O Guia Saiu às 23:59

E mais parece um daqueles testes psicotécnicos, muito em moda nos anos 80, para ingressar nas formações da época.

Não é por nada, mas qualquer aluno do 12º ano consegue realizar esta prova com aprovação. É esta a exigência que  Nuno Crato quer dos professores?

Esta é mais uma razão para a prova ser inútil e nada provar.

 

 

Anexo I – Informação-Prova | Componente Comum

Anexo II – Informação-Prova | Componente Especifica (a disponibilizar de acordo com o número 4 do Capítulo III do Guia)

Anexo III – Folhas de respostas – Folha 1 | Folha 2

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/11/componente-comum.pdf”]

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/11/o-guia-saiu-as-2359/

113 comentários

1 ping

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • A C on 22 de Novembro de 2013 at 0:33
    • Responder

    Que treta 🙂

      • manel on 22 de Novembro de 2013 at 1:51
      • Responder

      E dá para chumbar . «A Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades é despudorada e manhosa na sua intenção, é vergonhosa e incompetente na sua estrutura e modelo, insulta a competência e a inteligência, desde logo dos professores a quem se destina, e representa o grau zero da Política Educativa do Ministério da Examinação.»

      • SapinhoVerde on 22 de Novembro de 2013 at 14:53
      • Responder

      Reprovava de certeza. E na pergunta 4 respondi A e a certa é a C. Qual a vossa opinião?

        • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 16:00
        • Responder

        Vamos levar tempo a interpretar estas questões… E aí reside a dificuldade da prova, na aparência tão simples…

        No caso, seria a C, sim: “Como é natural, o pintor e o escultor também fazem isto, mas em segredo.” A conjunção adversativa marca a oposição, a diferença. O encenador, como se diz adiante, “é obrigado a expor”, ao passo que os outros artistas referidos trabalham (ou podem trabalhar) “em segredo”. Têm “semelhanças nos processos de criação”, que são referidas no início do texto, mas há “uma diferença”, a tal exposição pública.

          • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 16:23

          Essa foi uma das duas que errei.

          • SapinhoVerde on 22 de Novembro de 2013 at 22:23

          Claro que depois de verificar o texto e “meditar” durante 5 (sim CINCO) minutos também cheguei a essa conclusão.
          O problema é o tempo … que 120 minutos para 32 respostas dá cerca de 160 minutos para mim, e sem falar na redação …
          Obrigado Carlos

    • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 0:34
    • Responder

    Sim, sim são cotadas com zero pontos as respostas que:

    afastamento integral do tema;
    – mais de seis erros de sintaxe;
    – mais de dez erros inequívocos de pontuação;
    – mais de dez erros de ortografia ou de morfologia.

    • João on 22 de Novembro de 2013 at 0:37
    • Responder

    Ilariante e patético…

      • mentos on 22 de Novembro de 2013 at 11:24
      • Responder

      hilariante, de facto

    • Susana Neves on 22 de Novembro de 2013 at 0:41
    • Responder

    Esta prova irá, certamente, fazer de mim uma melhor educadora de infância…pensando bem, não sei como é que cheguei até aqui, catorze anos depois, sem ter realizado algo deste género, é que nem na minha pós-graduação, nem na minha especialização em Formação de Professores nem no meu atual mestrado…não consigo ver bem como…se eu podia viver sem isto? “Podia! Mas não era a mesma coisa!” (Alguém nos ajude até dia 27 a reverter esta situação…)
    Susana Neves

      • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 1:00
      • Responder

      Analisando a prova vemos vários itens que parecem bem mais adequados a educadores de infância do que a professores do ensino secundário, como os sobre conjuntos.

        • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 1:24
        • Responder

        Todos teremos o que dizer sobre as perguntas que parecem simples, sobretudo se forem da nossa área… Mas a realidade é que todas levam tempo a resolver e acho que esse vai ser o grande problema e a grande condicionante.

          • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 1:36

          A que referi nem é da minha área, é um assunto muito trabalhado no pré-escolar e no 1.º ano de escolaridade. O mesmo para o 1.º item.

      • broom on 22 de Novembro de 2013 at 14:23
      • Responder

      Quando sugeri que lêssemos o guia , claro está, que me referia ao GUIA ANTI-PROVA .Espero que tenham percebido!! Se fôssemos, de facto uma classe unida (tal como as forças de segurança) , não passavam a vida a tentar fazer xixi por nós abaixo, e, nós, os bocas-abertas a permitir tamanho desaforo dirigido à nossa classe profissional !!! E sem respeito algum por quem está desempregado a sofrer horrores e humilhações por parte de familiares e pela sociedade em geral ( refiro-me ao balcão financeiro que pretendem posicionar para pagamento do projéctil!!). HAJA DECORO!!!

    • Salvador on 22 de Novembro de 2013 at 0:46
    • Responder

    a parte específica é quando?

    • Nos on 22 de Novembro de 2013 at 0:53
    • Responder

    Ora os 20€urecos já estão garantidos com esta espécie de teste psicotécnico. Se a coisa correr mal, e os resultados forem demasiado positivos, a específica encarregar-se-à de arrumar com metade.

    Não é por acaso que não é feita em dias seguidos.

    Continuem a fingir que não é nada convosco e depois chorem.

    • Nos on 22 de Novembro de 2013 at 0:54
    • Responder

    á

    • AF on 22 de Novembro de 2013 at 0:56
    • Responder

    Espero que não pensem que isto até é fácil e, por isso, não vale a pena continuar a lutar e vamos lá todos fazer a provita. O objetivo deles é esse. A humilhação, o roubo, a falta de consideração continuam lá. Quero ver quantos aparecem nas manifestações!!!

