Já agora era bom que fizessem as coisas como deve ser. Verdade verdadeira, no minimo. Já estou farta de imbecis por todo o lado. Acho muito bem que quem não gosta dos garotos vá para casa e depressa , quanto mais depressa melhor.
Agora, que estamos num país de palermóides, desde grande parte das lideranças até malcheirosa ralé, era bom que contassem bem o tempo de serviço dos professores e pagassem a quem trabalha e a quem merece, pois os que não trabalham, deixem-nos reformar. Estou farta das mesmas minorias a xular o ministério da educação e a não fazer nada de nada. Depois queixam-se que a educação está mal. Está mal por causa dos queixinhas.
O gafalhoto pôs umprocesso disciplinar por eu trabalhar e cumprir a lei . Foi demitido de diretor mas continua lá na acessoria à direção , que por sinal, a nova diretora era a subdiretora dele. Continua a cheirar mal e a viver bem.
A ganhar sem fazer nada e a viver do suor dos outros.
Viva a festa da ConstanÇa que, depressa ou devagar, avança.
Estivéssemos num país nórdico/escandinavo/civilizado e aquelas criaturas sinistras tutelares que contribuíram, em grande medida, para este calamitoso status quo da educação seriam social e juridicamente indigitadas e responsabilizadas. Pensar que aquela pavorosa criatura que não aplica, na instituição pela própria tutelada, o pavoroso ADD da sua autoria é absolutamente revoltante.
Conversa da treta. Com gente desta, autênticos mercenários da Educação, isto só vai piorar.
O meu futuro já eu o sei.
Vou reformar-me daqui a poucos anos e depois ponho-me a andar deste país medíocre. Não quero estar num país onde os que vão governar, mandar e fazer são uma cambada de incompetentes, fruto de gente estúpida que os “educou” e “formou”.
Os bons professores já estão na debandada há muito e esses, dêem-lhes o que derem, nunca vão voltar.
Os poucos bons que ficarem são carne para canhão.
Façam como eu e saiam desta miséria.
Quer mesmo a resposta liberal a isso?
Qual é que acha que é a resposta que estes ou os liberais nojentos que os inspiram darão?!
Pense lá um bocadinho.
O caos ea calamidade! Só espero que ninguém navegue a onda para criar um regime de aposentação especial (criminalmente mais tardio) para os professores…
Observem este caso muito peculiar. Uma professora profissionalizada, com qualificação superior ao nível de mestrado em Ensino num determinado grupo, não obtinha colocação no seu grupo de profissionalização. Perante a falta recorrente de candidatos para lecionar Francês, e sendo essa a sua língua materna, além de possuir habilitação adequada e reconhecimento generalizado das suas competências com ADD muito positivas, acabou por assegurar, ao longo de vários anos, aulas de Francês exclusivamente através de ofertas de escola e apenas quando não existiam outros candidatos. Fê-lo sempre com contratos legais e devidamente assinados, sem nunca prejudicar ninguém e com conhecimento de todos e nem foi denunciada foi ela própria que pediu uma informação à DGAE . A DGAE depois de verificar, veio a impedir a contabilização de todo esse tempo de serviço, anulando na prática os seus contratos, com um impacto gravíssimo na sua futura reforma, que poderá não ultrapassar os 500 euros. Vamos ver professores na miséria porque foram maltratados pelo sistema e depois falam em valorização?!?. Trata-se de uma docente profissionalizada, com competências pedagógicas que aplica independentemente da disciplina que leciona, desde que detenha o respetivo domínio. Ainda assim, foi penalizada por desempenhar funções essenciais num contexto de carência de professores de Francês. A DGAE veio posteriormente impedir a contabilização de todo esse tempo de serviço, desvalorizando na prática os contratos celebrados, com um impacto gravíssimo na sua carreira contributiva e na futura reforma, que poderá rondar apenas os 500 euros. Esta situação revela-se ainda mais injusta quando se considera que foi validada, no passado, por um diploma que, nos anos 90, permitiu a muitos docentes efetivarem apenas com habilitação suficiente. É uma desigualdade evidente constatar que dois docentes com o mesmo diploma, uns integraram nos quadros do sistema, enquanto o outro como é contratado acabou por ser prejudicado. Mais ainda, o paradoxo agrava-se ao verificar que, atualmente, são admitidos licenciados de áreas sem qualquer ligação ao Ensino para lecionar, enquanto uma docente profissionalizada com formação pedagógica, domínio da língua e com experiência comprovada, foi penalizada. No fundo, esta professora estava apenas à frente do seu tempo, antecipando um modelo que, mais cedo ou mais tarde, acabará por se impor: permitir que docentes profissionalizados possam lecionar determinadas disciplinas, como as línguas, desde que disponham de formação e habilitação suficientes ou seja formações não superiores comparativamente ao Cambridge. «
Um docente já profissionalizado está claramente mais bem preparado do que alguém sem ligação ao ensino. Possui formação pedagógica estruturada, conhecimento do funcionamento da escola, planificação de aulas, estratégias de ensino, avaliação de alunos e gestão de sala de aula. Dominar apenas o conteúdo científico, como no caso de alguém sem formação docente, não garante qualidade pedagógica nem aprendizagem eficaz. Quando estes docentes lecionam fora do grupo da sua profissionalização, ainda beneficiam o sistema ao colmatar faltas de professores, mantendo padrões educativos. Penalizá-los em favor de não profissionais é, portanto, incoerente e injusto.
