O risco de paralisar a gestão da Educação

Reforma Estrutural do Ministério da Educação: o diagnóstico só parcialmente é válido e as soluções não atacam o problema central, podendo até gerar um desastre.

O risco de paralisar a gestão da Educação

 

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11 comentários

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  1. O risco???
    A gestão da educação já está totalmente paralisada: a DGAE foi arrasada e a DGESTE está em coma! Os dirigentes que ainda permanecem nos seus cargos parecem baratas tontas sem autoridade e sem saber a quem reportar, os serviços não respondem às solicitações de escolas e docentes e ninguém se preocupa com isso.
    Resta saber quem irá beneficiar com o desastre a que a gestão da educação chegou.

      • Eueu on 4 de Janeiro de 2026 at 9:38
      • Responder

      A agência Erasmus ficou sem excelentes técnicos que dão apoio aos coordenadores Erasmus e Comenius há mais de 20 anos. Regressaram todos à escola. Ficou apenas o Manuel.
      Agora tem técnicos da área empresarial que querem transformar a escola sem perceberem nada. Os coordenadores trabalham nesses projetos por paixão. Não tem horas para isso. Os técnicos novos retiraram qualidade ao serviço do Erasmus e etwinning.
      Que raio de plano do ministro sem pés nem cabeça.

    • Maria Magalhães on 3 de Janeiro de 2026 at 14:28
    • Responder

    Temos de pensar que a reforma aos 67 anos + 7 meses não leva ao aumento de produção, logo ao crescimento económico e bem-estar da população. Qualquer ser humano tem a capacidade de se adaptar às diferentes organizações (vertical…)

      • Cais do Sodré on 3 de Janeiro de 2026 at 16:04
      • Responder

      Só uma correção.

      Em 2027 será aos 66 e 11 meses, se até lá a coisa ainda não piorar mais.

      Na Tugalândia, a solução parece ser colocar os reformados a regressar ao serviço e a ganhar a reforma e mais um ordenado.

      E como há uns quantos que aceitam, está-se mesmo a ver o que os liberalóides vão querer, não é?!

      Preparem-se para trabalhar até caírem para o lado. Agradeçam aos stores que, depois da reforma, é que se aperceberam que gostariam de dar aulas. Até agora só têm andado a gozar com isto tudo e com aqueles que andaram a trabalhar a sério nas escolas.

        • MariaQueNãoVaiComAsOutras on 3 de Janeiro de 2026 at 19:03
        • Responder

        Mas esses profs. reformados que estão a regressar, não têm turma atribuída … estão a fazer que fazem, “mariquices” e “folclore” ou seja NADA de útil continuando assim a haver falta de professores!

          • Agarra Maquineste on 3 de Janeiro de 2026 at 20:49

          Estão a coçá-los, como sempre.

  2. A carreira de professor tem de ser muito, mas muito valorizada, senão não há qualquer reforma que dê resultado. Enquanto não valorizarem e muito esta profissão, cada vez mais vai haver menos professores, e os que forem para esta profissão terão menor qualidade.

    • TOP on 3 de Janeiro de 2026 at 19:58
    • Responder

    Eles poe outro tipo de povo a dar aulas, sem licenciatura…..
    Esses querem ser professored pois ganham mais dinheiro que noutras profissões…

    • Maria on 3 de Janeiro de 2026 at 20:25
    • Responder

    E a gestão de certos agrupamentos?!… toma lá, dá cá… a casa dos “amigos “! E os conselhos gerais… tudo uma treta!!

    • Eueu on 4 de Janeiro de 2026 at 9:37
    • Responder

    A agência Erasmus ficou sem excelentes técnicos que dão apoio aos coordenadores Erasmus e Comenius há mais de 20 anos. Regressaram todos à escola. Ficou apenas o Manuel.
    Agora tem técnicos da área empresarial que querem transformar a escola sem perceberem nada. Os coordenadores trabalham nesses projetos por paixão. Não tem horas para isso. Os técnicos novos retiraram qualidade ao serviço do Erasmus e etwinning.
    Que raio de plano do ministro sem pés nem cabeça.

    • Zé das Couves on 4 de Janeiro de 2026 at 16:49
    • Responder

    estão em pânico com a debandada geral, nem as cartinhas do ministro surtem qualquer efeito…

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