    • Miguel on 22 de Novembro de 2013 at 1:03
    • Responder

    Gozem, que quando chegarem lá as perguntas serão ainda mais difíceis… e a pergunta de desenvolvimento nem a acho nada fácil. As outras são medianas, mas são de raciocínio e com o tempo que têm, devem contar com pouco mais de 2 minutos para cada resposta de escolha múltipla. Não desistam e lutem contra a prova.

      • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 2:18
      • Responder

      Para quem não é da área das letras a última questão não me parece nada acessível. Enfim, não se mostrem contentes com o grau de facilidade/dificuldade da prova e desatem já todos a inscreverem-se nela, porque isto é um caminho para a humilhação em praça pública.

    • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 1:05
    • Responder

    Desculpem se o defeito for só meu, mas não percebo como pode ser fácil responder a 32 destes itens de seleção (que, em grande parte, exigem algum tempo de atenta e cuidadosa leitura e posterior análise/reflexão) e ainda planificar, escrever e rever um texto de trezentas e tal palavras em duas horas. Parece-me é que o nível de exigência é inversamente proporcional à “sofisticação” das perguntas, destinadas, parece-me, a fazer-nos gastar tempo com insignificâncias e a vencer-nos pela opressão do relógio…

      • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 1:15
      • Responder

      Já agora, para desanuviar, a mim que me importa quantos turnos pode a Beatriz fazer num dia, se essa rotatividade (ainda) não se aplica nas escolas (virá alguma novidade por aí?)? E, se quiser saber que alunos frequentam os clubes, consigo criar um registo mais simples e eficaz. Não tão próximo de uma distorção visual, é certo… Só faltou uma pergunta com culinárias e Bimbys, para seguir as modas. Haja gente iluminada a trabalhar no ministério da educação…

    • Carlos on 22 de Novembro de 2013 at 1:08
    • Responder

    Isto é humilhante, já não há adjetivos que qualifiquem esta dejeção!! É passar um atestado de estupidez aos docentes, para os qualificar como «débeis mentais»! Quem concordar com isto, está a pactuar com esta infâmia! Demita-se senhor ministro!!!! Tenha vergonha!!!!!

    • Um nao aprovado on 22 de Novembro de 2013 at 1:18
    • Responder

    eu não sei os vossos resultados, mas eu ficava não aprovado!

      • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 2:26
      • Responder

      Dei-me ao trabalho de resolver a prova. É certo que acertei as respostas de escolha múltipla, mas duvido muito que no dia da prova conseguisse fazer alguma coisa de jeito na questão de resposta aberta. Não sou muito dada à escrita, e comentar um texto (exemplo da prova) que para mim sinceramente não tem muito significado (que me desculpe o autor e os escritores em geral, mas é a minha opinião), torna-se algo complicado.

      • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 2:43
      • Responder

      Mas concordo que uma prova desta dá sim para chumbar….

    • ana on 22 de Novembro de 2013 at 1:22
    • Responder

    Para além de se tratar de mais uma etapa de um ignóbil processo, estas Informações-Prova, antes mesmo de ridículas, são reveladoras da incompetência de quem exerce este poder discricionário sobre pessoas com inúmeras provas académicas e profissionais dadas.

    Então esta gente, que determina isto…

    «Os erros de ortografia, de morfologia, de sintaxe e de pontuação estão sujeitos a desvalorização.
    São considerados erros ortográficos os erros de acentuação e de translineação, assim como o uso
    indevido de letra minúscula ou de letra maiúscula inicial. Todas as ocorrências de um mesmo erro
    estão sujeitas a desvalorização.»

    … atreve-se a apresentar pelo menos uma pergunta-modelo, num reles documento com sete páginas, cometendo um destes erros, designadamente de acentuação, numa palavra que não é acentuada graficamente desde a década de 70 do século passado (advérbio “ruidosamente”)???

    «8. Indique a opção que contém uma frase sem incorreções.
    […]
    (B) A calma imperturbável do guarda contrastava com a agitação dos dois homens, que discutiam
    ruídosamente no meio da rua, criando uma algazarra que atraía os moradores à janela.»

    Não podemos ter bons professores sem detetarem sempre uma vírgula incorreta entre o sujeito e o predicado de uma frase, mas podemos ter governantes imbecis (ou os seus mainatos),a formularem perguntas com erros ortográficos, mesmo quando qualquer computador com um corretor automático instalado os assinalaria!?

    Apetece fugir. E não estou no rol das “vítimas”!
    Isto é tudo surreal.

      • Carla on 25 de Novembro de 2013 at 9:56
      • Responder

      “que discutiam ruidosamente no meio da rua” é uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa (por se encontrar entre vírgulas). Esta é a razão que justifica o uso das vírgulas na frase. Desta forma, a frase em questão tem como erro o acento gráfico no advérbio de modo “ruidosamente”.

    • ana on 22 de Novembro de 2013 at 1:24
    • Responder

    É que aquela incorreção não era a valer como as outras, note-se!

      • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 1:29
      • Responder

      Creio que essa era a incorreção da frase, ainda que ridícula. Alerta para as rasteiras…

        • ana on 22 de Novembro de 2013 at 1:37
        • Responder

        Então e a vírgula a seguir a “homens” que não faz falta nenhuma e nem consta na frase que eles apontam como correta ( a C)? Terão misturado erros de acentuação com erros de pontuação e até de sintaxe, pois separar sujeito de predicado é um erro sintático, mais do que de pontuação???

