O número de reformas tem vindo a baixar significativamente no decurso do ano letivo 2025, isto porque até final do ano letivo ainda está a funcionar o suplemento remuneratório daqueles que reúniam as condições para a aposentação, 1300, e decidira manter-se em funções até final do ano letivo.
Terminando este mês o ano letivo para todos os níveis de ensino é muito provável que a partir da lista de aposentados de Agosto os números voltem a subir.
Na lista publicada ontem existem 147 do MECI, da região do Continente a aposentarem-se com efeitos ao dia 1 de julho de 2025.





8 comentários
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Ensino*
Ensino é desgaste! Exaustão. Felizmente já estou fora!
Quem corre por gosto, não cansa. Eu cansei e não me arrependo de ter saído e bem penalizado.
Em virtude da falta de professores, não me faz “comichão” nenhuma os colegas adiarem a reforma (até porque em termos de salário, parece ser compensador. Cada um sabe da sua vida e ninguém tem de apontar o dedo, nem fazer comentários depreciativos). Se fosse há uns anos atrás, quando iniciei a carreira, aí, sim, essa condição poderia lesar-me, em termos de concurso. Sendo assim, acho muito bem que haja, por parte do ME, estratégias para reter, embora temporariamente, os colegas.
Cara Rita…
Pois a mim faz-me impressão quando adiam a reforma por mais tempo e depois metem atestados médicos durante quase dois anos, prejudicando, à mesma, os alunos.
E para quê? Para ganhar mais, por tempo que não trabalharam!
Para mim isto é um roubo!
Se não trabalharam não deveriam receber o suplemento! Óbvio!
E se tiverem estado efetivamente doentes? Claro, já tinham ultrapassado a idade da reforma etc. etc. Gostava de saber a quantos casos isto se aplica, uma vez que vivemos atualmente mergulhados num clima de suspeição geral que não ajuda ninguém.
Isso é um roubo! Eu saí num 8° por causa das maldita quotas. E estou aqui. Poderão perguntar- me: porque não ficaste mais tempo?! Saí com o tempo de serviço na totalidade, menos na carteira, claro. 66 anos. Cansado. Exausto. Com pouca saúde. Quero viver. Quem quiser trabalhar, muito bem, pegue numa turma. Agora andar de atestado por causa de mais uns tostões? Isso é roubo!
Às claras. Daí o facto de terem saido poucos docentes nesta lista.
Onde está a fiscalização? Acabo por não entender estas Juntas Médicas.
E lugares que estão presos. Sem irem a concurso.
Vão a concurso para possíveis amigalhaços ou para um ou outro contratado. E sempre de casa às costas.