O atual modelo de gestão escolar tem estado, novamente, na agenda política, devido à intenção do Governo de criar um estatuto do diretor. Nesse sentido ouve-se e lê-se cada vez mais uma polarização entre os defensores da gestão democrática e os apoiantes da profissionalização das lideranças escolares. Para contribuir para um debate mais informado, onde deixemos de parte as perceções e analisemos seriamente, sustentado em dados, farei uma análise ao estudo abrangente da Fundação Semapa – Pedro Queiroz Pereira, que ouviu mais de 4.000 professores, diretores e coordenadores, e que nos oferece uma perspetiva mais aprofundada sobre esta questão.
Out 02 2025
A gestão escolar e os verdadeiros desafios da escola portuguesa – Alberto Veronesi
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12 comentários
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Então, sobre isto publica-se precisamente um artigo de um diretor? Pelo amor da santa!
Um professor diretor nunca saberá o que é uma sala de aula no 3 ciclo e secundário, não basta parecer é preciso ser, aqui basta querer sem nunca ser. Lembrem-se do tabu em Portugal: na maioria dos paises de primeiro mundo estes docentes são pagos de forma diferenciada na base de vencimentos.
Um professor diretor de 1 ciclo nunca saberá o que é uma sala de aula no 3 ciclo e secundário, não basta parecer é preciso ser, aqui basta querer sem nunca ser. Lembrem-se do tabu em Portugal: na maioria dos paises de primeiro mundo estes docentes são pagos de forma diferenciada na base de vencimentos.
Sem comentários, este artigo não me convence, a política autárquica invadiu as escolas, há medo , há lambe-cus e muita desconfiança entre docentes e até funcionários.
Bom dia, é possivel deixar aqui link, ou referência deste estudo?
Obrigada
O veronesi sustenta se em estudos que sabe deus como foram feitos! Com que amostras que confundem diretores com coordenadores de escolas por exemplo. E com perguntas feitas para extrair os que lhes interessa.
Não acredito neste estudo. Os blogues de educação e as mudanças em massa de professores de determinadas escolas dizem nos que os professores não gostam deste tipo de gestão. Não querem este modelo. Preferem equipas executivas e que estas sejam eleitas pelas comunidades.
Se o Veronesi quer entronizar se como diretor, com estatuto próprio e com determinadas regalias , tem bom remédio. Deixe o público vá para o privado . Ou monte a sua própria escola com o seu dinheiro. Não com subsídio os estatais. Não queira é ser diretor– rei- mordomo na escola publica com os nossos impostos. Nós não queremos este modelo de gestão. Ponto!
Arlindo, que cena é esta! Apagaste os meus comentários pelo facto de não serem do teu agrado. Este blog é uma treta. Já parece a tua direção de agrupamento: quem se manifesta com opinião própria é colocado de lado.
Arlindo, que cena é esta! Apagaste os meus comentários pelo facto de não serem do teu agrado. Este blog é uma treta. Já parece a tua direção de agrupamento: quem se manifesta com opinião própria é colocado de lado.
A democracia é morta com este tipo de estudos de encomenda e com este tipo de gajos que adoram aldrabar e mandar!
Não é a 1a vez, nem a 2a que isso acontece!
Há aqui um texto no Blog de um tal Aparício publicado pelo Rui Cardoso que tinha vários comentários a desmascara ló porque o conhecem e a escola dele também. Isto durante o fim de semana . Os comentários desapareceram.
Não é Aparício é Maurício Brito. O post ainda está.
Alegar um inqualificável “estudo” que, pelos resultados que apresenta, só teria verosimilhança na Coreia do Norte, não falta de pudor, é escândalo. Só mostra como os pequenos ditadores estão aditos aos tachos e como têm medo da DEMOCRACIA.
Não se envergonha do que escreveu, veronesi?