Carta Aberta de Carla Alexandra Silva ao ME

Carta aberta ao Sr. Ministro da Educação e à Sra. Secretária de Estado da Educação

 

 

 

Exmos. Srs.

Relativamente ao suposto interesse público que têm intenção de alegar para travar a Providência Cautelar que determina a suspensão das listas de colocação de professores em Mobilidade Interna de 25 de agosto do corrente ano tenho a dizer-vos o seguinte:
Interesse público?
Vamos a números, algo que vossas excelências muito apreciam:
foram colocados nas referidas listas da Mobilidade Interna 12208 docentes dos quadros – vamos admitir que uma percentagem destas colocações até corresponderiam a uma colocação aproximada com a real e baixar o número de docentes que viram a sua colocação afastar-se significativamente da sua preferência para 10000.
Estes 10000 docentes têm certamente família. Vamos admitir que cada um deles terá um cônjuge/irmão/irmã, um filho e um ascendente sobrevivo, sim Sr. Ministro e Sra. Secretária de Estado, porque a franja afetada por esta vossa arbitrariedade está entre os 40 e 50 anos, pelo que estou a fazer as contas por baixo! Digamos então que esta vossa medida terá afetado diretamente pelo menos 40000 mil pessoas.
40000 mil pessoas que não vão ter a assistência familiar possível porque o docente colocado nas listas de 25 de agosto tem que despender mais de 2 horas diárias para as viagens de 200 ou 300 km que está agora obrigado a fazer.
Agora analisemos a parte dos alunos, aqueles que estão na base da vossa alegação de interesse público. Sim, Sr. Ministro e Sra. Secretária de Estado, porque se pensam só por um minuto que estes vão ter destes docentes a disponibilidade, concentração e dedicação que teriam se o docente mantivesse a sua situação profissional estável como até aqui, estão a deixar de fora a parte mais importante desta equação.
Aos alunos: supondo que cada um destes docentes terá 6 turmas (há grupos disciplinares com mais, outros com menos) e que essas turmas teriam 25 alunos (contas por baixo mais uma vez) temos então 10000 X (6 x 25) = 1.500.000.
Ora 1.500.000 + 30000 (não vamos esquecer agora os familiares destes docentes) + 10000 (docentes) dá nada mais, nada menos do que 1.540.000.
1.540.000 de pessoas afetadas por esta arbitrariedade do Ministério que vossas excelências governam. De que lado está o interesse público?
Qual é a percentagem de pessoas a sacrificar em prol das restantes?
O interesse público obriga vossas excelências a corrigir o erro crasso que cometeram com uma decisão de secretaria não fundamentada na legislação que prejudicou seriamente o interesse público do país.
O interesse público está do lado da legalidade e da justiça. Corrijam as listas.

Carla Alexandra Silva

9 de setembro de 2017

 

 

 

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71 comentários

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    • QZP procura Horário Incompleto on 9 de Setembro de 2017 at 16:19
    • Responder

    .
    Queremos HORÁRIO INCOMPLETO e ORDENADO POR INTEIRO ao dia 23 de cada mês.

    Temos direito a ficar junto de casa e de preferência em casa.
    .

      • Feijão on 9 de Setembro de 2017 at 16:38
      • Responder

      Olha, lá e os que por ventura venham a ficar no lugar, que agora recusas a trabalhar, também não têm família, também não têm que pagar as suas despesas… Também não tem casa.. Enfim…injusto

        • Vamos lá pessoal on 9 de Setembro de 2017 at 18:10
        • Responder

        .
        Eu vinculei este ano em QZP e não quero estar a mais de 10 Km de casa.

        Fiquei a cerca de 200 Km da minha residência. Isto não pode ser!…era só o que mais faltava.

        Também quero que me reposicionem no escalão da carreira docente atendendo a que tenho 18 anos de tempo de serviço – 5º escalão.
        .

          • Catar piolhos on 9 de Setembro de 2017 at 22:03

          .
          não queres mais nada?

          o Tiago está aqui só para ti.
          .

          • Paulo Pereira on 10 de Setembro de 2017 at 16:36

          Isso é impossível!

      • Luis on 9 de Setembro de 2017 at 18:46
      • Responder

      Ou não és professor ou então vens para aqui dar bocas de baixo nível, mas o mais provável é seres muito pouco inteligente, ao ponto de não conseguires enxergar o óbvio! Então os quadros de escola efectivos a 300 km de distância também não têm direito a ficar perto de casa? São só os QZP? Conheço uma colega de Setúbal que este ano teve de voltar a Aveiro onde é efectiva há 15 anos e teve de ir para lá, aliás onde nunca chegou a dar aulas, conseguia sempre horário na mobilidade interna! E os contratados também não foram prejudicados? Ficaram os menos graduados mais perto de casa do que os que concorreram a nível nacional ficando logo em horário completo, abrindo agora horários mais perto dos interesses dos primeiros. Ficaste esclarecido ou é preciso fazer um draft???

