Mil horários sem professor atribuído. Ministro diz que isso “não quer dizer que os alunos estejam sem aulas”

Fernando Alexandre contraria a Fenprof e afiança que os diretores de escolas pedem muitas vezes aos docentes que usem as suas horas extraordinária para ocupar os horários mais pequenos.

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9 comentários

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    • Acordem on 15 de Outubro de 2025 at 18:03
    • Responder

    Com certeza que não!

    Se mais escolas como o fantástico AE Ibn Mucana também obrigarem a maioria dos professores a terem 3 horas de aulas de substituição que não não integram nem a componente letiva, nem a não-letiva, mas que contudo, se não comparecermos é nos marcada falta não admira que os alunos continuam a ter aulas.

    Escrevo isto aqui porque já estou farto de queixar-me para o a SPGL e nada! Não fazem nada. Não querem saber. Não dizem se é legal ou ilegal – mas que é errado a todos os níveis é sim senhor.

    É assim que resolvemos os problemas da falta de docentes agora. Trabalho forçado sob coação?

      • Nati on 15 de Outubro de 2025 at 22:14
      • Responder

      Olá colega!

      Andas a falar mal da Ibn ainda vais arder que a mão Teresa chega a todos os cantos da linha.
      Já sei como é que já engoli desse serviço. Noutra escola onde estive acabaram com essa m*rda porque veio a inspeção mas na Ibn ninguém toca como são todos amigos do PS e do Carreiras.

      Cautela!

      • Antonio on 16 de Outubro de 2025 at 19:28
      • Responder

      Queres um conselho ? Liga para os media… v

    • Século on 15 de Outubro de 2025 at 18:05
    • Responder

    A continuar a aceitar fazer horas extras, demonstra que afinal 22 horas é pouco e wie daqui a nada vão obrigar todos a dar mais aulas. Para aqueles que têm redução de horário ou boas turmas até conseguem mas para aqueles com turmas indisciplinadas e com várias turmas é incomportável, estes docentes andam exaustos. Espera-se bom senso.

    • Acordem on 15 de Outubro de 2025 at 18:06
    • Responder

    Faltou-me mencionar que as horas não são pagas nem contam para nada.
    Só que se faltarmos é nos marcada falta.

    Eis ao que chegámos.

      • De-lhes on 15 de Outubro de 2025 at 22:49
      • Responder

      Faça queixa na IGE – Inspeção Geral da Educação e na Inspeção-Geral do Trabalho.

        • Paulo on 15 de Outubro de 2025 at 23:15
        • Responder

        Ó isso é como na minha escola antiga que ficava lá mais para s lados de Lisboa. 2 anos seguidos com queixas por escrito e ao fim do segundo ano foi lá a inspeção e não deu em nada. Já tive um colega que vinha dessa escola de Cascais e não me surpreende nada como a direção de lá já está no poder desde o início dos anos 90.

    • João on 15 de Outubro de 2025 at 19:57
    • Responder

    As horas extra são dadas em substituição da componente não letiva e são pagas.
    Há quem esteja fazer trabalho de apoio a alunos na componente não letiva, que não é paga..
    Uma pouca vergonha a desigualdade

    • Mortadela on 15 de Outubro de 2025 at 20:23
    • Responder

    O que devem fazer é dizer NÃO às horas extraordinárias!
    Então andaram anos a denegrir a imagem e autoridade dos professores e agora estão aflitos???
    Vá o ministro dar aulas… experimente!

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