Estudos Publicados

Estudo de Diagnóstico de Necessidades Docentes de 2025 a 2034

 

 

Prosseguimento de estudos dos anos letivos de 2018/2019 a 2022/2023 | Cursos Técnicos Superiores Profissionais

 

Prosseguimento de estudos dos anos letivos de 2018/2019 a 2022/2023 | Licenciatura

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3 comentários

    • Anónimo on 8 de Outubro de 2025 at 22:19
    • Responder

    Há professores a mais.
    Não vão haver alunos para os professores. Daqui a poucos anos vai haver um declínio enorme de alunos. Nessa altura é que vou ver os professores a irem ao ar, como aconteceu na Troika.
    Deixem-se de fantasias. Há professores a mais para tão poucos alunos.

      • Ana B on 8 de Outubro de 2025 at 23:21
      • Responder

      Há professores a mais, mas apenas de alguns GRs e só em determinadas regiões do país. Já temos bastantes estudos acerca disto.

      Nem que as universidades ponham-se a produzir em massa professores não vão conseguir suprir as necessidades de grande parte dos GR, particularmente no 3º ciclo e no ensino secundário porque, enfim, se já dos poucos motivados que terminam os mestrados grande parte deles sai da carreira nos primeiros dois anos, duvido que alunos menos vocacionados fiquem por estas bandas quando um trabalhador no Mercadona já ganha praticamente o mesmo que um professor no início de carreira, só que sem os gritos, burocracias, as piores turmas/horários, etc. Tudo o que um professor em início de carreira tem direito como “ritual de passagem” (de uma ou duas décadas).

      E o congelamento das carreiras não se deveu ao excesso de professores mas sim à hrrível gestão dos nossos governos sendo que, como qualquer pessoa entendida percebe, quando cortes significantes têm de ser feitos no orçamento, o Estado vai sempre buscar primeiro aos sectores públicos que menos valor acrescido produzem a curto prazo, isto é, a Educação e a Saúde.

      Pode vir a acontecer, não digo que não, porque em termos de diversificação e resiliência, a nossa economia é uma lástima em padrões da UE, focada primariamente em sectores de baixo valor acrescido como o turismo, agricultura e indústria barata como textéis, e como tal, qualquer choque na política monetária europeia pode levar o país outra vez à recessão – logo, sim, “professores a irem ao ar, como aconteceu na Troika”, mas por razões diferentes.

      A meu ver, dizer que há professores a mais é ser intelectualmente desonesto, a um ponto que apenas piora as condições presentes dos professores e, porventura, dos poucos que ainda ambicionam tirar o mestrado e ingressar na carreira, num momento em que não só em Portugal mas na maioria dos países da UE qualquer trabalhador de colarinho azul ganha mais do que um professor com menos de 20 anos de carreira, para não falar de outros trabalhadores especializados com o mesmo nível de estudos.

    • maria on 10 de Outubro de 2025 at 12:47
    • Responder

    alguem me explica como as contrataçoes funcionam ????
    vejo entrar pessoas …mas nao vejo as contrataçoes da parte da escola

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