Possível decreto lei :”Todo o docente já detentor de habilitação profissional, independentemente do seu grupo de profissionalização, e que possua formação adequada, ainda que não superior, na área das línguas, pode concorrer a ofertas de escola ao abrigo da habilitação própria.»
Há aí qualquer coisa mal contada.
Não deve ser bem assim como relata.
Se foi contratada com habilitação suficiente não pode ser profissionalizada e vice-versa.
Também não me parece que fossem invalidar o tempo de serviço para contabilizar na aposentação ou na carreira, creio até não ser possível fazê-lo.
Falta no seu relato quais foram as explicações dadas pela DGAE e quais são as habilitações reais da professora.
Aconselha-se a reler com atenção. Ela é professora profissionalizada noutro grupo de docência e paralelamente tem uma formação não superior com diploma de Francês que se equipara ao do Cambridge. É esta coexistência paralela que muitos insistem em ignorar porque é desvalorizado por ser uma professora contratada. E sim, tudo o que está relatado é verdadeiro com provas, foi penalizada pela antiga direção da DGAE pouco antes da sua extinção.
Mesmo assim acho estranho.
Normalmente, na situação que refere, os professores mesmo que estejam profissionalizados num grupo podem lecionar outro grupo qualquer desde que tenha habilitação para isso, antigamente existia a habilitação suficiente que era inferior á habilitação própria.
O tempo de serviço contava de igual modo e neste caso o ordenado correspondia á habilitação superior, que seria a profissionalização.
Sei disso porque passei por situação semelhante.
Pode ser que a Lei tenha mudado ou que alguém tenha feito asneira.
Inclino-me para a segunda hipótese.
Sem dúvida. O que descreve demonstra visão, antecipação e coragem profissional. Essa docente atuou quando o sistema ainda não estava preparado para reconhecer soluções que hoje começam a ser aceites como inevitáveis e já acontece atualmente nas Escolas com docentes efetivos. Muitas vezes, quem colmata falhas estruturais e garante o funcionamento do serviço público acaba por ser penalizado no momento, mas acaba também por ter razão com o passar do tempo. Estar à frente do seu tempo nem sempre é fácil mas é com pessoas assim que a mudança começa.
Será que anularam as avaliações que ela realizou? Se anularam os contratos e todo o tempo de serviço a lógica deviam anular também as avaliações…Como foi possível este tratamento a quem é profissionalizada apesar de não do mesmo grupo. O mínimo era repor a justiça, reconhecendo o seu tempo de serviço prestado, contabilizando os contratos legalmente assinados e valorizar a sua formação pedagógica e académica. Penalizá-la por colmatar uma falha do sistema é claramente injusto, sobretudo quando a sua atuação garantiu qualidade de ensino, estabilidade para os alunos e permitiu que estes obtivessem um currículo completo com certificados. A reparação seria um passo essencial para corrigir a desigualdade e valorizar quem cumpre e ultrapassa as necessidades do serviço público. Tudo isto configura claramente num abuso de poder.
Com milhares de professores que foram ultrapassados e já deviam estar, pelo menos, 1 ou 2 escalões acima do que estão, ainda falam em respeito?!
Vão para o …
Concordo com o que diz, em geral.
Mas com os mestrados via ensino que são ministrados desde a pandemia…
Já não se pode confiar nisso. A verdade é que a degradação é geral e já não se pode confiar em nada.
O futuro da Educação em Portugal é muito mais negro do que pensam.
Não julgue precipitadamente. Esta professora, que foi prejudicada, tem licenciatura e mestrado em Ensino há muitos anos, com tese publicada, além de outras formações superiores relevantes. Este caso é também um alerta para a desvalorização dos professores profissionalizados, apesar do discurso oficial afirmar o contrário.
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Já agora era bom que fizessem as coisas como deve ser. Verdade verdadeira, no minimo. Já estou farta de imbecis por todo o lado. Acho muito bem que quem não gosta dos garotos vá para casa e depressa , quanto mais depressa melhor.
