… que um aluno de 6 anos seja um risco para professores e funcionários e que obrigue à suspensão das aulas.
Mangualde Escola obrigada a suspender aulas à conta de aluno de seis anos
A escola do 1º Ciclo de Mesquitela, Mangualde, decidiu suspender as aulas em virtude do comportamento agressivo de um aluno com apenas seis anos de idade. O menino constituía um risco para professores, funcionários e colegas, conta a edição desta sexta-feira do Jornal de Notícias, mas a versão da mãe da criança é outra.




13 comentários
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Agora não atiraste as culpas para o Grancho, como fizeste, sem um pingo de vergonha na cara, diga-se, quando foi o caso, há dias, do miúdo das facadas!…
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Este caso não parece um problema que seja causado pelo aluno, pelo menos devido à sua idade.
Mas quem andou a anunciar programas de convivência escolar foi o Grancho e até hoje não se soube de mais nada.
O Grancho tem sempre culpas. Mesmo que haja alguém que não saiba dizer quais, ele sabe.
as escolas e muitos docentes não estão preparados para lidar com estes miúdos que têm tanto direito à educação como os outros.
P colega nunca deve ter trabalhado com uma criança de seis anos. É realmente pena não passarem por todos os ciclos de ensino para se preceber as caracyerosticas de cada faixa etária
Por já ter trabalhado com muitos de 6 anos é que constatei isto
Sara vá você aturá-los
Pois têm direito à educação…não têm é direito a tirar o direito à educação dos restantes colegas que o rodeiam!
Concordo. Pois têm direito à educação…não têm é direito a tirar o direito à educação dos restantes colegas que o rodeiam!
Dois tabefes bem assentes e passava-lhe logo a agressividade.
Mangualde é afinal um sítio perigoso, quais Lisboa, quais quê!!! LOLOLOLOLOLOLO E estou eu na Zona Jota!
é realmente um problema. O problema é que esta decisão está a influenciar os outros …. não concordo com a medida/decisão. procurar isolá-lo, pedir intervenção de uma psicóloga, isola-lo dos outros alunos … deve existir alguma estratégias para estas crianças.
Se realmente a criança já está a ser acompanhada clinicamente e se realmente os pais asseguram a medicação necessária à mesma, a escola pública tem de servir para alguma coisa. Se não for assim, será igual a qualquer estabelecimento privado que expulsa e discrimina os indesejáveis!