Edifícios escolares não estão prontos para fusão no Básico

Mas eu não me acredito que o objetivo seja transferir os alunos do 2.º para o 1.º ciclo.

O que acho que pode vir a acontecer é apenas uma mudança curricular que possa eliminar a obrigação da monodocência no 1.º ciclo, não transferindo os alunos de estabelecimentos de ensino por causa dessa fusão entre 1.º e 2.º ciclo. E que seja dada alguma, ou bastante liberdade para que as escolas escolham uma gestão dos alunos em função da sua realidade escolar.

 

Edifícios escolares não estão prontos para fusão no Básico

 

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6 comentários

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    • Unknown on 25 de Janeiro de 2026 at 0:05
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    Sem estabelecer considerações ou preconceções se a ideia é boa ou má, uma coisa parece certa esta medida é mais uma medida que surge para remendar um problema há muito anunciado. Esqueçam o alinhamento com a Europa ou as 22h para todos, a monodocencia ou a pluridocencia, isso não passam de cortinas de fumo. A verdade nua e crua é que faltam professores e há que descobrir formas de esticar a curta manta que agasalha o sistema. Esta medida entra no mesmo lote da desqualificação dos novos docentes e terá efeitos nefastos para todos.

      • Areia para as bistas on 25 de Janeiro de 2026 at 13:40
      • Responder

      Só faltam porque se aposta nos salários de miséria, na gestão ditatorial e na indisciplina e ingerência dos pais!

    • mrt on 25 de Janeiro de 2026 at 2:21
    • Responder

    Também não acredito que seja essa a ideia em cima da mesa, mas sim terminar com a monodocência no 1°ciclo, passando ao novo modelo de ensino. A seguir será toda a rede Pré-Escolar, à semelhança da RA da Madeira. Já se fala e até foi notícia há alguns anos, de que até 2029/2030 isto teria de avançar.
    Alguém que pergunte ao MECI como está neste momento o projeto piloto de três anos, iniciado em 2023/2024, findos os quais, vai fazer com que todas as creches municipais (antigas e as novas que estão a ser abertas desde o ano letivo passado) sejam absorvidas pelos AE mas cujos docentes (educadores) terão regalias idênticas (carga horária letiva, vencimento, ADSE) aos colegas da rede pública, à exceção dos contratos de trabalho, que serão camarários. Consultem a APEI, ficarão a saber das “movidas” nos bastidores.
    Ou acharam mesmo que tinha sido pelos bonitos olhos dos educadores de infância que o tempo de serviço em creche passou a ser reconhecido para efeitos de concurso, mas não para progressão na carreira? E as recentes “Orientações Curriculares” para a creche, fazem sentido? Só fazem porque vai ser tudo uniformizado ao mesmo modelo de ensino. Só não deu por conta até agora quem tem estado distraído nos ultimos seis anos.
    Quanto a nós passaremos também a contratados pelas CM, pelo andar da carruagem desta proposta do novo ECD.

    • Virgos Postiços on 25 de Janeiro de 2026 at 19:33
    • Responder

    Se voltarem ao ECD anterior a 2005 (Sócrates Ludrinhas) não faltarão professores e educadores!

    1. Nem mais!
      Ora até que enfim que alguém põe o dedo na ferida!
      Isso acabaria de vez com as loucuras a que temos assistidos nos últimos 20 anos na Educação e chamaria muito mais gente.
      O fim da ADD, o fim dos diretores, dos CG e de muita porcaria que foi colocada no sistema educativo só para o rebentar!

    • Margarida on 26 de Janeiro de 2026 at 17:32
    • Responder

    Saltou-me à vista a ideia de que a junção de crianças dos seis aos doze anos pode ser vista como um problema. Então e a situação atual, com as eb2,3+secundário, que juntam crianças e jovens dos 10 aos 18 faz mais sentido?…

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