        Olhe, eu tenho 29 anos de ensino de Português e nem sei que diga. Isto não é sério!

          • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 1:48

          Pois é, parece-me o mesmo que a si; como não especificam o tipo de incorreção, na B colocaram um erro de acentuação/ortográfico (ficando a vírgula a isolar uma oração adjetiva relativa explicativa que, como diz, não era necessária) e noutras erros de pontuação/sintáticos. Ficamos avisados…

    • manel on 22 de Novembro de 2013 at 1:50
    • Responder

    E dá para chumbar . «A Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades é despudorada e manhosa na sua intenção, é vergonhosa e incompetente na sua estrutura e modelo, insulta a competência e a inteligência, desde logo dos professores a quem se destina, e representa o grau zero da Política Educativa do Ministério da Examinação.»

    • azevedo on 22 de Novembro de 2013 at 2:07
    • Responder

    Crato deseja empregar mais gente neste novo instituto; obriga os professores profissionalizados desempregados a pagar 20 euros para responder a uma prova deste natureza; coloca 30 mil professores profissionalizados a tremer no dia 18. Tudo isto em nome da qualidade e rigor do ensino.

    • Pedro Almeida on 22 de Novembro de 2013 at 2:37
    • Responder

    Se a prova é tão fácil, ó Arlindo, porque é que dizem que ela serve para provocar uma razia entre os professores? Que grande tiro no pé!

      • Raquel on 22 de Novembro de 2013 at 11:02
      • Responder

      Na minha humilde opinião, na componente comum vai passar muita gente, a triagem vai ser feita na componente especifica, que será tão difícil quanto mais congestionado estiver o grupo de recrutamento. É certo que isto não está bom para ninguém, mas há grupos em que se nota uma maior necessidade de contratar professores e no próximo concurso podem concorrer os “não aprovados” como + de 5 anos de serviço, mas e depois?? Fazem uma prova fácil para passar toda a gente? Dão a prova sem efeito? Ou mandam os alunos para o privado com o cheque ensino por falta de professores competentes no ensino publico?

  1. Olhem que a prova para professores da área de humanidades parece menos acessível do que para professores da área de ciências…

      • mari on 22 de Novembro de 2013 at 10:23
      • Responder

      EXATO!!! As questões de raciocínio lógico estão sempre mais relacionada com a área de matemática…

    • Pedro Almeida on 22 de Novembro de 2013 at 2:44
    • Responder

    O ARLINDO DIZ QUE QUALQUER ALUNO DO 12º ANO RESOLVE A PROVA. O MÁRIO NOGUEIRA FOI DIZER À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA QUE A PROVA VISA ELIMINAR UMA GRANDE QUANTIDADE DE CANDIDATOS! MEUS SENHORES, POR FAVOR…COMBINEM O QUE DIZEM EM PÚBLICO…

    • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 2:49
    • Responder

    Resumindo e concluído, esta treta não pode ir para a frente. Não podemos estar agora a debater uma coisa que por si só não prova nada, uma injuria tamanha. Devemos mas é continuar a lutar e os sindicatos que não baixem os braços…aí será mesmo o fim.

    • Miguel Castro on 22 de Novembro de 2013 at 8:22
    • Responder

    A dizeres isso, Arlindo “que qualquer aluno do 12º faz a prova”…. agora é que os que ainda estavam indecisos se vão a correr inscrever! Que tristeza!
    Um belo engodo.
    Pode ser que nas específicas, depois a folha seja feita.

    • Miguel Castro on 22 de Novembro de 2013 at 8:35
    • Responder

    E reparei agora na pergunta de resposta aberta. GRANDE PALHAÇADA!
    Que tenho eu a escrever sobre aquilo?? NADA. ZERO. Algum dia tenho paleio para desenvolver aquelas quatro frases que um parvalhão qualquer escreveu sobre a tolerância??
    Vão à bardamerda! Era o que eu escreveria lá na prova.

    • lluis on 22 de Novembro de 2013 at 8:44
    • Responder

    Com o novo acordo ortográfico vai ser lindo. Boa sorte!

    • AM on 22 de Novembro de 2013 at 8:50
    • Responder

    Pelos comentários percebe-se que não estão habituados a fazer exames seja de que modelo for! Nem a testes de cruzes?!! Na escola era mais trabalho de grupo…!

      • wa on 22 de Novembro de 2013 at 9:37
      • Responder

      O que está em causa nem é se estão habituados a fazer exames seja de que modelo for ou não… Exames demais já nós fizemos durante os 5 anos durante o curso..

      • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 12:39
      • Responder

      Trabalhos individuais de pós-graduação, mestrado, doutoramento servem?! Estamos bem habituados. E publicações também servem? Sim, fazemos. Mas normalmente não fazemos escalas de turnos nem apresentamos dados em diagramas confusos porque temos formas mais evoluídas de o fazer.

    • Maria on 22 de Novembro de 2013 at 9:15
    • Responder

    Na dita está espelhado o PALHAÇO que temos como sinistro da deseducação.
    Acho que estamos todos a ser comandados por loucos, logo, sejamos nós a ter a clarividência bastante para mandar bugiar este fulano que mais parece um lunático obsessivo em humilhar os professores. VAMOS TODOS DIZER NÃO!!!!!!!!!

    • AM on 22 de Novembro de 2013 at 9:49
    • Responder

    Isso de cursos de 5 anos cheios de exames…era dantes!

