Lista Nominativa Provisória dos trabalhadores da DGAE nos termos do Decreto-Lei n.º 99/2025, de 28 de agosto

Com tanta falta de Educadoras em Lisboa…

 

Na sequência da homologação das listas nominativas provisórias dos trabalhadores da Direção-Geral da Administração Escolar, elaboradas ao abrigo dos artigos 17.º e 18.º do Decreto-Lei n.º 99/2025, de 28 de agosto, que regula o procedimento de reafectação de trabalhadores no âmbito da reforma orgânica do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, torna-se público a lista nominativa provisória.

Publicada em 27 de outubro de 2025.

O Diretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar,

Luis Fernandes

Lista Nominativa Provisória dos trabalhadores da DGAE

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11 comentários

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    • Eu on 27 de Outubro de 2025 at 16:57
    • Responder

    Mas afinal os professores não eram para ir todos para a escola? Porque é que ficam tantos na AGSE? Todos têm cartão laranja ou são da família?
    Afinal a montanha pariu um rato e o sr. MECI devia ter vergonha e vir explicar esta lista.

      • Leo Sousa on 27 de Outubro de 2025 at 23:53
      • Responder

      Sim, sim, devolvam-nos todos à escola e, a seguir, carreguem no botão para o concurso se fazer automaticamente … Ah e já agora que o E72 voltou (quem será que dá as respostas?), façamos de conta que não reclamamos da sua suspensão temporária… Será por acaso que a maioria dos professores que lá ficou está na área dos concursos? Não me parece que seja questão de cartão laranja ou de laços familiares: se não precisassem deles lá, há semanas que teriam sido devolvidos às escolas. O que sei é que se eu fosse responsável pelos concursos e mandassem regressar às escolas a quase totalidade da minha equipa, eu sugeriria ao senhor ministro que a colocação de professores passasse a ser assim uma coisa do tipo sorteio, em que cada colocação sairia numa senha que viria, por exemplo, numa caixa de Chocapic…

    • Cenoura on 27 de Outubro de 2025 at 17:16
    • Responder

    Ena quanto tacho!

    • nando on 27 de Outubro de 2025 at 17:48
    • Responder

    A DGAE será uma creche??? Tem tantos educadores de infância …. …

      • A.silva on 27 de Outubro de 2025 at 17:52
      • Responder

      Nandinho! Nandinho!
      Educador de Infância ou Docente!!!
      Sabe para que serve o “ou”?

        • nando on 28 de Outubro de 2025 at 0:13
        • Responder

        Mas faltam tantos professores e na DGAE são aos molhos a coçar os tomates….

    • Alberto Santos on 27 de Outubro de 2025 at 20:13
    • Responder

    Muito estranho. Não são quase todos das zonas mais carenciadas? Fazem falta nas escolas …

      • Maria on 28 de Outubro de 2025 at 16:44
      • Responder

      Em 48 docentes, apenas 6 regressam à escola de colocação, ou seja, apenas 12,5%. Quando sair a lista da DGE, cai o carmo e a trindade, ou nem por isso.

        • Maria on 28 de Outubro de 2025 at 17:04
        • Responder

        Ou seja, o MECI está a subtrair às escolas – apenas para a AGSE, 42 professores. Tudo feito à luz do dia.

    • Malapata on 28 de Outubro de 2025 at 10:57
    • Responder

    Dá para ver bem quem tem o cartão laranja e quem é amigo da Secretária de Estado. São sempre os mesmos — professores que nem sequer trabalham na Divisão dos Concursos, mas que são os que mais viagens fazem naquela DGAE. Esses é que são os “amigos do sistema”, os das cunhas e dos favores. Andam a passear pelo país (e fora dele) à conta dos nossos impostos, quando deviam estar na escola a dar aulas como qualquer outro professor. Uma autêntica vergonha!

    • Edu.MEDU on 28 de Outubro de 2025 at 14:10
    • Responder

    O Sr. Meci deveria explicar a decisão de afastar técnicos superiores dos quadros das Direções-Gerais, profissionais que já exercem funções dirigentes com competência comprovada, para os substituir por docentes sem experiência prévia em cargos de direção e sem domínio das matérias específicas, revela-se profundamente inadequada e prejudicial para a eficácia da Administração. Esta opção não só compromete a continuidade e qualidade do serviço, como também desvaloriza o mérito e a experiência acumulada por quem tem desempenhado funções estratégicas com rigor e responsabilidade.
    Acresce que os docentes designados para estas funções pertencem a grupos de recrutamento deficitários e estão colocados em escolas e territórios igualmente carenciados, o que agrava a escassez de recursos humanos na área letiva. Ao retirar professores qualificados das salas de aula para os colocar em cargos dirigentes, sem a preparação necessária, a medida fragiliza simultaneamente a gestão administrativa e a qualidade do ensino, contrariando os princípios de racionalidade e eficiência que devem nortear a Administração Pública.
    Esta prática desmente a narrativa oficial de que todos os docentes regressariam às escolas, evidenciando, pelo contrário, uma diferenciação injustificada e opaca entre profissionais, baseada em critérios que não se coadunam com os valores da legalidade, transparência e equidade. Tal decisão configura um retrocesso grave na gestão pública, com impactos negativos para os serviços, para os trabalhadores e para a confiança dos cidadãos nas instituições.
    Vamos aguardar pelos próximos capítulos desta novela mexicana. Cenas dos próximos capítulos: a saída da Lista da DGEstE, IGEFE e SG.. e as cunhas e tachos e parentes que vão surgir!

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