ESTA PROVA É UM ERRO CRATO

ESTA PROVA É UM ERRO CRATO

 

 

Disponível em várias cores e tamanhos.

 

Encomendas aqui ou clicando sobre a imagem.

 

O objetivo é que a t-shirt fique como recordação histórica de algo que não chegou a acontecer. Serão impressas e enviadas as t-shirts logo que chegue ao objetivo inicial de 30 pedidos, sendo que a data limite para a reserva é o dia 8 de Dezembro de forma que todas as t-shirts cheguem a tempo do dia 18.

Podem juntar várias t-shirts numa única encomenda, assim acabam por poupar nos portes do correio e fica também uma boa solução para quem não tem a forma de pagamento que esta empresa pede na reserva.

 

t-shirt

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15 comentários

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    • m500 on 14 de Novembro de 2013 at 13:39
    • Responder

    o que é que dizem a letras miudinhas? aquelas que lixam sempre o con-crato?

    • Ana on 14 de Novembro de 2013 at 14:27
    • Responder

    Dizem Blog de ArLindo.

    • isabel peixoto on 14 de Novembro de 2013 at 14:35
    • Responder

    gostaria mt de comprar a camisola mas n tenho cartao credito. poderia pagar nos correios qd a for levantar? obrigada

    • drika on 14 de Novembro de 2013 at 17:33
    • Responder

    Continuo a achar que os sindicatos são culpados da escandalosa negociação que fizeram sobre a realização da prova. Ora, não se tratando nós de profs. do quadro, os sindicatos já não tiveram a “euforia” e a “raiva”, na forma de luta (justa) que tiveram aquando do boicote às notas e aos exames.
    Tivessem tido a mesma postura com os contratados na negociação… agora ninguém iria vender/comprar as camisolas. Muitos colegas contratados não vão continuar sócios dos sindicatos, isso oiço diariamente, caso não haja negociações que acabem com esta palhaçada. Uma vergonha, a postura dos sindicatos.

      • Sílvia on 14 de Novembro de 2013 at 20:26
      • Responder

      Concordo. Os sindicatos agora deviam também ir às escolas mobilizar os professores para fazerem greves às avaliações, tal como fizeram no 3º período do ano letivo que passou. Mas duvido que alguém alinhasse nisso. Eu estou ainda sem colocação, e muito sinceramente este ano já não tenho esperanças nisso, caso contrário era o que eu faria, nos dias das reuniões não punha lá os pés.

        • sandra s. on 15 de Novembro de 2013 at 8:57
        • Responder

        Tudo isto é vergonhoso, mas o mais importante seria saber o seguinte:

        – Quem são os professores que estão dispostos a fazer dinheiro à custa de professores explorados e desempregados????
        – Quem são os professores que se consideram aptos para retirar a qualificação profissional a colegas (alguns até com mais tempo de serviço) e a passar um atestado de incompetência às instituições do ensino superior que também os formou?????
        – Quem são os professores competentes para corrigir uma prova que nunca fizeram ou resolveram para entrar no quadro e adquirir automaticamente essa competência?????

        Estes professores que voluntariamente optaram por ser corretores sabem (ou devem saber) que ao aceitarem esta tarefa estão a ACEITAR A PROVA. Assim, quando a dita prova for aplicada aos efetivos (não tenho dúvidas que será mais depressa do que pensam) não terão legitimidade de lutar contra ela.

          • FC on 17 de Novembro de 2013 at 15:03

          Que medo!

    • artur on 14 de Novembro de 2013 at 21:29
    • Responder

    Sempre que querem luta a favor dos “professores do quadro”, os sindicatos visitam e realizam plenários nas escolas. E agora, por onde andam os sindicalistas? Nas escolas não existe um cartaz de luta! Não se esqueçam, que nós os contratados de hoje… NÃO SEREMOS O SUSTENTO DOS SINDICATOS NO FUTURO!

    • LF on 14 de Novembro de 2013 at 23:17
    • Responder

    Tenho acompanhado com muita atenção e receio esta “mobilização” de gente e estes tantos (e outros) momentos de reflexão partilhada. Cheguei a uma conclusão. NÃO HÁ NENHUM CONTRATADO QUE SEJA A FAVOR DA PROVA. Que ninguém duvide disso! Estamos todos em acordo comungado. Mas…parece-me… que caminhamos desalinhados. Esta “revolução de dezembro”, onde os cravos ganham forma de T- Shirts (forma simpática e criativa, confesso) mas cujos contornos (pelas palavras de alguns) apelam a atos impeditivos (mesmo sendo na forma dos filosóficos “cordões humanos”) aproximam-nos a um ato de AUTOFAGIA que é necessário combater. Os professores contratados não podem, sob algum pretexto, considerar outros professores contratados como sendo os seus “inimigos”. A maior humilhação, indignidade, desrespeito pode esconder-se neste jogo entre os que “não vão” e os que “querem ir” (e, nestes últimos, podem existir razões também elas válidas, em alguns casos até mais “românticas”. Até mais construtivas). Mas, o que eu quero dizer é que é necessário apelar à responsabilidade cívica e, aqui, quero alertar àqueles que, por várias razões, tem assumido ações de informação, orientação e organização de tomadas de posição (considero, com respeito, que o próprio mandatário deste blogue é uma dessas pessoas). Simplesmente, receio que a violência assuma um protagonismo exponenciado no dia 18 de dezembro, se a prova vier a ser realizada. Alguém tem que tomar conta do recado. Que alguém diga aos sindicatos, ao MEC, que não podem esquecer a segurança dos seus professores contratados que, no final, são cidadãos livres e se lhes for exigido o dever do cumprimento de algo que lhes é imposto, sem a legitimidade para a recusa nem avaliação de critérios diferenciais, devem ser, naturalmente, asseguradas as condições para esse cumprimento, independentemente das suas convicções, ansiedades e vontades. Pensem nisso!
    De resto, esta “trapalhada” não foi atempadamente evitada pela falta de empenho de alguns e, claro está, pela loucura de outros que já não nos merecem qualquer comentário.
    Pensem nisto!

