Fernando Alexandre contraria a Fenprof e afiança que os diretores de escolas pedem muitas vezes aos docentes que usem as suas horas extraordinária para ocupar os horários mais pequenos.
Out 15 2025
Mil horários sem professor atribuído. Ministro diz que isso “não quer dizer que os alunos estejam sem aulas”
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2025/10/mil-horarios-sem-professor-atribuido-ministro-diz-que-isso-nao-quer-dizer-que-os-alunos-estejam-sem-aulas/




9 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Com certeza que não!
Se mais escolas como o fantástico AE Ibn Mucana também obrigarem a maioria dos professores a terem 3 horas de aulas de substituição que não não integram nem a componente letiva, nem a não-letiva, mas que contudo, se não comparecermos é nos marcada falta não admira que os alunos continuam a ter aulas.
Escrevo isto aqui porque já estou farto de queixar-me para o a SPGL e nada! Não fazem nada. Não querem saber. Não dizem se é legal ou ilegal – mas que é errado a todos os níveis é sim senhor.
É assim que resolvemos os problemas da falta de docentes agora. Trabalho forçado sob coação?
Olá colega!
Andas a falar mal da Ibn ainda vais arder que a mão Teresa chega a todos os cantos da linha.
Já sei como é que já engoli desse serviço. Noutra escola onde estive acabaram com essa m*rda porque veio a inspeção mas na Ibn ninguém toca como são todos amigos do PS e do Carreiras.
Cautela!
Queres um conselho ? Liga para os media… v
A continuar a aceitar fazer horas extras, demonstra que afinal 22 horas é pouco e wie daqui a nada vão obrigar todos a dar mais aulas. Para aqueles que têm redução de horário ou boas turmas até conseguem mas para aqueles com turmas indisciplinadas e com várias turmas é incomportável, estes docentes andam exaustos. Espera-se bom senso.
Faltou-me mencionar que as horas não são pagas nem contam para nada.
Só que se faltarmos é nos marcada falta.
Eis ao que chegámos.
Faça queixa na IGE – Inspeção Geral da Educação e na Inspeção-Geral do Trabalho.
Ó isso é como na minha escola antiga que ficava lá mais para s lados de Lisboa. 2 anos seguidos com queixas por escrito e ao fim do segundo ano foi lá a inspeção e não deu em nada. Já tive um colega que vinha dessa escola de Cascais e não me surpreende nada como a direção de lá já está no poder desde o início dos anos 90.
As horas extra são dadas em substituição da componente não letiva e são pagas.
Há quem esteja fazer trabalho de apoio a alunos na componente não letiva, que não é paga..
Uma pouca vergonha a desigualdade
O que devem fazer é dizer NÃO às horas extraordinárias!
Então andaram anos a denegrir a imagem e autoridade dos professores e agora estão aflitos???
Vá o ministro dar aulas… experimente!