Nova Providência Cautelar

… desta vez contra as “condições de realização da prova“.

 

 

FNE protesta e apresenta “mais providências cautelares”

 
 
A Federação Nacional da Educação protestou hoje, no centro de Lisboa, contra a prova de avaliação dos professores, no dia em que apresentou “mais providências cautelares” para obrigar o Governo a desistir da medida.

“Temos providências cautelares que estão à espera de resolução e hoje a FNE apresentou novas providências cautelares em relação a um conjunto de injustiças”, disse aos jornalistas o secretário-geral da Federação, João Dias da Silva.

A Federação Nacional da Educação (FNE) já tinha apresentado uma providência cautelar pela “injustiça” da prova e hoje apresentou uma nova, a propósito das “condições de realização da prova“. É que, disse João Dias da Silva, por exemplo professores que estejam a trabalhar no ensino da Cultura e da Língua portuguesas na África do Sul, que sejam contratados e que queiram vir a ser colocados no próximo ano, terão de vir a Portugal realizar a prova.

O mesmo se passa com professores noutras partes do mundo, da Alemanha ao Luxemburgo ou à Suíça, da Guiné-Bissau, Cabo Verde e Angola a Timor-Leste, salientou o secretário-geral, lembrando que, também nos Açores, terão de se deslocar, porque a prova apenas se realiza em três das nove ilhas da região.

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3 comentários

    • pensador on 27 de Novembro de 2013 at 22:56
    • Responder

    Isto o melhor é ser a FNE a convocar as concentrações e depois deixar que os ativistas do POUS, do MAS e do MRPP vão ao micro (qualquer dos presentes pode tomar a palavra) e com discursos inflamados levem os colegas para onde eles quiserem, como aconteceu do Campo Pequeno para a Av. 5 de Out.

    • Ania Pulchra on 28 de Novembro de 2013 at 9:57
    • Responder

    Finalmente alguém se lembra da situação dos professores contratados que estão noutros países, dentro e fora da Europa. Só acho incrível que os sindicatos não tenham usado este argumento para invalidar a realização da prova, uma vez que não está garantida a igualdade de acesso. É absolutamente discriminatório exigir que quem está noutro continente se desloque a Portugal, a expensas próprias, para realizar um exame absurdo e vexatório.

    • Fátima on 28 de Novembro de 2013 at 15:33
    • Responder

    E para quê o pagamento agora das Provas Específicas, se a NÃO APROVAÇÃO NA PROVA COMUM impede a realização daquelas???

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