Professores exigem concurso administrativo ainda este ano letivo para corrigir as colocações a muitos quilómetros de casa

Tem sido extremamente difícil explicar às minhas filhas porque é que a mãe está longe

 

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63 comentários

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    • Zé Augusto on 16 de Setembro de 2017 at 23:50
    • Responder

    Depois veem-se “colegas” (com colegas assim quem precisa de inimigos) a comentar estas notícias e que demonstram ser muita buuurros, parecem uns autênticos calhaus com olhos ou isso ou não querem perceber o que se passa e teimam na tecla “se concorreu para lá, sujeitam-se… e que os jornalistas deviam aprofundar e questioná-los sobre isso”. é lamentável ver estas pessoas sistematicamente com este tipo de comentários e argumentos bacocos e falsos, para a opinião pública. Tristes. Uma cambada de TRISTES. Estes colegas altamente prejudicados estão cheios de razão e dou-lhe força para lutarem contra os bandalhos do ME, que fazem de todos nós uma cambada de carneiros amestrados todos os anos. Estes colegas estão a lutar pela causa deles que no futuro nos beneficiará. Todos, mas TODOS devíamos estar solidários.

      • Costa on 17 de Setembro de 2017 at 1:23
      • Responder

      Queriam concurso administrativo especial “VIP(Very Important People)” como?….com este proposta multiplicariam as injustiça pois as colocações são sequenciais e os colocados da RR1 seriam ultrapassados pois as vagas libertadas pelos “favores aos QZP” seriam para contratados menos graduados do que os que obtiveram colocação na RR1. Não percebo tanta choradeira dos QZP foram colocados, onde concorreram por isso assumam o que fizeram. Os sindicatos defendem agora os QZP no entanto todos os anos acontece similar com os contratados e ninguém quer saber . Muitos contratados colocados na RR1 agora na RR2 encontram colegas menos graduados ser colocados em escola perto da sua residência……acontece todos os anos com os contratados …..Muitos colegas do QZP queriam ser “espertos ” e efetivar a 300 km contanto com a MI para aproximar do norte no entanto correu mal a jogada e agora choram. Concorreram, arriscando para longe agora assumam as vossas opções.Queriam trabalhar 8 horas mais uns clubes e apoios e receber o salário por inteiro? Isso não cabe na cabeça de ninguém colega….Este ano milhares de colegas que sempre lecionaram no público foram indecentemente ultrapassados pelos docentes oriundos dos colégios com o apoio de vários sindicatos e ninguém fala de nada, contra isso se devia fazer manifestações e providências cautelares……os sindicatos que deram estas ideias ao MEC continuam calados como ratos mas os contratados ficam desempregados ou ficam a 400 ou 500 km por causa das centenas docentes do colégios privados …uma ilegalidade vergonhosa .

        • Pinheiro on 17 de Setembro de 2017 at 9:30
        • Responder

        Devias ter vergonha e estar calado, quando falas dos professores dos colégios. Pois, a maioria desses professores foram para a 3º prioridade ou estão no desemprego. São um nº residual e insignificante de professores colocados. Além disso, todos são professores. Além disso, não devia haver filhos e enteados no sistema de educação. Muitos professores também são professores no público, porque tiraram o curso nas privadas. Se estas não existissem, esses professores não eram professores, muitos deles no público, e com altas notas de licenciatura. Se calhar, tu és um deles!

          • Teresa on 17 de Setembro de 2017 at 9:44

          Não havia de haver enteados, mas quando “concorremos” para o colégio é assim que somos tratados, portanto se nos vetam a entrada no privado e nas escolas com CA, a discriminação já começa aí. Então optamos por concorrer ao público, onde o concurso é mais transparente, só que ficamos sujeitos a muita coisa para acumular alguns dias e não é justo ver os meninos que tiveram cunha e acumularam tempo de serviço ao lado de casa, a passar à frente como se nada fosse.

