Passagem da Entrevista de David Justino

… ao Diário de Notícias deste domingo.

 

Para quem pensa que é fácil negociar concursos com pensamentos destes do lado do MEC.

Mas estes pensamentos não se esgotam nos partidos do governo e também se alastram à oposição ao governo.

 

David Justino

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18 comentários

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    • ULTRALIBERAL on 17 de Março de 2014 at 23:16
    • Responder

    Concordo com as afirmações de David Justino. Já agora seria útil apresentar a entrevista na íntegra. Relembro-lhe que a entrevista também está disponível na versão falada. Basta ir à página da TSF.
    Parece-me óbvio que a escolha dos docentes diretamente pela escola ajuda a melhorar substancialmente o processo de ensino-aprendizagem. É evidente que o corporativismo não deixa ver isso…

    • ULTRALIBERAL on 17 de Março de 2014 at 23:29
    • Responder

    Peço desculpa pelo facto de não ter visto que a entrevista está na íntegra, na sua versão escrita.

  1. Penso que neste caso nem se trata de uma situação de crueldade. Antes de ingenuidade e desconhecimento de causa que é muito grave. Este senhor não conhece em profundidade as dinâmicas e constrangimentos dos concursos de professores. Verificando o post seguinte do Arlindo, e como todos sabemos, pretendendo estabilidade deveriam ser vinculados professores ainda com contrato a termo certo, pela lista graduada e fazer este ano um novo concurso interno. É evidente a injustiça criada devido às renovações e contratações de escola poderem permitir vinculações em detrimento de outros candidatos mais graduados.

    • João Pestana on 18 de Março de 2014 at 7:26
    • Responder

    Mais do que isso…
    Vamos estar face a uma situação em que mais uma vez, ao não abrir as vagas dos quadros de escola, os professores do quadro serão ultrapassados por extra quadro…
    EXPLIQUEM …
    Porque não pode um professor do quadro graduado num novo curso concorrer NO MÍNIMO com a mesma prioridade de um professor contratado?

      • Castle on 18 de Março de 2014 at 11:34
      • Responder

      Boa pergunta. Tem toda a razão. Reitero a 100%!!

      • Professora on 18 de Março de 2014 at 13:29
      • Responder

      Porque este MEC só está interessado em livrar-se da queixa feita em Bruxelas e arranjou um critério que lhe permita vincular o mínimo de contratados possível e, portanto, não se interessa pelos do quadro nem a lógica de vinculação praticada nas últimas décadas. Estes novos vinculáveis ultrapassarão colegas tanto do quadro como contratados, vindo inclusive gente do privado com pouco tempo de serviço no público. Solução para isto: impugnação do externo, uma vez que não há interno em 2014 (pelo menos até à 2ª versão de alteração do MEC). Vão abri-lo para o ano por ser ano de eleições, depois de os quadros já contarem com mais 2000 profs e se as vagas a disponibilizarem forem 2000 de pouco adiantará.

      Quanto ao aspeto “mesma prioridade” não é justo, pois são concurso diferentes, logo as prioridades nunca podem ser as mesmas e para quem é do atual quadro não pode aceitar isto. O justo será primeiro concurso interno e só depois externo, como define a lei vigente para qualquer entrada para a função pública. Tudo o que não for assim poderá ser alvo de impugnação.

  2. Concorri para o agrupamento de escolas de Oliveira de Frades,que terminava dia 05 de Março,neste momento ainda tem lá escrito “candidatos notificados”.O mais caricato é que ao entrar na página do agrupamento só consigo ver o aviso de abertura,ou seja, nem sequer tenho ideia do meu número na lista graduada.Será que existe?Até quando vão estar candidatos notificados?Para um horário até fim de Agosto…ninguém quer???!!!!

