois de apurados 187 votos nulos e 167 votos em branco.
A distribuição destes votos pelas sete listas candidatas, foi a seguinte:
Lista A 1.790 Lista B 2.564 Lista C 486 Lista D 449 Lista E 3.136 Lista F 1.327 Lista G 8.315 Do apuramento dos resultados provisórios pelo método de Hondt, foram eleitos os seguintes membros efetivos:
1.º Eleito – Francisco José dos Santos Braz
1.º membro efetivo da Lista G – Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores2.º Eleito – António José Coelho Nabarrete
2.º membro efetivo da Lista G – Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores3.º Eleito – João António Gomes Proença
1.º membro efetivo da Lista E – Por uma ADSE Pública ao Serviço dos Beneficiários4.º Eleito – Manuel Bernardino Cruz Ramos
3.º membro efetivo da Lista G – Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores




7 comentários
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Espero com a redução da prestação mensal para 1,5%, como referiam no ato eleitoral a lista G.
95% de abstenção…
Votei na esperança que minha mulher volte a pertencer à ADSE.
Deixou de ter as comparticipações, mas continua a receber os e-mails.
Tinha esperança que os aposentados deixassem de pagar esta prestação, considerendo que já tiveram uma vida bem longa de descontos e com asposentações tão baixas e não se vislumbrando aumentos para breve, esta sujeição a não desconto para a ADSE, já era significativo no valor da sua aposentação!
95% de abstenção, anda tudo a dormir! O Nabarrete é sindicalista do SPGL, ou seja, ADSE capturada pelos sindicatos. O futuro dirá se é para servir os utentes ou se é apenas uma jogada político-sindical para reforçar as respetivas áreas de influência e poder.
Um cônjuge que tinha direito à ADSE e que se reforma com 200 e poucos € deixa de ter direito !…É justo ? E também porque tem mais de 65 anos, nem poderá ter mesmo fazendo descontos !…É justo ?? Fui uma das que fiz questão de votar, vamos ver se vale a pena !!!
Tenho muito respeito pelos 3 comunistas eleitos e pelo socialista João Proença, eleito pela lista E, da FESAP / UGT. Mas, deveria ter sido proibido que lista afetas à CGTP / PCP, FESAP – UGT (PS) e STE (PSD) se pudessem candidatar! E porquê? Porque essas forças sindicais, repito, Frente Comum – CGTP (PCP), FESAP – UGT (PS) e STE (PSD) asseguraram lugares neste mesmo Conselho, por inerência. Por inerência! Inimaginável! A lista do STE até teve um bom resultado. Mas, não elegeu ninguém. Mas, não há problema. O STE assegurou representação por inerência. Uma pouca vergonha! A juntar à abstenção próxima dos 100%.