Ministro Da Educação – A virtude da ação e o pecado da palavra!

O Ministério diz-nos, sem pudor, que o pagamento do nosso salário deixa de depender apenas do trabalho efetivo, para ficar refém da exportação de dados para um “big brother” central.

Ministro Da Educação – A virtude da ação e o pecado da palavra!

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7 comentários

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    • Mainada on 13 de Janeiro de 2026 at 11:41
    • Responder

    É complicado. E se as escolas falharem? E se os sistemas falharem? Passamos a receber com atraso? Este ministro, às vezes, delira um bocado.

    1. E nos cursos profissionais, em que as aulas têm de ser sempre dadas? Se um professor faltar tem de repor as horas.
      Vai escrever o sumário onde, depois?
      Ou não escreve e não dá a aula?!

    • Zabka on 13 de Janeiro de 2026 at 12:39
    • Responder

    Olha, olha, o lambe-botas do Beobachter está amuado com o Nandinho neoliberal

    • Pedro António on 13 de Janeiro de 2026 at 13:15
    • Responder

    Desde quando o salário é pago por escrever sumários. O salário é pago por darmos aulas e outras atividades, não por escrevermos sumários em plataformas, se colocar o ministério em tribunal de certeza que obrigará este a pagar todos os salários..

    • Pai Natal on 13 de Janeiro de 2026 at 13:24
    • Responder

    É ridículo este tipo de comentário “contra” os sumários. Qual é, afinal, o problema de cumprirmos a nossa obrigação de elaborar um sumário por aula? É este tipo de “manifestações” sobre situações que não fazem sentido que retira credibilidade à nossa profissão.
    Somos mal remunerados e a profissão não é devidamente reconhecida; devemos, naturalmente, lutar por isso. Contudo, só sendo bons profissionais conseguiremos alcançar esse reconhecimento. Depois, não nos queixemos se surgirem comentários na sociedade do género: “lá estão os professorezecos a queixarem-se por tudo e por nada… agora nem sumários querem fazer”.
    Importa ainda lembrar que este ministro devolveu mais de seis anos de tempo de serviço, algo que os governos socialistas liderados por António Costa afirmavam já nem ser assunto, alegando que a recuperação do tempo de serviço nunca seria possível por implicar outras carreiras.

    “não há condições” para devolver tempo de serviço aos professores
    Primeiro-ministro argumenta que ” se dessemos todo o tempo perdido significaria 1.300 milhões de euros
    despesa permanente todos os anos”.
    16 fev, 2023

    Costa diz que recuperação integral do tempo de serviço dos professores “é insustentável para o país”
    Primeiro-ministro diz que “tem de haver equidade” para todas as carreiras da função pública.
    Redação DN
    Publicado a:
    02 Out 2023, 22:49

    1. Não é por este ministro ter feito o que se lhe competia, e bem, que a partir daí tem carta branca para tudo!

        • ECCT on 13 de Janeiro de 2026 at 15:04
        • Responder

        Nem mais. Mas porquê tanta polémica com os sumários? Tenho 66 anos, bem mais de 40 de serviço, quase de saída, sempre escrevi sumários em papel e/digital. Qual o problema de o Ministério ter acesso aos sumários. Explicam-me?

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