    • M&M's on 17 de Novembro de 2013 at 15:21
    • Responder

    Arlindo, acha mesmo que a prova não se vai realizar? Não sei se me acredito nisso…;-/

    • om on 17 de Novembro de 2013 at 22:09
    • Responder

    Fenprof anuncia suspensão da avaliação de professores

    Tribunais aceitaram nove das 12 providências cautelares. O exame estava marcado para 18 de Dezembro

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Novembro de 2013 at 10:02
    • Responder

    Olha, parece que “os sindicatos” afinal sempre fazem qualquer coisa…

    • pensador on 18 de Novembro de 2013 at 12:57
    • Responder

    Advogados, Médicos, Engenheiros, Arquitetos, etc. mesmo quando eram formados exclusivamente por Universidades oficiais sempre se submeteram a provas para INGRESAREM nas respetivas carreiras. Agora que tantas empresas comerciais passaram a “vender” licenciaturas em ensino, em Mangualde, Arcozelo, Macedo de Cavaleiros, etc, etc, será que uma classificação final de curso de 14, 15 ou 16 valores (parece quanto menos “exigentes”, mais inflacionam as notas) certifica o mesmo nível de competências em todas elas?
    Se vens de uma faculdade mais exigente, mas mais restritiva nas notas és ultrapassado por outro que vem de um institutozinho com médias mais inflacionadas. Como não há vaga para as dezenas de milhares de candidatos que esses institutos formaram a mais, entram apenas os oriundos de “paróquias” com médias inflacionadas.
    Em Espanha, Brasil e noutros países sempre houve PROVAS DE INGRESSO na profissão. Em Portugal havia o Exame de Estado que foi abolido pelos mesmos que aboliram as escolas industriais e comerciais.

      • Ana on 18 de Novembro de 2013 at 19:07
      • Responder

      Isso é tudo verdade, com exceção de alguns pormenores… as provas de acesso para engenheiros, por exemplo, têm uma finalidade: acesso à ordem para poder assinar projetos. Faz a prova, passa, pode assinar. Linear. Mas se não fizer a prova pode exercer engenharia… Só não assina projetos. Normalmente são feitas após a conclusão da licenciatura (pré-bolonha). A reprovação na prova de professores invalida o exercício da profissão e a aprovação não permite o acesso a nada. Não há vagas de quadro e não deverá haver nos próximos….. muitos anos. Tem sido o que se vê e ainda a baixa de natalidade não produziu efeitos minimamente significativos. Daqui a 10/12 anos serão necessários cerca de metade dos professores nos quadros. A não ser que se invista na formação de adultos…o que duvido. Estas provas são feitas por pessoas que desempenham a função de professor há muitos anos. Que não estão nos quadros apenas porque as regras que se aplicam aos privados não se aplicam no público. E, ao contrário do que muitos pensam, por vezes, são penalizadoras para os funcionários públicos.

      As médias de algumas universidades e principalmente institutos são muitas vezes inflacionadas. Penso que ninguém o contesta. Claro que quem frequentou uma universidade mais exigente fica prejudicado em relação a quem tirou o curso numa ESE ou numa daquelas coisas privadas em que realmente se vendem cursos como quem vende cartas de condução. Mas isso também é uma questão de escolha…. sabiam-se as regras do jogo. Quem queria boa média ia para uma coisa assim. Quem queria aprender ia para a universidade. São escolhas. E a prova não trás mais justiça a tudo isto. Quem saiu da universidade há 20 anos não se pode basear no que aprendeu. Ou porque não é atual, ou porque já esqueceu. Vai basear-se naquilo que sabe e que consegue aprender. Pois, entretanto, quem saiu das escolas menos exigentes já teve tempo de “recuperar”, no exercício das suas funções, as lacunas que poderá ter tido. Quem saiu das escolas mais exigentes já esqueceu o que aprendeu e que não necessitou de usar durante 12, 15 ou 20 anos. Essas pessoas estão mais ou menos todas em pé de igualdade. Para os mais novinhos, recém-licenciados, poderá ser mais relevante que tipo de formação tiveram. Mas esses não entram para o quadro, ponto final. A não ser que a ideia seja essa. Permitir que os recém-licenciados acedam à carreira, ignorando o tempo de serviço dos restantes candidatos. Se assim for…faz muita diferença.

    • maria on 18 de Novembro de 2013 at 20:55
    • Responder

    nao tenham duvidas,a intençao será dar emprego ate determinada idade….pois,se tivessem em consideraçao os mais antigos contava tempo de serviço e idade…
    lamentavel…

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