      • Isabel on 22 de Novembro de 2013 at 13:12
      • Responder

      Pois, mas eu pertenço a esses. E aind aposso dizer mais: na cadeira de Alemão (I, II, III, IV), 10 faltas (diversos tipos de erro, numa Língua muito diferente da nossa, em todos os aspetos…) equivalíam a 0 pontos!
      E ainda havia o Professor Franco, de Alemão, que nos desancava e mandava os trabalhos para trás, caso as pintas nos “i” não fossem mesmo uma pinta….
      Exames, exigência!!!!!!???? Já tive durante 5 anos…..!!!!!!

      Logo á noite, vou pedir ao meu filho, com 9 anos, que realize a prova e depois digo alguma coisa….. Que ele vai ter pelo menos metade certo, é inquestionável!!!

      Não acredito que a prova seja deste nível…… NÃÃÃÃÃÃÃ!!!!! Desenganem-se……. Vai estar cheínha de rasteiras e de respostas dúbias. Não se esqueçam que os testes americanos devem ter 1 resposta completamente correta, 1 despropositada embora sirva no contexto, 1 errada e uma incompleta/dúbia ou algo do género, mas que, em contraposição com a correta, fique em desvantagem!

        • TB on 23 de Novembro de 2013 at 1:15
        • Responder

        e já levava uma erro de pontuação. cuidado.

    • Nuno on 22 de Novembro de 2013 at 10:08
    • Responder

    Esta prova é uma vergonha! É matreira, cheia de rasteiras! Mostra a 2ª intenção deste governo em relação aos professores: eliminá-los! A 1ª já toda a gente sabe que é sacar os 20€ aos condenados!

    VERGONHA! VERGONHA! VERGONHA! VERGONHA !

    • JA FUI PROFESSOR on 22 de Novembro de 2013 at 10:28
    • Responder

    Aqui ta aquilo que tanto nos (vos) vai humilhar. Algo que parece muito fácil de fazer mas também muito fácil de chumbar. Isto é para fazer inscrever o pessoal e pagar os 20€ que é isso que eles querem mesmo. Depois de todos (95% daqueles que dizem que não vão fazer são os primeiros a inscrever-se) fazerem a prova o que se vai ver aqui para o ano é tudo a reclamar porque dei os 20€ continuo em casa, depois como é aqueles que tem filhos e tem despesas para pagar? os 20€ se calhar dava para pagar a luz porque não so 20€ e as deslocações e as despesas com o carro isso não conta.
    Eu não farei mesmo. Este não fiquei colocado e ao ver de como ta esta MER.. toda avançar para outro negocio. Professor nunca mais, não sou nenhum palhaço a mando do Crato.
    Já agora em vez de irem para manifestações que eles só se deixam rir de nos, façam greve a serio. Não tenho medo dos pais, porque ao fim de fazerem esta prova os Miúdos e que gozam connosco.

    CRATO EU NÃO JÁ NÃO TRABALHO NO TEU CIRCO. PODES TU FICAR NO MEU LUGAR.

    • mari on 22 de Novembro de 2013 at 10:32
    • Responder

    A vergonha continua na maneira como nos gozam e maltratam. A publicação à hora que foi – 23:59 – demonstra o desrespeito, o gozo de quem gere as publicações pelo massacre psicológico de quem estava à espera desde as 9h da manhã. Mereciam processos pelo bullying, pela pressão psicológica, pelos maus-tratos e danos morais que nos causam enquanto profissionais e enquanto pessoas e por degradação pública da imagem dos professores.
    Em relação à resposta à questão da tolerância: começa a ser ZERO!
    Gostava apenas de RESPEITO!

      • PL on 22 de Novembro de 2013 at 14:45
      • Responder

      O Guia saiu às 23:59 (no último minuto do prazo!)

      Aviso de Abertura da Prova de Avaliação saiu à “noitinha” (enquanto a Seleção Nacional de Futebol estava a jogar…)

      O que se passa nestas cabecinhas?
      Este comportamento não é normal (em “governantes”)!!!

    • Maria Nogueira on 22 de Novembro de 2013 at 10:40
    • Responder

    Bom dia, gostaria de colocar a seguinte dúvida: se a prova está suspensa por providências cautelares porque saem ainda o guia e as normas de inscrição e afins no diário da república? Não deveria o MEC aguardar a resposta do Tribunal Constitucional ou é uma forma de pressionar o Tribunal também?
    desde já obrigada pela atenção.

    • pedroc on 22 de Novembro de 2013 at 10:41
    • Responder

    Escolas fechadas a cadeado no dia da prova!
    Chega de humilhação!!
    Ontem os polícias mostraram que a união faz a força. Este é o momento da classe docente se unir, ou será o princípio do fim…

      • JA FUI PROFESSOR on 22 de Novembro de 2013 at 10:56
      • Responder

      Isso sim. Deixem se de manifestações

    • Ana Costa on 22 de Novembro de 2013 at 10:48
    • Responder

    Até acho estranho não sair um sodoku para resolver…

  2. Vamos ver quem é o 1º a ter a vergonha de se inscrever ou ser corretor. Até dia 27 não se inscrevam, vamos aguardar pelos resultados . Aguenta e não chora!

    Façam queixa ao Provedor de Justiça Só ele pode mandar a Prova para o Constitucional!!!
    Carta com fundamentação legal e formas de envio aqui:

    http://sprofessores.forumeiro.com/f9-cartas-para-enviar-ao-provedor-de-justica

      • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 13:36
      • Responder

      Pois é, mas a verdade é que já há cobardes inscritos….bastam estes palhaços para lixar os outros.

