Entre o dia 3 e o dia 14 de Fevereiro encontra-se aberta a fase de candidaturas ao concurso interno/externo da região autónoma dos Açores.
Mais informações aqui.
Voltarei ao tema do concurso dos Açores no início da próxima semana.
Jan 31 2014
Entre o dia 3 e o dia 14 de Fevereiro encontra-se aberta a fase de candidaturas ao concurso interno/externo da região autónoma dos Açores.
Mais informações aqui.
Voltarei ao tema do concurso dos Açores no início da próxima semana.
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10 comentários
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Ora aqui está um bom exemplo que, na minha opinião, poderia também ser seguido aqui no Continente.
O governo açoreano acabou de abrir o concurso geral (interno e externo) que permitirá a todos concorrer e garantiu (notícia divulgada hoje nos jornais regionais) a vinculação de contratados até 31 de março após a sessão plenária deste mês que aprovará o respetivo diploma. Os critérios ainda não foram divulgados.
Lá já não há ninguém em QZP, pois nos últimos concursos as vagas foram abertas em QE e conseguiu-se a estabilidade do quadro docente. Espera-se que umas centenas de contratados vinculem, mas depois de “casa arrumada”. Parabéns!
Aqui o MEC, conseguiu destruir milhares de horários levando muitos ao desemprego, alargou a área geográfica dos QZP, criou horários zero, aumentou o número de desterrados, as novas vinculações parece que serão em QZP, enfim …
A ver vamos como acabará toda esta má gestão de recursos humanos…
Colega, mais valia estares CALADA!!!!! Sabes o que dizes???? Claro que não!!!! Sabias que os Açores são especialistas numa das maiores injustiças concursais???? A primeira prioridade deles é um FEDOR NAUSEABUNDO!!!! Sabias que basta tirar o cursinho lá para entrar logo para a primeira prioridade???? E que, mesmo saindo com media de DEZ, passam para a frente de gente que tenha 10, 15 ou 20 anos de serviço????? E é este tipo de gente que queres ELOGIAR???? TEM VERGONHA, PORRA!!!!!!! TEM JUIZO!!!!!!!!
É um incentivo para manter as pessoas que cá querem ficar a trabalhar. Conheço mts colegas que concorrem para cá mas qd obtêm a colocação desistem. Não querem vir não concorram!
Sabes qual é a logística de andar com família e casa às costas entre ilhas se não houvesse prioridades? Só se comprar um submarino!
Quando vim para cá, já havia prioridades e mesmo assim tentei.Tu ficaste no bem bom no continente e nem te lembravas dos Açores sequer. Agora que a chuva cai grossa é que se lembram dos Açores..paciência!
as prioridades regionais vêm no âmbito da fixação de população numa zona ultra periférica…e MUITO BEM
Esta Professora, que gaja burra, porra………..
Realmente é verdade nos Açores existem várias prioridades. Os colegas dos Açores estão à frente de todos os colegas do continente, à exceção daqueles que já têm mais de 3 anos completos de serviço no arquipélago,
Realmente há que terminar com as prioridades nos Açores e na Madeira. A situação alterou-se e já há muitos professores a quererem ir para as ilhas. E que eu saiba, as ilhas são território português e por isso há que terminar com essa autonomia regional. Os sindicatos têm que lutar por isso.
E agora podem vir todos os professores a lecionar nos Açores, contestar o meu comentário. Mas só vos digo que também já aí trabalhei e tenho muito tempo de serviço aí. Agora que é injusto, é!
Porque fui mal interpretada e não querendo ofender ninguém (principalmente quem anda com os nervos à superficie da pele e ferve em pouca água), devo esclarecer o seguinte relativamente ao Concurso Açores:
Interno todos podem concorrer independentemente da escola ou QZP onde estão vinculados);
Externo: O concurso tem prioridades para quem pretender concorrer por 3 anos ou por um. Fica na primeira prioridade (para concorrer por um período de 3 anos) quem é formado pela Universidade dos Açores, realizou o estágio numa escola da região ou já lá completou 3 anos de serviço. Este critério é justo? Claro que não, este é um aspeto negro e muito contestado no diploma dos concursos. Há continentais que tiraram o curso na universidades dos Açores e estão abrangidos pela tal prioridade, assim como há açoreanos que tiraram o curso no continente e, portanto, também não beneficiam da 1ª prioridade. Os cursos via ensino na Universidade dos açores já estão encerrados.