          • Maria on 17 de Setembro de 2017 at 10:41

          Estás muito enganada. No público, também há muitas cunhas, basta ver as renovações de contratos. Uma vergonha! Muitas das vezes é só escovas a passar a mão no pelo. No privado, entram os melhores e os mais competentes, quer em termos de média de curso quer em termos pedagógicos. Estes professores se não estivessem no privado estariam no público. Temos muitos professores que têm muitos anos de público e nunca arriscaram ir para longe. Agora vincularam e queria ficar perto, como ficaram até aqui.

          • Teresa on 17 de Setembro de 2017 at 10:49

          Como disse é um concurso ” MAIS transparente” que o acesso às privadas, mas está longe de ser 100% transparente.
          ” No privado, entram os melhores e os mais competentes” eh eh eh e quanto a médias deve ser isso tudo, deve!

          • Maria on 17 de Setembro de 2017 at 12:57

          Não fale do que não sabe.

          • Costa on 17 de Setembro de 2017 at 18:08

          Colega Pinheiro não sabe o que diz. Imagine esta analogia, um trabalhador trabalhou na PT Comunicações durante 15 anos estando efetivo dizendo mal da Vodafone (como fazem os amarelos da escola pública), a seguir despede-se e concorre para a Vodafone exigindo um lugar nos quadros e ganhar o mesmo que os colegas que trabalham na Vodafone . Acha isto correto? Deve ser um desta colegas dos colégios para pensar desta forma , só pensa no seu umbigo….. Conheço vários colegas que trabalharam nos colégios privados ao pé de casa durante 15 anos nos últimos 2 anos em contratação de escola acumulou os 365 dias no público e concorreu em 2º prioridade ultrapassado muitos colegas do público que se sacrificaram durante 10 ou mais anos a trabalhar a 300 ou 400 km de casa…….As faculdades privadas são também uma peste que invadiu os cursos de ensino permitindo a muitos professores altas notas(18 ou 19 valores) quando na universidades públicas conseguia apenas um 12 ou 13 valores. Conheço um colega assim….. Não deve falar do que não sabe colega, no meu caso concreto concluí duas licenciaturas e um mestrado em Matemática(nada fácil) sempre em universidades públicas exigentes no mestrado fiquei com média de 15 valores.Não precisei de esquemas com universidades privados como insinuou….. Por uma questão de justiça não concordo com os colegas do QZP queriam ser “espertos ” e efetivar a 300 km contanto com a MI para aproximar do norte no entanto correu mal a jogada e agora choram. Concorreram, arriscando para longe agora assumam as vossas opções.Queriam trabalhar 8 horas mais uns clubes e apoios e receber o salário por inteiro? Isso não cabe na cabeça de ninguém colega… Já conseguiram novo concurso de MI para 2018 por isso acho que justo ….parem de chorar e trabalhem onde são efetivos…..

          • Maria on 17 de Setembro de 2017 at 19:27

          Se vamos fazer comparações entre o privado e público, os professores do público que têm horário – zero deviam ser despedidos, pois é o que acontece nos colégios privados.

          • Isa on 17 de Setembro de 2017 at 19:35

          Pois…caro Costa…e eu tive colegas este ano, com 14 anos num colégio privado e entraram no sistema…concorrendo ao público. Ainda se queixam de que têm muito tempo de serviço e não ficam perto de casa…
          Se fosse no ‘outro’ tempo…em que tudo o que vinha do privado tinha de prestar provas para ser admitido… Nem estágio fazem… Uma vergonha!

        • invejoso on 17 de Setembro de 2017 at 10:05
        • Responder

        O problema está na utilização de CRITÉRIOS DIFERENTES DE COLOCAÇÃO. Muitos dos horários que foram atribuidos na RR1 deveriam tê-lo sido na MI. E na RR1 os Ho e QZP ficaram colocados em horarios incompletos quando no mesmo QZP ficaram contratados com horário completo. E a cambada de colegas invejosos que NÃO CONSEGUEM ENCHARGAR ESTA REALIDADE e por estarem satisfeitos com a sua colocação vem para aqui tentar lixar os já injustiçados colegas que estão em cascos de rolha. Só falam com medo de as listas serem anuladas e já não ficarem onde estão.

        Portanto, de 25 a 31 de agosto o ME teve tempo para anular e refazer, mas não quis agora reparae de forma administrativa o ERRO QUE ELE E SÓ ELE COMETU.