  3. mafm: Não se esqueçam de um dado muito relevante – estes tipos que estão no MEC, principalmente o Crato, são perfeitamente maquiavélicos. O grau de facilidade das questões (sinceramente, não achei muito elevado) só nos quer atirar areia para os olhos!! É uma manobra para nos fazer acreditar que a prova até é fácil e, assim, promover as inscrições na dita!!! NÃO SE DEIXEM ENGANAR!!!!!!

    • Miguel on 22 de Novembro de 2013 at 11:19
    • Responder

    Realmente isto é à RELVAS…. Resumir a minha licenciatura pré Bolonha de 5 anos, de modo a profissionalizar-me em ensino, a uma prova……… para mais ridícula. Faz todo o sentido e sem dúvida alguma vai-me tornar num melhor professor…. longe vão os tempos em que para nos tornar-mos melhores era com a experiência de trabalho diário, este não nos garantem eles e ainda nos pretendem fazer gastar 20€, fora deslocação etc etc logo a nós desempregados. Não sei se rio ou se choro. Meu Deus perdoa-lhes (governo) que eles não sabem o que fazem.

  4. O único material autorizado para a realização da prova é caneta ou esferográfica de tinta indelével preta.

    As canetas de acetato, canetas de feltro, … podem encaixar-se aqui ?

    • nene2011 on 22 de Novembro de 2013 at 11:37
    • Responder

    Arlindo,
    Normalmente concordo com os seus posts e comentários, mas desta vez não e tenho que lho dizer.
    Ao escrever “Não é por nada, mas qualquer aluno do 12º ano consegue realizar esta prova com aprovação.” está a fazer uma avaliação errada do “teste” e a colocar uma pressão sobre os colegas que é injusta.

    Não nos podemos esquecer que existem professores que pelo programa educativo que o MEC de então decidiu, não têm matemática desde o 9º ano (muitas vezes há mais que 20 ou 30 anos ou +). Não percebo porque poderemos dizer que um extraordinário professor de português afinal não serve porque não entende a teoria dos conjuntos ou frações, ou então porque ao consegui ver que afinal umas das respostas tinha um acento quase imperceptível devido à fraca qualidade de impressão.

    Ao comparar os professores aos alunos do 12º ano está a contribuir para a humilhação e comparações que aí vem quando se souberem os resultados das provas…

    Já agora quem for de matemática ou português terá alguma facilidade numa ou outra questão e dificuldades noutra… e quem for educador de infância? Será que vai restar algum para ser contratado?

      • PL on 22 de Novembro de 2013 at 14:53
      • Responder

      100% de acordo!

      Este “Guia” da prova é um engodo!!!

      • Isa on 22 de Novembro de 2013 at 20:47
      • Responder

      Por favor, eu não tenho matemática desde o 9º ano e ainda assim acho as questões bastante fáceis, são de simples lógica, qualquer um de nós deve conseguir resolver pelo menos a maioria. No entanto, sublinho, seja qual for o conteúdo, a prova é uma abominação.

        • scrpereira on 23 de Novembro de 2013 at 0:45
        • Responder

        O problema não são propriamente as questões, é o tempo que temos para as realizar. 120 minutos são claramente insuficientes. Se tirarmos 20 minutos para o texto, sobram 100 minutos, ou seja, pouco mais de 3 minutos para cada questão de escolha múltipla, sendo que algumas demoram mais tempo a responder e nem sobra um minutinho para rever a prova.

        • PL on 23 de Novembro de 2013 at 11:44
        • Responder

        “Claro que a informação prova pode ser o mel para atrair os papalvos… e insinuar à opinião pública que os professores nem querem fazer uma prova que a miudagem do Básico ou Secundário faria…

        E depois, no dia certo, cai-lhes outra coisa em cima.”

        In: http://educar.wordpress.com/2013/11/23/obviamente-15/

        PERCEBEU ISA? O GUIA DA PROVA NÃO É A PROVA!!! (1.ª parte da prova)

          • Isa on 23 de Novembro de 2013 at 14:16

          Claro que percebi; nada nos garante que o nível de dificuldade não seja maior. No entanto, estamos a falar da única coisa que vimos, as questões do guia, e essas são realmente acessíveis. Não vou fazer a prova; apenas não concordo quando se afirma que um professor de português terá dificuldades em resolver questões que requerem algum cálculo…

    • Goma on 22 de Novembro de 2013 at 11:48
    • Responder

    Colegas,
    Vou ser sincero, ainda não me inscrevi e pondero não me inscrever de todo. O que irá acontecer para além de poupar 35€ e a sujeição a uma humilhação pública perante colegas vigilantes e correctores de segunda categoria?
    Poderei ficar impossibilitado de concorrer a um concurso que não tem lugar para mim?
    Julgo que a prova se irá realizar de qualquer forma. O problema da classe não é a falta de competência pedagógica mas sim de carácter, de confiança e de união. É isto que a prova vai testar.
    Para quê apelar aos colegas, “não se inscrevam”? para quê esperar pelas decisões dos tribunais, provedores,, formulários e merdas? Para quê manifestações, a que também já fui e se vê sempre a mesma meia dúzia de gatos pingados? Basta!
    Acredito que a única solução seria a de os sindicatos organizarem piquetes de greve para dia 18, e ninguém entra nas escolas designadas para a prova. Contém comigo só para isso e para mais nada.
    Olhem para o que os polícias fizeram, subindo onde jamais alguém subiu nas recentes manifestações.

