À pergunta feita no dia 22 de Fevereiro neste post responderam 508 professores que demonstram bem a realidade que se passa com as contratações de escola.
O computador passou a fazer parte do dia a dia para a procura de emprego e é assustador quem em menos de meio ano há quem tenha se submetido a mais de 1000 ofertas de emprego na aplicação da DGRHE (actual DGAE).
Alguma coisa tem de ser feita a nível das contratações de escola para evitar este pesadelo a que se sujeitam milhares de professores.
A melhor solução para ultrapassar isto será colocar critérios que priorizem a graduação profissional dos candidatos sem critérios subjetivos ao nível de cada uma das escolas de forma a que cada candidato possa prever antecipadamente se compensa concorrer a uma determinada oferta de escola ou não.
Para isso o MEC deve estipular que o peso de 50% que atribui na proposta de concursos à graduação profissional deve ser condição essencial para que obrigatoriamente os mais bem posicionados sejam aqueles que podem passar à fase da entrevista (que deve ser voluntária por parte do candidato) ou pela apreciação curricular (documento que pode ser feito pelo candidato e enviado para uma aplicação na DGRHE).
A única responsabilidade do candidato na candidatura deve ser colocar a sua graduação profissional no critério do horário em concurso (validado pela lista final de ordenação) e manifestar a sua vontade de comparecer ou não à entrevista.
Não existindo validação da graduação na lista final de ordenação os candidatos devem obrigatoriamente pedir essa validação à DGRHE de forma a concorrerem às ofertas de escola.
Desta forma não colidindo com alguma autonomia na contratação por parte das escolas haveria sempre a garantia que os melhor graduados seriam sempre colocados.





6 comentários
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A verdade é que há muitas ofertas que nem concorro por causa dos critérios 🙁
Eu não sei porque continuam a falar em entrevista!! Continuo a achar que o mais justo são as bolsas de recrutamento…. E a ter que haver ofertas de escola, os critérios deveriam ser os mesmos (a graduação)… Através das entrevistas os diretores irão continuar a arranjar forma de meter os amigos!!
Ainda a semana passada fui a uma entrevista e ficou uma colega menos graduada, mas que era conhecida lé da escola… Depois de muito tempo a ligar para a escola para falar com alguém do executivo (que nunca estavam disponiveis), vieram com a desculpa que a colega estava à frente de todas as outras que foram à entrevista. Que tinham a certeza pois tinham a lista de ordenação já deste ano e eu só conheço a do ano passado! Claro que reclamei na mesma… pois não deve existir lista nenhuma… mas as escolas continuarão a meter quem querem se não acabarem com isto d euma vez!!
Colega Cristina sou de acordo de que as entrevistas deviam era mudar de nome, passava a ser “CUNHA”
as entrevistas são mm para cunha…o ano passado fui chamada de novo pela escola onde tinha sido colocada (TEIP), mas tive de novo de concorrer ao horário pois n havia reconduções. Um dos critérios era a entrevista. Depois de ter sido chamada, lá fui pr a entrevista, em q a mesma, segundo a sub diretora, era só para prevenir q outros professores melhores graduados reclamassem pois assim bastava alegar q em entrevista eu tinha sido melhor pontuada /possuía melhor perfil… face a isto qd vejo em critérios entrevista, fico logo sem esperanças de ser chamada… Este ano, como tive o meu bebé e estava de licença, n me chamaram pr continuar c a turma, em vez de isso chamaram outra colega q me foi substituir no último mês e enquanto ela tinha média de 13 eu tenho média de 21…
E o próximo ano tb vai estar mt mau, pelo q vi da proposta do ME…a ver o q os sindicatos conseguem fazer…
Ana Raquel,
Mas concorda ou não com a entrevista? No ano passado deu-lhe jeitinho, certo?
Isto é tudo uma aberração!!!
Mas cabe na cabeça de alguém fazer 100Km, 200Km, 300km, 600, 900Km para ir a uma entrevista? Além do desgaste físico e psicológico ainda tenho de pagar a gasolina e portagens com o dinheiro do subsídio social de desemprego?