          • Miguel on 17 de Setembro de 2017 at 10:42

          Está enganado! Na primeira lista do ano, onde são colocados os candidatos melhor ordenados, a colocação é feita pelas vagas que foram anunciadas completas e anuais e os critérios de acesso às mesmas foram mantidos. Quem não ficou aí, não ficou prejudicado, ficou sim na preferência para onde manifestou intenção. Os não colocados, ficaram pior, ficaram sem horário e foram sendo colocados em horários incompletos, temporários… seguiram para as RR (Restos dos Restos), foram tapar buracos…
          Dou-lhe o exemplo da lista da RR2 de um dos grupos, onde se verifica a calamidade que é seguir para as Reservas e sujeitar-se a tudo, inclusivamente a serviço de substituições.
          http://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=24510&fref=gc&dti=262343457111301

          • Isa on 17 de Setembro de 2017 at 19:39

          Caro Miguel…o que diz está muito certo, mas as pessoas a quem se dirige só olham para o seu umbigo. Este ano mudaram as regras e é o que se vê. E esses querem lá saber dos colegas que apanham os tais ‘restos’.
          Têm bom remédio. Não aceitem a colocação. Haverá muitos que agradecem!

          • anonimo on 18 de Setembro de 2017 at 17:32

          Eu preferia apanhar restos do que fazer 300 Km, Ou melhor 600 de ida e volta por semana. Se quiseres podemos trocar, já que diz que está pior do que eu.

        • Isa on 17 de Setembro de 2017 at 19:32
        • Responder

        Caro Costa…até que enfim alguém diz aqui a verdade e denuncia o que se passa!
        Pois…os ‘QZP’s’ queriam ter tudo à sua maneira…os mesmo que devem ter rido às gargalhadas quando alguns dos contratados tiveram de fazer a PACC. Os mesmos que não se importam que contratados estejam a kim de distância de casa.
        Se alguém de ‘QZP’ quiser trocar comigo o vínculo e fica com o horário perto de casa, eu aceito? Que tal?

      • prof500 on 18 de Setembro de 2017 at 9:50
      • Responder

      Esses colegas nunca foram solidários comigo quando me foram, ano após ano, passando à frente e eu a 300 km de casa, onde continuo efetivo… Eu compreendo a situação e não fico contente. Gostaria é que as injustiças fossem todas tidas em conta e não se olha-se só para o seu umbigo.

    • liberto liberalis on 17 de Setembro de 2017 at 2:20
    • Responder

    Ninguém obrigou esses professores a concorrer para locais que não queriam ou não podiam aceitar a colocação​.

    Esta é a realidade.

      • Zé Augusto on 17 de Setembro de 2017 at 12:16
      • Responder

      A realidade é que não deves muito à inteligência e continuas (tu e outros poucos dotados como tu que têm acesso a esta profissão) a insistir nessa tecla.

        • Costa on 17 de Setembro de 2017 at 18:13
        • Responder

        O senhor parece um ditador. Não aceita opiniões distintas da sua . Para si quem não concorda consigo são pouco dotados….tenha juízo e vá trabalhar para onde concorreu…..
        Já conseguiram novo concurso de MI para 2018 por isso acho que justo ….parem de chorar e trabalhem onde são efetivos …..

          • anonimo on 18 de Setembro de 2017 at 17:39

          Novo concurso??? SIM, MAS PARA TODOS, caso contrário, as injustiças manter-se-ão, porque as vagas das preferências dos mais graduados já estão ocupadas pelos menos graduados (satisfeitos).
          Era o que faltava haver concurso apenas para os insatisfeitos e os satisfeitos e menos graduados ficarem mais 3 anos perto da sua residência.

    • liberto liberalis on 17 de Setembro de 2017 at 2:25
    • Responder

    As escolhas que se fazem devem ser conscientes e, posteriormente, deveriam ser aceites as suas consequências.