    • anita on 22 de Novembro de 2013 at 11:54
    • Responder

    Sou da opinião que quem não é a favor da prova não deve tecer comentários sobre os exemplos dados no guião. Não interessa se é fácil ou difícil, se á para os das humanidades ou das ciências, eu não concordo com ela como tal ignoro o tema.
    Não me levem a mal 🙂

    • Francisca on 22 de Novembro de 2013 at 12:02
    • Responder

    Nada de Vygotsky, então? Não precisava de ser assim tão fácil.
    O problema aqui é o tempo. 10 perguntas para semi-cerrar os olhos e procurar o Wally e depois começa-se a contar palavras. A escolha dos autores Diogo Pires Aurélio e Peter Brook é requintada. Cá para mim o Crato quando acorda e se vê no espelho deve dizer qualquer coisa como isto: — “Je suis un phénomène”.
    Não faço tal prova.

      • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 15:10
      • Responder

      “assim tão fácil”?
      “10 perguntas para semi-cerrar (sic; correto: semicerrar) os olhos?”
      A não ser que as suas palavras expressem uma profunda ironia (que nem sempre o discurso escrito deixa perceber inequivocamete), não devemos ter lido o mesmo texto na secção “Caracterização da prova”… São 32 questões de escolha múltipla, não 10. E o menor dos nossos problemas deve ser contar as palavras (faz-se como aconselhamos aos alunos: uma média por linha, de acordo com a caligrafia, o que cada um pode treinar previamente). A escolha de autores pode ser “requintada” e agradar a palatos exigentes, mas há questões mais sérias e menos evidentes envolvidas na estrutura e conceção desta prova.

        • Francisca on 22 de Novembro de 2013 at 17:44
        • Responder

        Sim Carlos, a ironia está lá implícita e até têm direito a trocadilho.
        Tens razão são 32, como não tenho intenção de pôr os pés nesta prova não li a “Caracterização”. Sendo assim o tempo vai ser o principal factor de destabilização. O novo acordo ortográfico também vai ajudar… vai ser uma razia.
        Para quem só usa o novo acordo quando não tenho outra hipótese.
        Experimentem escrever um texto segundo este acordo, depois passem o texto pelo programa Lince. Como correu?

          • Francisca on 22 de Novembro de 2013 at 17:51

          Correcção: “Para quem só usa o novo acordo quando não têm outra hipótese”

          Isto de escrever e “delitar” às vezes dá nisto.

          • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 22:39

          “Para quem só usa o novo acordo quando não tem outra hipótese.” (E esta concordância não é problema do AO)

  5. Não se deixem enganar pelas perguntas exemplo. Este são perguntas de raciocínio lógico simples. Mas existem perguntas de raciocínio lógico muito complexas e nós conhecemos o Crato. Lembrem-se também que têm 2 horas para responder a 32 perguntas de raciocínio lógico mais um parte de expressão escrita. Acham que têm tempo???? A prova foi feita para chumbarem. NÃO SE ILUDAM!

    • MP on 22 de Novembro de 2013 at 12:16
    • Responder

    Eu pergunto, os professores contratados que lecionam em escolas privadas (financiadas pelo Estado) tb são obrigados a fazer a prova e a serem aprovados para continuarem a lecionar nessas escolas?

      • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 12:35
      • Responder

      Não. Nessas escolas manda o patrão.

        • MP on 22 de Novembro de 2013 at 15:24
        • Responder

        Então o MEC vai dar dinheiro a essas escolas para pagar a professores fora da lei??? E como é, se um prof que vai fazer este exame e não ficar aprovado, e de seguida for contratado para dar aulas numa escola privada????

      • m on 22 de Novembro de 2013 at 12:35
      • Responder

      Para dar aulas no privado ou em escolas com contrato de associação não é necessário fazer a prova, só para o público…

      O MEC arranjou uma maneira de fazer dinheiro à custa dos professores…

    • AS on 22 de Novembro de 2013 at 12:29
    • Responder

    Alguém pode confirmar a questão 9. De uma resolução rápida, a mim dá-me um diferença de 16 € e não 6 €.

      • AS on 22 de Novembro de 2013 at 12:31
      • Responder

      esqueçam … 🙂

      • Margarida on 22 de Novembro de 2013 at 14:36
      • Responder

      120€ acrescidos de uma taxa de 10% – 120€ x 0,10=12€
      120€ + 12€=132€

      180€ aplica-se promoção de 30% – 180€ x 0,30 = 54€
      180€ – 54€ = 126€

      Assim: Loja X – 132€
      Loja Y – 126€ diferença 132€-126€ = 6€ (na loja Y é 6€ mais barato do que na X)

      A meu ver, esta era uma das que tinha rasteira, pois a questão dos 120€ acrescidos de 10%, poderia ser interpretado de duas formas: ou que se acrescia aos 120€ 10% ou que nos 120€ já estava contemplado o acréscimo de 10%.

    • Matilde C. on 22 de Novembro de 2013 at 12:29
    • Responder

    O cúmulo do regabofe seria obrigar pessoas revoltadas, marginalizadas, ostracizadas a falar sobre tolerância numa prova em que o carrasco pode eventualmente reconhecer o nome da vítima.