        • Pedro Gonçalo on 9 de Setembro de 2017 at 23:07
        • Responder

        Muito bem Luís.
        Eu, QE há mais de 170 km de casa!!!!

      • anonimo on 9 de Setembro de 2017 at 20:33
      • Responder

      Este CROMO continua a bater na mesma tecla desde 25 de agosto. O que está aqui em causa é o concurso ter sido realizado em 2 PARTES: uma a 25/8 (Mobilidade Interna) e outra a 6/9 (Reserva de Recrutamento). Por que é que os horários, que já tinham sido pedidos pelas escolas, NÃO SAÍRAM TODOS AO MESMO TEMPO para os docentes que a eles concorreram tem acontecido nos anos anteriores e como diz a lei?
      Segundo o CROMO QZP que quer horário incompleto, o ministério fez bem, porque colocou os MAIS GRADUADOS e mais velhos a 200 e 300 Km de casa para na RR colocar os menos graduados e mais novos em horários das suas preferências independentemente do nº de horas do horário. Recordo que na RR surgiram horários completos e incompletos para QZP e para contratados. Houve muitos horários completos em escolas das minhas preferências e foram atribuídos a CONTRATADOS. Se estivesse em causa colocar todos os QZP em horários completos, por que é que o Ministério colocou na RR QZPs em horários incompletos e contratados em horários completos? Por que é que foram atribuídos horários incompletos aos QZP da RR não aos da mobilidade interna? Não, não foi a questão da gestão dos recursos que esteve em causa nestas colocações. Definitivamente, não foi.

        • MariaMat on 9 de Setembro de 2017 at 22:13
        • Responder

        O problema são as prioridades!
        Atenção que nem falo em causa própria… é pelo que vejo… e pelo que já passei!!!
        Os quadros de escola colocados longe de casa (e também das suas famílias) devem ter o direito de concorrer em igualdade de circunstâncias com os restantes colegas do quadro. Cada um com a sua graduação….
        Se há quadros de escola que, graças à sua graduação, mudassem de escola as suas vagas eram ocupadas por outros colegas. Supostamente os concursos não são anuais logo alguma estabilidade nos quadros das escolas existiria mesmo longe dos grandes centros.
        Os QE ou QE sempre destacaram só com horário completo!!! Porque é que se admite colocações de quadros com tão poucas horas? Todos sabemos como se completam os horários….
        Sejamos sérios!!!

          • Contribuinte Indignado on 9 de Setembro de 2017 at 22:39

          .
          Os QE ou QE sempre destacaram só com horário completo!!! Porque é que se admite colocações de quadros com tão poucas horas? Todos sabemos como se completam os horários….

          ESBANJAMENTO DE DINHEIRO PÚBLICO.

          O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES é aplicado desta forma…..
          .

          • anonimo on 10 de Setembro de 2017 at 10:30

          O esbanjamento de dinheiro público FOI FEITO COM AS COLOCAÇÕES DA RR. Ainda não percebeu? A vontade de denegrir os professores é tanta que só olhar para uma parte (e de forma deturpada) do problema do que aconteceu nas últimas 2 colocações.
          Senhor contribuinte indignado, não tem nada para fazer? Faça justiça ao seu nick e vá trabalhar, contribuindo para o desenvolvimento do país. O sr passa o tempo por aqui a denegrir os professores com FALSAS questões. Diga lá o que pretende. Todos queremos saber.

          • Pedro Gonçalo on 9 de Setembro de 2017 at 23:09

          Muito bem.
          Apoiado!!!

          • Paulo Pereira on 10 de Setembro de 2017 at 17:02

          Cara colega, os colegas de quadro COM HORÁRIO concorreram neste concurso de MI na 3.ª prioridade.
          Os únicos que concorreram na 1.ª prioridade foram os colegas de quadro com HORÁRIO ZERO.
          Neste pressuposto, e no contexto dos Concursos Internos, e mesmo nos concursos de MI, não percebi o seu raciocínio, pois estes últimos têm, geralmente, maior graduação profissional e estão em Grupos de Recrutamento extintos ou, em outros casos, por haver menos turmas, são os últimos das graduações do grupo disciplinar das suas escolas e ficam de fora.
          O Estatuto da Carreira Docente é claro relativamente aos docentes de Quadro. E também é claro relativamente aos docentes de Quadro de Zona.
          Neste pressuposto, nos concursos de MI, é coerente que sejam os docentes de Quadro de Escola com horário Zero a posicionar-se numa prioridade acima relativamente aos QZP. Há quem diga que, na MI, também devam concorrer a par os docentes de QE com horário e os QZP. Esta, aliás, parece ser, se não me engano, a posição da Fenprof. Não tenho uma opinião formada sobre o assunto, mas à primeira vista isso vai prejudicar os QZP na MI.