      • Igualdade on 18 de Setembro de 2017 at 21:14
      • Responder

      Concordo plenamente, as pessoas tentaram a sorte só que não pensaram nos riscos e como os resolver.
      Quando fiquei em QZP ( Baixo Alentejo e Alentejo Litoral) e sou do norte, não pude concorrer a outro QZP, fiquei obrigatoriamente nesse.
      Tinha dois filhos pequenos, se me custou??? Imenso!!! Todas as semanas saia de casa às 4 h da manhã de segunda feira para estar na escola às 8.30, grande parte da viagem fazia-a chorar. Todos os dias, quando telefonava chorava. na escola não me podiam perguntar pelos meus filhos!
      Toda esta contestação, por parte dos colegas, que não calcularam os riscos, pode levar a que alterem as regras (como eu apanhei) em que só se pode concorrer ao seu QZP. E depois não são umas centenas prejudicados mas sim milhares de professores QZP.

  1. E eu quero um concurso semanal para não ser ultrapassado todas as semanas nas diferentes colocações que vão surgindo. Também quero que as vagas que os QZP alegam suam sejam disponibilizadas aos QE. Se um QZP pode estar 20 anos colocado num horário de 8 horas, não há fundamento para essa vaga não ser considerada QE. Querer todos queremos muitas coisas, mas as opções tomadas por cada um são da sua responsabilidade, não são culpa do MEC. Pode ser que com isto o Sr. Ministro compreenda o motivo de haver tanta contestação às VE, os mais graduados que entraram nesta vinculações foram os que ano após ano concorriam só para as vagas de horários ao pé de casa, preferindo ficar em contrato a ficar longe de casa, são opções e não injustiças, caso as vaga tivessem aberto para QE e não ficassem na gaveta certamente haveria muitos docente de quadro a ocupar as vagas que os colegas tomam como suas.

      • Isa on 17 de Setembro de 2017 at 19:40
      • Responder

      Nem mais!

    • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 7:49
    • Responder

    Mas como ainda não perceberam o que se passou este ano? Nenhum QZP se queixa de ter sido ultrapassado pelas colocações da RR2 e as seguintes que virão. O problema foi que este ano os horários que saíram na RR1 saem normalmente na inicial, e o facto de terem ficado uma semana na gaveta do ME provocou as ultrapassagens entre QZPs ou QE/QA. Esses horários ficaram na gaveta com a desculpa de serem incompletos e não deverem ser atribuídos a quem ganha o ordenado por inteiro, mas depois foram na mesma para colegas de quadro. Ninguém se está a queixar dos que vão agora sendo atribuídos a contratados, párem de confundir as pessoas, seja por ignorância ou calculismo…

      • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 12:12
      • Responder

      Isto acontece todos os anos, e só aconteceu com QZPs de alguns grupos de recrutamento, segundo a secretária de estado houve um baixo-assinado com apenas 200 assinaturas (e nem sei se contaram com a dos familiares dos contestatários ou não), uma gota de água. Sempre que sai uma RR a pessoa menos graduada pode ficar colocada mais próxima da residência que a menos graduada, teria que haver uma nova mobilidade cada vez que abre uma RR. Agora não se pode é colocar QZPs com horários de 8 horas quando no seu QZP há horários de 22, 20, 18… esta colocação faria abrir um maior número de QZP que o necessário. Apenas concordaria com a situação dos QZP poderem concorrer para horários de 8 horas se estes fossem declarados como horários de QE no CI. Injustiças há para todos os gostos.

    • Telmo Afonso on 17 de Setembro de 2017 at 9:27
    • Responder

    Entendam de uma vez que um concurso desta natureza sujeito a nº de vagas não podia ser de outra forma. A primeira lista do ano foi publicada com efeitos a 01 de setembro com colocação nas vagas anunciadas, concerteza em vagas anuais e de componente letiva completa. Não foi esse o critério com que abriram? Queriam ver o fenomeno da multiplicação de vagas!!!
    Eu entendo que é difícil, também já estive deslocado, mas não têm razão. Temos direito à mobilidade, mas não pode ser exigida como uma garantia. Não é por tal facto que são preenchidas preferências, na qual indicamos que se não ficarmos em tal sítio, preferimos ficar noutro e noutro…??? Ninguém ficou colocado em local para o qual não concorreu, nem fora do seu qzp. É preciso ainda entender que já não é possível reverter nada, a menos que se assumisse um erro, (e aí teriam de corrigir todas as listas) como o Ministério não assume, não pode haver direito a correções de uns e não de outros sob pena de se instaurar o caos absoluto, pois os restantes colocados em data de 25/08 teriam então razões para exigir a possibilidade de tambem mudar para ainda melhor.