      • Isabel on 22 de Novembro de 2013 at 13:20
      • Responder

      Ora aí está….. Eles esquecem-se de tomar a medicação das 11 da manhã e dá nisto!
      As consultas de terapia de grupo não devem estar a funcionar por falta de verba e os recalcamentos e frustrações vêm ao de cima!!!

    • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 12:31
    • Responder

    Pior é a existência de uma única prova específica de matemática (nível 1) tanto para professores do 1º ciclo como do 2º ciclo. Imaginemos que são abordadas equações ou operações com potências, temas que não integram os programas do 1º ciclo e que pouca expressão tinham nas antigas licenciaturas de Ensino Básico, como se safarão os professores do 1º ciclo?

      • Margarida on 22 de Novembro de 2013 at 14:39
      • Responder

      Concordo! E já repararam que o 1º ciclo é o único grupo que tem de realizar duas específicas obrigatoriamente?!?!?!? Há outro grupo com muitas específicas, mas apenas têm de escolher uma…

        • Daniel on 22 de Novembro de 2013 at 15:07
        • Responder

        Até aceito as duas específicas, o que é inaceitável é ser a mesma do 2.º ciclo.

        Vendo bem, os professores do 1º ciclo aprovados nas provas ficam aptos para serem generalistas, uma vez que tem de dominar os mesmos conteúdos que os professores do 2º ciclo.

  6. LISTA DE INSCRITOS NA PROVA VAI SAIR PARA CONSULTA . . . ORA VAMOS LÁ VER QUEM É O 1º A LEVAR COM OS OVOS!

    • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 13:03
    • Responder

    “Grande união e grande coesão” das forças de autoridade a abrir os noticiários. Ora aí está a diferença.

    • Maria on 22 de Novembro de 2013 at 13:15
    • Responder

    Fácil??? É melhor não desvalorizar nem desmobilizar…

    • não aprovado on 22 de Novembro de 2013 at 13:29
    • Responder

    Dizem que o exemplo foi fácil. Quanto tempo gastaram a fazer esta mini-prova?
    E se fossem 32 questões, quanto tempo têm para cada uma? feitas sob stress mais a de resposta aberta?

      • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 13:51
      • Responder

      Não é fácil. Há questões onde se perde algum tempo até chegar a uma resposta. Esta prova vai ser feita para chumbar uns quantos…e não será nada bonito de se ver uma lista com o nossos nomes a dizer “Aprovado … Não Aprovado”. Palhaçada…eu como não gosto de circo, muito menos de palhaços, não irei pagar bilhete para isto.

    • paulo on 22 de Novembro de 2013 at 13:40
    • Responder

    arlindo não conheço os seus alunos mas os q já tive no secundário, a maioria falhava 4 ou 5 na escolha múltipla e na de desenvolvimento nem comento. eu considero a de desenvolvimento, tendo em atenção os critérios para ter zero, de grau elevado. 40 questões multiplas com 2 minutos para cada uma dá 80 minutos. mais coisa menos coisa dá meia horita pra de desenvolvimento. não concordo c o que diz arlindo, nem parece seu!!

      • Sílvia on 22 de Novembro de 2013 at 13:54
      • Responder

      No guia da prova diz que é constituída por 32 questões de escolha múltipla, mas na folha de resposta vem lá 40!!!!!!!??

    • Cumba on 22 de Novembro de 2013 at 13:54
    • Responder

    10 exemplos de itens com o mesmo baixo grau de complexidade? e a isto chamam um guia? Ler a opinião de autores sobre um tema, refletir no mesmo e escrever um texto coerente leva o seu tempo. Por isso, o guia deveria ter já definidos alguns temas no item de construção, assim como uma estrutura mais clara do que poderá sair. Mais uma “prova” que comprova que isto é inútil. Não se inscrevam, esperemos pela decisão do tribunal.

    • zaratrusta on 22 de Novembro de 2013 at 14:12
    • Responder

    Há pouco tempo fiz uma prova com os mesmos objetivos, e essa é a única semelhança. Só que foi feita na Universidade de Lisboa, para acesso a um mestrado e foi corrigida por um docente universitário especializado em produção de texto.
    Agora vou ter que fazer esta merda que, provavelmente, irá ser corrigida por outra merda.

    Este crato não pode ser uma pessoa inteligente. Pelas medidas que toma, é uma das pessoas mais burras que conheço.

    • zaratrusta on 22 de Novembro de 2013 at 14:14
    • Responder

    Ó ramiro, temos que acabar com os policias, são todos uns esquerdistas.
    Sua grande besta, numa revolução não escaparias com vida.

    • PL on 22 de Novembro de 2013 at 14:24
    • Responder

    “A ideia segundo a qual professores com mais de cinco, dez ou 15 anos de serviço, reconhecidamente bom e excelente serviço, devem fazer umas “provetas” de “conhecimentos e capacidades”, de cruzinhas e com uma redação de trezentas linhas, para que possam continuar a candidatar-se ao exercício das suas profissões, é daquelas ideias tão absolutamente estúpidas que o seu autor deveria cair redondo de vergonha. Mas em Portugal não. Em Portugal uma ideia estúpida parece ser vezes de mais o melhor caminho para a ideia estúpida seguinte.”

    Francisco Teixeira

    Professor do ensino secundário, doutorado em Filosofia e especializado em Organizações Educativas e Administração Educacional

    In:
    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/educacao-justica-e-mercado-1612956?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

    • Francisca on 22 de Novembro de 2013 at 14:47
    • Responder

    Citando o autor do blog: “Não é por nada, mas qualquer aluno do 12º ano consegue realizar esta prova com aprovação. É esta a exigência que Nuno Crato quer dos professores?”