    • sónia on 9 de Setembro de 2017 at 16:47
    • Responder

    A carta até teria pernas para andar, não fosse o número fantasioso de 10000 professores insatisfeitos com a sua colocação ma MI, isto é, cerca de 82%… assim perde a credibilidade logo no início.

      • Nuno Cavaco on 11 de Setembro de 2017 at 14:40
      • Responder

      É este mesmo o problema… Quer-se foco neste momento, objetividade, e não cenários fantasiosos, exagerados.

    • Contraestavigarice on 9 de Setembro de 2017 at 16:49
    • Responder

    Plenamente de acordo.

    Para desmontar esta vigarice que o ME arranjou só resta realizar uma auditoria externa para provar isso mesmo.

    O que acha Arlindovsky?

    Um colega meu, QZP 4, ficou no seu QZP! A 25 de agosto. 140 km casa.
    Um segundo colega, QZP5, dos últimos da lista, ficou no QZP3, em setembro. 7 km de casa. Está 400 lugares atrás do primeiro colega.
    Um terceiro colega, Qzp4, ficou no Qzp 3, em setembro, ficou em casa. Está 300 lugares abaixo do primeiro.

    Em que ficamos senhor ministro? Fazendo as coisas bem feitas, com as duas listas lançadas de uma só vez, qual era o prejuizo do estado? Era bola como diz o JJ.

    Como é que é possível lançar uma lista no dia 25 de agosto, com turmas aprovadas a 30 de agosto e com envio das necessidades das escolas a 31 de agosto…?

    Quiseram fazer o bonito e fizeram uma das maiores asneiras dos últimos anos.

    Agora não me venham dizer que está tudo bem…

      • Zé Manel on 9 de Setembro de 2017 at 19:35
      • Responder

      E os QA bem melhor graduados que nem conseguiram MI? Desses não falam vocês… Só argumentam com a graduação quando vos é favorável.

        • Pedro Gonçalo on 9 de Setembro de 2017 at 23:10
        • Responder

        Bem verdade!!!!!!

        • Paulo Pereira on 10 de Setembro de 2017 at 17:12
        • Responder

        Bastou terem sido posicionados na 3.ª prioridade. Isso é óbvio.
        Se tivessem sido posicionados na 2.ª prioridade, a par dos QZP, muitos mais QZP ficavam de fora.
        E estamos a falar de horários completos postos a concurso.

    • Manuel Gonçalves on 9 de Setembro de 2017 at 16:58
    • Responder

    Números da treta, totalmente arbitrários….estatística desvirtuada….também sei: ” eu como um frango de churrasco, tu não comes nehum…. em MÉDIA cada um come meio frango!!!”

    • Carla Silva on 9 de Setembro de 2017 at 17:02
    • Responder

    Já estava à espera!
    Queremos apenas que seja respeitada a graduação profissional. Não concorremos a horários completos enquanto QA/QE/QZPs (para nós isso é indiferente), concorremos a preferências geográficas que não foram respeitadas.
    A solução que propomos poderia beneficiar um enorme número de colegas contratados, mas alguns de vocês estão demasiado absorvidos em defender esta aberração (pasme-se!!) do que a tentar ver o cenário maior.
    Não vou entrar em diálogo, as posições estão bem claras.
    Os argumentos que usam para dormir melhor à noite e para justificar os interesses dos vosso umbigos (refira-se que não estou a tomar o individual pelo todo!) só a vocês dizem respeito.
    Fiquem bem!

      • Contraestavigarice on 9 de Setembro de 2017 at 17:12
      • Responder

      Fui contratado durante 20 anos e neste extraordinário entrei nos quadros. Ultrapassei muitos colegas, entre eles, a minha esposa. Ela é uma das prejudicadas por esta vigarice.
      No entanto não tenho nenhum problema em assumir que estas duas listas são uma palhaçada e uma injustiça…

        • A snifar on 9 de Setembro de 2017 at 19:25
        • Responder

        É pá…..prejudicas a tua mulher e ainda tens a lata de vir para aqui dizer uma coisa dessas!…..

        Tem calma…

        Também me prejudicaram e eu estou tranquilo. Preciso de trabalhar é esta a diferença.

      • Atónio on 9 de Setembro de 2017 at 17:49
      • Responder

      Faço minhas as suas palavras: “Os argumentos que usam para dormir melhor à noite e para justificar os interesses dos vosso umbigos”.
      Por acaso ficou numa escola para a qual não concorreu? Colocaram-na mais longe do que era suposto no seu QZP? Não acha que ao concorrer para outro QZP a horários incompletos está a abrir artificialmente as vagas do QZP em que vinculou e que ao entrarem lá contratos em horário completo, enquanto a colega fica com 8 horas, fará que um dia a corda rebente? Não acha que haver escolas que pedem 6, 7, até 20 novos horários na VE deveriam justificar a não abertura destas vagas permanentes à IGE? (Diz que houve muitos QZP a fazer pedidos às direcções para que as vagas não abrissem no anterior concurso interno para QE… mas são só rumores).

      Fique bem!

        • Zé Manel on 9 de Setembro de 2017 at 19:42
        • Responder

        “Diz que houve muitos QZP a fazer pedidos às direcções para que as vagas não abrissem no anterior concurso interno para QE… mas são só rumores” – não são apenas rumores, é a verdade!

    • António on 9 de Setembro de 2017 at 17:35
    • Responder

    Mas que raio, ficaram colocados num lugar para o qual não concorram? Queixavam-se de serem contratados e abriram um concurso à medida (Vinculação Extraordinária) agora não ficam em casa e querem um concurso à medida. Há com cada uma. O concurso que pretendem foi o mesmo que abriu artificialmente as vagas em que foram colocados os docentes das VE. Se um QZP da zona 8 concorre para um horário de 8 horas na zona 1, deixa a vaga para entrar um contrato, que por sua vez volta a abrir o mesmo horário para QZP na VE e pode concorrer para horários de 8 horas na zona 1. É uma pescadinha de rabo na boca.

      • anonimo on 9 de Setembro de 2017 at 20:52
      • Responder

      Outro CROMO. Ó António, mas alguém está a dizer que queria ficar com 8 horas e a 5Km de casa? Que raciocínio mesquinho e maléfico.
      As pessoas estão indignadas, porque os horários NÃO SAÍRAM TODOS AO MESMO TEMPO, PENALIZANDO OS MAIS GRADUADOS em todos os aspetos. Os 1ºs QZP foram obrigados a ficar onde havia horário completo, até seria compreensível se não acontecesse o que aconteceu logo a seguir com a RR (QZP a ficarem com horários incompletos, contratados a ficarem com horários completos: horários das preferências dos já colocados. Agora perguntamos: por que é que os QZP da RR já puderam ficar segundo as suas preferência e os da mobilidade interna, não?

        • MariaMat on 9 de Setembro de 2017 at 22:23
        • Responder

        Nem que tivesse razão perdia-a toda da forma como se refere aos outros: “Cromos” que é isto? Deus permita que nunca seja professor dos meus filhos! TENHA VERGONHA!!!
        E já agora lembre-se de todos os QE colocados longe de casa (claro que é porque concorreram para lá) mas que têm mais graduação do que o senhor.
        Não pense só em si!
        Deve reclamar se ficou colocado fora do seu QZP. Senão paciência. Na próxima concorre de outra forma.

          • anonimo on 10 de Setembro de 2017 at 19:10

          Eu tenho é vergonha de ter colegas que estão sistematicamente a denegrir outros colegas com o argumento desonesto de que os QZP querem “trabalhar 8 horas ao pé de casa”. Isso é que é vergonhoso. Também acha o mesmo?

    • NICE on 9 de Setembro de 2017 at 18:03
    • Responder

    Se os Horários que foram aos contratados tem imensos lugares com horário completo e anual, porque razão não foram dados aos professores do Quadro?Ainda vão surgir mais horários completos e anuais para os excelentissimos contratados.No meu grupo na lista de 6 de setembro ainda surgiram horários completos nas escolas de elite de Lisboa.Estou numa escola muito apetecida da capital e estranhamente ainda sobram horários completos em grupos como as Lìnguas, Matemática, Geografia e Físico-Química.Bastante estranho.Devem ser uns oito e curiosamente os colegas de baixa são apenas 3 e deixaram horários de 14 horas.Então porque é que estes horários completos não foram dados a QZP´S.Mesmo estando no centro de Lisboa há certamente muito QZP nos subúrbios de Lisboa que distam 15 km de casa.Percebo esses foram dar aulas para o limite do respetivo Qzp. Vivem em Almada e marcham até Vila Franca de Xira porque os horários perto da Avenida da Republica ou Campo Grande são para os contratados que vivem no Campo Pequeno.Era o que faltava os contratados terem de gastar dinheiro com transportes…

      • Santissimo Sacramento on 9 de Setembro de 2017 at 19:44
      • Responder

      .
      Estou numa escola muito apetecida da capital….

      Porra pá!…. Com que então “uma escola muito apetecida”!….. Das duas uma ou estás completamente demente ou subornaram-te.

      Não existe nenhuma “escolinha apetecida” em território nacional……são tudo umas grandes espeluncas cheias de vandalos.

      Pensa um bocado….faz uma reflexão.
      .

        • NICE on 9 de Setembro de 2017 at 21:30
        • Responder

        Comparar uma TEIP da linha Sintra com a Escola esquerdalha que é o Camões onde só se inscrevem os betos de esquerda….devo estar a snifar.Aquilo esta a cair de podre , mas por alguma razão a esquerda caviar lá mete os filhotes
        .Não penses que certos colégios dos ricalhaços sejam apetecidos para quem é professor.Dás o litro amigo e os putos são malcriados.Tanto nas escolas públicas como nas privadas à passagem de coisinhas para os miúdos saírem pedrados.Porém não te esqueças que há muitos setôres e setôras que também metem pózinho nas ventas.
        Não invoques o esotérico em vão porque sou do tempo em que os meninos não tomavam ritalina.Era cada chapadão meu….e ficávamos as contas de dividir por 123.Nunca snifei nada pá e garanto-te que sei do que falo

          • NICE on 9 de Setembro de 2017 at 22:07

          há passagem

    • Alda Magalhães Pinto on 9 de Setembro de 2017 at 18:07
    • Responder

    40000 mil = 40000000

        • Caramelo on 9 de Setembro de 2017 at 22:46
        • Responder

        .
        A carreira só se for a do metropolitano……
        .

        • Manel on 9 de Setembro de 2017 at 23:09
        • Responder

        1) Para a Caixa Geral de Depósitos apesar de falida, houve e contínua a haver progressões, aumento de ordenados e ainda com um subsídio de refeição de € 11,10 (quando na restantes estruturas do Estado é de € 4,52 !!!). O ministro socialista das finanças subscreve tudo isto.
        2) Para os militares houve e haverá recursos financeiros para progressões.
        3) Para ambas as magistraturas houve e havera recursos.
        4) Para as forças policiais e militarizadas também houve e haverá.
        E os restantes? Serão filhos de um deus menor?
        É este o exemplo mais acabado do socialismo fradulento …liberdade, igualdade e fraternidade … para eles !

          • Man on 9 de Setembro de 2017 at 23:15

          Os ” mamões ” do costume ; vão ” dar banho ao cão ” !!

          • Isaias on 9 de Setembro de 2017 at 23:17

          Lá está o privado a sustentar mais mama!!!!

        • Oleg on 9 de Setembro de 2017 at 23:23
        • Responder

        A austeridade continuará sempre enquanto a dívida não for paga.
        Pouco importa que governo esteja em funções.
        Mais 50 anos, talvez.

    • Ana on 9 de Setembro de 2017 at 19:57
    • Responder

    Para vincularem, qualquer QZP serve… Mas depois para irem trabalhar, já só querem perto de casa! Muito finos! 🙂

    • Benvinda Branquinho on 9 de Setembro de 2017 at 20:33
    • Responder

    Sou contratada desde 1995 e só vou para escolas BOAS e lugares BONS e com DIRETORES que sejam GENTE e que tudo me convenha porque prezo a minha Família mais que tudo o meu BEM ESTAR : quero almoçar e jantar em casa , levar as crianças à escola e não quero palmilhar KM sem fim para não ficar demasiado CANSADA . Uma vez calhou concorrer, por engano, fiquei colocada desisti a meio porque não gostei . O ME coloca-me se precisar de mim e eu aceito de boa vontade desde que se verifiquem as minhas condições. O ME que pegue nos docentes dos quadros e os coloque onde são precisos professores por isso têm as regalias dos funcionários públicos do quadro.
    Os professores contratados devem fazer bem as continhas porque trabalhar para aquecer mais vale estar quieto. O tempo de serviço é ficção. Os meus amigos de mala de cartão desde sempre , AGORA, estão, novamente, todos na mobilidade exatamente, na mesma linha como quando começaram. Eu não me importo, mesmo nada, de servir de empregada doméstica na minha casa. Não tenho tanto dinheiro tenho menos mas não faz mal .

      • Joana on 9 de Setembro de 2017 at 20:55
      • Responder

      Empregada doméstica à conta do marido suponho. Acho bem, cada faz faz o que quer desde que possa. Mas depois porque se fazem de coitadinhos e que têm muitos anos de serviço e obrigam à criação de concursos extraordinários?

      • Carpinteiro on 9 de Setembro de 2017 at 21:26
      • Responder

      .
      “Os professores contratados devem fazer bem as continhas porque trabalhar para aquecer mais vale estar quieto. O tempo de serviço é ficção. Os meus amigos de mala de cartão desde sempre , AGORA, estão, novamente, todos na mobilidade exactamente, na mesma linha como quando começaram.”

      Até que enfim!…. alguém com o mínimo de inteligência.

      A generalidade dos professores são uns papalvos e para fazerem “tempo de serviço” nem se importam de pagar (viver num quartinho, palmilharem milhares de quilómetros, abdicar da família…)…..enfim….uns tristes….,
      .