    • Prof on 18 de Março de 2014 at 12:58
    • Responder

    Não percebo por que razão um umbigo tanto endeusava o Davide Justino, simpatizou com o Crato e agora endeusa o António Nóvoa … Eles têm posições idênticas quanto à “autonomia” das escolas e à despromoção dos professores para as autarquias. Com a diferença de que quando ainda precisam do nosso voto para as suas carreiras políticas “independentes” permanecem no discurso “redondo”, simpático e sedutor, mas só depois de eleitos é que aplicam a sua agenda escondida.

    • Prof on 18 de Março de 2014 at 14:26
    • Responder

    Hoje ouvi na rádio duas notícias contraditórias: o município de Gaia ( o Pai Albino é agora o Presidente da Assembleia Municipal), presidido pelo PS, pretende que o Governo lhe “passe” as escolas EB 2/3 para poder proceder à sua manutenção; o município de Sintra, também presidido pelo PS, ameaça o Governo que se este não lhe dá mais dinheiro para a manutenção das escolas lhe devolve as competências delegadas … Se alguma vez os docentes passassem para as autarquias, além dos favoritivismos/perseguições paroquiais sujeitavam-se a que os autarcas pudessem fazer chantagem com os dinheiros dos seus vencimentos.

    • ULTRALIBERAL on 18 de Março de 2014 at 14:53
    • Responder

    As escolas públicas devem ter todo o poder para escolher os seus docentes. Começa a ser ridículo, tendo em conta a procura, as escolas como outra entidade patronal não puderem selecionar aqueles que lhe deem garantias suficientes para de forma solidificada alicerçar racional, económica e pedagogicamente, a eficácia e a eficiência de todo o processo educativo, em prol de uma escola pública de qualidade, responsável e exigente.

    Mais autonomia, mais descentralização, nova forma concursal de seleção de docentes, realidades necessárias, que se irão impor inevitavelmente.

      • Castle on 18 de Março de 2014 at 16:13
      • Responder

      Ridículo é o colega (?) Ultraliberal!!! As escolas não funcionam como uma entidade patronal qualquer. Pela experiência que tem (OU NÂO), não vê que seria só “cunhice” a maior parte das vezes…

        • fdoc on 18 de Março de 2014 at 16:29
        • Responder

        Então não vê! Por isso é que anda aqui desesperado.

        • Professora on 18 de Março de 2014 at 16:32
        • Responder

        Precisamente por isso é que a defende com unhas e dentes. Provavelmente será a única forma de ter trabalho e claro despedir outros. Enfim, é o próximo “tornado” a atingir a educação e a escola pública portuguesa.

    • Maria on 18 de Março de 2014 at 21:24
    • Responder

    Colegas, convençam-se de que a seleção de professores nas escolas públicas vai acontecer, isso será independente da nossa vontade, e da cor política também. Daí quererem dar o máximo de autonomia às escolas nessa matéria: o MEC liberta-se dos sindicatos, da máquina dos concursos e de outras responsabilidades. Será ouro sobre azul…

      • Prof on 18 de Março de 2014 at 22:53
      • Responder

      Quando o Crato falava em implodir o ministério e dar “autonomia” ás escolas era isso mesmo: ver-se livre dos concursos nacionais (centralizados) e dos sindicatos ….

    • ULTRALIBERAL on 18 de Março de 2014 at 22:49
    • Responder

    A seleção será feita com base em vários parâmetros/critérios que a simples graduação não contempla. Como se tem visto as “tranches” dos cinco melhores graduados revelaram-se um desastre. Muitas escolas TEIP e de autonomia sente já sinais desse desastre, uma vez que a indisciplina aumentou e a produtividade dos alunos diminuiu.

    • Prof on 18 de Março de 2014 at 22:57
    • Responder

    Parece-me que “ultraliberal” é um dos muitos nike name do Ramírilio …

    • ULTRALIBERAL on 18 de Março de 2014 at 22:59
    • Responder

    *Muitas escolas TEIP e de autonomia sentem

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