      • EGOISTA on 17 de Setembro de 2017 at 10:12
      • Responder

      Não vale a pena mentir mais, pois as listas da última década falam por si. NUNCA o ME fez isto e agora porque não quer largar a escola que lhe calhou injustamente quer mandaR areia para os olhos. INVEJOSO.

      Ninguém foi colocados para onde não concorreu, mas por algum motivo existem PREFERENCIAS. O problemas E QUE AS PRIMEIRAS PREFERÊNCIAS MANIFESTADAS PELOS PROFESSORES TINHAM HORÁRIOS QUE FORAM OMITIDOS E ENTREGUES NA RR1 CUJO CRITÉRIO DE COLOCAÇÃO FOI DIFERENTE.

      O me podia ter corrigido mas deixou passar tempo de propósito. MAS OS PROFESSORES NÃO PODEM FICAR PREJUDICADOS!!!!

        • João Leão on 17 de Setembro de 2017 at 10:41
        • Responder

        Caro colega Egoísta, deves ser novito, já aconteceu o mesmo há alguns anos atrás… Tens de te habituar, é a vida!

        • Manuel on 17 de Setembro de 2017 at 12:10
        • Responder

        Também nunca vi acontecer um concurso de Vinculação Extaordinária com tantas vagas e com critérios tão específicos para o seu apuramento. Os que vincularam este ano, fora do qzp onde eram habitualmente contratados, foram longe “roubar” a vaga a quem lá queria trabalhar e ainda maldizem o Ministro que os vinculou. Um exemplo que dou: um colega de Braga, vinculou a 600km e na mobilidade, conseguiu ficar a 100km, contudo maldiz o ME porque alega que poderia ficar a 1km se fosse colocado num horário incompleto em agosto. Acho que não é preciso dizer mais nada para sabermos quem é o egoísta desta história.

          • Ana on 17 de Setembro de 2017 at 19:44

          Caro Manuel…resolve-se bem. Queixam-se não é? Rua com eles!
          Há muitos professores a querer trabalhar, com filhos e família e ficam a km de casa e não se queixam. Dão graças a Deus por ter trabalho! São as regras!
          Agora chico-espertismo….

        • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 12:18
        • Responder

        Exactamente por ter havido uma má gestão de recursos com o ME, é que ficaram por colocar 2500 QZP na MI. Os colegas queriam entrar em horários de 8 horas perto de casa e deixarem no QZP em que vincularam horários de 22, 20 e 18 horas por preencher, que seriam ocupados por contratos que por sua vez abririam essas vagas novamente para QZP por ficarem com horário anual e completo. O fato de terem ficado tantos QZP por colocar foi precisamente por este motivo, os QPZ concorreram anos a fio para vagas de horários incompletos fora seu QZP na MI e engrossaram artificialmente os quadros do estado. Deveria ser feito um estudo para saber quantos dos docentes de quadro ficam com a componente lectiva totalmente ocupada no seu grupo de recrutamento para sabermos o tamanho dos estragos.

      • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 11:08
      • Responder

      Só ainda ninguém explicou porque é que os horários da rr1 não puderam ser atribuídos a uns QZPs e puderam a outros, quando já todos tinham sido pedidos pelas escolas.

    • É justo! on 17 de Setembro de 2017 at 10:28
    • Responder

    É Uma exigência muito justa. 1º exigiram a anulação das listas e a republicação a fim de corrigir o erro , mas o ME deixou o tempo o passar e insistiu em publicar as RR. Então não são os desgraçados dos injustiçados que devem ficar com o prejuízo. O próprio ministro já referiu que é um grupo relativamente pequeno de pessoas que estão descontentes (parece que umas centenas de casos se resolvem facilmente por esta via administrativa).

    Acho que se deveria verificar quem de facto está em cascos de rolha não é “eu podia estar a 10km e fiquei a 20km por isso quero ser reposicionado administrativamente”. Penso que se deveriam apurar os casos em que as pessoas ficaram a uma distância que as impeça de regressar a casa diariamente quando havia horários em escolas mais próximas. Ex: estão a 40/50 ou mais km de casa havendo horários mais perto. Obviamente que isto para para os da MI porque as restantes listam obedeceram ao critério correto de colocações. Qualquer das maneiras estas colocações são só para este ano letivo porque para o ano há concurso interno (espero eu com vagas porque se as há para os contratados também as tem de haver para quadros, sem impedir a entrada de novos contratados)

    Portanto, quem está muito bem colocado pode continuar calmamente a preparar as suas aulas porque este assunto não lhe diz respeito.

      • ...e é justo para outros? on 17 de Setembro de 2017 at 11:11
      • Responder

      O grupo de descontentes é pequeno, mas se fossem agora dar benesses a esses, sem correção das colocações dos outros, um novo grupo de descontentes surgiria e desta feita seria um grupo ENORME. Olha-me esta!
      Não sabe que as colocações são sequenciais e que estão todas relacionadas? O que está feito, feito está! Tivessem tido juízo, os riscos pagam-se caro e devem assumir as consequências pois são da vossa responsabilidade!

        • Sim é justo. on 17 de Setembro de 2017 at 11:50
        • Responder

        Por causa dos invejosos que tudo querem e não podem ver outros a ficar um pouco menos prejudicados é que me parece que tem de haver um critério para atenuar o grande prejuízo dos mais afetados. Uma coisa é estar a 15km podendo estar a 5 ou a 10 e outra completamente diferente é estar a 150km ou mais podendo estar a 20 ou 30. Pois grandes distâncias IMPEDEM o regresso diario a casa, obrigando ao pagarmento de alojamento, deslocações aos fins de semana (combustivel, portagens) para além do afastamento familiar e dos cuidados a eles prestados. Assim se houver um critério beneficiam todos os que estiverem nessas condições e os que não os cumprirem já estão bem porque não ficaram num raio superior a “X” km por isso nunca precisaram de arranjar nova casa etc, etc. As RR já obedeceram ao critério que era do conhecimento de todos à data da submissão da candidatura. Os riscos só são riscos quando se mudam critérios ou legislação! Porque o futuro a DEus pertence e ninguém adivinha o que o ME vai fazer, portanto a manifestação de preferências deve ser feita com regra claras e não sujeita a traições nem vigarices à posteriori. Mas se está bem não se incomode com os outros e para o ano até pode ser que fique melhor pois vai haver concurso interno.

          • João Leão on 17 de Setembro de 2017 at 12:26

          Não me vou incomodar, vou ficar onde quero e onde sempre estive.Venha o concurso interno! Mede as palavras e cresce, ainda tens muito tempo de serviço a alcançar antes de chegares aos calcanhares de quem anda por aqui há 34 anos e mortinho por ir para casa. Nessa altura deixo-te a minha vaga.

          • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 17:05

          As suas máguas do passado deveriam apenas servir para estar solidário com os colegas que agora foram prejudicados por procedimentos fora do habitual na mobilidade. A isso chamasse MATURIDADE. Não mande os outros crescer quando é o primeiro a ter comportamentos infantis.

          • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 12:26

          Já todos passámos por isso, aguente-se. Não acha que com o concurso extraordinário já tiveram benesses em excesso. Não quer a vaga renuncie ao cargo, há colegas sem trabalho que de bom grado aceitam o horário na sua vez.

          • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 17:07

          Não queres não comas que vem outro que come. É esse o seu argumento? Então está bem…

          • e é justo para os outros? on 17 de Setembro de 2017 at 17:36

          Depois de tanta choradeira e roupa lavada em praça pública, eu por acaso adivinho o que o ME vai fazer. Não vos deixa concorrer a outros qzp na mesma prioridade fica logo a regra tornada clara.

          • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 17:59

          Apoiado

          • Carla on 17 de Setembro de 2017 at 19:47

          Eu faço mais de 400km por dia, ida e volta e não me queixo. Tenho trabalho e é o mais importante! Mas se algum ‘QZP’ quiser trocar comigo para ficar na escola onde estou…está à vontade…

      • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 12:22
      • Responder

      Claro que essa benesse criaria novas injustiças, eu poderia ficar também mais perto de casa, 20 kms, se pudesse concorrer às vagas da RR1, nem à mobilidade concorri, mas agora que sei da vagas sinto que até deveria ter concorrido. O MEC teria que deixar todos os docentes, não só os que ficaram longe de casa, a essa nova mobilidade, seria uma MI-extraordinária (que está na moda fazer concursos extraordinários). Tenham juízo, não querem a vaga não a aceitem, ninguém os obrigou a efectivar no Alentejo se são do Porto.

    • Contribuinte Indignado on 17 de Setembro de 2017 at 11:41
    • Responder


    Repito. O que esta gente pretende é HORÁRIOS INCOMPLETOS e ORDENADO POR INTEIRO, preferencialmente AO LADO DE CASA.

    Repito. Os CONTRIBUINTES não estão disponíveis para SUSTENTAR MALANDROS.

    Portugal possui uma ENORME DIVIDA PÚBLICA e quem paga são os Agentes Económicos do Sector Privado os que geram riqueza.

    O Governo de Portugal não deve permitir que o DINHEIRO PÚBLICO (dos CONTRIBUINTES) seja ESBANJADO na CRIAÇÃO DE EMPREGO FICTÍCIO.

      • André Coutinho on 17 de Setembro de 2017 at 12:14
      • Responder

      Trata-te ao atira-te de um penhasco, que é um favor que fazes à humanidade e é menos um que o ME manipula.

      • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 12:34
      • Responder

      Concordo, não é que simpatize muito com Contribuintes Indignados, porque eu também tenho muito que dizer com a forma como o estado, por intermédio das direções das escolas esbanja dinheiro da escola em empresas de horários, de assessoria informática, de auto-avaliação das escolas, etc, etc. Mas realmente há, desde 2013, era Crato, uma criação de horários artificias alarmante, tendo a FENPROF e a FNE que repartir culpas desta situação com o MEC. Mário Nogueira e João Dias da Silva ainda este ano pedem mais vinculações extraordinárias, mas onde é que esta gente está com a cabeça. E um concurso falso, em que só concorre quem quer e onde vão a concurso só parte das vagas. Faltava era deixarem entrar os que vão a concurso em horários incompletos e os que não concorrerem sentirem-se lesados e pedirem novo concurso. Acabem já com a estupidez dos concurso de 4 em 4 anos, a aferição de vagas e MI deve ser feita todos os anos para acabar com estas vinculações pela porta do cavalo.

      • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 17:08
      • Responder

      Não dá a cara? Então se calhar prefere dar o c…

        • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 18:02
        • Responder

        Ouvi dizer que os carros eléctricos estão muito baratinhos, aproveite, a maioria dos seus colega estão a aclimatizar-se às novas escolas, aclimatize-se também, diz que lhe fará bem.

          • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 20:46

          Adaptar-me a novas escolas é o meu trabalho. E o Calvin? Vive do ar?

        • Contribuinte Indignado on 17 de Setembro de 2017 at 22:26
        • Responder

        .
        eu a ti dou-te é a pirxga…..já vi que deves ser LGBT meu grande coirão……

        Vê lá se justificas o que os CONTRIBUINTES TE PAGAM pois és um privilegiado porque tens emprego a ganhar 1.300 euros. Não cuspas dentro do prato onde comes.
        .

          • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 22:44

          E continua a preferir dar outras coisas e não a cara. Não vou dar mais troco a cobardolas anonimus.

          • Contribuinte Indignado on 17 de Setembro de 2017 at 23:19


          …..és Funcionário Público….está tudo dito…..
          .