    Na minha modesta opinião, a prova tem várias “ratoeiras”, não sendo tão “simples” como se pensa. Muitos de nós iremos “cair” que nem tordos na prova, com um Não Aprovado final. Contudo, é somente uma opinião… e espero estar enganada.

    • Matilde C. on 22 de Novembro de 2013 at 15:46
    • Responder

    E ainda:
    – Quantas horas tem um dia?
    Os meninos “quiduxos” do MEC aprenderam bem essa lição…

    Ou ainda:
    – O Nuninho queria comprar cromos, para ser o maior da sua escolinha. Sabendo que cada cromo custava 20€ (em saldo na Portugalândia), quantos euros gastaria para completar uma caderneta de 30000 cromos?*
    *Tenha em atenção que 200 estão esgotados (recusam-se a ser vendidos).
    Ihihih
    Vou é cantar a tabuada, tal como os outros 29800 que já estão a estudar…
    Fiz bem as contas? 🙂
    Antes rir do que morrer de raiva…

    • Francisca on 22 de Novembro de 2013 at 17:42
    • Responder

    Sim Carlos, a ironia está lá implícita e até têm direito a trocadilho.
    Tens razão são 32, como não tenho intenção de pôr os pés nesta prova não li a “Caracterização”. Sendo assim o tempo vai ser o principal factor de destabilização. O novo acordo ortográfico também vai ajudar… vai ser uma razia.
    Para quem só usa o novo acordo quando não tenho outra hipótese.
    Experimentem escrever um texto segundo este acordo, depois passem o texto pelo programa Lince. Como correu?

      • Francisca on 22 de Novembro de 2013 at 17:52
      • Responder

      Correcção: “Para quem só usa o novo acordo quando não têm outra hipótese”

      Isto de escrever e “delitar” às vezes dá nisto.

        • Carlos Plágio on 22 de Novembro de 2013 at 22:43
        • Responder

        “Para quem só usa o novo acordo quando não tem outra hipótese.” (E esta concordância não é problema do AO)

    • maria on 22 de Novembro de 2013 at 21:58
    • Responder

    para privado não é preciso prova,pois aí colocam quem querem ….só precisam é do dinheiro dos nossos impostos;são patrões que decidem.
    a escola publica não serve os filhos dos patrões,pertence ao estado,vamos acabar com ela.

    • azevedo on 23 de Novembro de 2013 at 2:33
    • Responder

    Não se inscrevam, esperemos pela decisão do tribunal. Com esta prova o Ministério consegue ridicularizar a profissionalidade dos professores. Será que o ministro não entende que o caminho é outro: respieto pelo professor, devolver autoridade ao professor. A escola pública necessita de ordem, de disciplina, de rigor… o grande problema é a indisciplina, a falta de regras e a mudança permanente. Nenhum Instituição consegue viver num ambiente de permanente mudança

    • azevedo on 23 de Novembro de 2013 at 2:42
    • Responder

    Uma escola pública não pode ter um Ministro contra o seu corpo docente. A prova é um atestado de humilhação a todos os professores contratados e um atestado de incompetência às universidades que têm os cursos via ensino. De nada serve o certificado que as Universidades ? De nada serve a formação e qualificação PROFISSIONAL dada pelas universidades? as pós-graduações, as acções de formação. A qualidade é aferida por esta prova !!!? uma década de serviço ao ensino em condições precárias chega Crato e decreta a morte……

    • NunoKaus on 23 de Novembro de 2013 at 3:58
    • Responder

    E se o professor for NEE?
    Deverá realizar a prova com tolerância de 30 minutos?
    E se for disléxico?
    Ser-lhe-ão perdoados os erros ortográficos?
    E se por acaso tiver problemas de visão?
    Terá uma prova com letra aumentada?
    Aiaiaiai tanto prof que vai ficar pelo caminho!
    LOLOL Sê experto e vota PCP para correr com estes governantes que há mais de três décadas nos andam a roubar!!!

    • SM on 23 de Novembro de 2013 at 18:06
    • Responder

    Se votar PCP o PSD vai voltar a ganhar…

    • Isabel on 23 de Novembro de 2013 at 20:07
    • Responder

    Não sei se foi por aqui, que disse que ía mandar o meu filho, de 9 anos, fazer a prova.
    E foi certinho: errou unicamente a 8 (e esta foi por distração….) e a 9, pq ainda não sabe calcular percentagens.

    Experimentem dar este modelo aos vossos filhos e vejam…….

    • Rui on 24 de Novembro de 2013 at 12:33
    • Responder

    Perante esta coisa de por os professores a fazerem provas de avaliação, uma dúvida me assalta: será que também vamos ter outros sectores do funcionalismo público a fazerem provas de avaliação, assim por exemplo, médicos, enfermeiros, juízes, políticos? Humm…

    • Maria Rosa on 25 de Novembro de 2013 at 16:46
    • Responder

    Tenho mais de cinco anos de tempo de serviço, será que sou “obrigada” a fazer a prova para poder concorrer?
    Estou desempregada e às vezes nem tenho dinheiro para comprar um pão… Com estes 20 euros ainda comprava umas coisinhas… Tenho mesmo receio de ir deitar dinheiro à rua…
    E, acreditem, não é esta palhaçada de prova que me assusta, quando entrei para a faculdade também tive que realizar a PGA e não me saí nada mal.

  1. […] não é só na inscrição, o próprio guia da prova possui um erro detetado aqui, pela […]

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading