Professores no quadro a partir do sexto contrato seguido
O ministro da Educação anunciou hoje que vai rever a legislação para que, a partir de 2015, os professores contratados para horários completos durante cinco anos seguidos ingressem diretamente nos quadros a partir do momento em que celebrem o sexto contrato.
Nuno Crato anunciou também que já este ano será lançado um concurso de vinculação extraordinária, em que deverão entrar para os quadros dois mil professores, admitindo fazer outro no próximo ano caso seja necessário.
Para além disso, prometeu desde já aumentar os salários do contratados de forma a que correspondam aos de um professor no início da carreira. Uma medida que terá um impacto de 16 milhões de euros ainda este ano.
Nuno Crato anunciou estas medidas em conferência de imprensa, a três dias do fim do prazo dado pela Comissão Europeia para o Governo português comunicar as medidas previstas para melhorar as condições de trabalho dos professores contratados.




31 comentários
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Eu acho bem que os colegas contratados consigam o ingresso nos quadros após anos a fio de contrato, mas e os do quadro, nomeadamente, os que estão nas ilhas e que não conseguem regressar ao continente porque as vagas do interno são poucas e, neste momento, estão impossibilitados de serem opositores à mobilidade interna?
Não será mais justo a abertura do concurso geral com todas as fases (interno, externo, mobilidade interna e contratação)e com as vagas reais e justas de modo a que todos tenham a possibilidade de mudar ou ingressar nos quadros de acordo com a graduação profissional que detenham?
É que se a moda pega, os quadros são abertos para os contratados e quem se sujeitou a ir para cascos de rolha, apesar de efetivos, nunca mais de lá sai.
Caso as regras da mobilidade não sejam alteradas isto e uma verdadeira injustiça! Como sou QE não consegui destacamento porque todos os QZP são declarados horário zero. Cerca de 300 ultrapassaram-me! E por isso estou colocada a duas horas de viagem de casa… Para que arrisquei eu efetivar a 500km de casa? Tinha esperado por 2013 e estava agora em QZP e em primeira prioridade na mobilidade. Assim estaria na escola da minha rua…
Desvincule-se da função pública. Passa a concorrer como professora contratada e escolhe as escolas que ficam perto de casa. Um contratado/QZP não pode ser QE quando quiser, mas um QE pode passar a contratado muito facilmente. Se acha que é melhor, troque. Boa sorte.
A.D.O.R.E.I esta resposta! 🙂
subscrevo!
Raquel, pede ao porteiro da tua escola para te ir ao pacote…
RIc,
A sua resposta à Raquel é do melhor que já vi neste blog!!! 😀
Oh Maria, nasceu já assim parvinha ou foi aprendendo ao longo dos anos? Alguma vez deu aulas ou só é professora por ter tirado um canudo?
Oh Raquel, falas bem mas não me aqueces. Até parece que a menina Raquel gosta de andar de cavalo para burro. Não seja parva e aceite as respostas e as ideias dos outros.
Porque haveriam os contratados de ter benefícios em relação a quem já está no quadro? Fez alguma coisa para merecer esse beneficio?
Que idade tem, Raquel? Quantos anos de serviço tem, Raquel? Não está no Quadro porquê, Raquel?
Zeca,
Dirigir-se a mim como “parvinha” é grosseiro da sua parte. Sou professora desde 1997, chega?
És burra que nem uma porta. Pensas que és melhor que os outros e depois fodem-te…
Tu já estás no quadro! Não estiveste 10 anos a contrato de certeza!
Haverá sempre alguém a queixar-se. Mesmo à português!
Pois eu arrisquei para agora ficar desterrado e tu entrares para a escola que pretendo!!! Que justiça a do teu umbigo… deixa-me concorrer para QZP e logo fico bem!!
É mesmo isso que se passa… e a palhaçada continua e não tem fim á vista!!
à vista. Contração do determinante mais a preposição. Escrever em bom português é essencial.
Ó Ginbras! Não digas asneiras! A situação dos contratados nada tem a ver com os QE que estão desterrados a 200 e 300 KM de casa e nunca mais de lá saem! Achas justo, teres 20 anos de serviço, teres sido obrigado a concorrer a um zona pedagógica gigante (sim que há dez anos atrás só havia 5 uma divisão em 5 zonas enormes) teres efetivado à força numa escola no lado oposto do país em que vives ( do género vives em Aveiro e efetivas na guarda) e depois três ou quatro anos passados, as regras do concurso mudam e quem não conseguiu efetivar, porque acabou o curso mais tarde ou tem menos média passa a ter uma prioridade superior a quem tem mais tempo de serviço e média maior, só porque um tem escola ( que não quer lá estar e trocaria de bom grado com qualquer quadro de zona ou mesmo contratado) e os quadros de zona pedagógica, 1.000 lugares atrás na lista de graduação ficam à frente em escolas que lhes apetece?? Quando falares vê lá se sabes o que está a dizer. Cumprimentos
Ó Nuno Sampaio. Sabes o que é ser do Porto, prof contratado desde 2002 e estar a contrato presentemente nos Açores para não ficar desempregado? Não estou a 300km de casa, estou a 2500km! “Quando falares vê lá se sabes o que estás a dizer”!
E se estás mal digo como a outra: “desvincula-te, e concorre para a escola da tua rua como contratado. Eu não posso ser QZP ou QE qd quizer mas tu podes. Esta foi uma vitória dos CONTRATADOS e tou-me a cagar se tu achas uma injustiça eu passar à frenter de qualquer colega do quadro
… pronto … estaca zero!!! … oh colegas, meu deus!!
Que volte a fase de Afetação para os QZP! Esta decorria antes do que agora se designa de mobilidade interna. Quem está no Algarve que esgote primeiro as vagas de lá… E mesmo assim é injusto porque vai haver gente que vai entrar para vagas de QZP que eu pretendo…E eu apesar de bem graduado não posso concorrer a essas vagas… Quem explica aos meus filhos que não os posso acompanhar dia a dia porque quando chego estou esgotado e saio antes de eles acordarem? É que nem sequer tenho dia livre….
Se é para concorrer, que concorram todos, num concurso único, e em igualdade de circunstâncias.
Farta de estar a 200 km de casa obrigatoriamente. Bolas!
Assim percebe-se o porquê das colocações a 13 de Setembro…
Efetivar os contratados que têm sido discriminados negativamente durante anos a fio, parece-me da mais elementar justiça. Que eles ultrapassem, no momento do concurso, pessoas com maior graduação não considero nada justo, sobretudo para os colegas que foram obrigados a concorrer, há uns anos atrás, por zonas (tipo toda a zona norte). Estes não tiveram opção. Era, na altura, uma obrigatoriedade concorrer pelo menos a uma zona dessas. Quanto aos que concorreram para longe por opção própria, foi uma decisão pessoal. E aí, também se devem lembrar que passaram à frente de muitos colegas com gradução muito superior à deles, tendo a possibilidade de tentarem a aproximação à residência, o que não era permitido a um contratado que, mesmo com graduação superior, não podia concorrer ao concurso interno. Houve uns que optaram pelo vínculo em detrimento da próximidade e houve outros optaram pela proximidade em detrimento do vínculo. Tanto da parte de uns como de outros foi, sempre, uma decisão pessoal. O que considero ser muito grave é que um(a) professor(a) que foi obrigado a concorrer a uma zona para efetivar, seja colocado depois dos QZP e dos contratados, na eventualidade de estes virem a ser integrados no quadro. Mas penso que isso não irá acontecer. Parece-me que a questão é fácil de resolver. Basta o governo querer. Uma coisa é estar efetivo, outra é a colocação nas escolas. Qualquer critério usado para estabelecer uma hierarquia, se analisado ao pormenor, poderá ser passível de criticas. No entanto, parece-me que há um comummente aceite e que tem servido para efeitos de concurso, que é a lista de graduação nacional. Portanto, que se coloquem os professores segundo essa lista, independentemente do tipo de vínculo que cada um tem. Assim, os colegas do quadro de escola poderiam concorrer aos horários que lhes interessam sem que outros colegas de QZP ou contratados (na eveutalidade de efetivarem) ocupassem essas vagas. Cada um concorria na sua posição e ninguém com maior graduação se poderia queixar que outros com menor graduação lhe “passaram à frente”.
Concordo que os professores contratados entrem em quadro. Não concordo mais uma vez, neste sistema de concurso. Primeiro não há vagas nos concursos nacionais, agora já aparecem, sabendo nós que na segunda fase do concurso todos os QZP (novos e mais antigos) passam à frente de todos os que já estão em quadro e têm graduação superior. Resumindo, é tudo uma PALHAÇADA E ESTE MINISTRO É UM PALHAÇO. Burro fui eu, em querer entrar em QZP a 500 Km da minha residência e agora cá ficarei, devido a este sistema de concurso da treta. Quando entrei em QZP foi atrás de toda a gente e ponto final. Se quer abrir 2000 vagas, elas vão sempre existir com as trocas de lugares num concurso nacional extraordinário para todos. Mais uma vez PALHAÇADA. Um concurso da mentira.
Deviam colocar os docentes pela sua graduação, tendo 5 contratos concecutivos, não tendo 5 contratos concecutivos com 22 horas. Há muita gente bem graduada que nos últimos 2 anos teve o “azar” de ficar com 19, 20 ou 21 horas de início precisamente porque arriscaram e não quiseram ficar com horários completos e agora simplesmente lixa-se! Vai ser bom para aqueles que ficaram 4 anos na mesma escola sempre com recondução…
Claro…mais nada faria sentido!! A haver justiça seria pelo tempo de serviço e não pela « sorte» de ter estes horários nos próximos anos.
Apareceram 2000 lugares num passo de mágica? Se os lugares existem e, existem de facto, tanto mais que a maioria dos contratados que irão entrar, estão colocados no presente ano letivo, uma vez que serão os melhores graduados, por que razão essas vagas não foram disponibilizadas no concurso geral de 2013, o que permitiria que os professores do quadro se aproximassem das suas residências e os colegas contratados estivessem já numa situação mais confortável e estável?!! As injustiças vão continuar quer para uns quer para outros mas mais para uns do que outros!!!
Então e a graduação?
E imagine-se que em 10 anos se teve mais de 6 contratos com horário completo mas de forma interpolada? É-se ultrapassado por alguém que vai para o 6º contrato?!!!!
Marta, por favor, emigre!!!!!!
Ouçam e leiam com atenção senhores professores: Isto destina-se única e exclusivamente aos professores contratados. A procissão só vai no adro e já está toda a gente a tentar tirar proveito da situação. Em primeiro lugar o próprio ministro, pois tal como a Troika e o FMI entraram no País para o endireitar; agora será a vez do Tribunal Europeu; o problema é que o Sr. Ministro, estando a prever o que aí vem tem vindo a arquitetar um conjunto de manobras de forma a arrasar a classe contratada… mas não se vai safar. O concurso terá que abrir e não será segundo as suas contas, mas de acordo com as normativas. Esta luta é dos professores contratados. Os outros professores se não estão bem que mudem… de estratégia. Uma coisa é certa, se isto avançar acaba-se com os tesourinhos contratuais, os atestados de maluquice… e toda a panóplia de aldrabices do sistema .E bor da m…. para isto tudo e para os egocêntricos, altruístas, narcísicos e demais corja que são os principais causadores da desertificação do Portugal Real… só vislumbram o seu umbigo e coutada.
MENTIRA!!! Não acredito….