Mobilidade interna foi extinta entre o continente e as ilhas (DL 132 desde 2012/2013).
Contratação: as prioridades derivam da ordenação do externo e por isso mantem-se a tal injustiça.
Aspetos positivos: Há uma calendarização de todas as fases do concurso que é respeitada, os contratados com horário completo são colocados em final de agosto e a partir daqui as colocações (horários completos, incompletos e substituições) são praticamente diárias seguindo-se a lista centralizada (horarios superiores a 15 horas), a oferta de escola (divulgada na BEPA para horários inferiores a 15h) tem como critério a graduação e não a trapalhada de entrevistas que há no continente. O contrato é anual e não há renovações.
O que é sinal de inteligência ou burrice? Andar 15 ou 20 anos contratado no continente ou tentar fazer 3 lá e depois tentar efetivar???? Cada um responderá tendo em conta a sua situação pessoal/profissional!!
Lá o governo não aplicará a inútil PACC (se ela não vier, entretanto, a ser anulada definitivamente, como se espera) nem aceita a mobilidade especial. O que eu quiz dizer no meu anterior comentário é que lá, apesar de ter um critério de ordenação no externo injusto o facto é que houve um estabilização de docentes nas escolas (onde estão muitos continentais tanto no quadro como contratados – estes ou parte deles, certamente verão a sua situação regularizada neste ano).
Aqui no continente, nós profs, somos vistos como um número que custa “x” euros e enquanto a educação não for entendida como um investimento, não se sai disto!!!!
Neste momento há negociações para vincular contratados no continente e nos açores. Espero que muitos colegas que nos últimos anos têm o tempo de serviço feito no continente e açores não fiquem excluídos das DUAS vinculações por terem trabalhado nos anos “x” no espaço geográfico errado, apesar de serem profs e portugueses. Pois, quando o critério não é “graduação profissional” inevitavelmente surgirão injustiças que se manifestam de várias formas e com consequências profissionais dificilmente reversíveis.
É a minha opinião que vale o que vale! E tentem ver os aspectos positivos e não só os negativos! Boa sorte para todos (quadro e contratados), pois parece-me que o critério deve ser mesmo a “sorte”!!!!!
Aproveito para perguntar se não haverá forma de contestar (judicialmente) estas prioridades absurdas na R. A. Açores, tal como foi feito relativamente ao Concurso Extraordinário. Sei que não é uma questão de “exclusão” mas de “ordenação” mas mesmo assim penso que contraria as leis comunitárias de livre circulação / igualdade de oportunidades dentro da UE.
No concurso de 2013/14 são poucos os grupos em que há professores de 2ª prioridade colocados. Concordo que a especificidade regional açoriana tenha de ser defendida, mas não ao ponto de TODOS os docentes que terminem o curso nos Açores no ano anterior ao concurso, independentemente de terem 10, 11 ou 18, passem à frente de docentes com dezenas de anos de serviço. Que tal uma bonificação de 1 valor na graduação? Seria bem mais justo!
Existem ainda outras caraterísticas deste concurso que o tornam um pouco “bolorento”… Por exemplo, a separação dos grupos de recrutamento de Educação Especial por Pré-Escolar/1º Ciclo e 2º/3º Ciclo em vez da separação pelas diferentes valências da Educação Especial (cognitivo-motor, surdez e visão). Ou seja, um docente com formação inicial no 1º Ciclo e pós-graduação no domínio da visão não pode apoiar alunos com problemáticas de baixa visão se estes estiverem matriculados no 2º Ciclo, mas um docente do 2º Ciclo com formação no domínio cognitivo-motor pode!
Colegas, na minha opinião, com exceção do tal critério da prioridade regional, este é sem dúvida o concurso de docentes mais claro, organizado e transparente. Penso que no continente o MEC deveria aproveitar as ideias de colocar docentes todo o ano pela lista ordenada sem necessidade de entrevistazinhas manhosas que só servem para nos fazer gastar dinheiro e tempo; há no meu grupo e talvez em todos horários cujo prazo de candidatura já terminou dia 16 de Janeiro. Mais de 15 dias para contratar um professor!!? Isto é qualidade? E o concurso da Madeira, com listas de recondução que não são publicadas e lá sim, não temos qualquer hipótese de entrar…
Prioridade aos formados pela Univ. dos Açores? Ora aí está o resultado! Já viram os rankings nacionais das escolas dos Açores? Um desastre…