O Governo autorizou a vinculação aos quadros das escolas de 1.406 Técnicos Especializados para Outras Funções (TEOF), dos quais 830 lugares são para psicólogos e 576 para outras funções, como terapeutas da fala, assistentes sociais ou técnicos de informática, mas também psicólogos, consoantes as necessidades a identificar pelos estabelecimentos de ensino.
Esta decisão justifica-se com a existência de necessidades permanentes nas escolas, bem como a necessidade de reforçar competências especializadas em áreas diversas, de modo a garantir a promoção efetiva do sucesso escolar, da igualdade de oportunidades, da equidade e da inclusão educativa e social, do bem-estar físico e psicológico e da saúde mental dos alunos.
Desta forma, o rácio passará de 1 psicólogo nos quadros por cada 1.472 alunos para 1 psicólogo nos quadros por cada 711 alunos.
Esta medida visa assegurar estabilidade a estes profissionais e às escolas e reforçar os apoios especializados aos alunos.




5 comentários
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É uma parvoíce. Vincular 1.406 TEOF (830 psicólogos + 576 “outros”) sem mudar o modelo de trabalho é maquilhagem estatística. Na prática, muitos destes técnicos ficam encostados a tarefas burocráticas, relatórios e encaminhamentos, com pouco tempo útil para intervenção direta com alunos e turmas. O impacto real perde-se em reuniões e papelada.
E os técnicos de informática? No formato atual, são os que menos impacto têm no sucesso escolar: fazem sobretudo “apagamento de fogos” (plataformas,), sem autonomia nem plano pedagógico de integração digital na sala de aula. Resultado: muito esforço invisível, pouco efeito educativo. Os professores de TIC não profissionalizados é que fazem tudo, até lâmpadas de projetores mudam.
Enquanto isso, os professores carregam a escola às costas: mais turmas, horários partidos, substituições, vigilâncias e burocracia. Trabalham mais, estão na linha da frente com os alunos — e continuam sem estabilidade nem condições para fazer melhor.
Uma boa medida, alguns já trabalham à dezenas de anos na mesma escola/agrupamento.
“À dezenas de anos a trabalhar” e ainda não aprenderam a forma do verbo haver.
Quiçá seja o novo desacordo ortográfico
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A esckla tem que ser escola e varridz dessa gentalha toda. Para isso só é necessário professores e pessoal de secretaria para burocracia. É um erro transformar a escola em asilo, hospital, sopa dos pobres, enfermaria, hospício, palco dos teatros das câmaras etc.
E escola é escola e é para ensinar, ponto!