Agora, que estamos num país de palermóides, desde grande parte das lideranças até malcheirosa ralé, era bom que contassem bem o tempo de serviço dos professores e pagassem a quem trabalha e a quem merece, pois os que não trabalham, deixem-nos reformar. Estou farta das mesmas minorias a xular o ministério da educação e a não fazer nada de nada. Depois queixam-se que a educação está mal. Está mal por causa dos queixinhas.
O gafalhoto pôs umprocesso disciplinar por eu trabalhar e cumprir a lei . Foi demitido de diretor mas continua lá na acessoria à direção , que por sinal, a nova diretora era a subdiretora dele. Continua a cheirar mal e a viver bem.
A ganhar sem fazer nada e a viver do suor dos outros.
Viva a festa da ConstanÇa que, depressa ou devagar, avança.
Estivéssemos num país nórdico/escandinavo/civilizado e aquelas criaturas sinistras tutelares que contribuíram, em grande medida, para este calamitoso status quo da educação seriam social e juridicamente indigitadas e responsabilizadas. Pensar que aquela pavorosa criatura que não aplica, na instituição pela própria tutelada, o pavoroso ADD da sua autoria é absolutamente revoltante.
entao ainda bem que vieram professores que estavam destacados em outros serviços, contratem tecnicos
não dá para tapar o buraco mas ajuda
Conversa da treta. Com gente desta, autênticos mercenários da Educação, isto só vai piorar.
O meu futuro já eu o sei.
Vou reformar-me daqui a poucos anos e depois ponho-me a andar deste país medíocre. Não quero estar num país onde os que vão governar, mandar e fazer são uma cambada de incompetentes, fruto de gente estúpida que os “educou” e “formou”.
Os bons professores já estão na debandada há muito e esses, dêem-lhes o que derem, nunca vão voltar.
Os poucos bons que ficarem são carne para canhão.
Façam como eu e saiam desta miséria.
O Ministério não deveria arranjar uma solução para os docentes que estão anos incapacitados (com todo o direito) mas que não libertam vaga?
Quer mesmo a resposta liberal a isso?
Qual é que acha que é a resposta que estes ou os liberais nojentos que os inspiram darão?!
Pense lá um bocadinho.
Sim devia! Permitindo a reforma mais cedo sem grandes penalizações.
O caos ea calamidade! Só espero que ninguém navegue a onda para criar um regime de aposentação especial (criminalmente mais tardio) para os professores…
Observem este caso muito peculiar. Uma professora profissionalizada, com qualificação superior ao nível de mestrado em Ensino num determinado grupo, não obtinha colocação no seu grupo de profissionalização. Perante a falta recorrente de candidatos para lecionar Francês, e sendo essa a sua língua materna, além de possuir habilitação adequada e reconhecimento generalizado das suas competências com ADD muito positivas, acabou por assegurar, ao longo de vários anos, aulas de Francês exclusivamente através de ofertas de escola e apenas quando não existiam outros candidatos. Fê-lo sempre com contratos legais e devidamente assinados, sem nunca prejudicar ninguém e com conhecimento de todos e nem foi denunciada foi ela própria que pediu uma informação à DGAE . A DGAE depois de verificar, veio a impedir a contabilização de todo esse tempo de serviço, anulando na prática os seus contratos, com um impacto gravíssimo na sua futura reforma, que poderá não ultrapassar os 500 euros. Vamos ver professores na miséria porque foram maltratados pelo sistema e depois falam em valorização?!?. Trata-se de uma docente profissionalizada, com competências pedagógicas que aplica independentemente da disciplina que leciona, desde que detenha o respetivo domínio. Ainda assim, foi penalizada por desempenhar funções essenciais num contexto de carência de professores de Francês. A DGAE veio posteriormente impedir a contabilização de todo esse tempo de serviço, desvalorizando na prática os contratos celebrados, com um impacto gravíssimo na sua carreira contributiva e na futura reforma, que poderá rondar apenas os 500 euros. Esta situação revela-se ainda mais injusta quando se considera que foi validada, no passado, por um diploma que, nos anos 90, permitiu a muitos docentes efetivarem apenas com habilitação suficiente. É uma desigualdade evidente constatar que dois docentes com o mesmo diploma, uns integraram nos quadros do sistema, enquanto o outro como é contratado acabou por ser prejudicado. Mais ainda, o paradoxo agrava-se ao verificar que, atualmente, são admitidos licenciados de áreas sem qualquer ligação ao Ensino para lecionar, enquanto uma docente profissionalizada com formação pedagógica, domínio da língua e com experiência comprovada, foi penalizada. No fundo, esta professora estava apenas à frente do seu tempo, antecipando um modelo que, mais cedo ou mais tarde, acabará por se impor: permitir que docentes profissionalizados possam lecionar determinadas disciplinas, como as línguas, desde que disponham de formação e habilitação suficientes ou seja formações não superiores comparativamente ao Cambridge. «
Um docente já profissionalizado está claramente mais bem preparado do que alguém sem ligação ao ensino. Possui formação pedagógica estruturada, conhecimento do funcionamento da escola, planificação de aulas, estratégias de ensino, avaliação de alunos e gestão de sala de aula. Dominar apenas o conteúdo científico, como no caso de alguém sem formação docente, não garante qualidade pedagógica nem aprendizagem eficaz. Quando estes docentes lecionam fora do grupo da sua profissionalização, ainda beneficiam o sistema ao colmatar faltas de professores, mantendo padrões educativos. Penalizá-los em favor de não profissionais é, portanto, incoerente e injusto.