      • Tesouro on 9 de Setembro de 2017 at 21:36
      • Responder

      Ó miga como é que se arranja um marido rico ou mulher? Dá cá o segredinho à malta.Melhor que tu só as brasileiras de pé rapado.E mesmo essas também não dão o segredo.
      Ó miga o que eu gostava de ter o mercedes de 2 lugares que vi hoje na bomba de gasolina..miga é triste ter uma lata velha.

        • Emplastro(a) on 9 de Setembro de 2017 at 21:52
        • Responder

        .
        Tu e grande parte dos sitôres e das sitôras são mesmo uns tesourinhos….são pessoas com uma vidinha tão triste que mete dó.

        a colega benvinda mostra algum descernimento o que é incomum nesta dita classe de tristes.
        .

          • Tesouro on 9 de Setembro de 2017 at 22:17

          Vai lá ter uma vida triste como a de sitóres e sitôras que andam a palmilhar o país com a mala de cartão e diz se é bom.Gostas de ser pobrezinho? Eu não sou contra os pobres sou e contra que haja tantos pobres.Deve-te fazer confusão à cabeça…
          Os sitôres e sitôras estão em igualdade de circunstâncias com a PSP;GNR e magistrados.Andam anos de casa às costas para auferirem ordenados parcos.Se fosses inteligente verias que nos países desenvolvidos estes funcionários tem estabilidade pois deles depende a segurança e o futuro de um país.
          Sabes pá não és médico, nem enfermeiro ou paramedico para te dares ao luxo de escolheres o país da Europa ou do mundo onde queres trabalhar.A ti basta-te o teu lindo país queimado e deserto…

          • Emplastro(a) on 9 de Setembro de 2017 at 22:44

          .
          Não sabia que só os médicos, enfermeiros ou paramedicos se podem dar ao luxo de escolher o país da Europa ou do mundo onde querem trabalhar.

          Desconhecia

          Tu és uma inteligência….aqui aprendo imenso.
          .

    • Ana Teles on 9 de Setembro de 2017 at 20:57
    • Responder

    Um testemunho, cheio de falhas, ridículo, sem sentido, umbilical e que envergonha a classe docente. Se fosse trabalhar onde ficou colocada era bem melhor. Todos temos família e todos passamos por dificuldadades. Agora pensar que um concurso é feito a nossa medida para ficarão pé de casa e que para isso vale tudo até ter horário incompleto não fazer nenhum e ganhar o mesmo. É a vergonha da classe.

      • Confuso on 9 de Setembro de 2017 at 21:29
      • Responder

      .
      “Todos temos família e todos passamos por dificuldadades”.

      Desde quando é que um professor passa dificuldades?

      Os professores ganham todos acima de 1300 euros. Ainda querem mais?
      .

        • Pedro Gonçalo on 9 de Setembro de 2017 at 23:17
        • Responder

        Ganhamos?
        Eu dou aulas há 20, sou QE e não ganho €1300. O Sr. deve informar-se melhor.
        Dificuldades… imagine-se a quase 200km de casa, ter de arrendar uma outra, sem conforto… Imagine-se longe dos seus… Imagine-se com contas de gás, eletricidade, etc numa e noutra casa…
        É difícil imaginar? Muitos estamos nesta situação e NUNCA ficámos colocados à beira de casa. No meu caso, sempre estive a mais de 100km.

          • Confuso on 9 de Setembro de 2017 at 23:27

          .
          Eu dou aulas há 20, sou QE e não ganho €1300. O Sr. deve informar-se melhor.

          Já me informei

          1º Escalão – índice – 167 = 1.518,63 + Subsidio de Alimentação.

          Mentiroso!……

          Achas pouco????????????
          .

          • Paulo Pereira on 10 de Setembro de 2017 at 17:32

          Errado! Demagogia ou iliteracia?

          Um docente que aufira pelo 1.º Escalão até pode receber um valor ILÍQUIDO de 1518,63 euros.
          Na prática nunca o recebe pois a esse valor é descontado o IRS na origem, a ADSE, a Caixa Geral de Aposentações. O valor mal chega aos 1000 euros, mesmo com subsídio de alimentação.

          • Observador Atento on 11 de Setembro de 2017 at 13:15

          Deixem-se de invenções! Qualquer professor, do quadro ou contratado, com horário completo ganha mais de 1000 euros limpos. O resto é conversa. Ainda não perceberam que são funcionários públicos. Basta saber ler, a informação é pública.

          • Pedro Gonçalo on 15 de Setembro de 2017 at 0:10

          Em 1.º lugar, não o conheço pelo que não me dirijo a si por “tu”.
          Em 2.º lugar, nem vou dizer quem é mentiroso pois não quero descer ao seu nível.
          Em 3.º lugar, reitero o que disse. Pode ter a certeza que não trago para casa €1300/mês.

          • Man on 9 de Setembro de 2017 at 23:29

          Os ” mamões ” do costume ; vão ” dar banho ao cão ” !!

    • Alda on 9 de Setembro de 2017 at 21:27
    • Responder

    Com esta história, espero que no futuro não regresse (novamente) a obrigatoriedade de concorrer em primeiro lugar à zona a que se está vinculado! Aí é que vai ser lindo!

      • João Leão on 9 de Setembro de 2017 at 21:53
      • Responder

      Estou mortinho que aconteça isso. Cada QZP concorre ao seu QZP. Para mim será ótimo, sou o 1º do meu QZP, e já cá estou há 25 anos!!!! Grandes palermas, para o ano há concursos outra vez, e as regras vão ser bem piores. Nem os sindicatos vão piar!

    • Machado on 9 de Setembro de 2017 at 22:06
    • Responder

    Caros S.res(as) professoras,
    A unica coisa que pode e deve ser feita é exigir ao Governo para que seja criada legislação que obrigue as escolas/agrupamentos a planearem o início do ano letivo devidamente (i.e. que os horários tenham que forçosamente serem pedidos para serem incluído na primeira lista, caso não os Diretores não o façam que sejam duramente penalizados). Assim, todos os professores (QZP, QA, contratados) veriam o critério da Graduação a ser respeitado. Eu que não sou professor deixo-vos aqui um conselho: em vez de “lutarem” uns (professores) contra os outros, unam-se para tornarem a vossa classe profissional forte. Assim, o ME não precisa de fazer nada para vos prejudicar, os próprios (professores) fazem esse trabalho. Um abraço e votos de um bom ano letivo.

    • Ferreira on 10 de Setembro de 2017 at 1:29
    • Responder

    Os colegas QZP foram colocados longe porque concorreram. Deviam ter lido a legislação e logo percebiam que seria um risco. Os QZP confundem legalidade e justiça com interesse próprio….. uma vergonha …quando os contratados são injustiçados e atropelados, assobiam para ao lado agora querem união. Tenham juízo colegas assumam que arriscaram a contar com a aproximação que nunca é garantida. Queriam um horário incompleto receber ao dia 23 salário completo e trabalhar ao lado da residência não é possível . A providência cautelar não tem sentido só dá mais um motivo para os políticos entregarem as contratação às autarquias….nesse caso acabou o concurso justo, com critérios claros, passa a valer a “cunha”.

      • Mr. Tuga on 10 de Setembro de 2017 at 10:26
      • Responder

      .
      Municipalização da Educação já

      Municipalização da Educação já

      Municipalização da Educação já

      Municipalização da Educação já

      Municipalização da Educação já
      .

        • Ferreira on 10 de Setembro de 2017 at 16:38
        • Responder

        Deves ter “cunha” numa autarquia qualquer só pode. Portugal é só caciques e “lambe botas” de políticos e vereadores. Municipalização da Educação é o sonho de muitos…. conseguem logo lugar perto de casa .porque conhecem alguém bem colocado. Portugal está mal por isso, são colocados muitos “por cunha” quando devia ser por mérito acadêmico e profissional. Tenham vergonha só pensam no seu umbigo. Os QZP confundem legalidade e justiça com interesse próprio

          • Paulo Pereira on 10 de Setembro de 2017 at 18:29

          Os QZP e a maioria dos professores desconhece aquilo que os devia nortear, que é o Estatuto da Carreira Docente.

          Só por desconhecimento se lêem aqui autênticas idiotices por parte de alguns QZP que desconhecem o seu estatuto, definido no Art.º 27 do ECD de forma bem clara.
          Obviamente que os concursos que nos últimos anos têm sido feitos têm subvertido este princípio, criando uma falsa ilusão de “direitos adquiridos” quando, na prática, o que se pretende é que os QZP venham a integrar um QE/QA, libertando vaga no seu QZP para mais um contratado.
          Nota-se o contrário: Docentes QZP acomodam-se a uma Zona e, entretanto, contratados acabam por conseguir entrar mais facilmente em lugares de Quadro de Escola.

          O argumento das distâncias acaba por ser um falso problema pois é inerente ao estatuto de um QZP nessa situação (Os QE com horário zero também se encontram nessa situação, convenhamos).
          No entanto, quem não tem mesmo nada a perder é um docente contratado que, sem qualquer problema, pode ultrapassar as quezílias dos QZP mais caprichosos.

          Quanto a surgirem horários melhores numa dada altura já depois de colocados outros docentes colocados, pode ser uma questão de sorte. Pode haver uma variável de sorte no processo e é preciso averiguar o porquê desse horário só nessa data ter sido lançado a concurso. Neste aspecto há muitas situações a considerar e estar a julgar à má-fé não é muito sensato.