    • on 17 de Setembro de 2017 at 15:27
    • Responder

    Se efetivaram no QZP 6, 7, 8, 9, 10 é hora de ir para lá. E O MAIS BONITO AONDA ESTÁ PARA VIR. OS QZP SÓ VÃO CONCORRER EM PRIMEIRA PRIORIDADE PARA O SEU QZP. É MELHOR COMEÇAR A PENSAR NISTO

      • João Leão on 17 de Setembro de 2017 at 16:34
      • Responder

      Boa, estou mortinho que aconteça isso. O seu a seu dono.

        • João Ferreira on 17 de Setembro de 2017 at 20:47
        • Responder

        Tanta coisa mal resolvida. Sabe, já há médicos que tratam disso…

      • Gonçalo Santiago on 17 de Setembro de 2017 at 16:47
      • Responder

      Então os contratados também só vão poder concorrer a um qzp. Era assim antigamente, nos mini concursos.
      A classe dos professores é muito invejosa. Já me tinham dito que os piores inimigos que os professores têm na escola são muitas vezes os próprios colegas. E pelos vistos muitos deles também são mentecaptos, pois não percebem a indignação dos colegas injustiçados na lista de 25/08. Parece que é preciso fazer-lhes um desenho. Os contratados então nem se fala, pois não vêem que a antiguidade é um posto (até no privado) e mais tarde, quando vincularem, a lei dos vinculados será igual para eles. Mas pronto, são básicos, só pensam no dia de hoje. Por exemplo, quem vinculou extraordinariamente num qzp longe pode agora no próximo concurso ver colegas contratados vincularam no qzp da sua residência. Se deixassem os qzp concorrer às vagas dos extraordinários isso já não acontecia.

        • Calvin on 17 de Setembro de 2017 at 18:05
        • Responder

        Ou seja, não deveriam haver concurso extraordinários, é o que a maioria dos docentes de quadro (os que entraram pela porta da frente) repudiam a legislação dos extraordinários (que entram pela porta do cavalo).

        • Salomé on 17 de Setembro de 2017 at 18:32
        • Responder

        Queixarem-se que saíram muitos horários completos na 1ªrr é uma coisa e têm razão pois há problemas no levantamento atempado das necessidades, queixarem-se que não puderem concorrer a horários incompletos é outra porque o estado não é obrigado a colocar efetivos em horários incompletos quando existem completos nas áreas onde são efetivos.
        Se depois 2500 efetivos ficaram em incompletos na 1 RR é porque o ministério tem professores efetivos a mais em alguns grupos e zonas. Entrarem em horários de 8 horas para além da despesa inútil que acarreta ainda dá a sensação que em certas zonas é preciso vincular muito mais professores, o que não corresponde à verdade.

    • L. Manuel on 17 de Setembro de 2017 at 19:59
    • Responder

    Já vai em três consecutivos que a minha esposa tenta explicar às nossas duas filhas porque está a mais de 250Km de casa. Mais um ano de vergonha e de uma equipa ministerial completamente incompetente. Isto só se resolve se TODOS os professores prejudicados neste concurso não aparecerem nas escolas até estar resolvida esta de forma administrativa. Muitos diretores não ficaram isentos de responsabilidade/incompetência como aconteceu com horários no meu Agrupamento.

      • Vânia on 18 de Setembro de 2017 at 18:23
      • Responder

      Tem razão quanto aos horários completos que não saíram mas relativamente às filhas nem tanto. Há contratados e mesmo efetivos muito mais longe todos os anos, também há escolas nessas cidades, se acham que ficam melhor com a mãe elas mudam-se. Todos os anos isso acontece.

    • rui filipe on 18 de Setembro de 2017 at 13:22
    • Responder

    Se não resolverem o problema criado, a 1 de outubro, votem à esquerda do PS, nos partidos que vos defendem.

    • ai on 19 de Setembro de 2017 at 23:26
    • Responder

    Avançar com as permutas. Agilizar a vida dos professores, dos alunos e dos pais. Do ponto de vista de aplicação informática é bastante fácil. A vida dos prof. é uma drama sem necessidade. Existem colegas do Porto a ficarem em Faro. Existem colegas de Èvora a ficarem em Coimbra, os de Coimbra em èvora. PERMUTA para TODOS e JÀ

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