Possível decreto lei :”Todo o docente já detentor de habilitação profissional, independentemente do seu grupo de profissionalização, e que possua formação adequada, ainda que não superior, na área das línguas, pode concorrer a ofertas de escola ao abrigo da habilitação própria.»
Há aí qualquer coisa mal contada.
Não deve ser bem assim como relata.
Se foi contratada com habilitação suficiente não pode ser profissionalizada e vice-versa.
Também não me parece que fossem invalidar o tempo de serviço para contabilizar na aposentação ou na carreira, creio até não ser possível fazê-lo.
Falta no seu relato quais foram as explicações dadas pela DGAE e quais são as habilitações reais da professora.
Aconselha-se a reler com atenção. Ela é professora profissionalizada noutro grupo de docência e paralelamente tem uma formação não superior com diploma de Francês que se equipara ao do Cambridge. É esta coexistência paralela que muitos insistem em ignorar porque é desvalorizado por ser uma professora contratada. E sim, tudo o que está relatado é verdadeiro com provas, foi penalizada pela antiga direção da DGAE pouco antes da sua extinção.
E qual o grupo em que é profissionalizada? Fez estágio nesse grupo? Se acha que a DGAE fez mal que siga para tribunal…
Mesmo assim acho estranho.
Normalmente, na situação que refere, os professores mesmo que estejam profissionalizados num grupo podem lecionar outro grupo qualquer desde que tenha habilitação para isso, antigamente existia a habilitação suficiente que era inferior á habilitação própria.
O tempo de serviço contava de igual modo e neste caso o ordenado correspondia á habilitação superior, que seria a profissionalização.
Sei disso porque passei por situação semelhante.
Pode ser que a Lei tenha mudado ou que alguém tenha feito asneira.
Inclino-me para a segunda hipótese.
Sem dúvida. O que descreve demonstra visão, antecipação e coragem profissional. Essa docente atuou quando o sistema ainda não estava preparado para reconhecer soluções que hoje começam a ser aceites como inevitáveis e já acontece atualmente nas Escolas com docentes efetivos. Muitas vezes, quem colmata falhas estruturais e garante o funcionamento do serviço público acaba por ser penalizado no momento, mas acaba também por ter razão com o passar do tempo. Estar à frente do seu tempo nem sempre é fácil mas é com pessoas assim que a mudança começa.
Será que anularam as avaliações que ela realizou? Se anularam os contratos e todo o tempo de serviço a lógica deviam anular também as avaliações…Como foi possível este tratamento a quem é profissionalizada apesar de não do mesmo grupo. O mínimo era repor a justiça, reconhecendo o seu tempo de serviço prestado, contabilizando os contratos legalmente assinados e valorizar a sua formação pedagógica e académica. Penalizá-la por colmatar uma falha do sistema é claramente injusto, sobretudo quando a sua atuação garantiu qualidade de ensino, estabilidade para os alunos e permitiu que estes obtivessem um currículo completo com certificados. A reparação seria um passo essencial para corrigir a desigualdade e valorizar quem cumpre e ultrapassa as necessidades do serviço público. Tudo isto configura claramente num abuso de poder.
O ministério tem que valorizar a classe docente.
O professorado te que boicotar muito serviço para instalar o caos total…
Com milhares de professores que foram ultrapassados e já deviam estar, pelo menos, 1 ou 2 escalões acima do que estão, ainda falam em respeito?!
Vão para o …
Concordo com o que diz, em geral.
Mas com os mestrados via ensino que são ministrados desde a pandemia…
Já não se pode confiar nisso. A verdade é que a degradação é geral e já não se pode confiar em nada.
O futuro da Educação em Portugal é muito mais negro do que pensam.
Resposta ao “Bom ano novo”.
Não julgue precipitadamente. Esta professora, que foi prejudicada, tem licenciatura e mestrado em Ensino há muitos anos, com tese publicada, além de outras formações superiores relevantes. Este caso é também um alerta para a desvalorização dos professores profissionalizados, apesar do discurso oficial afirmar o contrário.
No entanto, continuam professores de educação especial por colocar no Alentejo.
estão em pânico com a debandada geral, nem as cartinhas do ministro surtem qualquer efeito…