    • Anabela Curto on 10 de Setembro de 2017 at 11:37
    • Responder

    Quero dar um bem haja à colega Carla Alexandra Silva pela carta que escreveu ao Sr. Ministro da Educação e à Sra. Secretária de Estado de Educação, que de Educação não devem entender rigorosamente nada. Gostaria apenas de dizer que, se os professores fossem uma classe mais unida, tenho a certeza absoluta que isto não estava a acontecer e íamos para uma greve de alguns dias e não faziam o que estão a fazer a todos os professores do país. As escolas não funcionam sem professores e funcionários. Enquanto estes concursos não tiverem mais seriedade, isto não vai a lado nenhum e quem fica a perder são os nossos alunos. Estou de coração a falar e a minha situação é esta, vou para 22 anos de professora sou de QZP 4 variante de Ed.Musical estou no 2º escalão e vou fazer meio século. Das 41 escolas que concorri fiquei na última escola que é a escola mais longe da minha residência: Pampilhosa da Serra uma linda vila, com gente maravilhosa nunca me tinha acontecido também esta situação, resíduo numa aldeia perto de SOURE chamada LOUSÕES e fiz 208 km ir e vir, claro. Pois bem caros colegas, temos que estar todos unidos e sem medo, pois se continuarem só apenas a lamentarem-se, não se vai a lado nenhum, e vão continuar a “ESPEZINHAR” a classe que colocou todos os senhores sem exceção no poder. Só para terminar, cada vez gosto mais do que faço e faço-o de coração cheio, porque os meus alunos não têm culpa dos seres humanos que andam no mundo por andarem sem olhar para o lado. TENHO DITO.

      • Ferreira on 10 de Setembro de 2017 at 16:48
      • Responder

      Os QZP confundem legalidade e justiça com interesse próprio. Os colegas QZP foram colocados longe porque concorreram. Deviam ter lido a legislação e logo percebiam que seria um risco agora assumam o risco. Existem muitos contratados que podia vincular a 300 ou 350 km de casa mas depois de pensar optaram por concorrer apenas para perto da sua residência e por isso continuam contratados. São opções individuais que cada um deve aceitar. Muitos colegas contratados também tem família e trabalham 10 ou 15 anos a 300 ou 400 km de casa levam constantemente com mudanças nos concursos e ninguém quer saber.

        • Anabela Curto on 10 de Setembro de 2017 at 23:57
        • Responder

        Sr. Ferreira com todo o respeito que tenho por todos, respondo dizendo: que interesse próprio não tenho porque já sou de QZP à muitos anos e daí ter que concorrer a todas as escolas da minha zona. Mas, ao contrário de muita gente não me importei de ficar onde fiquei, porque como já disse, gosto muito do que faço e gosto de conhecer novos seres humanos porque esta vida é uma aprendizagem. Estamos a pagar pela classe que somos , por não sermos unidos, como sempre disse desde que sou docente. E outra coisa, gosto muito de aprender e o melhor que tenho levado enquanto docente é precisamente estar com pessoas diferentes porque é com elas que eu aprendo como ser humano.

          • Observador Atento on 11 de Setembro de 2017 at 13:11

          Já agora, aprenda a conjugar o verbo haver: não é à muitos anos, mas sim HÁ muitos anos. Aprende-se na escola primária a diferenciar o verbo da contração da preposição com artigo.

          • Anabela Curto on 11 de Setembro de 2017 at 15:45

          Boa tarde Senhor Observador Atento, ficamos por aqui, isto porque, não gosto muito de escrever se calhar foi por isso que dei erro. O senhor que nem se quer se identifica de certo que nunca errou na vida ou então não é humano. Mas gostava era de falar pessoalmente, talvez aí como ser humano lhe dava umas lições. Bem haja.

          • Observador Atento on 12 de Setembro de 2017 at 9:09

          Tem razão, mais vale ficarmos por aqui. Não a aborreço mais com os meus comentários. Desejo-lhe um bom ano letivo e boas viagens para a Pampilhosa da Serra (ouvi dizer que é uma linda vila no inverno).

    • Observador Atento on 10 de Setembro de 2017 at 21:45
    • Responder

    Cara Carla, vi ontem um anúncio de emprego mesmo feito à minha medida. Tenho a certeza que se concorrer o lugar será meu. A única coisa chata é que a vaga é para o Algarve e eu sou de Aveiro. Mas que se dane. Vou concorrer na mesma e quando entrar para o lugar vou exigir que me coloquem perto de casa. Se não aceitarem, vou enviar uma carta como a sua ao ministro da área, pode ser que pegue.

      • Contratado on 12 de Setembro de 2017 at 12:56
      • Responder

      Concordo colega. Depois se o chefe não aceitar a colocação em Aveiro não se esqueça da providência cautelar para exigir novas listas. Ridículo estes colegas QZP que só olham para o seu umbigo.

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