Mais de 30 mil professores fizeram horas extraordinárias para colmatar falta de professores

 

Ministério pagou quase 26 milhões de euros em horas extras, o que inclui retroactivos até 2018, uma vez que houve uma correcção no cálculo. Mais de 5700 professores estão a receber apoio à deslocação.

Maisw de 30 mil professores fizeram horas extraordinárias para colmatar falta de professores

 

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6 comentários

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    • OraBolas on 11 de Janeiro de 2026 at 10:28
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    Eu ainda não recebi nada.

      • Lucas on 11 de Janeiro de 2026 at 14:35
      • Responder

      Andas a ser chupado

  1. Não as faziam…

    • Atevi on 11 de Janeiro de 2026 at 17:56
    • Responder

    E escreveram os sumários? Lol

  2. Deixo uma questão que está a acontecer no meu agrupamento em Castelo Branco e que não mereceu ainda a devida atenção (a não ser que seja apenas ali). Se possível, gostava que fosse feita alguma entrada no blog que fizesse menção a este assunto (greve semanal ao sobretrabalho).
    No meu agrupamento são convocadas periodicamente reuniões, de grupo disciplinar, por exemplo, que se enquadram no sobretrabalho (não estão marcadas no horário e os tempos que poderiam estar consignadas a essas reuniões, estão marcados, nos horários, em momentos distintos entre os docentes de um mesmo grupo e não coincidentes com os dias e horários das ditas reuniões).
    Consequentemente estão a ser descontados os valores remuneratórios correspondentes a dois tempos. Quem vai às reuniões, não recebe extraordinariamente e quem falta vê o vencimento ser descontado. Ora, parece-me que as duas situações são incoerentes. Ou pagam as horas correspondentes às reuniões, que acresceriam à remuneração mensal ou faltando, nenhum valor deveria ser descontado à remuneração mensal.
    Uma espécie de xico-espertice saloia.
    Creio que era importante falar sobre este assunto já que duvido que apenas num agrupamento, a nível nacional, esta situação esteja ocorrer tal a quantidade de trabalho extraordinário que está a ocorrer.

    • Observa on 12 de Janeiro de 2026 at 18:22
    • Responder

    Tá -se mesmo a ver o que vem aí…Aceitarem fazer tanta hora extraordinária, então isso qquer dizer que não estão assim cansados e podem fazer muito mais horas sem problema e assim acaba-se em grande parte com alunos sem aulas. As próximas gerações de docentes vão ser sacrificadas devido à ganância dos atuais que transmitem a mensagem que podem leccionar mais horas. Basta o MECI aumentar a carga horária letiva e nem os sindicatos têm argumentos para contestarem depois disto. É por culpa da ganância cega daqueles que não têm consciência das consequências que as condições laborais e os direitos adquiridos vão se deteriorando.

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